sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Das sugestões que eu faço ao Mundo...

Imagem do site do Teatro Nacional D. Maria II

Não morrer. Sobretudo, não morrer. Ficar na vida. Face à ideia da morte, confirmar que estávamos certos de todas as vezes que dissemos que as coisas fundamentais da vida são invisíveis. Estávamos certos até mesmo quando duvidávamos do que dizíamos, porque duvidamos sempre do que dizemos e sabemos que o silêncio entre cada palavra que proferimos não se chama silêncio, o seu nome é dúvida. - Tiago Rodrigues, em Sopro


Em Novembro passado, falei aqui de Sopro. Uma peça muito especial, muito bem conseguida, da qual gostei muito, pela homenagem que presta a todos os invisíveis do teatro e não só. Depois de ter estado esgotada, depois de muitos e merecidos reconhecimentos, depois de ter andado por outras palcos, a peça regressa ao TNDMII em Janeiro e eu recomendo que, se gostam um bocadinho que seja de teatro, vão ver. E eu sei que ainda falta muito para Janeiro, mas, acreditem, os bilhetes vão esgotar. E podem sempre pensar já neles como um presente de Natal para alguém especial. Podem saber mais aqui.



Ah! Se precisarem de mais um argumento para ir assistir a esta peça, eu deixo-o aqui: trocaram alguns dos actores que acompanham a Cristina Vidal em palco (mas não a Beatriz Brás nem a Isabel Abreu, naturalmente), e temos agora o Romeu Costa. De nada.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Das sugestões de que eu preciso...

Estando eu com bastante mais tempo livre do que o habitual, ainda que tenha a sensação que ele se me escapa por entre os dedos sem que eu saiba bem como, tenho dedicado algum tempo à leitura e às séries/filmes/documentários, para intervalar do que ando a estudar e da viagem que ando a planear.

De livros, já despachei: Camino Island (do John Grishman), Along Came a Spider (do James Patterson), e Behind Closed Doors (da B.A. Paris). Gostei do primeiro, dos outros dois não tanto. Talvez seja eu que sou esquisitinha, mas estava à espera de um pouco mais... Agora estou de volta ao Follett, com o A Colummn of Fire, e esse nunca desilude, já se sabe.

Quanto a séries, vi, finalmente, a 13 Reasons Why, tenho andado a ver The Killing e os novos episódios de Suits (aqueles dois matam-me...), e hoje vi o documentário da Amanda Knox. Confesso que fiquei na mesma e sem conseguir ter opinião formada sobre a inocência ou culpa dela.

Posto isto, aceitam-se sugestões de livros, séries, filmes, e tudo o que possa ocupar o meu tempo nos meus próximos tempos em reclusão.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Das decisões que eu tomo e que me podem valer algumas pedras nos meus telhados de vidro...

Galeria de imagens deste alojamento
Imagem descaradamente roubada do Booking

O hotel que escolhi para ficarmos em Varadero é só para adultos. E não é só para adultos na medida em que é só gente doida e toda nua e orgias a toda a hora. Podia ser, mas não é. Neste caso, é um hotel onde as crianças não são permitidas.

Aceitam-se reacções:

Hipótese A - Que ideia de génio! Deve ser um sossego!
Hipótese B - Meu Deus! Como foste capaz?! As crianças são o melhor do Mundo!

Eu sei que este não é um tema muito consensual, e já li por aí grandes discussões sobre a proibição de crianças em restaurantes, hotéis e espaços afins. 

Por mim, acho óptimo. E não é por isso que gosto menos de crianças. Simplesmente, acho que há mercado para tudo e, havendo a possibilidade de escolher um sítio sem crianças, há muita gente que prefere, na esperança de ter mais paz e tranquilidade.

Eu prefiro. E sei que não estou sozinha!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Das coisas que só acontecem na minha família... Ou de como a vida dá e tira a um ritmo que eu não consigo acompanhar...

Aos 34 anos de idade, ganhei uma avó.

Talvez seja ainda prematuro dizer que ganhei uma avó. Que uma avó não é prémio que se ganhe ou receba em qualquer jogo de lotaria ou de feira popular. Talvez uma avó se conquiste, se quiser ser conquistada, se a quisermos conquistar. Que isto das relações de sangue pouco ou nada valem, como a vida tão bem já fez questão de nos ensinar.

Ontem conheci a minha avó paterna. A mãe do meu pai, sangue do sangue dele, que lhe deu vida e luz. Não a avó a que chamei avó durante 31 anos da minha existência e que nos deixou há quase 3 anos. Coisa estranha esta em que uma avó não é só uma avó. Uma avó, ou duas avós, neste caso, são muito mais do que isso. São toda uma história, são muitas histórias, mas são histórias que não são minhas e que não me sinto no direito de contar, de partilhar, de expor assim para que o mundo as leia e julgue, como é tão hábil em fazer com tudo o que não conhece, com tudo o que não entende. Quem somos nós para entender o que seja das histórias dos outros? Eu, certamente, não sou ninguém.

