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terça-feira, 17 de novembro de 2020

Do quão boa eu sou a arranjar desculpas para não correr...

Domingo passado, cá vim eu contar o quão feliz e entusiasmada estava, por ter voltado a correr. Foram meses parada, e tinha tido, finalmente, autorização médica para voltar a correr.

Pois que segunda feira fui a uma consulta de dermatologia. E saí de lá com a indicação de voltar no dia seguinte, para ir tirar um sinal de aspecto duvidoso, que não devia ser nada mas que mais valia tirar. E terça feira lá fui eu. Sempre perdi uns bons dois gramas. Problema? Saí de lá com a indicação de reduzir esforços, não praticar actividade física, ter cuidado com a amamentação e cuidado também a pegar no meu pequeno leitão, perdão, na Isabel.

Portanto, menos de 48 horas depois de ter voltado a correr, arranjei uma desculpa para deixar de correr outra vez. Eu sei, é de génio. 

Fui lá hoje trocar o penso, e resolvi perguntar se já podia voltar a correr. Diz que não, que ainda não posso, porque corro o risco de ao suar molhar o penso e deixar a zona húmida, que é tudo o que não se quer. Ainda tentei dizer que eu corro devagar e que mal suo, mas não consegui mais do que arrancar um sorriso à enfermeira. 

Portanto, mais uma semana sem correr. Eu sei, é de génio. 

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Das conversas de sexta-feira à noite...

Estivemos a ver o documentário Dick Johnson is dead, e, quando acabámos, eu estive a elencar as minhas preferências para quando eu morrer. Como sei que ele só ouve 10% do que eu lhe digo, fica aqui, para registo futuro:

- quero ser cremada. As cinzas devem ser espalhadas no mar. Idealmente, em Santa Maria. Mas como é meio fora de mão, o meu irmão que pegue no barco e me leve para ao pé dos golfinhos, que já não é mau. Sintra ou Monsanto também são opções válidas.

- não quero cravos no meu funeral. Nem um. Odeio cravos.

- não quero padres nem missas. Façam uma coisa qualquer gira e simbólica, quem quiser diz umas palavras, e está feito.

- quero comida e bebida. Muitas gordices e muito álcool, para afogarem as mágoas.


E é isto. Parecem-me exigências bastante razoáveis, até.

Tentei que ele me dissesse as suas preferências, mas não foi capaz. Diz que nunca pensou sobre isso. Quem é que nunca pensou sobre o seu funeral?!... E o pânico que é pensar se lhe acontece alguma coisa e eu não sei o que fazer?... Já lhe disse que tem de pensar nisso, que isto não pode ser assim: ir embora e quem cá fica que resolva... Não. Nem pensar. 

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Das dúvidas que me inquietam às 22h39...

Quem mais já dorme de meias? Digam-me que não sou a única, por favor...

É que, de repente, o Outono trouxe um frio glaciar e os meus pés de princesa não aguentaram mais... 


(eu devia estar a dormir, que a Isabel hoje adormeceu demasiado cedo e eu vou pagar isso caro em breve, mas estas questões apoquentam-me... Fazer o quê?!) 

domingo, 27 de setembro de 2020

Da Corrida (virtual) do Tejo...

Não podendo eu correr (ainda), tenho passado um bocado ao lado das provas virtuais. Mas a Corrida do Tejo captou a minha atenção... Tinha o desafio tradicional dos 10km a correr, mas depois oferecia uma série de outras opções, para fazer a distância em vários dias e a correr ou caminhar. E, a juntar a isto, tinha uma t-shirt bem gira. Quando dei por mim, estava inscrita, com a Isabel inscrita por arrasto.

A prova tinha de ser feita esta semana e eu optei por fazer duas vezes 5km. Ainda não tinha feito 5km a caminhar vez nenhuma, mas foi um bom incentivo para fazer um bocadinho mais do que faço habitualmente.

Fiz a primeira parte na quinta-feira.

E fiz a segunda parte hoje. 

Em ambos os dias estive na zona da expo, junto ao rio, para fazer jus ao nome da prova. Hoje fui equipada a rigor, com a t-shirt da prova e o dorsal.


Voltei a cometer o erro de deixar que fosse ele a tratar das inscrições, e o resultado está à vista. Um dia vou ter de explicar à Isabel por que motivo o primeiro dorsal dela diz "gremlin". Ou posso mandá-la falar com o Pai, simplesmente. 

Disparates à parte, foi bom voltar a calçar os ténis com um objectivo, um propósito, um gosto muito suave a prova e desafio. 

As saudades de correr são cada vez mais, e das provas idem. Dá para saltarmos já para daqui a uns meses, quando isto normalizar?... 

