Domingo, 12 de Fevereiro de 2012

Dos jantares de Domingo..


Quando não apetece ter trabalho...
Quando apetece comer fast food...


Não temos necessariamente que gastar quinze ou vinte euros com os senhores da Telepizza.
Uma pizza caseira, feita na Dona Bimby em menos de nada, e com uns bons dois ou três euros em ingredientes...

Das viagens pelo passado...

Mais uma vez, andei a ler textos antigos que escrevi há muitos anos... Textos de 2003, 2004...

E rio, e choro. E penso que só eu para escrever tanto disparate... Gosto de reconhecer o meu humor negro, o meu sarcasmo, mas também a minha inocência e ingenuidade. Gosto de ler disparates como:


AVISO:

A gerência agradecia que não se mexesse em nada. Especialmente nos fantasmas do passado.




Disparates tão actuais, tão verdadeiros ainda hoje...


Gosto de ler sobre o meu passado, sobre os meus amores e desamores. Gosto de me lembrar dos momentos, das pessoas, das inspirações que levaram aos textos que escrevi.

Já tinha pensado nisto noutras alturas mas acho que é desta que recupero alguns textos para aqui. Para vocês também se poderem rir um bocadinho (ou não, que foi uma fase muito dark and twisted).

Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

Das conclusões a que chegamos...

As pessoas têm prazer em dissecar as desgraças das vidas dos outros.

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

Da noite de ontem...



A noite de ontem foi de bailado. Romeu e Julieta, pela CNB, no Teatro Camões.

E soube-me tão bem. Tão, tão, tão bem...

Desde que comecei a trabalhar no mundo das artes e da cultura, no segundo ano do curso, que as vezes em que me sentei numa sala de espectáculos para assistir a um, foram muito raras. Para ver bailado, foi esta a segunda vez. A primeira, foi com um bailado da Introdans, uma companhia holandesa excepcional, que trouxe a Portugal um bailado em que a música era exclusivamente de Radiohead. Tinha de ir ver, não é?... E, confesso, adorei e nunca me esquecerei. Se tiverem a sorte de os apanhar por cá, não percam. Já vi mais coisas deles e são mesmo muito bons.

Mas dizia eu... Foi esta a segunda vez que, nos últimos anos, me sentei numa sala de espectáculos para assistir a um bailado. E, à falta do Lago dos Cisnes (o meu bailado favorito), fui ver o Romeu e Julieta. E gostei. Gostei muito. Já tinha saudades de ver a nossa Companhia. Ultimamente, cruzei-me com muitos espectáculos de companhias russas e, perdoem-me, mas já tinha mesmo saudades da CNB. 

Os cenários, os figurinos, a música, e, claro, os bailarinos. Foi bom voltar a (re)ver alguns bailarinos em palco. Foi bom ver bailarinos novos. Em termos técnicos, uma ou outra falha. Nada de muito grave, mas coisas facilmente perceptíveis. Ainda assim, valeu a pena. Valeu muito a pena. 

É por isto que eu gosto do bailado clássico: porque nos transporta mesmo para aquela história, para aquele amor, para aquela tragédia. Gostei deste Romeu, desta Julieta.

E gostei, repito, de voltar a sentar-me naquela sala (de que gosto tanto) para assistir a mais um bailado da nossa CNB. A repetir em breve. Talvez já de seguida com A Bela Adormecida. Talvez.




Das fotografias que dão alegria... - Day 41


Desafio art.soul - Day 10: Childhood


Gostava de pôr aqui uma coisa muito mais bonita e fofinha e amorosa e tudo e tudo. Mas é o possível. 

E o que é isto? O jogo Lemmings. Para quem não conhece, é um jogo lançado em 1991, e que eu passei horas a jogar num Commodore Amiga. E sim, faz-me lembrar a minha infância. Adorava o jogo e agora que o fui descobrir outra vez, estou outra vez viciada a jogar. Não experimentem. Mesmo.

Dos dias em que sorrimos mais...

