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sábado, 22 de agosto de 2020

Das fotografias que dão alegria... - Day 235


Hoje fui dar com o Snow na espreguiçadeira dela. Era uma questão de tempo, não é verdade? 

A relação deles (ainda) é inexistente. Ela, não deve saber bem que ele existe. Ele, ainda não percebeu bem o que ela é e já lhe deu 3 ou 4 lambidelas, mas, na generalidade do tempo, limita-se a ignorá-la. Veremos por quanto tempo. 

terça-feira, 24 de março de 2020

Das fotografias que dão alegria... - Day 84


O Snow está em isolamento há, precisamente, 4 anos, desde o dia em que eu o tirei da rua. E, surpreendentemente, não se queixa e lida muito bem com isso. 

Vamos todos ser mais como o Snow? 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Das fotografias que dão alegria... - Day 343


A foto não é de hoje. É de Sábado. Cheguei a casa ao fim do dia, completamente de rastos, depois de um dia de limpezas, compras e... Visitas a stands de automóveis. Programas super interessantes, portanto. 

Senhor Snow, talvez sentindo-se mais fresco do que o habitual, anda particularmente lapa, e achou por bem dormir uma pequena sesta comigo, nestes preparos. 

sexta-feira, 12 de abril de 2019

terça-feira, 9 de abril de 2019

Das fotografias que dão alegria... - Day 99


Dia de ficar a trabalhar a partir de casa, à espera de um canalizador que teima em não chegar, com este monte de pêlo ao meu lado. Como é que alguém consegue trabalhar, com um bicho que só dorme e acorda ocasionalmente para se espreguiçar e trocar de posição?...

Mas... Aproveitei a hora de almoço para ir ao ginásio. É verdade. A desculpa era poder tomar banho lá, mas esqueci-me do nécessaire em casa... Tão eu!

domingo, 24 de março de 2019

Das fotografias que dão alegria... - Day 84



Foi há precisamente três anos que fui buscar o Snow ao meio de lado nenhum. Estava em cima de um muro, da primeira vez que o vi. Ficou Snow. Jon Snow. O meu bastardo da Muralha que agora reina esta casa. Ou este sofá, pelo menos. 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Das fotografias que dão alegria... - Day 4


Sexta-feira à noite também pode ser sinónimo de sofá, gato no meio de nós, e séries na televisão. Diz que amanhã é dia de treino matinal em Monsanto. Cedo. Demasiado cedo. 

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Deste ano que nunca mais acaba...

Estou cansada de 2018. Não sei se há na sabedoria chinesa (ou em qualquer outra, na verdade) que fale sobre este ano, ou sobre os anos que acabam em 8, ou sobre o alinhamento cósmico que só existe a cada três séculos e meio, ou que já os Maias previam que isto ia ser assim (quando é que é o fim do Mundo, mesmo?), ou qualquer outro motivo em que alguém queira acreditar para justificar por que raio este ano está a ser assim. Não sei. Talvez me desse algum conforto acreditar em alguma coisa que me desse uma breve explicação para o que não entendo. Mas não acredito. Acredito que a vida é o que é, é o que tem de ser, e a única coisa que pode mudar é a forma como a vivemos e lidamos com ela.

Estou cansada de 2018. Estou cansada da morte. Estou cansada das doenças. Estou cansada das más notícias. Estou cansada dos sustos. Estou cansada de estar cansada. E estou cansada de sentir que estou constantemente a queixar-me mas sentir, ao mesmo tempo, que não tenho tido uma folga este ano. Há sempre alguma coisa a acontecer. Há sempre uma preocupação. E outra. E outra. Não me lembro da última vez em que respirei fundo e pensei que estava tudo bem. E não, não é porque eu seja dramática, porque adore queixar-me, porque vejo problemas em tudo. É mesmo porque este ano está a ser estupidamente exigente, com quedas atrás de quedas. E ainda faltam três meses e meio e ainda muito pode acontecer.

Na maior parte dos dias, continuo a sorrir e a acenar. Está tudo bem. Não se passa nada. Mas aqui, aqui escrevo o que me apetece e a única coisa que me apetece escrever é que estou cansada. 

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Sati do Areeiro (15/07/2001 - 13/09/2018)

Até já, Sati!

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Do Snow...

Por aqui, vamos em quase dois anos e meio de Snow.


Mas ele continua a surpreender-me, como se tivesse acabado de entrar na minha vida.


O Snow não é um gato fácil, adorável, que só queira mimos e colo. Não é. É um gato exigente, que precisa de muita interacção e brincadeira, que pode ser agressivo, que faz os maiores disparates.


