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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Do que eu me lembro enquanto trabalho...

Como eu sou muito fofinha, partilho convosco um pedaço de céu (ou de inferno, depende do ponto de vista): Papabubble Lisboa



(imagem roubada do Facebook deles)



Vão lá, provem os de mojito, ou os de canela picante, ou outro qualquer, e percebem o drama que aquilo é.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Dos sítios onde se come... E bebe... E sonha...

Há dias fui jantar a um sítio curioso. Curioso é um bom termo. É um sítio onde nunca tinha ido e diferente de todos os sítios a que já fui.

Chama-se Kome Escondido e é mesmo escondido. Faz parte da nova onda de restaurantes mais ou menos secretos, onde, num ambiente mais informal e mais pessoal, se prova comida deliciosa. Chamar-lhes restaurantes é pouco razoável. Na verdade, o Kome Escondido consiste numa casa onde se servem jantares e almoços. Serve-se comida japonesa, mais concretamente. Mas não há ementa. Não há multibanco. Não há, sequer, nada que nos diga que estamos a bater na porta certa. O facto de entrarmos por um portão que dá para um jardim lindíssimo e cheio de árvores em flor que perfumam o ar nesta altura, também não ajuda a mostrar-nos que é mesmo ali.

Mas é. Entramos e somos recebidos pela Yuko e mais dois empregados que nos esperam à janela. Temos o espaço todo para nós. Somos convidados a entrar na sala, a única, onde está posta uma mesa comprida para nós. Somos brindados por uma parede que me deixa apaixonada:


Recebemos uma bebida de boas-vindas, o prato de entrada, e começa o desfile de iguarias:



Ao meu lado, uma parede onde velharias portuguesas partilham o espaço com peças vindas da outra ponta do Mundo.


Os pratos sucedem-se, dando-nos a hipótese de provar muito mais da gastronomia japonesa do que o já habitual sushi. Fiquei apaixonada pela beringela.


Entre um prato e o outro, há sempre uma baleia pronta a segurar os pauzinhos. E há uma viola, se alguém quiser tocar.


Não me peçam nomes e não façam perguntas difíceis, mas estava tudo óptimo. Mesmo. Até a sangria japonesa que bebemos a acompanhar.

 

Nas paredes, um pássaro espreitava pela janela e um gato procurava esconderijo debaixo da mesa.


O sushi, não sendo o prato forte, não podia faltar num dos pratos (foram dez no total). E, como se esperava, era de óptima qualidade. 


Para terminar, nada como um bolo de chá verde, acompanhado por morangos com natas batidas. E foi um final à altura.


É um conceito engraçado, óptimo para um jantar com a família ou um grupo de amigos, e para fugir um pouco à rotina. Não é excessivamente caro e vale bem a pena.



Agora só não me perguntem onde é. Até porque eu não sei!

sábado, 7 de abril de 2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012

domingo, 23 de outubro de 2011

Daquilo a que é bom voltar...

Tenho rido. Rido muito. Rir porque sim. Rir de disparates. Rir porque me tenho rodeado de quem me faça rir. Rir. Apenas e só. Rir.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Dos passeios Domingueiros...

Se me perguntarem por onde andei Domingo, não sei... Sei que andámos por aí, éramos muitos e o resultado foi este:

À espera para atravessar a ponte D. Amélia.

Na dita ponte.

A típica fotografia lame...

Paisagens de cortar a respiração...

Já na prova de obstáculos: "O que raio estou eu aqui a fazer?"

Porque é que temos o carro enfiado (literalmente) num buraco?

Andar de lado é que está in...


Last but not least... Os carros não deviam andar com as quatro rodas no chão?



E foi isto. Gente doida. Só gente doida. E eu é que ando a Smarties...
Pior, pior, é que descobri que até acho piada a estas andanças.



Tiny little note: o carro em que fomos não é o nosso carro. O nosso também é um jipe, também é um Land Rover, mas além de estar na oficina, é "bom demais" para estas aventuras...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Das sensações mais gratificantes que pode haver...

Apanhar um gatinho na rua e depois de 24 horas de muito esforço e muita paciência, conseguir fazer-lhe a primeira festinha e receber uma turra em troca...

domingo, 3 de outubro de 2010

Dos Domingos...

É por tantas vezes trabalhar o fim-de-semana inteiro, que hoje me sabe a um pouco de céu estar deitada no sofá, enrolada numa manta com a Lady ao colo, a ver os últimos episódios do Lost e a ouvir o vento e a chuva lá fora...


Edit: a Amora acabou agora mesmo de se vir deitar aqui também. Estou oficialmente presa ao sofá.



E a propósito do post anterior, concluo que tenho de parar de escrever testamentos,
que qualquer dia não há quem os leia! Nem eu própria...

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...