sábado, 17 de dezembro de 2016

Das linhas que separam o que jamais poderá ser unido...

Há em mim uma Agridoce que me diz que o que eu preciso é de quem me equilibre. De quem tenha o que eu não tenho. De quem seja o oposto de mim. De quem seja o porto seguro e sereno que me falta. De quem seja a emoção que eu não sou.

Mas há em mim uma Agridoce que me diz que o que eu preciso é de quem me abane. De quem seja igual a mim. De quem me desconcerte, dias após dia. De quem se atire comigo para a tempestade. De quem seja tão racional quanto eu.

Se eu não fosse Agridoce, não sei o que seria.


5 comentários:

  1. Compreendo-te, se compreendo. Boa sorte na tua busca (embora não se procure, aparece)!

    :)

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  2. Concordo com a segunda escolha. Faz mais sentido. Bem mais interessante.

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