sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
Dos 20 meses da Isabel...
sábado, 1 de janeiro de 2022
Das fotografias que dão alegria... - Day 1
terça-feira, 27 de julho de 2021
Do 1º ano da Isabel...
Um ano de Isabel.
terça-feira, 25 de maio de 2021
Dos 11 meses da Isabel...
Onze meses de Isabel.
Onze. Só falta um para os doze. O último mês trouxe a grande novidade de um dos marcos do seu desenvolvimento: já gatinha. Ninguém a pára e acabou-se o sossego. O nosso e o do gato. Que ela continua a adorar. Já foi arranhada, claro. Continua na creche e não houve mais sustos com covid-19. Espalha charme e sorrisos e já tem um clube de fãs. Ainda não perdeu as bochechas, mas já esticou um bocadinho. Adora comer. Sopa, fruta, peixe, carne, legumes, panquecas. O que seja. Dêem-lhe comida e os olhos dela brilham. Consta que começa a guinchar mal vê as cadeiras de refeição na creche. Ainda não fala, mas já procura com o olhar quando lhe perguntamos pela mãe, pelo pai, pelo gato ou pela bola. Gosta de partilhar. Eu peço-lhe para dar a banana à mamã e ela nem hesita em enfiar-ma na boca. E ri-se perdidamente com isso. Continua bem disposta. E boa onda. E simpática. Continuo sem saber a quem sai. Passámos o nosso primeiro fim de semana fora de casa e portou-se lindamente. Não estranhou a cama, não estranhou comer no restaurante, não estranhou nada. É uma santa. Ou não fosse Isabel. Estabilizou nos seis dentes há já umas semanas. Nunca nos deu nenhum susto de saúde. Imita-nos a piscar os olhos e nós rimos perdidamente. Diz adeus. Manda beijinhos. Imita-me a suspirar e ri-se. Também bate palmas. Atira coisas para o chão e fica a olhar para elas, a tentar perceber isso da gravidade. Já não berra desalmadamente na maior parte do tempo das viagens de carro e até já aconteceu adormecer sozinha. Já tem o seu primeiro fato de banho mas ainda não o usou. Já quase percebeu o conceito de dar abraços e derrete corações quando encosta a cabeça no nosso peito. As noites estão incrivelmente melhores. Mesmo quando ela acorda às cinco e meia e entende que não precisa de dormir mais. As sestas continuam de trinta minutos. Tem potencial para ser uma autêntica gralha. Adora o reco reco e foi maravilhoso ver a evolução dela até ela perceber como ele toca. Já é menos careca e não tem o cabelo tão escuro como o da a mãe. Ainda hoje dei comigo a olhar para ela e a perguntar-me como era possível eu ter feito algo tão incrível.
Onze meses de Isabel. Não é cliché, passa mesmo a voar.
sexta-feira, 9 de abril de 2021
Dos 9 meses da Isabel...
(com 15 dias de atraso, mas está tudo bem...)
domingo, 7 de março de 2021
Dos pensamentos que me ocupam às cinco da manhã...
Não sei se tenho mais saudades das coisas que a Covid me tirou, se das coisas que a maternidade me tirou. Dadas as circunstâncias actuais, ambas confundem-se e é difícil identificar quais são quais. Pouco importa, na verdade.
sábado, 27 de fevereiro de 2021
Dos 8 meses da Isabel...
Oito meses de Isabel.
Dois terços de um ano. Que voaram. Ela está cada vez mais pessoinha. Um bebé, mas pessoinha. Já tem 3 dentes, 2 em baixo e 1 em cima, completamente desalinhado dos outros, o que lhe dá um ar particularmente delicioso. Continua a comer lindamente. Adora manga, abacaxi e kiwi. Mas também descobriu que adora brócolos. Também continua apaixonada pelo gato, e já lhe arrancou umas boas doses de pêlo. Ele, por sua vez, continua a ignorá-la. Fala, fala, fala. E bem alto. E continua a rir-se. Muito. Até a comer, ela se ri muito. Aliás, se há momento em que é evidente que ela é feliz, é quando come. Ou quando o pai lhe faz tropelias e ela dá as maiores gargalhadas. É preguiçosa e está longe de começar a gatinhar. Sai ao pai e já tem uma obsessão por comandos. Dormiu a primeira noite toda seguida. Mas foi, claramente, por engano. Tivemos direito a umas noites a acordar a cada hora ou a cada meia hora. Maravilhoso, portanto. Descobriu as sestas de 20 minutos. Desconfio que esteja farta de estar em casa a aturar-me todo o santo dia. Continua a gostar das nossas caminhadas e faz as suas sestas na Ergobaby. Adora o elefante de peluche que recebeu de presente da empresa do pai e ri-se perdidamente só de o ver. Está extremamente sensível a barulhos estranhos e atira-se para trás a chorar quando isso acontece. Já se magoou, claro. Começa a mostrar os primeiros sinais de vontade própria. Gosta de abanar as maracas e ouvir o seu barulho. Deixou a shantala e começou a tomar banho numa banheira maior. Chorou muito nos primeiros dias, mas já percebeu que tem mais água e espaço para chapinhar. Olha deslumbrada para o mundo e já quer ver e mexer em tudo. Continua bochechuda, mas está a ficar mais comprida. É bem disposta e ri-se muito para as raras pessoas com quem se cruza. Berra desalmadamente quando entende que não quer dormir. Mesmo que sejam duas da manhã. Continua a chuchar no dedo e a recusar a chupeta. Eu sou suspeita, mas acho que está cada dia mais bonita. E eu, cada dia mais derretida.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
Dos 7 meses da Isabel...