Já perdi a conta aos pares de chinelos que ele já roeu, aos ténis com umas trincas nas solas (foi só até eu aprender a lição e nunca mais os deixar acessíveis), aos copos que ele partiu, às caixas de maquilhagem feitas em mil pedaços, entre muitas outras peripécias maravilhosas...


Pouco tempo depois de nos termos mudado para esta casa, e porque não o deixamos andar pela casa toda (o louco mais louco do que eu ainda se está a habituar à ideia de ter um gato que anda por toda a parte, pelo que tem sido um work in progress), descobrimos que os gatos podem ser, de facto, inteligentes: o Snow aprendeu a abrir portas. Não sei bem como surgiu o raciocínio naquele cérebro de ervilha, mas ele percebeu que se se empoleirasse no puxador da porta e ficasse ali a fazer peso, o puxador descia e depois era só dar um empurrão na porta e ela abria-se.


Já o tínhamos ouvido algumas vezes a ir contra a porta (é a porta que separa a zona social da casa da zona dos quartos), mas como é habitual ele andar a fazer sprints pela casa fora e derrapar nos tapetes, não estranhávamos. Na primeira vez em que ele apareceu na zona dos quartos, achámos que um de nós não tinha fechado bem a porta. Na segunda, idem. À terceira, percebemos que a excelência tinha mesmo descoberto como abrir a porta, e não queríamos acreditar. Mas depois tivemos a oportunidade de vê-lo em acção e ele tem, de facto, uma técnica apuradíssima e muito eficaz. É ver aqueles quatro quilos de gato pendurados no puxador à espera que a magia se faça!... 


E esta, hein?


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Dos gatos...

Hoje partilho convosco um dos melhores textos que já li sobre gatos. Já o tenho há muitos anos, já não me lembro da fonte e gosto de relê-lo de tempos a tempos. É extenso mas vale a pena. Qualquer pessoa que tenha gatos vai rir-se ao identificar-se com muitos dos pontos! 

"REGRAS BÁSICAS PARA GATOS COM UMA CASA PARA GERIR

PORTAS: Não permita portas fechadas em nenhuma divisão da casa. Para abrir a porta apoie-se nas patas traseiras e bata com as patas dianteiras. Quando a porta se abrir, não é necessário usá-la. Depois de ter conseguido abrir uma porta exterior, mantenha-se a meio caminho do exterior e do interior e reflicta em vários assuntos. Isto é particularmente importante em tempo frio, de chuva, de neve ou em estação propícia a mosquitos.
Portas oscilantes devem ser evitadas a todo o custo.

CADEIRAS e TAPETES: Se necessitar de vomitar, arranje rapidamente uma cadeira. Se não conseguir a tempo, tente um tapete oriental ou uma carpete. Neste último caso, certifique-se de que recua o suficiente para que a substância tenha o comprimento de um pé humano.

CASAS-DE-BANHO: acompanhe sempre os convidados à casa-de-banho. Não é necessário fazer mais nada. Simplesmente sente-se e fixe a pessoa.

ESTORVAR: Se um dos seus humanos estiver ocupado e outro não, fique com o ocupado. Isto chama-se "ajudar", também conhecido por "estorvar". As regras para estorvar são as seguintes:
a) Quando supervisionar a preparação de alimentos, sente-se imediatamente atrás do calcanhar esquerdo do cozinheiro. Assim não será visto e terá melhores hipóteses de ser calcado, pegado ao colo e confortado;
b) Para quem gosta de ler, aproxime-se do queixo entre os olhos e o livro, a menos que se consiga estender a todo o comprimento do livro;
c) Para projectos de malha ou papel, deite-se em cima do trabalho da forma mais indicada para não deixar ver pelo menos a sua parte mais importante. Finja dormitar, mas de vez em quando dê com a pata no lápis ou nas agulhas. O humano talvez tente distraí-lo; ignore-o. Lembre-se de que o objectivo é estorvar.
d) Projectos de bordados e croché são excelentes camas de rede apesar do que os humanos lhe possam dizer.
e) Para pessoas que estão a pagar contas (actividade mensal), a preencher impressos das Finanças ou postais de Natal (actividade anual), tenha presente que o objectivo é estorvar! Primeiro sente-se no papel em questão. Quando for desalojado, observe de forma triste do lado da mesa. Quando a actividade prosseguir, passeie-se pelos papéis, espalhando-os o melhor que souber. Quando o afastarem pela segunda vez, deite as canetas, lápis e borrachas abaixo da mesa ao mesmo tempo.
f) Quando um humano estiver a ler o jornal, salte para o jornal. Eles adoram saltar também!

