sábado, 18 de janeiro de 2020

Das fotografias que dão alegria... - Day 18


Quando for grande, vou ter uma casa de banho assim. 


(Manhã passada a ver pavimentos, revestimentos e cozinhas... Avizinham-se tempos difíceis por aqui... Aceitam-se sugestões...) 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Das conversas que eu tenho logo pela manhã...

Oito e pouco da manhã, entro na cozinha, ainda nem lhe dei um beijo e já ele me diz:

- Esta noite não dormi nada!
- Então? O que se passou? - pergunto eu, namorada extremosa e preocupada.
- É que ontem à noite, antes de desligar o telemóvel, recebi estas mensagens.

Mostra-me o telemóvel e eu vejo a última mensagem que lá estava, com uma referência multibanco que não entendo. Vejo a mensagem antes dessa e percebo: "Parabéns! A sua inscrição foi seleccionada para os Trilhos dos Abutres." Ou qualquer coisa do género que agora não interessa nada. Devolvo-lhe o telemóvel, olho para ele e rio-me. Ele olha para mim e ri-se. Eu continuo a rir-me. E rio, rio, rio sem conseguir parar. A sério. Não conseguia parar de me rir. 

- Então? Só te ris?
- Não sei o que dizer... Tu queres ir?
- Eu nem me lembrava que estava inscrito... Mas são os Abutres.

Eu continuo a rir-me. Ainda esta semana falámos em entrar em contenção de custos e em ele reduzir ao máximo as provas e focar-se nas que já estão previstas (4 até Maio, se não estou em erro...) e em treinos livres.

- Tu é que sabes... Se queres ir, vai... Mas eu não vou contigo!

Claro que entretanto passaram umas horas. Claro que ele vai aos Abutres. Claro que eu também vou em modo roadie. 

E é isto. 

domingo, 5 de janeiro de 2020

Das fotografias que dão alegria... - Day 5

Da esquerda para a direita:
2015, 2016, 2017, 2018 e 2019.

Hoje andei em arrumações, e dei comigo a reunir todas as minhas medalhas e dorsais. Ou todos os que tenho, pelo menos. 

Quando comecei a correr, a corrida era algo de tão estranho para mim, que eu não dava grande valor. Assim, não guardei os primeiros dorsais. Hoje, tenho pena disso. Já que não sou daquelas pessoas super organizadas com um Excel com as provas todas (Olá, João! Olá, Nuno!), ao menos podia ter os dorsais todos. Mas nem isso... Mesmo assim, tenho 58 dorsais, mas que também não representam as provas todas que fiz, pois no Troféu de Oeiras usamos o mesmo dorsal para todas as provas (são em média 12 por época, e eu devo ter feito umas 10 por época, nas 3 épocas em que já participei). 

Medalhas também não estão aqui todas. Falta a mais especial: Madrid. Essa tem um lugar de destaque, não só em mim mas cá em casa, e está devidamente emoldurada, ao lado da medalha do louco mais louco do que eu, e da foto que tirámos juntos depois da prova. A minha primeira Maratona. Aquela que nunca esquecerei. 

Na verdade, olho para cada uma daquelas medalhas e claro que me lembro de todas as provas. Ainda não são assim tantas, não é verdade? Mas há sempre uma ou outra mais especial... 

Há a primeira de todas: a São Silvestre de Lisboa em 2015. A minha primeira prova de 10km. É por isso que, desde então, nunca falhei esta prova. Já tenho 5 camisolas e 5 medalhas, e é lá que está o meu recorde nos 10km. É daquelas provas a que hei-de voltar, uma e outra vez, assim a vida mo permita. 

Há as dos trails, algumas bem sofridas, há a de Aveiro (já que não tive ovos moles...), há as das meias (já não me lembrava que já fiz 7 meias... Como?!)... Cada medalha, suas memórias... 

Não tarda passaram 5 anos desde que comecei a correr. Às vezes, parece que foi ontem. Às vezes, não acredito bem. Olho para estas medalhas, e custa-me a crer que são todas minhas. Eu fiz aquelas provas todas. Eu. Quem diria?! 

Se há coisa que a corrida me trouxe, foi a descoberta em mim de forças e capacidades que desconhecia que tinha.

Só espero nunca me esquecer disso!... 

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...