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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Dos últimos desenvolvimentos... - II

O Mestrado está feito. O trabalho final até foi entregue um dia antes do prazo. Onde é que já se viu tal coisa?... Agora é esperar pelas notas que faltam. Mas foi muito, muito bom poder fechar esta porta. Estava verdadeiramente cansada.

E o que é que eu fiz na minha primeira terça-feira sem aulas? Fui correr, pois claro! Já não ia há quase três semanas e consegui juntar-me com duas meninas da equipa do meu subúrbio. E foi tão bom! Já não nos víamos há uns tempos, já estávamos todas há imenso tempo sem treinar, e deu para voltar a mexer as pernas e pôr a conversa em dia.

Já fui à primeira aula no ginásio novo e hoje vou à segunda. Hei-de voltar a este tema.

Hoje tomei uma decisão final quanto à mudança de trabalho. Hei-de voltar a este tema.

Todos os dias questiono a decisão que tomei segunda-feira. Bom, também só passaram dois dias. Mas questiono-me. Muito.

Que os tempos que se aproximam me tragam forças. Muitas forças. Que eu vou precisar!


sexta-feira, 28 de julho de 2017

Dos últimos desenvolvimentos...

Do potencial novo emprego: nova reunião para me apresentarem proposta. Não gostei particularmente. Fiz há pouco uma contra-proposta. Ficaram de fazer contas e dar resposta até segunda-feira.

Tudo isto é muito novo para mim. Nunca estive nesta situação de negociar condições. De recusar, de pedir mais e melhor, de ficar à espera de nova proposta. Tudo isto é muito estranho para mim. 

O projecto parece-me interessante mas, naturalmente, quero garantir algumas condições mínimas de segurança. Não me posso dar ao luxo de me atirar de cabeça para qualquer coisa. Eu sei que tenho valor. Eles sabem que tenho valor. Vamos ver se chegamos a um equilíbrio.

O Mestrado está quase, quase despachado. A apresentação de ontem correu bem, recebeu diversos elogios, e agora é acabar o trabalho escrito, que pode ser entregue até segunda-feira (descobri entretanto que não é até domingo, como eu julgava...).

À hora de almoço fui visitar o meu futuro ginásio e diz que segunda-feira vou fazer a minha primeira aula logo às oito da manhã.

Tenho a sensação que para a semana começo uma vida nova. Sem aulas, com tempo livre, com ginásio, com o regresso à corrida e, quiçá, com um emprego novo.

2017 é mesmo um ano de mudanças. E das boas!

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Dos Mestrados e do mais precioso que a vida tem...

Se não me tiverem trazido mais nada, estes dois mestrados (o que fiz e o que acabo daqui a 4 dias), trouxeram-me algo que não tem preço: pessoas.

Uma das minhas melhores amigas veio do meu primeiro mestrado. É a minha outra metade, de tão diferentes e parecidas que somos. Já no mestrado, eu era a arte antiga, ela a arte contemporânea. Eu sou a capitalista, ela a comunista. Eu sou a princesa comodista, ela a prática e despachada. No feitio? No feitio somos iguais. As mesmas indecisões, os mesmos dramas, os mesmos medos. Ela é ligeiramente mais nova, o que só por si não quer dizer nada, mas, neste caso, quer dizer que eu tenho uma visão mais fria e racional da vida. Ela é mais sonho, mais utopia. Ela acredita num mundo melhor. Eu, nem sempre.

Deste segundo mestrado, tenho os meus dois colegas de grupo. Começámos quatro. Expulsámos um elemento entretanto. E, agora, não temos dúvidas de que somos, de longe, o grupo que melhor se entende e que melhor trabalha em conjunto. Trabalhamos quando temos de trabalhar. Rimos muito, quando queremos rir. Eu sou a stressadinha, a chatinha, a picuinhas. A que quer sempre rever mil e uma vezes todos os pontos e vírgulas. A que pede para alterar coisas de véspera, fazendo o meu colega desesperar e achar que sou louca. Mas tem uma paciência de santo e altera o que eu peço. Uma e outra vez. O terceiro elemento é a nossa mãezinha. Quem nos equilibra, quem gere emoções, quem é mais diplomática e para quem está sempre tudo bem. Temos uma dinâmica muito nossa e isso vê-se no nosso trabalho. Vai ver-se amanhã, quando apresentarmos o nosso projecto final, num auditório cheio de gente.

E, mais uma vez, eu sou uma sortuda. Canudos, dinheiro, casas e carros, valem o que valem. As pessoas. As pessoas é que importam.

sábado, 22 de julho de 2017

Dos pensamentos soltos...

Um dos meus momentos preferidos na realização de qualquer trabalho académico é a actualização dos índices. Fico mesmo contente ao vê-los tomar forma e ir crescendo! Fico feliz com pouco, eu sei. Mas podia ser pior.