CAMINHAR: Sempre que possível atravesse-se no caminho do humano tão próxima e rapidamente quanto possível especialmente em escadas, quando transportam alguma coisa, no escuro e quando se levantam de manhã. Isto vai ajudar a capacidade de coordenação deles.

HORA DE DORMIR: durma sempre em cima do humano de forma a que ele não se possa mexer.

BRINCAR: esta é uma parte importante da sua vida. Durma o tempo suficiente de dia para estar fresco para os seus jogos nocturnos.
Abaixo estão listados vários jogos favoritos dos gatos. É importante manter a Dignidade em todas as alturas. Se tiver algum acidente durante a brincadeira, tal como cair duma cadeira, lave imediatamente uma parte do seu corpo como quem diz "A minha intenção ERA fazer aquilo". Os humanos caem sempre nesta.

JOGOS DOS GATOS:
"Apanhar o rato": Os humanos querem que acredite que os altos por debaixo dos cobertores são pés e mãos. Estão a mentir. São Ratos de Cama, dos quais se diz serem os mais deliciosos do mundo, embora nenhum gato tenha conseguido até hoje apanhar nenhum. Também se diz que apenas o ataque mais feroz os pode atordoar tempo suficiente para que possa entrar nos lençóis e apanhá-los. Talvez consiga ser o primeiro a provar um Rato de Cama!
"Rei da colina": Este jogo deve ser jogado com outro gato no mínimo. Quantos mais melhor. Um ou dois dos humanos adormecidos é a colina 303 que deve ser defendida a todo o custo dos outros gatos. Vale tudo. Este jogo permite desenvolver tácticas originais pois tem que se levar em conta um cenário instável.
Atenção! Jogar qualquer um destes jogos em excesso resultará em expulsão da cama e mesmo do quarto. Se os humanos se mostrarem inquietos, comece imediatamente a ronronar e aproxime-se deles. Isto permitir-lhe-á ganhar algum tempo até eles adormecerem outra vez. Se um gato calhar de estar em cima de um humano quando isto acontecer, é esse o gato que ganha o Rei da colina.

BRINQUEDOS: Qualquer objecto pequeno é um potencial brinquedo. Se o humano tentar confiscá-lo, significa que é um Bom Brinquedo. Fuja com ele para debaixo da cama. Mostre-se ultrajado quando o humano o agarrar e lho tirar. Atente onde é colocado para mais tarde o roubar.
Duas fontes fiáveis de brinquedos são as cómodas e os cestos de papéis. Há vários tipos de brinquedos para gatos:
a) Objectos brilhantes como chaves, alfinetes de peito ou moedas devem ser escondidos para que outros gatos e humanos não possam brincar com eles. Geralmente são bons para jogar hóquei em chãos não alcatifados.
b) Objectos compridos e ondulantes como cordões de sapatos, cordas, voltas de ouro e fio dental também são excelentes brinquedos. São os predilectos dos humanos que gostam de os arrastar pelo chão fora para nós lhes saltarmos. Quando um cordel é arrastado por debaixo de um jornal ou tapete, transforma-se magicamente no Rato de Tapete ou Rato de Jornal e deve ser morto a todo o custo. No entanto, tenha cuidado. Os humanos são matreiros e tentarão fazer com que perca a sua Dignidade.
c) Sacos de Papel: aqui dentro vivem os Ratos do Saco de Papel. São pequenos e andam camuflados da cor do saco, por isso são difíceis de ver. Contudo ouve-se o ruído que fazem pelo saco fora. Vale tudo para os apanhar, mesmo desfazer o saco.
Nota: qualquer outro gato que encontre à caça do Rato do Saco está sujeito a um Ataque Surpresa.

COMIDA: Para ter energia para dormir, brincar e estorvar, um gato tem que comer. Mas comer é só metade da diversão. A outra metade é arranjar a comida.
Os gatos têm duas formas de arranjar comida:
*1.º* convencer um humano que estão a morrer de fome e têm que ser alimentados IMEDIATAMENTE;
*2.º* caçar a comida. As directrizes para ser alimentado são as seguintes:
a) quando os humanos estão a comer, certifique-se de que a ponta da sua cauda está no prato deles quando não estão a ver;
b) nunca coma da sua tigela se puder roubar da mesa;
c) Nunca beba da sua água até o copo do humano estar suficientemente cheio para que consiga beber de lá;
d) Caso cace alguma coisa, demonstre educação ao tentar conhecê-la. Insista: a sua comida poderá não ser tão educada e tentar ir embora.
e) Restos de comida na mesa são iguarias das quais os humanos não têm vontade de se separar. 
Está para além da Dignidade de um gato pedir declaradamente comida tal como fazem formas inferiores de vida como os cães, mas existem várias técnicas para assegurar que os humanos não se esquecem que você existe.
Estas incluem, mas não estão limitadas a: saltar para o colo do humano mais macio e ronronar ruidosamente; deitar-se no caminho entre a sala e a cozinha; olhar fixamente e roçar-se nas pernas das pessoas enquanto estão sentadas a comer e miar queixosamente.

