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domingo, 18 de novembro de 2018

Do meu estado actual...

No sofá, com o Snow a dormir ao meu lado, a ouvir músicas de Natal.

Chegámos sexta, exactamente 23h depois de termos saído do hotel em Varadero. De rastos e completamente baralhados com a noite passada a voar, o fuso horário e o jet lag.

Foram duas semanas de férias que pareceram uma vida inteira. Vimos tanta coisa tão diferente, que ainda não consegui processar tudo. Assim que eu o consiga, vão sair muitos e variados posts!

Ontem fomos buscar o Snow (ficou no Jardim Zoológico com os primos leões), que veio super carente e deprimido (já lhe prometi que não volta a acontecer...). 

Hoje fomos comprar a nossa primeira árvore de Natal a dois. Já a montámos mas ainda não a decorámos. Vou testar aquela teoria que diz que devemos deixar que os gatos se vão habituando à árvore a pouco e pouco, não pondo as novidades todas logo de uma vez. Também acho que a vou amarrar ao varão dos cortinados. Just in case.

E agora vou tirar 2 ou 3 horas para ler tudo o que por aí se escreveu na minha ausência.

Boa semana, Mundo!

sábado, 17 de março de 2018

Das novidades por aqui...

Ao fim de sabe-se lá quantos anos, mudei o visual do blogue.

Ainda não estou inteiramente satisfeita com ele, mas acho que o problema dos comentários está resolvido. Alguém confirma?

terça-feira, 6 de março de 2018

Da Asics...

Não, este não é um post patrocinado. Mas podia, que eu não me importava nada (estão a ouvir, Senhores da Asics?).

Depois de todos os meus dramas com as bolhas nos pés, depois de várias pessoas me terem falado na questão do tipo de passada, depois de já me terem sugerido palmilhas, depois de se terem levantado mil e uma hipóteses, e aproveitando a folga que dei aos meus pés esta semana (leia-se: aproveitando o facto de estar sem bolhas), resolvi tentar uma nova abordagem para resolver isto de vez.

Eu estava perfeitamente convencida que o meu problema não tinha nada que ver com o tipo de passada. Há já um certo tempo, eu tinha estado na Decathlon a fazer um teste da passada. E a conclusão tinha sido clara: passada neutra. Mas o teste da Decathlon não é bem um teste da passada, descobri entretanto. De facto, damos alguns passos, mas é uma coisa pouco exaustiva. E eu gosto muito da Decathlon mas... A verdade é mesmo esta: aquele é um teste muito simples.

Como as minhas bolhas teimam em continuar a aparecer, eu achei que tinha duas hipóteses: ou vou a um certo sítio xpto dar cerca de cem euros por umas palmilhas, ou vou a uma loja da Asics fazer o Asics Foot ID e perco o amor a vinte euros.

Mesmo sendo forreta, achei que estava a chegar a uma fase em que tinha mesmo de tentar tudo. E resolvi começar pelo mais barato, claro.

Foi assim que este Sábado fui à loja do Vasco da Gama fazer o Asics Foot ID. Para quem não sabe, é um teste bastante mais exaustivo, com uma fase estática e uma fase em movimento, em que põem uns pontinhos nos nossos pés, filmam-nos, fazem uma imagem 3D, depois ainda somos filmados a correr numa passadeira, e depois temos direito a uma explicação detalhada, acompanhada pelas respectivas imagens, sobre o nosso pé e o nosso tipo de passada. No final, ainda nos dão uma pequena brochura que explica muita coisa muito útil sobre os pés e com exercícios para quem corre os poder fortalecer, e dão-nos uma folha impressa com a análise dos nossos pés.

Pois que eu fiquei a saber que, além de ter o pé muito pequeno (mas isso já se sabia, não é?), tenho o arco do pé muito plano e tenho o perímetro do pé um pouco mais largo do que o normal (leia-se, preciso de ténis com uma caixa mais larga). Mas, o que é verdadeiramente importante é que... A minha passada é pronadora!

E não, não é uma coisa boa. Mas... Não sendo a melhor coisa do mundo, é, pelo menos, uma resposta para o que pode estar a causar as minhas bolhas. Ou uma hipótese, vá. Não é garantido que seja apenas isto, mas é possível que seja também isto, o que já é um avanço. E foi assustador ver as imagens dos meus pés e, sobretudo no direito, ver que não há qualquer margem para dúvida: eu apoio o pé completamente torto! A sério, faz impressão. Parece que me vou desconjuntar... 