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Do nosso nível de (in)sanidade...

Ontem à noite, estávamos os dois no sofá (nos 35 minutos que conseguimos que a Isabel dormisse depois de jantar), quando ele me mostra o telemóvel com a seguinte imagem, e me diz que devíamos comprar isto para o quarto da bebé:
Eu olhei para o telemóvel, olhei para ele, voltei a olhar para o telemóvel, balbuciei qualquer coisa incompreensível, e, ao fim de vinte segundos, peguei no meu telemóvel e fui ver o meu email. Quando o meu cérebro voltou a funcionar, consegui dizer-lhe: "Mas nós já encomendámos isso. Deve chegar até ao final desta semana."

Não só ele não se lembrava (mas sabia...), como eu própria, que fiz a encomenda, já estava na dúvida e tive de ir confirmar.

A privação de sono faz coisas maravilhosas ao nosso pequeno cérebro!



A quem possa interessar, é da Vertbaudet, mas eles não me pagam pela publicidade, por isso, fica aqui escondido em letras muito pequeninas!

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Da ilustração que faltou no post anterior...


Os exemplos são mais do que muitos, mas cruzei-me agora mesmo com esta publicação no Facebook e achei tão apropriada ao post anterior, que não resisti... 

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Das coisas que ninguém te diz sobre a gravidez... - I

Vais ter os sonhos mais estranhos. De sempre. Daqueles que nem nos melhores filmes encaixam, porque são demasiado surreais.

Eu tenho sonhado quase todas as noites. Depende do meu estado de cansaço e do nível de actuação do Nausefe, mas tenho sonhado muito. Mais do que uma vez por noite, às vezes.

Coisas absolutamente rocambolescas, que vêm lá do fundo do meu ser, do meu mais profundo inconsciente, que vão buscar cenas e seres de outras vidas, e que os misturam sem sentido.

Uma destas noites sonhei que voltava à terapia. Foi um sonho demasiado surreal para ser descrito aqui, mas que até teve a sua razão de ser.

Sim, voltar à terapia é algo que tem estado nos meus pensamentos. Quase diariamente. Enquanto continuar a trabalhar, a coisa disfarça. Mas quando parar, vou ter de descobrir quem dê consultas online. Já andava com isto em mente há uns tempos, muito antes de todo este caos, só faltava concretizar. Sugestões de terapeutas, aceitam-se.

Nos entretantos, este fim-de-semana estou inscrita para um workshop online sobre gestão da ansiedade na gravidez. Parece-me apropriado, nos tempos que correm, e necessário, dado que há dias em que os meus níveis de sanidade (e respectiva tranquilidade) andam pelas lonas.

Outra coisa a reter: é cansativo ter tantos sonhos, todas as noites. Mesmo. Na maior parte dos dias, acordo com a sensação de não ter descansado. Passo a noite a correr, em histórias que não lembram ao diabo, em stress e aflição, no meio de coisas sem sentido. Acordo baralhada e cansada. Não tenho, propriamente, pesadelos. 

Diz que isto é normal, e que há muitas grávidas que sonham com o parto, e com coisas que correm mal, e tudo e tudo e tudo. Não é o meu caso. Acho que só sonhei uma vez com a bebé, e envolvia trocar-lhe a fralda e coisas assim prosaicas que vão passar a preencher os nossos dias. Mas não tenho pesadelos com isso. Do mal o menos, não é verdade?

Mas não, ninguém me tinha dito que a minha imaginação nocturna ia andar a mil à hora...

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

sábado, 25 de janeiro de 2020

Das fotografias que dão alegria... - Day 25


Lembram-se da minha resistência a deixar entrar o Natal nesta casa na última época natalícia? 

Pois que, para compensar, só esta manhã é que desmontei a árvore de Natal e arrumei toooooodas as decorações espalhadas pela casa. 

O problema é que já estou arrependida, que agora tenho um vazio na sala com o qual não estou a saber lidar... 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Das conversas que eu tenho logo pela manhã...

Oito e pouco da manhã, entro na cozinha, ainda nem lhe dei um beijo e já ele me diz:

- Esta noite não dormi nada!
- Então? O que se passou? - pergunto eu, namorada extremosa e preocupada.
- É que ontem à noite, antes de desligar o telemóvel, recebi estas mensagens.

Mostra-me o telemóvel e eu vejo a última mensagem que lá estava, com uma referência multibanco que não entendo. Vejo a mensagem antes dessa e percebo: "Parabéns! A sua inscrição foi seleccionada para os Trilhos dos Abutres." Ou qualquer coisa do género que agora não interessa nada. Devolvo-lhe o telemóvel, olho para ele e rio-me. Ele olha para mim e ri-se. Eu continuo a rir-me. E rio, rio, rio sem conseguir parar. A sério. Não conseguia parar de me rir. 