Sete meses de Isabel.
Este foi, sem dúvida, o mês em que mais aconteceu. Foi o mês em que a Isabel começou a comer. E que bem que ela come. Também foi o mês em que começou a creche. Apenas para voltar para casa, ao fim de três semanas. Ficou conhecida por ser bem disposta e tagarela. Já se senta muito bem. Já rebola e "desrebola". Apareceram os primeiros dentes e está ainda mais deliciosa. Fica tão feliz com água como com banana, com sopa ou com papas. Continua a rir-se muito. E já estica as mãos para chegar ao gato, que lhe dá umas lambidelas de quando em vez. Começou a dormir no quarto dela, deixando os pais indecisos entre a culpa de a abandonar e o alívio de recuperarem o seu canto. Nasceu para comer, e, toda ela é sorrisos, quando o assunto é comida. Faz umas mini-micro sestas, para desespero de quem está em teletrabalho. Gosta de ver bater palmas e estalar os dedos. Ri-se para si mesma, ao espelho. Gosta de estar à janela. Gosta de cenoura. Continua a levar os pés à boca, sempre que pode. Não gosta da textura dos brócolos e parece ter nojo de lhes tocar. Não tenho termo de comparação, mas ela ri-se mesmo muito, já disse? Gosta quando lemos para ela e gosta de morder os livros. Gosta de morder tudo, na verdade. Continua a falar imenso, seja dia ou noite. Hoje riu-se como nunca, a comer papa de espelta pela primeira vez. Aninha a cabeça no meu ombro e derrete-me ainda mais. Quer explorar tudo, tocar em tudo, agarrar tudo. Já rasteja um bocadinho e foge do tapete de actividades, se não estamos atentos. É uma bebé bem disposta e boa onda. Não sei a quem sai. No meio desta pandemia, estamos a conseguir criar uma bebé sociável e tranquila. Não me perguntem como. Mas, apesar de terrivelmente dura, tem sido uma viagem incrível.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
Dos 6 meses da Isabel...
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
Das coisas que a pandemia nos roubou...
Esta manhã, enquanto trabalhava, calhou em estar a passar uma música dos The National. E eu emocionei-me. Foi a segunda vez que isto aconteceu, em cerca de uma semana. Emocionei-me com algo tão simples como uma música dos The National (pouco importa qual).
A última vez que vimos os The National ao vivo foi há um ano e uns dias, no Campo Pequeno. Lembro-me de sair do escritório a correr, ir buscá-lo ao aeroporto (no tempo em que era normal as pessoas viajarem em trabalho), e irmos directos para o Campo Pequeno, onde comemos qualquer coisa num instante, e nos sentámos naquelas cadeiras estupidamente desconfortáveis.
O concerto começou e esquecemos o desconforto. O concerto começou e eu deixei-me levar pelas músicas. Com uma mão na tua mão e a outra na barriga (que ainda nem existia), eu quis guardar aquele momento para sempre. Fomos felizes, ali. Nós e a nossa sementinha, que ainda era segredo para a maioria das pessoas. Não me lembro, mas é provável que tenha chorado. Pelo menos, podia culpar as hormonas. Sei que gostei muito do concerto. Só podia, aliás.
Hoje, ao ouvir aquela música, voltei a esse concerto. E não pude deixar de me emocionar, ao pensar que não sei quando voltaremos, verdadeiramente, a um concerto. A pandemia tem-me levado tanta coisa boa, e a cultura é uma delas. Não sei quando voltaremos aos concertos, aos teatros, ao cinema. Não sei. E eu sei que eles continuam a existir. Eu é que não sei quando serei capaz de lá voltar. A pandemia levou-me a cultura e deixou-me o medo. E isso é uma grandíssima merda.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Dos 5 meses da Isabel...
terça-feira, 1 de dezembro de 2020
Das fotografias que dão alegria... - Day 336
terça-feira, 24 de novembro de 2020
Das fotografias que dão alegria... - Day 329
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
Das conversas de sexta-feira à noite...
