Ah! O drama, o horror, a never ending story. Pois que, em resumo, após três tentativas (Olivais, Avenida e Dolce Vitta), a boa da Agridoce meteu na cabeça que à quarta, era de vez. De volta à Mango da Avenida, já com pouco ou nada de restos de saldos, depois de vasculhar tudo bem vasculhado, escolhi três vestidos e enfiei-me nos provadores. E valeu a pena. Finalmente, resolvi a saga da troca do vestido.
E, para documentar o quanto eu acho que os Senhores da Mango andam tolos, atentem nas imagens que seguem:
Vestido sem graça, sem formas, again, saco de batatas. Pois que, seguindo um conselho referido recentemente pela Luarte, e a que já recorrera anteriormente, antes de me enfiar nos provadores, procurei um cinto. Um cinto qualquer. Tão qualquer que depois percebi que era da secção de homem (isso mesmo que leram...). Atentem no resultado (dando o desconto do momento, do telemóvel, da falta de acessórios, do provador, dos sapatos, do amarrotado, do cinto de homem):
Não fica logo outra coisa? Eu acho. Tanto acho que o trouxe comigo.
Mas não fiquei por aqui (benditos saldos!). Pelo preço do vestido original, trouxe este e ainda outro:
Não tenho fotografia com este (ou tenho mas dá demasiado trabalho levantar-me, andar quatro metros e pegar no telemóvel). Mas, again, a fotografia não lhe faz grande justiça. Parece mais brilhante do que na verdade é. É de um tecido grosso, mas fofinho (?), mas elegante qb. Experimentei-o em casa em modo night (com saltos) e modo day (com sabrinas e um cinto camel). Fica bem em ambos os casos, mais uma vez se provando que os acessórios e o calçado fazem toda a diferença no estilo e no que conseguimos fazer com uma só peça de roupa.
Quando os vestir, se me der para isso, tiro foto e ponho aqui.
Pronto. Saga encerrada.