Foi então ontem que conheci a minha avó. E nela vi, desde logo, os olhos do meu pai, que eu gostava de ter e não tenho. Vi também, não no imediato mas em pouco mais do que algumas palavras, o feitio do meu pai, que eu gostava de não ter mas tenho. Vi as parecenças, vi as semelhanças, vi aquilo que os une, mesmo tendo estado uma vida inteira separados. Quanto do que somos está nos nossos genes para além dos sinais exteriores visíveis e óbvios? Teria Platão razão? Será possível que tenhamos em nós também um pouco dos que nos deram vida? Que sejamos mais do que a carne e ossos deles, mas também o espírito, o querer, o ser?

Entre tantas dúvidas, ainda não sei se saberei acolher uma avó com esta idade. Todos estamos habituados a nascer com avós, crescer com elas, tê-las sempre ali por perto. Num mundo ideal, pelo menos. Ainda que eu não saiba o que é isso de um mundo ideal. Mas depois lembro-me da avó que perdi este ano. Que também soube acolher quando já tinha quinze anos. E apercebi-me que, como dizem, o nosso coração é mesmo elástico, que estica, que consegue sempre adaptar-se a estas manobras estranhas da vida, que nos faz ganhar e perder pessoas, mesmo que nos pareça fora de tempo. Creio, cada vez mais, que a vida não sabe o que é isso do tempo, dos timings ideais que perdemos tanto tempo a idealizar e que raramente conseguimos aplicar na prática. A vida tem o seu tempo. O seu ritmo. A sua vontade.

E a vida quis que em 2018 eu perdesse uma avó e ganhasse uma avó. E eu, resignada, não tento sequer entender.

domingo, 12 de agosto de 2018

Do difícil que é ser uma namorada extremosa...

Hoje de manhã. Oito e meia da manhã e ele vem despedir-se de mim porque vai correr. Eu pergunto-lhe que treino vai fazer, para saber quanto tempo demora e digo-lhe que terei scones acabados de fazer à espera dele para quando voltar. Ele refila comigo e manda-me descansar.

É isto. Eu tento ser amorosa. Ele manda-me estar quieta. 


(claro que fiz os scones na mesma. E claro que tive de ficar à espera dele, porque ele fez aquilo que todos os corredores fazem com mais frequência do que seria desejavel: sair para fazer meia dúzia de quilómetros e afinal fazer dez ou doze...) 

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Das coisas que não me surpreendem verdadeiramente...

O post mais lido de sempre deste blogue foi... Este!

Pois é. Nem sequer é um post muito antigo. E destronou completamente aquele que era o mais lido de sempre, com uma vantagem gigante, e que já tinha 2 anos de pódio (era sobre a minha viagem a Praga).

A explicação? É muito simples. Adoramos sangue. Adoramos desgraças. Somos portugueses. Somos assim. E vemos um título que fala em discussões, e vamos a correr a clicar. É mais forte do que nós.

Se ao olhar para as estatísticas do blogue fiquei surpreendida por alguns instantes, rapidamente percebi que a explicação só pode ser essa. E não, não é assim tão surpreendente. We're only human, after all...

Por acaso, não foi de propósito (em casa de ferreiro, espeto de pau), mas da próxima vez que precisar de um copy que realmente gere cliques, já sei qual vai ser a estratégia!

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Do dia em que eu fui operada (outra vez)...

Foi há uma semana que fui operada. Ainda pensei se valeria a pena escrever sobre isto por aqui, mas depois pensei que, tal como eu, podia haver mais gente que andasse por essa internet fora à procura de experiências de quem passou pelo mesmo. Por mais que médicos e enfermeiros nos expliquem o que se vai passar, é sempre diferente ouvirmos e lermos relatos de pessoas reais, como nós, com as mesmas dúvidas e medos.

A cirurgia em si não teve nada de especial. Acredito que, para as médicas que me operaram (tive uma equipa exclusivamente feminina de volta de mim - e onde raio é que eles arranjam médicas tão giras?), era apenas mais uma coisa simples e rotineira. Que era. Mas para mim não era assim tão simples nem rotineira. Apesar de já ter feito uma cirurgia do género há 15 anos atrás (adeus, ovário direito!), não deixava de ser uma cirurgia.

Não me lembro de grande coisa, obviamente. Lembro-me de me deitar na maca em que me levaram para o bloco. Lembro-me de passar da maca para a mesa no bloco. Lembro-me de perguntar pela anestesista e de querer saber que anestesia me iam dar. Lembro-me de me porem fios, de me prenderem à mesa, de haver todo um aparato à minha volta, de me dizerem que me iam começar a injectar a anestesia. E depois não me lembro de mais nada. Não houve contagens regressivas, nem elefantes cor de rosa, nem últimas palavras. Nada. Adormeci e acordei no recobro, cerca de 3 horas depois.