Diz que acabo as aulas esta semana. Diz que tenho teste na terça, apresentação do projecto final na quinta e entrega do trabalho escrito do dito projecto final no domingo.

Diz que pelo meio disto tudo devo receber a proposta que ficaram de me fazer depois da entrevista final de ontem. Diz que correu bem.

Diz que está um lindo dia de sol. Diz que se está bem na praia. Eu talvez, só talvez, consiga sair de casa para jantar. Talvez. Se me portar bem.

Diz que eu devia estar focada em acabar o mestrado e ando preocupada com uma das grandes decisões da minha vida. E com o facto de não correr. E com o caos em que está a minha casa. E com mil e uma outras coisas que, neste momento, não deviam ser relevantes.

Ainda bem que ando a ler o Getting Things Done.

E que estou aqui a escrever em vez de estar a trabalhar.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Dos meus dias...

O meu dia começou nas urgências no Centro de Saúde. Nada de mais. Só (mais) um sinal do meu corpo a tentar dizer-me que ando a abusar dele. Um exame. Medicação. Mais medicação para o estômago que voltou a dar sinais de vida nos últimos meses. Recomendação de reforço vitamínico. Mais descanso, quando possível (dentro de 2 meses, respondo eu). A confirmação daquilo que já sabia: todo o meu organismo anda descompensado e o corpo queixa-se.

Isto no dia a seguir a termos ficado com menos uma pessoa na equipa, que se prevê que fique ausente durante os próximos 9 meses.

Isto quando ainda faltam 2 meses para o final do mestrado e quando estamos a entrar na recta final do projecto final (perdoai a repetição).

Isto quando não corro desde a Estrela.

Resta-me o consolo de saber que só faltam 5 dias e umas horas de trabalho, antes de partir para 10 dias de férias.

Nem tudo pode ser mau, não é verdade?


[modo queixinhas: off]

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Do meu fim-de-semana...

O meu fim-de-semana foi demasiado bom para ser verdade.

E isso traz um problema: quando acaba, sinto-me miserável. Nas últimas semanas, é raro o Domingo que não acaba com lágrimas. Isto é só estúpido, eu sei. Mas é assim que ando. E é sobre isso que não quero falar.

Eu quero falar da noite fantástica de Sexta, do vinho Hippo (estava tão a precisar de uma noite descontraída), do mini treino de corrida no Sábado de manhã, do pequeno-almoço com umas panquecas novas com sabor a Ferrero (com esta farinha), da ida à praia, do primeiro mergulho do ano, do almoço às quatro da tarde (aqui), do jantar a pensar na prova do dia seguinte, da correria para entregar mais um trabalho da faculdade, da preparação da prova e do nervoso miudinho, do acordar lento no Domingo, da viagem para Coruche entre dezenas e dezenas de cegonhas nos seus ninhos, do Cork Trail, das vistas, do que senti, da tarde de preguiça no sofá, da nova correria para outro trabalho da faculdade.

O meu fim-de-semana teve tanta coisa tão boa, que me soube a uma semana inteira de férias. Fiz tanta coisa, que parece que o tempo esticou.

E têm sido estes os meus balões de oxigénio, para aguentar cada semana que passa. Semanas longas, duras, que me têm esgotado. Que me têm feito questionar o que ando aqui a fazer e se valerá a pena.

Dia após dia, desespero pelo fim-de-semana. E sei que isto não é modo de vida. Não pode ser. Preciso de, com o pouco tempo livre que tenho, me organizar, me focar, conseguir arrumar a casa (literal e figurativamente), para sobreviver aos três meses e meio de loucura que ainda tenho pela frente.

Resta-me o consolo de esta semana só ter três dias e meio!...


quarta-feira, 8 de março de 2017

Do meu regresso a este canto (quase esquecido)...

Quanto mais tempo passa sem escrever, mais me custa regressar aqui. O tempo para parar e reflectir tem sido pouco. O tempo para me agarrar ao computador e escrever, menos ainda.

Sobrevivi a Fevereiro. E, como eu tanto queria, Fevereiro foi um mês feliz. Acabei o mês a sentir-me feliz, a sentir-me uma sortuda e uma privilegiada. A chorar feita tonta por não saber lidar com tudo o que tem acontecido na minha vida. Mas feliz.

Estive no Porto. Adorei o Porto. Talvez arranje tempo para vir partilhar algumas fotos e algumas das coisas que vi, comi e descobri por lá. Ou talvez não.

O trabalho está em fase de mudanças. Muitas mudanças. Esperemos que para melhor, mas, nesta fase, isso obriga a muito trabalho acrescido e muita pressão.

