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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Da Sephora Beauty Run...

Este Domingo participei na Sephora Beauty Run, que teve a sua primeira edição, no Parque das Nações, com uma corrida de 5km exclusiva para mulheres.


Surgiu a oportunidade de participar, graças às Women Runners Portugal, e lá fui eu!

Não é a prova típica a que estou habituada, mas foi uma prova gira, com um ambiente engraçado. 

Mais do que uma corrida, foi uma festa, com outras actividades, com um concerto, com muitas celebridades e muitos patrocinadores a dar todo o tipo de brindes. Em conversa com o N., cheguei à conclusão que a melhor forma de a descrever era dizendo que era assim uma espécie de Festival Panda para mulheres crescidas.


Houve 1362 mulheres a cortar aquela meta, mas não houve muitas que fizessem a prova propriamente a correr. Só isso explica que eu, que não tenho treinado nada, tenha ficado em 67º lugar. Dá quase vontade de imprimir o diploma!...

A minha ideia inicial era ir calminha com duas colegas de trabalho que também iam participar. Mas quando percebi que elas não estavam muito inclinadas para correr, achei que mais valia ir sozinha e tentar fazer o melhor que conseguisse, fosse lá isso o que fosse. 

Tinha a vantagem de estar a correr em casa, num percurso que conheço bem, apesar de não adorar, e de saber que tinha tudo para ser confuso.

Abençoada HMS, que conseguiu mais uma organização irrepreensível, com o percurso a fluir. Pelo menos, para as 100 ou 200 pessoas que decidiram correr e iam na frente. Se as 1300 fossem a correr, acho que a passagem pelo passadiço de madeira junto ao rio ia ser impossível... Mas ainda bem que pouca gente correu!


10 horas. Sinal da partida, eu bem posicionada perto da meta, e lá fui. Tinha aquele desejo secreto de fazer menos de 30 minutos, coisa que parece meio ridícula, mas que não tenho feito. Eu não tenho corrido, sequer, quanto mais pensar em tempos... Assim, tentei manter-me num ritmo abaixo dos 6. Mas não muito, para não rebentar. O tempo estava meio abafado, eu estava com dores no dedo e numa coxa, e não queria mesmo deixar-me levar pelo entusiasmo e depois passar pela vergonha de nem 5km aguentar... Posso ser lontra, mas tenho os meus mínimos, não é verdade?

E não é que consegui?! Custou. Que custou. Mas consegui o tempo que queria e quase, quase, fiquei abaixo dos 28 minutos. Acabei de rastos, mas feliz!


Voltando ao princípio, não é uma prova típica de corrida, mas acho que foi uma iniciativa interessante. Correu bem, estava bem organizada, e teve o mérito de pôr 1300 mulheres a mexerem-se a um Domingo de manhã. Mesmo que a motivação tenha sido o kit de produtos entregues no final, o que importa é que foram e, a andar ou a caminhar, fizeram aqueles 5km.


Só uma nota menos positiva: dois abastecimentos com entrega de garrafas de água de plástico numa prova de 5km, uma altura em que tanto se fala de consumo consciente e da importância de reduzirmos o consumo de plástico para a protecção do ambiente, para mim, não faz sentido. Não pode fazer. Sobretudo, numa zona como o Parque das Nações, onde há tantos bebedouros. Até percebo que algumas pessoas, não habituadas a fazer exercício e/ou a correr, possam ter vontade de beber água durante os 5km. Mas custa-me perceber este desperdício e esta pegada ecológica. A que ainda se junta a maçã embrulhada numa embalagem de plástico entregue no final. A que se juntam todas as amostras, panfletos e brindes diversos oferecidos (não falo apenas dos produtos verdadeiramente ditos). Recusei diversas coisas (como já fiz noutras provas), não fiquei na fila para ir buscar ainda mais brindes e ofertas, e senti-me meio ET. Mesmo assim, acho que trouxe demasiadas coisas. Vou ver se uso tudo, senão distribuo pelas amigas. Ou então armo-me em Blogger e faço um give-away por aqui... Que dizem? 

Acho que esta iniciativa tem tudo para continuar a ser um sucesso, só espero mesmo que repensem esta questão do desperdício e da pegada ecológica (ainda que perceba a necessidade do respeito dos compromissos com os patrocinadores do evento).

Que mais mulheres corram, é o que peço!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Dos sítios onde eu vou...

Um dia destes fui conhecer o espaço da Benefit no Chiado.