Confesso que tinha duas grandes preocupações: o meu útero e a anestesia geral (que nunca tinha levado). Nunca tinha pensado muito sobre isso, mas quando, na consulta de anestesia, o anestesista me explicou ao certo o procedimento, confesso que não fiquei muito confortável com a ideia. Além de ter de o ouvir comentar que, normalmente, as pessoas não faziam tantas perguntas e não queriam saber tantos detalhes. Mas ele era o sósia do Professor e eu queria ouvir tudo o que ele tinha para dizer. E então, disse-me ele, uma anestesia geral é mesmo isso: geral. Provavelmente, toda a gente sabe isto, mas eu nunca me tinha debruçado sobre o tema e ainda não tinha percebido exactamente que o conceito de anestesia geral é muito próximo de um shutdown total do nosso corpo, com uma fé absoluta de que, no final da cirurgia, vão conseguir fazer um reboot. E isso, ainda agora, não me deixa muito confortável. Mas eles lá devem saber o que fazem, ou não estivesse eu aqui a contar a história.

O pós-operatório podia ter sido pior: no próprio dia estava completamente drogada, lembro-me vagamente das visitas que tive, e queria mesmo era dormir. Nem fome eu tinha, se tal é possível!... Mas o dia seguinte foi duro. Estive estupidamente enjoada e acabei por vomitar duas vezes. Ora, depois de uma cirurgia abdominal, em que um simples espirro nos dá dores pouco suportáveis, o acto de vomitar é, além de pouco bonito de se ver, algo que nos faz desejar verdadeiramente que saia um alien de dentro de nós e nos mate de vez. Mas não. Continuei ali a sofrer até que, antes de dormir, me deram mais umas drogas para a veia, com a promessa de que, no dia seguinte, ia acordar fresca e maravilhosa (palavras da enfermeira). 

E, de facto, acordei bem melhor. Tão melhor que quando a médica me veio ver a meio da manhã, e depois de olhar para a minha linda cicatriz e os seus 13 agrafos, decidiu dar-me alta antecipada. Ou isso ou eu fiz um ar tão desesperado por me ir embora e ela teve pena de mim. Ou isso ou fez parte do plano de contingência que estava a ser activado por causa do calor e que fez com que a enfermaria onde eu estava (e onde chegámos a ser 9!), ficasse completamente vazia quando eu fui a última a sair ao fim do dia. O que importa é que vim para casa no Sábado, e não Domingo ou Segunda, como previsto inicialmente.

E em casa continuo. Entre a cama, o sofá da sala e o sofá do escritório. Entre séries e livros, quando há cabeça para isso. A pegar no portátil pela segunda vez agora, para escrever este texto. Com sestas. Com neuras. Com pouca paciência. Com algumas visitas. Com um gato cada dia mais mimado e que está agora encostado a mim, porque está imenso frio e precisamos de nos aquecer mutuamente.

E com dores. E com tonturas. E a enrolar a barriga em película aderente quando quero tomar banho, num momento sempre ridículo, sempre caricato. E a sentir-me cansada. E frustrada por me sentir inútil e incapaz de fazer o básico. E encharcada em drogas. Mas a sentir-me a melhorar, a pouco e pouco. Dia após dia. Sei que é uma questão de tempo até recuperar a minha mobilidade, até as dores e as tonturas melhorarem, até poder voltar a fazer alguma coisa e sentir-me produtiva.

Mas, já se sabe, não sou a pessoa mais paciente do mundo e este processo, que se quer lento e repleto de descanso, consome-me aos poucos e cansa-me.

 E ainda só passou uma semana!...


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Das coisas que eu compro...

Nunca fui muito extremista, mas gosto de acreditar que sempre houve em mim alguma preocupação com o Mundo à minha volta e com a sua preservação.

Faço separação do lixo desde que me lembro. Mesmo no tempo em que o ecoponto era muito longe e o meu pai nos levava lá de carro, quando íamos a caminho de algum lado. Nesses tempos, se bem lembro, ainda não se separava o plástico, mas juntávamos o papel e o vidro. E, tendo crescido com esta prática, é algo para mim muito natural e, diria até, óbvio e inquestionável.

Anos depois, fomos viver para um subúrbio onde, a dada altura, cada prédio tinha o seu ecoponto, com caixotes para o vidro, o papel, as embalagens e, até, para o lixo orgânico. Um luxo, eu sei. Nem toda a gente tem esta facilidade. Ainda assim, agora que voltei a viver nesse mesmo subúrbio, constato que, mesmo com esse luxo, há quem não se dê ao trabalho de separar o lixo.