A faculdade está em fase de caos. Lidar com pessoas e fazer trabalhos de grupo é o que se sabe. Não tem sido fácil. Tem sido muito mais exigente do que esperaria e nem sempre consigo empenhar-me tanto quanto gostaria.

Não tenho conseguido treinar/correr. Nas últimas 3 semanas, corri 3 vezes - sendo que 2 delas foi em provas. Faltam 11 dias para a próxima Meia-Maratona e eu não sei se estarei preparada.

Não tenho dormido o suficiente. Tenho comido mal. O corpo ressente-se. E eu ando verdadeiramente descompensada. Ando cansada, rabugenta, mais em baixo, e sem vontade de fazer o que quer que seja, quando tenho alguns momentos livres.

Gostava que isto fosse uma fase. E é. Mas é uma fase com mais 5 meses e que terá tendência a piorar.



O modo queixinhas terminou. A emissão normal retomará dentro de momentos.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Das portas...

Há um ano atrás, fechava uma porta e iniciava um novo ciclo. Hoje, abro uma porta e inicio um novo ciclo.

Fez ontem um ano que fechei de vez a porta da casa onde vivia e me mudei para a minha casa. Para trás, deixei muitas memórias e sonhos. Deixei um passado e deixei o projecto de um futuro que não chegou a acontecer.

Hoje, num sentido mais metafórico, abro uma nova porta: volto a estudar. Também abro esta porta cheia de planos e sonhos. ansiosa, entusiasmada, desejosa do que aí vem.

Todos os dias, em todo o Mundo, fecham-se portas e abrem-se portas. E se isso não nos faz seguir em frente, não sei o que fará.



(escrito ontem, enquanto esperava pela primeira aula)

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Dos finais de dia...

Nada como acabar o dia com um treino de 12kms (coisa que não fazia há uma eternidade...) e a formalizar a inscrição naquela que será a minha faculdade a partir de Outubro.

Let the games begin!...

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Das (quase) decisões... - II

Preocupa-me muito o investimento que vou fazer (a nível físico e emocional, e não apenas financeiro), porque vou fazê-lo tendo como principal objectivo depois mudar de emprego.

E se depois não encontro outro emprego e estou condenada (segundo a maldição do Barão) a ficar aqui para sempre?...

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Das (quase) decisões...

Depois de ter tirado à sorte a faculdade em que apostaria para a minha formação, e depois de ouvir, mais uma vez, quatro pessoas diferentes, voltei à minha opção inicial.

Se não mudar de ideias entretanto, já me decidi, e tenho até dia 16 para me inscrever. Não vou ter muito tempo para indecisões, é o que vale!...

Vai ser um ano de loucos, a chegar a casa (com sorte) à meia-noite duas vezes por semana, super exigente e cansativo, em que não sei bem como vou equilibrar trabalho com faculdade com treinos e corridas e com uma (eventual) vida pessoal.

Por outro lado, como vou investir quase tudo o que tenho (e o que não tenho) nisto, tenho a certeza de que vou querer dedicar-me a 100% e vou querer dar o máximo.

O lado positivo? Vou ficar macérrima, como dizia hoje a um colega! Vou andar a mil e vou andar a pão e água porque vou ficar na pobreza, por isso, pode ser que desapareça!...

O outro lado positivo? Vão ter paz e sossego, porque o blogue deve ficar ao abandono a partir de Outubro... Até para o ano!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Dos meus (mais recentes) dramas...

Se eu sou pessoa que tem dificuldade em escolher e comprar um par de sapatos, que é coisa que custa umas dezenas (poucas) de euros, como é que eu vou escolher uma pós-graduação que me vai custar uns quantos milhares de euros?!...

Um-dó-li-tá?

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Do meu dia de hoje...

Hoje passei o dia fechada numa sala num hotel manhoso para os lados do Marquês de Pombal. Amanhã o programa é idêntico.

Confesso que esta manhã a motivação era zero e a vontade estava abaixo de zero.

Ao longo do dia, a coisa foi melhorando. Tirar dois dias para pensar em marketing e falar de marketing, é sempre muito positivo.

No final do dia o formador deixou um desafio para amanhã: agora que pensámos na gestão de marketing das nossas empresas, vamos pensar na nossa própria gestão. Na gestão da nossa carreira, dos nossos projectos, das nossas ambições.

Pois que por mais que pense nisso, não chego a grande conclusão. Passa-me pela cabeça largar o estaminé e meter-me num projecto completamente novo e diferente. Passa-me pela cabeça voltar a concorrer a uma bolsa de investigação. Passa-me pela cabeça largar tudo e ir para o estrangeiro. Passa-me muita coisa pela cabeça.

Uma coisa é certa, esta formação era o que faltava no meu CV para eu poder fazer o que queria: procurar um emprego na área da arte e dos mercados de arte, tendo como mais-valia a formação e a experiência em marketing.