Estivemos a ver o documentário Dick Johnson is dead, e, quando acabámos, eu estive a elencar as minhas preferências para quando eu morrer. Como sei que ele só ouve 10% do que eu lhe digo, fica aqui, para registo futuro:
- quero ser cremada. As cinzas devem ser espalhadas no mar. Idealmente, em Santa Maria. Mas como é meio fora de mão, o meu irmão que pegue no barco e me leve para ao pé dos golfinhos, que já não é mau. Sintra ou Monsanto também são opções válidas.
- não quero cravos no meu funeral. Nem um. Odeio cravos.
- não quero padres nem missas. Façam uma coisa qualquer gira e simbólica, quem quiser diz umas palavras, e está feito.
- quero comida e bebida. Muitas gordices e muito álcool, para afogarem as mágoas.
E é isto. Parecem-me exigências bastante razoáveis, até.
Tentei que ele me dissesse as suas preferências, mas não foi capaz. Diz que nunca pensou sobre isso. Quem é que nunca pensou sobre o seu funeral?!... E o pânico que é pensar se lhe acontece alguma coisa e eu não sei o que fazer?... Já lhe disse que tem de pensar nisso, que isto não pode ser assim: ir embora e quem cá fica que resolva... Não. Nem pensar.
domingo, 25 de outubro de 2020
Dos 4 meses da Isabel...
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
Das fotografias que dão alegria... - Day 295
domingo, 18 de outubro de 2020
Das fotografias que dão alegria... - Day 292
O passeio de hoje foi até à Caparica. O dia amanheceu cheio de nevoeiro, e custou a crer quando, à meio da tarde, saímos de casa e percebemos o calor que estava. Quando falei em irmos à praia, ele deve ter achado que eu estava louca, mas acho que o venci pelo cansaço e lá concordou.
E que bem que soube!... As praias com pouquíssima gente, um fim de tarde espectacular, e uma caminhada à beira-mar, com a Isabel a aproveitar para fazer a sua sesta.
A minha paranóia com a Covid continua (cada vez mais) elevada, e conseguir encontrar sítios onde me sinta em segurança, pode ser um desafio... Mas este passeio pela praia fez maravilhas pela minha sanidade mental.
Boa semana, Mundo!
sexta-feira, 9 de outubro de 2020
Das fotografias que dão alegria... - Day 283 (ou de como Monsanto é sempre Monsanto...)
Um dos últimos sítios onde fomos antes de a Isabel nascer, foi Monsanto. Não cheguei a pôr aqui as fotografias desse dia, mas talvez venha a pôr, se um dia me derem as saudades do meu estado de pequeno cachalote.
Um dos primeiros sítios onde fomos depois de a Isabel nascer, foi Monsanto.
E um dos sítios onde fomos esta semana, foi Monsanto.
quinta-feira, 8 de outubro de 2020
Das fotografias que dão alegria... - Day 282 (ou da minha paixão por Van Gogh...)
Eu sou apaixonada pelo Van Gogh. Não foi uma paixão fácil ou imediata, mas foi uma paixão que foi surgindo, quanto mais o conhecia e descobria a sua obra. Quando li o livro "A Casa Amarela", percebi que havia muito mais por detrás daquelas pinceladas errática e aqueles amontoados de tinta.
Há uma linha muito fina que separa a genialidade da loucura, mas em Van Gogh essa linha está muito esbatida. Ele era um génio, mas também era um louco. No meio de toda aquela instabilidade mental, ele conseguiu uma produção artística incrível (sobretudo, porque só produziu durante 10 anos), que, como se sabe, só foi devidamente reconhecida após a sua morte. Van Gogh tem uma história triste, dura, pesada. E isso só confere ainda mais beleza à sua obra.
terça-feira, 6 de outubro de 2020
Das fotografias que dão alegria... - Day 280
Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...
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Há coisas que eu não percebo... Não percebo mesmo. Esta coisa da blogosfera é uma delas. Já cá ando há muitos anos e continuo a não ...
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Vinte meses de Isabel. A caminho dos dois anos. Já muito longe de ser um bebé, e cada vez mais uma mini-pessoinha, com personalidade e vont...
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Eu sei. Não é o tema mais sexy que existe. Mas é um drama real e temos de falar sobre ele. Os elementos do sexo masculino estão dispens...


