DORMIR: Como mencionado acima, para ter energia para brincar, um gato tem que dormir bastante. Geralmente não é difícil arranjar um local para se enrolar. Qualquer local onde um humano goste de se sentar é bom, especialmente se contrastar com a cor do seu pêlo. Se for um local solarengo ou perto de um aquecedor, tanto melhor. Claro que também existem bons locais no exterior, mas têm a desvantagem de variar com as estações do ano e de depender de condições meteorológicas passadas e presentes, tais como chuva.
Janelas abertas são bons locais.

ARRANHAR: Aconselha-se a que os gatos utilizem quaisquer postes para arranhar que os humanos coloquem à disposição. Eles são muito protectores do que acham ser propriedade deles e não gostarão de o ver aguçar lá as suas unhas. Esgueirar-se e fazer isso à socapa não ajuda pois eles são muito observadores. Se for um gato de exterior, as árvores são bons locais.
Não aguce as unhas num humano!

HUMANOS: estes seres têm três funções principais: alimentar-nos, brincar connosco e prestar-nos atenção e limpar a caixa da areia. É importante manter a Dignidade ao pé de humanos para que não esqueçam quem manda na casa.

Os humanos necessitam de conhecer regras básicas. Podem ser ensinados se começar cedo e for consistente. Assim terá uma casa fácil de gerir. "


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Dos feitios...

Alguém chegou aqui ao blogue pesquisando "gatas siamesas mau feitio".

E eu não consigo evitar uma tremenda vontade de me rir.

Mau feitio? Mau feitio?! Mau feitio tem a Cookie! A Cookie é a ruindade em forma de gato e de siamesa não tem nada. É uma perfeita rafeira tartaruga, feia que dá dó.

A minha Lady, essa sim, descendente de siameses, era apenas a modos que ligeiramente territorial. Digamos que na casa dela só entrava quem ela queria. E isso resumia-se muito simplesmente aos donos. Mas era só isso. Uma questão territorial. De resto, era um amor e tive com ela uma relação que dificilmente terei com qualquer outro animal.

Já a Cookie, herdou todo o meu mau feitio, as minhas birras de sono, e, quiçá, também terá sido a mim que foi buscar a ruindade. A Cookie morde, ataca, não deixa que lhe façam festas sem que comece a morder (morder mesmo, não são trincas carinhosas), só aguenta estar ao colo mais do que cinco segundos quando chego ao casa ao fim do dia e temos o momento de mimo do dia. 

A Cookie é o verdadeiro gato: é tudo ao ritmo dela, como ela quer, quando ela quer. Se ela quiser, vem para o meu colo dormir. Mas só dormir. Ai de mim que tente dar-lhe festas! E é também altamente interesseira: quando quer comer, toda ela é doçura, e turras e miados doces. Aliás, um dos raros momentos em que lhe consigo dar festas é quando ela pedincha comida ou água (da torneira, claro).

Não, a Cookie não é fácil. E sim, a Cookie continua a tomar os calmantes. E está ligeiramente melhor. Mas é um gato. E não há calmante que mude isso. Se eu gostava que ela fosse mais fofinha e amorosa e cutxi-cutxi? Convenhamos que não me importava nada. Mas é a minha Cookie, desvairada que só ela, e eu gosto dela assim.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Das resoluções para 2013...

Já aqui disse que não tinha paciência para resoluções, e metas, e desejos, e objectivos, e tudo e tudo e tudo.

Hoje, no entanto, fui forçada a dar o braço a torcer. Há uma resolução que eu não me importo nada de ver partilhada e, sobretudo, cumprida:



(podeis, e deveis, roubar e partilhar)

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 292


A Sati já apareceu por aqui... Dispensa apresentações.
Eu sei que esta foto não tem muita leitura mas gosto muito dela... No idea why.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 289


Esta é a Kali. O mais recente membro do agregado familiar dos meus pais. 

Não acho piada à raça dela. Nenhuma. Mas qualquer cão bebé proporciona umas fotos engraçadas pelo que hão-de vê-la mais por aqui.



Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...