Agora é mexer-me e fazer por isso.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Dos estudos...

Há dias alguém me sugeria ir fazer o doutoramento.

Por muito que gostasse de voltar a estudar, e é algo que faz parte dos meus planos mais tarde ou mais cedo, o doutoramento não me faz grande sentido.

Acho que o doutoramento é para quem quer fazer vida da investigação (ou do ensino, talvez). Posso estar profundamente enganada, mas não vejo o doutoramento como algo que permita um grande enriquecimento profissional no que toca ao CV.

Não, o doutoramento não é para mim. Talvez pudesse ser, se continuasse ligada à minha área, se isso significasse emprego na área, algum projecto de investigação, enfim, qualquer coisa.

Mas fazer um doutoramento só por fazer? Não me parece.

Mais depressa vou fazer uma especialização ou pós-graduação em qualquer coisa completamente diferente e que possa, efectivamente, ser uma mais-valia no meu CV face à minha realidade.


Pode ser que sim.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Da culinária vegetariana...

Aqui há uns tempos fui fazer um workshop de culinária vegetariana. Não importa onde. Fui eu e senhor meu Pai, a quem tinha prometido um workshop há muitos e longos anos, num qualquer dia do Pai.

Achei o workshop fraquinho.

Foi mais ou menos engraçado. Foi mais ou menos interessante. As condições eram mais ou menos. As receitas escolhidas eram mais ou menos. Era tudo mais ou menos. 

Lamento que, por vezes, este tipo de iniciativas, ao invés de ajudar a quebrar o estigma que envolve a alimentação vegetariana, possa ainda piorá-lo.

Claro que, muito dependerá também do grupo que assiste ao mesmo. Acredito que condicione. E, se calhar, o erro foi meu, que não me devia ter inscrito. Mas a verdade é que o achei muito básico, com pouco conteúdo.

As receitas eram:
- pasta de azeitonas e tremoços (gostei e hei-de experimentar)
- caril de grão (idem)
- alho francês à brás (que eu já fiz dezenas de vezes)
- feijoada vegetariana (tirem as carnes à feijoada normal e... tcharan!)
- mousse de lima (também já minha conhecida e com ingrediente básicos: leite condensado e natas)

Não sei bem o que esperava, mas não era isto. Esperava algo mais inovador, com ingredientes diferentes, com verdadeiras alternativas e novidades. 

Acredito que para verdadeiros iniciantes, possa ter sido muito interessante. Para mim, nem por isso.

Mas... Ficam as fotos:




Se alguém algum dia pensar em inscrever-se numa coisa deste género, digam. Tenho todo o gosto em partilhar truques e dicas e receitas e tudo e tudo e tudo.



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Das fotografias que dão alegria... - Day 107


(nerd alert)


Das muitas coisas que estudei durante o curso, a Paleografia foi uma delas.

E eu gostava. Gostava mesmo muito. Tanto gostava, que depois das duas cadeiras obrigatórias, ainda fiz mais duas opcionais. Só porque sim.

Há lá coisa mais fascinante que aprender a ler textos com quinhentos ou seiscentos anos?


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Do meu estado actual...

Em modo neura gigante.

Em modo sofá + manta + chá + séries. Objectivo: afogar as mágoas e curar a neura.

Já defendi a tese. Já sou mestre. Não sei para quê. Não correu como queria. Sinto-me idiota. Sinto que podia, e devia, ter feito mais.




Mas poupai-me as palmadinhas nas costas e deixai-me em modo neura profunda. Tenho três horas para ir buscar o namorado ao aeroporto e entrar em modo apaixonado e matar saudades e o fim-de-semana é nosso e o mundo segue lá fora feliz e cor-de-rosa.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Da tese...

A tese a esta hora deve estar impressa (espero eu), a dormir, só e fria e abandonada, algures na reprografia do ISCTE.

Eu já imprimi a restante documentação que tenho de entregar e já gravei os CDs que era suposto gravar.

Estou num estado de limbo. Quero respirar, mas ainda não consigo. Só vou acreditar quando a deixar, amanhã, entregue a quem de direito.

Nos entretantos, já detectei um erro. Foi o primeiro e último. Proíbo-me de ler o que quer que seja novamente, já que não vou alterar mais nada.




E é isto.

domingo, 21 de outubro de 2012

Do meu modo queixinhas muito ON...

Sinto-me exausta. Completamente exausta.

E ainda amanhã é Segunda!...*







*(ou de como eu me devia ter mantido em Letras e nunca me devia ter passado pela cabeça fazer um mestrado na área da Gestão...)

sábado, 4 de agosto de 2012

Da minha tese... - I

Já tenho um índice. Um índice com 13 pontos. E mais algumas subdivisões.



Tenho meia dúzia de coisas escritas. Mas tenho um índice bonitinho e fofinho.

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...