- Então? Só te ris?
- Não sei o que dizer... Tu queres ir?
- Eu nem me lembrava que estava inscrito... Mas são os Abutres.

Eu continuo a rir-me. Ainda esta semana falámos em entrar em contenção de custos e em ele reduzir ao máximo as provas e focar-se nas que já estão previstas (4 até Maio, se não estou em erro...) e em treinos livres.

- Tu é que sabes... Se queres ir, vai... Mas eu não vou contigo!

Claro que entretanto passaram umas horas. Claro que ele vai aos Abutres. Claro que eu também vou em modo roadie. 

E é isto. 

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Do meu estado actual...

Tenho no dia de hoje um lembrete no calendário do telemóvel que diz apenas e só "Inscrição São Silvestre".

Ora, eu não faço ideia a que é que isto se refere... 

Dado que já estou inscrita em duas (Lisboa e Corroios), que da dos Olivais ainda não se sabe nada, e que não me lembro de mais nenhuma assim de repente, venho por este meio solicitar sugestões de São Silvestres para me inscrever... Talvez se faça luz neste pequeno cérebro e eu me lembre por que raio tenho este lembrete.

(isto anda tão bom que eu já só funciono com o telemóvel e a respectiva agenda para combinar o que quer que seja, mas, pelos vistos, nem assim...) 

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Da minha falta de motivação para correr..

Ando preguiçosa para correr. Não me apetece. Invento desculpas (ontem não fui porque tinha de tratar da roupa e da comida em casa). 

Mas, a verdade, é que não me apetece. Deixei de ter companhia (volta, Fabiana), e não consigo assumir o compromisso comigo mesma para ir e correr sozinha. O que é curioso, porque quando comecei a correr, era ver-me 2, 3, 4 vezes por semana, sozinha no Passeio Marítimo. O horário de trabalho era outro e a logística de viver sozinha também. Mas eu era feliz a correr sozinha. Depois habituei-me a correr com companhia e agora está difícil. 

Também não ajuda não estar inscrita para nenhuma prova que me obrigue a treinar. Bom, na verdade, assim de repente, já estou inscrita em 5 provas até ao final do ano sendo 2 já este fim-de-semana. Mas nenhuma que me tire o sono e me obrigue a treinar a sério. São todas geríveis, com mais ou menos sofrimento. E, também por isso, não me tem apetecido treinar.

É também curioso que em relação ao ginásio eu esteja a conseguir manter um certo nível (mínimo) de compromisso. Não sei se é por marcar as aulas, mas há algo em mim que me tem feito ir ao ginásio. Uma vez por semana, vá, não exageremos. Mas é algo que eu não achei que fosse possível.

Queria muito combater esta inércia... Mas não sei bem como. Vou agora a caminho do ginásio e achei que podia ser bom assumir um compromisso com o Mundo: depois da aula que vou fazer, vou tentar correr na passadeira.

E se digo tentar é porque há aqui outro factor que não tem ajudado: no meu último dia de férias, na véspera do casamento da minha irmã, eu decidi entrar num duelo com uma rocha na Praia de Porto de Mós. Inexplicavelmente, a rocha ganhou e continua por lá a desafiar quem por lá anda. Já eu, tive direito a um dedo do pé com uma nova coloração e formato, e uma visita às urgências no dia seguinte. Não sei se já disse, mas o dia seguinte foi o dia do casamento da minha irmã. Não foi nada de grave, mas as dores eram bastante simpáticas e os senhores da Saúde 24 acharam que era melhor lá ir, e eu fui. Drogas, gelo e descanso, foi o que me receitaram. O único gelo foi o dos gins que bebi nessa noite, e o descanso foi no dia seguinte, que a ressaca não dava mesmo para fazer nada.

O dedo continuou roxo, as dores continuaram. Na terça-feira seguinte tentei ir correr, mas sem sucesso. Se de sandálias abertas a coisa era suportável, de ténis era para esquecer. Passaram mais uns dias mas quem não passou foram as dores. Voltei a atacar com as drogas. Chegou o fim-de-semana e eu queria ir correr. Mas o louco mais louco do que eu decidiu ser menos louco do que eu, e aconselhou-me a não ir. Mas fui ao ginásio no Sábado (vêm como eu lá tenho ido?) e, claro, tive dores. Posto isto, entre as dores e a falta de vontade para correr, tenho andado em modo lontra.