Hoje comecei o meu dia com uma menina pequenina a dizer-me: Tu és tão bonita. Tens as unhas pintadas de cor-de-rosa.


Dá para não ficar de sorriso na cara o resto do dia? Porque, às vezes, basta isso: umas palavras simpáticas, completamente inesperadas (ainda que totalmente condicionadas pelo verniz cor-de-rosa, eu sei...). Deixem-me ficar contente com estas pequenas coisas!

Da jardinagem... - II

Pequena nota: o meu problema não é com a jardinagem, de todo. Até gosto muito de jardinar.

O meu problema é mesmo com lesmas e caracóis. Podiam ser aranhas, por exemplo. Mas lesmas e caracóis não dá mesmo para mim...

Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012

Da jardinagem...

Andei a jardinar. Agora, estou aqui cheia de comichões e impressões porque, já no final da jardinagem, vi uma lesma a sair de um dos vasos.


Não dá para mim. Não dá mesmo. Acho que vou tomar um banho...





(plantei túlipas negras - vindas directamente da Holanda, claro - e mal posso esperar por vê-las nascer...)

Das fotografias que dão alegria... - Day 40




Desafio art.soul - Day 9: Daily Routine

Rotina é palavra que não entra no meu dia-a-dia nem na minha agenda. Não que eu não gostasse. Bom, na verdade, já não sei se gostaria.

A verdade é que me habituei a horários estranhos e incertos. Neste momento, num dos sítios onde trabalho tenho um horário sempre igual, cinco dias por semana. Mas estão constantemente a pedir-me extras e trocas, que me baralham o horário todo. Juntem a isso um outro trabalho onde não há mesmo horários certos e definidos, e têm a minha agenda.

Estou habituada a isto. Não é o fim do mundo.

Mas sim, às vezes gostava de ter a minha rotina diária: acordar à mesma hora, ir trabalhar, chegar ao fim do dia, fazer o jantar e vegetar no sofá (ou não). E ter os fins-de-semana livres. Isso sim, era bom. Mas não. Não tenho nada disto. E não é o fim do mundo.

Habituei-me a este caos. Habituei-me a não combinar nada sem olhar para a agenda. Habituei-me a nunca saber muito bem como vai ser a minha agenda a médio prazo. É mesmo assim. Nada a fazer.


Assim sendo, retratar a minha rotina era difícil. Mas no meu caos há sempre duas constantes: a minha agenda (imprescindível!) e o meu chá (em doses industriais). Ao fundo, aquilo em que estou a trabalhar agora e que tem preenchido o meu tempo quando estou em casa: catálogos de leilões de arte.

Das pessoas estranhas...

Sabem aquelas pessoas estranhas que tentam abrir os carros das outras?

Eu sou uma dessas pessoas.

Há dias estava a sair do supermercado super carregada e meti a mão ao bolso para carregar no botão para destrancar o carro. Carreguei. Tentei abrir o carro, nada. Carreguei outra vez. Nada. Carreguei mais uma vez e já estava achar aquilo muito estranho porque eu ouvia o barulho do carro a destrancar, mas não conseguia abri-lo. Já quase a rogar pragas ao carro, olho para a matrícula... Pois, não era o meu carro.

Muito encavacada, viro-me para trás e lá estava o meu carrito à minha espera, de portas destrancadas.



Quem manda as pessoas estacionarem carros iguais ao meu à porta dos supermercados? 

Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 39


Desafio art.soul - Day 8: Your Sky


O meu céu. A esta hora. Fotografado com uma máquina sem tripé, com umas mãos que tremem demais. Fotografia (in)devidamente editada.

The Things I Like... - XII


Fondue de chocolate.

Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 38


Desafio art.soul - Dia 7: Favourite

Os meus dois escritores favoritos: José Saramago e Pedro Paixão.


Cada um com a sua escrita. Cada um com o seu tempo. 
Cada um ligado a uma fase da minha vida.

Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 37


Desafio art.soul - Dia 6: Makes you smile.