Sim, eu sei que a loja já abriu há dois anos, mas eu sou um bocadinho desligada destas coisas e só agora surgiu a oportunidade de lá ir.


O espaço é muito giro! Muito feminino, muito cor-de-rosa, cheio de apontamentos deliciosos, e a reflectir em tudo aquilo que é o espírito da marca.


Um dos conceitos associados a este espaço (e outros nas lojas Sephora) é o do Brow Bar. A minha primeira reacção foi: a sério? As coisas que esta gente inventa!... Mas a verdade é que, depois de experimentar o serviço de sobrancelhas, ficamos com a sensação de que eles sabem o que estão a fazer e percebem mesmo do assunto. Os empregados são super simpáticos, vão explicando o processo todo, e nota-se uma diferença enorme nas sobrancelhas e, consequentemente, em toda a expressão do rosto. 


Há outros serviços no espaço e há, claro, toda a maquilhagem desta marca à venda. Os produtos não são baratos mas, já se sabe, são bons e é por isso que alguns são tão famosos. Vale a pena a visita, a quem esteja tão atrasado como eu!...


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Das minhas unhas... - I

E porque este blogue também se quer fútil... As minhas unhas hoje estão assim:


(imagem descaradamente roubada de outro blogue)

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Das minhas experiências no mundo da maquilhagem...

Eu e o corrector já somos grandes amigos. Se somos!...

Esta semana então, em que em vez de me andar a deitar à uma, como era suposto, ando a deitar-me às quatro, cinco, seis, ... Vou ficar uma especialista em aplicação de corrector!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Do meu mais recente vício...

Maquilhagem.

Pois. Parece que sim.

Eu nem percebo nada do assunto mas agora deu-me para isto. E não há nada como praticar muito para ir aprendendo.

Portanto, agora toca de me maquilhar (quase) todos os dias. 


Só porque sim.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Dos meus disparates...

Se virem alguma maluquinha num carro velho, muito velho, a aproveitar os semáforos e o pára-arranca para pintar as unhas, sorriam e digam adeus.

Sou eu.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Das coisas a que só damos valor quando não as temos e outras considerações...

Hoje percebi a falta que me fazia o meu (agora ainda mais) adorado creme de rosto. Já se tinha acabado há algum tempo e eu, por falta de tempo e paciência, ainda não o tinha ido comprar outra vez e andava a usar outro que tinha lá por casa. Claro, a minha pele começou a ficar uma lástima... Hoje, bastou ir comprá-lo e chegar a casa e pô-lo, para ao fim de umas horas notar uma diferença abismal. E foi assim que eu percebi a diferença que ele fazia na minha pele e a falta que me estava a fazer! Às vezes, é mesmo preciso não termos algo durante uns tempos, para lhe darmos o merecido valor.


E hoje, também, dei comigo a comprar mais livros. Eu tenho de me controlar. A sério. Entre outras perturbações mentais, às vezes sou um bocado compradora-compulsiva. O que não é bom. Nada bom. Podia ser pior, que podia. Podia gastar rios de dinheiro em sapatos. Mas não. Dá-me para os livros. E, para mim, sempre acho mais interessante gastar dinheiro em livros. De qualquer forma, eu não devia era gastar dinheiro em coisa nenhuma. Mas isso fica para outro dia.

O que eu gostava mesmo era de trocar livros "à moda antiga". Lembro-me de ter os meus onze ou doze anos e participar numa espécie de troca de livros em cadeia, em que se trocavam livros por correio. E tinha a sua piada. Hoje em dia, bem que se podia fazer o mesmo. Eu sei que há quem tenha receio de emprestar os seus livros, e também há quem só goste de ler os seus livros. Eu sei. Mas estamos numa altura de crise e não era má ideia voltarmos aos tempos de partilha. Eu, sempre que posso, vou assaltando a biblioteca do meu pai, e tenho a minha à disposição de quem a queira. 

E os felizes contemplados de hoje foram:


O primeiro é para oferecer. O segundo ainda estou a pensar no caso dele. Provavelmente, vai mesmo ficar para mim porque já ouvi falar muito bem dele e as críticas são óptimas. A ver vamos. Já agora, comprei-os no Continente a um preço muito, muito bom. 

sábado, 11 de setembro de 2010

Do que vale a pena ver...

Eu bem tento mas não dá. Babo-me sempre um bocadinho de cada vez que me cruzo com este senhor. Deve ter que ver com memórias de infância/juventude, quando ele era um galã da televisão.