Mas hoje... Hoje é que é. Hoje eu vou correr! 

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Das fotografias que dão alegria... - Day 247


- Eu não sabia que isto ia ser sempre a subir...
- Então, se o objectivo é chegar ao marco geodésico, estavas à espera de quê?
- Como assim?
- Sabes o que é um marco geodésico?
- Mais ou menos...
- Um marco geodésico marca o ponto mais alto num determinado local.
- Ah... E não podias ter explicado isso mais cedo? 

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Do maior drama de Chamonix...

Uma pessoa sentir-se gorda. Balofa, mesmo.

Eu nunca vi tanta gente fit por metro quadrado. É só gente magra, musculada, e com, pelo menos, mais meio metro de altura do que eu. 

Chamonix não foi feita para lontras, não.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Das perguntas que me fazem...

Ontem dizia-me ele, como se nada fosse:

- Não gostavas de ir passear à Madeira em Abril?...

Entendedores, entenderão... 

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Do dress code para o UTMB...

Dizia-me ele ontem...

- Ah! Eu nem estava a pensar levar roupa que não fosse de desporto para as férias.

Pára tudo. Como assim?! Nem umas calças de ganga?, pergunto eu, meio incrédula.

- Não estava a pensar nisso. Como vamos andar lá sempre a passear e a fazer caminhadas... 

E é isto. Se eu já andava há uns dias a panicar com o que raio levar para Chamonix, agora ainda fiquei mais baralhada. 

Não vamos apanhar grande tempo. A previsão é de chuva e tempo fresco, com direito a trovoada, o que nos levanta algumas preocupações para a prova dele, e a mim me preocupa em relação à roupa. 

Ontem ele já me foi comprar um casaco polar à Decathlon, que era coisa que, obviamente, não existia no meu roupeiro, e é coisa que vai dar bem jeito quando estivermos lá no cima do monte e estiverem qualquer coisa como 0 graus... 

As temperaturas previstas serão entre os 10 e os 20 graus, mais coisa, menos coisa, o que é perfeitamente gerível. Mas sempre que começarmos a subir, e vamos subir muito muitas vezes, vai arrefecer. 

Portanto, roupa de desporto, roupa em camadas... Luvas e gorro, talvez?... 

Sandálias já percebi que escuso de levar. Ténis de trail, ténis de estrada, ténis normais... 

35 anos de vida e deu-me para isto. Está certo. 


sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Das fotografias que dão alegria... - Day 214


Há vinte anos atrás, a uma sexta-feira à noite, eu estaria no Paradise Garage ou no Whispers, a dançar até ser dia.

Agora? Contento-me com umas invenções na cozinha e um episódio de Stranger Things.

Podes vir, 3ª idade. Estou pronta. 

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Das coisas que eu nunca pensei ouvir-me dizer...

A propósito da nossa ida para o Sul nos próximos dias... 

- Por um lado, prefiro ir na quarta à noite porque assim podemos correr quinta de manhã, por outro, prefiro ir na quinta de manhã porque assim posso ir ao ginásio na quarta...

Quem é esta pessoa e o que fizeram à Agridoce?... 

terça-feira, 9 de julho de 2019

Da falta de palavra das pessoas...

Alguém, provavelmente eu, tinha escrito, provavelmente por aqui, que depois da Serra Amarela só faltariam duas provas para o final da época. 

Pois que já fiz as Fogueiras e o Sintra Trail X'Treme. Se não me engano a contar, isto dá duas provas. 

Como é que daqui a 3 semanas já tenho outra?! Como?!

A sério... Já não se pode confiar no que as pessoas dizem. Num dia pensamos que estamos de férias até Setembro. No outro, pumbas!, toma lá mais no final de Julho para não ficares mal habituada.

E o drama é que a inscrição foi feita no Sábado, antes de Sintra, e eu optei pela distância conservadora. Depois do trauma de Sintra, estou aqui a pensar de mim para mim, se não me atiro assim à doida para a distância mais longa que já fiz na vida. Só para acabar a época em grande, sei lá.

Convém esclarecer que a distância é mais longa mas tem menos acumulado do que a Serra Amarela. É uma loucura controlada. Não nos entusiasmemos que eu não enlouqueci de vez. Ainda.

Talvez esteja a querer dar um passo maior do que a perna, o que não é difícil no meu metro e meio. Mas sinto-me bem. A Serra Amarela correu bem. As Fogueiras correram bem. Sintra correu bem (pudera!). E eu não sei se um dia destes não deixo de correr. Talvez fosse boa ideia aproveitar este entusiasmo e fazer uma coisa assim a modos que ligeiramente maior.

Decisions, decisions... 

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...