Assim sendo, já vêm umas GT 2000 a caminho cá de casa que, dentro das sapatilhas da Asics, são as mais adequadas para esta que vos escreve. As Kayano são as supra-sumo para quem tem passada pronadora, mas, no meu caso, e porque não sou assim tão pesada como a minha mente, por vezes, me faz crer, não se justificam. Consta que para a semana já as tenho, espero que ainda a tempo de fazer muitos quilómetros com elas para as poder levar comigo na distância mí(s)tica.

E sabem o melhor? Sabem quanto me custou descobrir a eventual solução para o meu problema (ainda que eu não queira lançar já os foguetes mas deixem-me ser optimista)? Não me custou nada. Este teste é gratuito. Sim. Gratuito. Grátis. Não custa nada. Ah! E não é preciso marcar. É só aparecer. Só não levem meias rotas, porque vão ter de se descalçar, e levem roupa com a qual consigam correr durante 2 ou 3 minutos. Basta isso. E não se preocupem porque ninguém vai ser chato nem vai estar meia hora a impingir-vos uns ténis da Asics. Vão aconselhar-vos. Vão dar opiniões. Vão fazer sugestões. Mas é só isso.

De nada.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Do meu estado actual...

Por aqui estamos (continuamos?) em modo caos total. Emocional, físico, no trabalho, em casa. Em tudo. Ou em nada. Que eu gosto mesmo é de dramas.

A minha vida mudou muito e eu tenho cada vez menos tempo. E vontade, talvez. Hoje, finalmente, dei uma passagem rápida pelos blogues vizinhos. E escrevo aqui meia dúzia de linhas quando já devia mesmo era estar a dormir porque amanhã acordo cedíssimo e ando a dormir de menos há duas noites.

Tenho corrido. Não tanto quanto devia, mas mais do que nos últimos meses. Voltei ao ginásio. Por pouco tempo, provavelmente.

Este fim-de-semana vai ser passado algures fora de Lisboa. Não faço ideia onde.

Daqui a 18 dias estarei em Amesterdão. Só agora é que fui olhar para o calendário e percebi que falta pouco. Muito pouco. Tenho zero pensado e/ou planeado. Dicas imprescindíveis?

Ando a questionar demasiada coisa na minha vida. E isso não é bom.

O Porto está quase aí e é outra das coisas que eu questiono.

Continuo a agarrar-me às pequenas coisas, às minhas pessoas, ao sortuda que sou. 

Tenho pesadelos noite sim, noite não. Acordo a chorar. Sinto falta de ar. Mas sou feliz. E choro por ser feliz.

Já disse que eu gosto mesmo é de dramas?


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Das notas soltas...

Custou sair do antigo emprego.

As férias correram bem, com direito a um intervalo de dois dias para vir a Lisboa ao jantar de despedida do antigo emprego (meu e de outra colega que saiu ao mesmo tempo). Dei mergulhos, comi muito, descansei, dormi, e até corri!

Já comecei no novo emprego segunda-feira. Ainda é cedo para falar. Talvez volte a esse tema um dia destes.

Está a custar-me adaptar-me ao novo horário, à nova logística, à nova rotina. O ginásio ficou esquecido. Estou a tentar não esquecer a corrida.

Espero conseguir acalmar em breve. E voltar a dar vida a isto.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Das decisões que eu tomo... - II

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É um bocadinho este o mood geral por aqui.

Estou assustada. Muito. Mas talvez seja mesmo uma coisa boa.

É sempre assustador sairmos da nossa zona de conforto, da nossa segurança, do que já conhecemos, do que temos como certo e garantido.

Ainda não contei a muitas pessoas à minha volta. Algumas ficam surpreendidas, outras preocupadas, outras felizes. Um pouco como eu própria me sinto, talvez.

Toda a gente à minha volta já sabia que eu queria mudar de emprego. O investimento tremendo que fiz no Mestrado foi, naturalmente, com esse objectivo. No entanto, nem eu própria esperava que fosse tão rápido e que acontecesse já.

Eu fui respondendo a anúncios nos últimos tempos, mas de forma pouco consistente e sem me dedicar muito a isso. O meu plano era, depois de acabar o Mestrado (o que aconteceu Domingo passado com a entrega do trabalho final), gozar as minhas férias no fim de Agosto, recarregar as baterias e, em Setembro, dedicar-me afincadamente a encontrar alguma coisa nova.

Mas, quis o destino (isso existe?) que eu respondesse a um anúncio no LinkedIn, daqueles que é só carregar num botão sem pensar muito nisso, sabem? Nunca pensei que desse em nada. Ligaram-me dois dias depois. E a seguir foi o que se soube. Acabei por não relatar o processo todo, que foi relativamente rápido mas com três entrevistas, algumas conversas telefónicas e emails, e várias propostas. Anteontem disse que aceitava a última proposta que me fizeram, porque finalmente me deram aquilo que para mim era essencial. Ontem entreguei a carta de rescisão.