E já sei. Já sei. E depois? Continuo a achá-lo muito interessante. É um desperdício, é o que é.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Dos meus longos cabelos...

Ontem resolvi tirar umas horinhas para mim e ir até ao cabeleireiro do costume.

Resultado: pés lindos e cabelo com menos dez centímetros e uma pseudo-franja a modos que estranha. Ainda me estou a mentalizar. Já recebi imensos elogios mas como a última vez que tive algo parecido com uma franja devia ter uns bons oito aninhos, ainda não me habituei a ver-me ao espelho.

A ver vamos. Há sempre os salvadores ganchos. Pelo menos, sei que vou ter muito menos trabalho nas férias, que é o que se quer.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Dos vestidos... - I

Há quase dois meses atrás, eu disse aqui que ia ter um casamento em Março, e que sabia que era cedo, mas que já andava à procura de vestido, por ser esquisitinha como sou.
Pois é, o casamento é dia 21 e o vestido? Não há vestido! Não encontro nenhum que me satisfaça (e à minha carteira). Este tempo não ajuda: chuva, chuva, e chuva até mais não, e frio, muito frio.

Já tinha arranjado uma alternativa: o vestido que a minha cunhada levou ao meu casamento. Que é bem giro, por sinal. Mas só alguém muito ingénuo podia achar que eu cabia num vestido XS. Eu até caibo, mas quando chega a altura de apertar o fecho na zona do peito, nada feito. O vestido está-me largo na cintura e nas ancas, mas no peito não há maneira de me servir. E, assim sendo, voltamos à estaca zero.

Por isso, se alguma alma caridosa quiser oferecer-me um vestido, esteja à vontade. Se há quem peça Louboutins, se há quem receba telemóveis, será que não há um vestido para mim? Não? Vá lá...




P.S. - se não for pedir muito, pode ser um vestido que fique bem com os sapatos do post de ontem? É que assim eu já tinha uma desculpa para os comprar... Parece-me justo: alguém oferece o vestido, eu ofereço os sapatos. Não?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Das maravilhas do mundo moderno... - I

Uma das grandes maravilhas do mundo moderno é, sem qualquer tipo de dúvida, o milagre da depilação definitiva. É mesmo um milagre e é mesmo uma maravilha.

Comecei a fazer depilação definitiva há quase um ano, e não fosse eu tão proscratinadora, já estaria completamente livre de pelinhos indesejáveis. Ainda assim, mesmo com a minha falta de tempo e a minha preguicite aguda (quem é que gosta de sofrer?), acho que não preciso de mais sessões nas axilas e nas virilhas. No máximo, faço mais uma, só para dizer que faço o número mínimo recomendado por eles, e para dar cabo de algum pêlo que ainda tenha esperança de sobreviver neste corpo anti-pêlos.

E da última vez que lá fui resolvi fazer também nas pernas (só meia-perna). Estava muito, muito, céptica, porque os meus pêlos das pernas são finos e não são muitos (felizmente!), e eu tinha medo que não resultasse tão bem como nas outras zonas. Mas o que é certo é que hoje me pus a olhar para as minhas pernas, quase um mês depois de lá ter ido, e, à primeira vista, não há pêlos. Eles estão lá, mas são tão poucos e tão finos, que eu mal os sinto e podia andar de pernoca ao léu sem qualquer problema. A verdade é que nem fiz a depilação desde a sessão, porque não preciso mesmo.

E isto mundo, é um milagre. Vai ser tão, mas tão bom chegar ao Verão e não ter de me preocupar com depilações! Acho que não deve haver mulher nenhuma que não gostasse de se livrar dos pêlos para sempre. Eu, por mim, fico muito agradecida. Mesmo que tenha de lá ir uma vez por ano fazer a "reciclagem" (milagres, milagres, só no Céu), não vai ser nada comparado com anos de idas a esteticistas sofrer e sofrer.

E não, eu não acho que seja caro. E acho que vale cada euro que eu lá deixo. É um investimento, poupa-se tempo e dinheiro (a longo prazo), e sentimo-nos tão melhor e tão mais leves por não nos preocuparmos com depilações, crescimentos do pêlo, idas à praia, bikinis, vestidos e afins.

Mas é um vício, é. Depois de se ver os pêlos desaparecer numa área, queremos ver desaparecer em muitas outras. Foi assim que eu me vi a fazer também nas pernas. Agora só me resta escolher qual a zona que vou "atacar" quando despachar as pernocas! 

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...