Recentemente, as campanhas de sensibilização e as notícias sobre a forma como estamos a dar cabo do planeta pelo uso excessivo de plástico (e não só) estão por toda a parte. Cada vez mais, somos levados a pensar sobre a quantidade de lixo que produzimos. Que é assustadora. Muito assustadora.

E eu, alimentando o bichinho que já havia em mim, tenho-me tornado ainda mais consciente em relação a isso. E tenho-me preocupado cada vez mais com a redução do lixo e do consumo de plástico cá em casa. Com coisas simples, com pequenas mudanças no dia-a-dia (como voltar aos guardanapos de pano, que usava quando vivia sozinha mas que ainda não tinha implementado na vida a dois).

Imbuída deste espírito, comprei recentemente umas esponjas desmaquilhantes da Kiko:

Esponjas de limpeza de celulose natural - Cleansing Sponges - KIKO MILANO

Andava a incomodar-me o lixo que produzia todos os dias com os discos desmaquilhantes que usava de manhã e à noite. Todos os dias. Três ou quatro por dia. Era demasiado. Dei voltas e voltas, investiguei um pouco, e encontrei estas esponjas. E estou muito feliz com elas! Posso usar a água micelar na mesma, limpo a pele (e ainda esfolio), e depois é só lavar em água e sabão. Simples e prático, com zero resíduos para o lixo. Sim, o consumo de água aumenta. Mas, pesando os prós e os contras, acho que esta opção é menos má.

E por aí? Dicas simples para diminuir a pegada ecológica e abrandar o ritmo com que damos cabo do planeta que nos alberga?

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Das questões que se colocam logo pela manhã...

Vim do hospital com indicações para regressar ao meu amigo Folifer e para comer muitos alimentos ricos em ferro. Deram-me como exemplo os espinafres, os brócolos, os agriões e a beterraba.

Imaginando que eu conseguia deslocar-me até à Padaria Portuguesa mais próxima (que não consigo, mas faz de conta...) e comprava o bolo de beterraba deles. Contava para a dose diária de ingestão de ferro?

domingo, 5 de agosto de 2018

Do caminho que se faz caminhando... Ou correndo, neste caso...

Pouco depois de ter falado pela primeira vez com a médica que me operou, e de ter ficado a saber que, pelo menos, durante 12 meses posso esquecer tentar engravidar, mandei mensagem ao louco mais louco do que eu, a partilhar esta informação e a dizer-lhe que escolhesse uma Maratona para fazermos no próximo ano.

Curiosamente, ainda há 2 ou 3 semanas, houve 5 minutos durante os quais eu quase ia a Valência. Já estávamos a ver vôos e tudo, até que nos lembrámos que já temos bilhetes para um concerto espectacular nesse dia. A conversa acabou com um "Então se não fazemos Valência, não fazemos mais nada, que eu para o ano não quero fazer maratonas, quero fazer bebés."

Pelos vistos, parece que há espaço para uma Maratona para o ano e nesse mesmo dia, quando ele me foi visitar, começámos a analisar opções. 

Estão em cima da mesa: Paris, Viena, Atenas e Roma. Tendo em conta que já estive nas 4 cidades, a decisão não é fácil. Em Roma sempre posso lá ir fazer só 11km. Diz que é moda. 

E é, de facto, a hipótese mais apelativa para mim. Paris é Paris. É aquela onde estive mais recentemente e está cheia de franceses, o que não é muito positivo. Viena é uma cidade linda mas está vista e não sei se aquela gente é muito animada. Atenas é a que conheço pior, mas deve ser a mais quente. Em Roma, há sempre mais 246 monumentos para ver e 137 sabores de gelado para provar. Parece-me uma escolha fácil. 

Tenho de fazer pender a decisão para o meu lado... Será que o outro tinha razão e os romanos são mesmo loucos? Aposto que fazem uma festa tremenda e que pasta não deve faltar!... 

Sim, já sei que quando fiz a de Madrid disse que não fazia mais nenhuma. Mas, em primeiro lugar, alguém me podia ter avisado que isto era perigosamente viciante. E, em segundo lugar, por todas as circunstâncias em que decorreu Madrid, não consegui desfrutar verdadeiramente da prova e lembro-me sempre dela com um sabor agridoce, por todas as más memórias que marcaram esses dias. Assim, preciso de uma Maratona a sério, com toda a emoção que ela merece e que em Madrid fui incapaz de sentir. Talvez Roma me dê essa Maratona feliz. Talvez. 



(são sete e meia da manhã e estou acordada desde as cinco sem conseguir dormir. Talvez o meu raciocínio esteja meio toldado e daqui a umas horas eu venha a achar que para o ano estou mesmo bem é nas Maldivas, a comer marisco e a beber o que quer que seja que se bebe nas Maldivas. Talvez.) 

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...