E não foi uma decisão fácil. Se, por um lado, queria muito sair, por outro, tinha muito medo de me estar a precipitar ao aceitar a primeira coisa que me apareceu. Mas talvez seja mesmo assim. Talvez não precisemos de passar por vários processos de recrutamento. Talvez a coisa corra bem à primeira. Talvez.

Ainda está tudo muito incerto. Ainda não sei bem quando se dará a troca, ainda não sei se conseguirei ter férias (e o quanto eu preciso de férias, senhores!), ainda não sei quase nada.

Sei que, ainda hoje, tenho dúvidas. Muitas dúvidas. Muito medo. Mas é acreditar e seguir em frente!

quarta-feira, 11 de março de 2015

Dos tempos que mudam...

Eu sou do tempo em que para ler os blogues de que gosto (bom, na verdade eu sou do tempo em que o Livejournal é que era...), dizia eu, que para ler os blogues, vinha aqui à barra lateral, e toca de clickar em todos os que sigo, um a um.

Depois, passei para o Google Reader (volta, estás perdoado!)... E, hoje em dia, uso o Feedly.

Qual é o problema? Deixei de conhecer os cabeçalhos, os fundos, todos os detalhes dos blogues que sigo e, pior que isso, reduzi substancialmente os comentários que deixavam por essa blogoesfera fora.

É só comigo?...

sábado, 22 de novembro de 2014

Das boas notícias...

Saber que o Sócrates foi detido.

Já ter a árvore de Natal montada.

Ter um cheesecake de caramelo no frigorífico à espera que chegue a hora de jantar para o devorar.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

domingo, 4 de agosto de 2013

Da tentativa de ressuscitar este blogue... (já lhes perdi a conta)

Eu quero. Palavra que quero. Quero mesmo. Porque gosto disto, porque me faz bem, porque ao longo do dia me lembro de dezenas de coisas que aqui queria registar. Registar, sim. Porque mais do que um blogue para o mundo, isto é um diário para mim.

Por isso, nova tentativa de voltar ao activo.

Em resumo do último mês, versão random notes:

- 3 semanas de férias (agitadas e complicadas)
- 1 semana já de regresso ao trabalho (mil coisas para fazer, talvez uma hipótese de melhorar o meu futuro)
- caos nesta casa (começámos as pinturas do hall ontem, e a seguir segue-se a sala)
- li muito nas férias, mas não tanto como gostaria
- as relações das pessoas (e com as pessoas) continuam a intrigar-me 

E agora vou escrever e agendar uns quantos posts, para ver se isto entra no ritmo...

terça-feira, 2 de abril de 2013

Daquilo a que me habituo facilmente...

A ver o mar. A ver o mar todos os dias. A saber que o mar está já ali. A saber que pego no carro e em dois minutos estou na praia.
Sempre gostei do mar, do rio, da água. Não sei se por ser Peixes, se por ter nascido numa ilha, se, simplesmente, por ser portuguesa (diz que nos está nos genes).
Sei que me alegra, conforta, anima, tranquiliza. Sei que depressa me habituei e sei que dificilmente me cansarei.

domingo, 24 de março de 2013

Das mudanças...

É oficial. Já dormimos há duas noites na casa nova. Ainda há muito a fazer mas o essencial já está e já se consegue circular, comer, dormir e tomar banho.



Não me apanham a mudar de casa tão cedo, não...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Das últimas alterações de estado...

Cookinha está em recuperação. Ainda é cedo para dizer mais do que isto. Prefiro esperar para ver. Mas já faz os disparates do costume, o que é sempre bom sinal. Falta ver o estado dos pontos e da cicatrização. Até lá, espero para ver.

De resto, tese, tese, tese. Ler, reler. Melgar pessoas à minha volta para a ler e reler. E ler e reler. E corrigir. E voltar a ler e reler.

A minha principal motivação neste momento é estar tão farta da tese, que quero é vê-la entregue e longe de mim.



E é isto.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Das linhas...

Já sei. Já ninguém pode ouvir falar em linhas que separam coisas. Nunca precisámos de linhas para separar coisa nenhuma, não seria agora. Mas é só esta, vá lá... Deixem passar!...




É que... 




Há uma linha que separa o dia em que sonhamos com a nossa tese do dia em que criamos um documento word a que chamamos Tese. Hoje foi esse dia.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Das actualizações muito rápidas...

Estou viva. Stop.

O emprego novo está a correr bem. Stop.

Ainda me estou a habituar a acordar às sete da manhã e chegar a casa às sete da noite. Stop.

Estou doente. Stop.

O cansaço faz-me fazer coisas fabulosas como andar a passear na linha azul do metro porque me esqueci de sair onde era suposto. Stop.

Tenho aprendido imensa coisa nova. Stop.

Ainda não me fartei. Stop.

Tenho 40 fotos em atraso para pôr aqui. Stop.

Se não adormecer na próxima meia hora, talvez agende uns quantos posts. Stop.

Não tenho comentado mas, sempre que posso, vou lendo o que se passa por aí. Stop.

Volto assim que possível. Stop.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Das questões que se colocam...

Ainda há vida no Planeta Agridoce? Há, pois!

Dias muito agitados. Muito, muito. Hoje, trabalho e entrevista de trabalho a seguir. Sim, eu já tenho dois trabalhos. Mas nunca fez mal a ninguém continuar à procura de algo melhor.

Adiante. Trabalho e trabalho. O costume.

Mas hoje é o dia mais pindérico do ano (seguido logo de perto pelo dos meus anos - que, abençoado, é só de quatro em quatro anos para bem da sanidade mental de quem me rodeia). Dizia eu, hoje é um dia pindérico. Por todo o lado vemos flores e corações e peluches e tudo e tudo e tudo.

Eu dispenso o tudo e tudo e tudo e fico só com as flores, sim? E com um jantarinho, já agora. Sempre fui muito esquisita quanto a jantar fora neste dia porque não tenho grande paciência para estas coisas. Acedi, fazendo como única exigência que não me levassem a nenhum sítio pindérico, cheio de corações e coisas afins. Jantar sim. Vomitar não.

Rapariga esperta como sou, já descobri onde vou jantar. Era suposto ser surpresa, sim. Mas já descobri. Tal como, antes mesmo de os abrir, já sabia o que eram os dois presentes que recebi, só de os apalpar. Sou tão esperta. Quando quiserem descobrir o que são presentes, falem comigo. Já tenho o Doutoramento em Como Identificar Presentes Sem os Abrir (quem duvidar, fale com os meus pais).

E é isso. Nas três horas que tenho até sair para jantar, vou actualizar isto e pôr aqui fotografias em catadupa. Fujam. Quem vos avisa, é a Agridoce.








(Eu hoje estou tão tolinha, Senhores... Tão tolinha! Deve ter que ver com o pouco que dormi, em conjugação com a descompressão pós-entrevista de trabalho, e ainda com a quantidade de corações que já vi hoje. Mas isto passa.)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Das boas notícias...

Ontem recebi uma notícia daquelas boas, mesmo boas. Para acabar o ano em beleza. 


Como diriam uns certos senhores: há razões para acreditar num mundo melhor. Que há. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Dos meus dias...

Os meus dias têm sido de uma inércia enorme. Não faço grande coisa. Não faço coisas que se vejam.

Tenho os presentes de Natal quase despachados. Mas algo me diz que não me livro de uma ida ao Freeport na próxima semana.

Hoje, estamos em modo experiências: na cozinha cheira a laranja e eu não sei bem o que vai sair dali.

Tenho o escritório num caos e preciso de trabalhar. Muito. Tenho o relatório da semana em Londres para entregar Segunda-Feira e não tenho mais do que umas ideias soltas.

No seguimento do anterior, tenho o Art & Finance Report 2011 da Deloitte e da ArtTactic para ler e ainda só li umas boas vinte páginas.

Voltamos ao mesmo: eu gosto é de arte antiga e não me apetece escrever sobre arte contemporânea (escrever sobre o mercado da arte é, invariavelmente, escrever sobre arte contemporânea).

Ainda não olhei para as fotos de Londres com olhos de ver. Ainda não as seleccionei nem editei. Um dia, hei-de pô-las aqui. Ou não.

Ontem jantei no Mezzaluna e gostei. O meu estômago é que não. Mas gostei da comida e gostei muito do serviço. E eu sou a modos que (um bocadinho) esquisita com isso.

Gosto cada vez mais da minha varanda e tenho de plantar as minhas túlipas urgentemente. E tirar fotos ao limoeiro e aos 9 limões que ele já tem.


E gostava de escrever coisas com mais sentido, mas não tem estado fácil, como se pode constatar.


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Do estado da Cultura neste Estado...

Diz que sim, que o Diogo Infante foi afastado do Teatro Nacional D. Maria II. 

Ainda estou a processar a informação. Ainda não sei bem o que pensar e/ou dizer.

Depois da declaração desta tarde, era de esperar. Mas, ainda assim, preocupa-me. Preocupa-me não saber o que vai ser do teatro, da programação, dos espectáculos já marcados.


E preocupa-me o panorama geral da cultura neste país. Preocupa-me que isto seja o princípio do fim...

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...