Receber flores faz-me sempre sorrir. Sobretudo, quando são totalmente inesperadas.
E faz-me sorrir, também, olhar para as flores que recebo e que decoram a minha mesa-de-cabeceira. 

Da terapia...

Não, não voltei à terapia. Esqueçam lá isso. 

Mas... Se voltasse...

Sei bem o que ela me diria. Ela, ou qualquer outra pessoa. 

Que eu sou uma pessoa de ciclos. Que eu cometo os mesmos erros repetidamente. Que eu me auto-destruo. Que eu sou daquelas pessoas que se metem em situações que sabem que as vão magoar.

E, o pior, é que eu tenho consciência disto. Eu tenho plena consciência de onde estou agora. Que tenho. Mas, curiosamente, também não faço nada para sair daqui. Sei que me faz mal, sei que a longo prazo vai acabar mal, mas deixo-me estar.

Deve ser um bocadinho como o que se passa com os viciados em qualquer tipo de droga. Sabem que lhes faz mal, mas sabe-lhes bem. Sabes-lhe muito bem. E, além disso, acreditam piamente que controlam a situação e que, a qualquer momento, podem parar.

Eu sou igual. Eu estou numa posição igual. Tenho noção do que se passa. Tanta, que escrevo aqui sobre isso. Mas não faço nada.




Chamar-me estúpida é pouco. Mas o irónico aqui é que isso não adianta mesmo nada. Porque eu hei-de continuar nesta auto-destruição enquanto me apetecer.

Das fotografias que dão alegria... - Day 36


Desafio art.soul - Dia 5: Something you wore


Este era fácil. Look escolhido para almoço de aniversário da irmã mais nova com a limitação de ter de ir trabalhar a seguir (daí as sabrinas em vez dos saltos). A fotografia está com demasiada luz mas uma vez que não fui eu a tirá-la, não podia abusar da paciência de quem a tirou...

Das fotografias que dão alegria... - Day 35



Desafio art.soul - Dia 4: Inside your fridge


Dentro do meu frigorífico há sempre vinho branco. 
Não se estraga e nunca se sabe quando poderá fazer falta.


Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Das coisas que não conseguimos pôr em palavras... - Parte II


Ontem, à falta de palavras, cozinhei. 


Porque eu acredito mesmo que um bolo de chocolate acabado de sair do forno e um bom abraço, valem mais do que todas as palavras que possamos dizer nas situações difíceis... 

Das fotografias que dão alegria... - Day 34



Desafio art.soul - Dia 3: Something you adore - A minha Lady, claro.

Hoje fui vê-las. Dez minutos, não mais do que isso. Claro que fiz o trajecto até casa a conduzir com as lágrimas a escorrerem sem parar.

Custa cada vez mais. E custa, sobretudo, saber que mais tarde ou mais cedo vou ter de tomar a decisão de ou as trazer comigo, ou afastar-me de vez. Para já, vou adiando e fingindo que não é nada comigo. Mas custa. E venho de lá com o coração pequenino. Mas sei que elas estão bem. Tenho a certeza que sim.


Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

Das coisas que não conseguimos pôr em palavras...

Já escrevi e apaguei três ou quatro coisas diferentes. Escrevi o título sem saber o adequado que seria.

É mais uma daquelas situações em que eu queria aqui falar e sinto que não posso. Nem sequer é directamente comigo, mas não posso. Se calhar, é por isso que não posso.

Mas estou triste. Vejo os meus tristes e não gosto disso. Mil vezes a minha tristeza do que a tristeza dos que me rodeiam.

Das fotografias que dão alegria... - Day 33



Desafio art.soul - Dia 2: Breakfast


Eu sei. Breakfast e Padrão dos Descobrimentos parecem uma combinação impossível. Mas, na verdade, graças à greve dos transportes, o meu pequeno-almoço hoje foi tomado no carro e não tinha nada de interessante para ser fotografado. A paisagem envolvente pareceu-me muito melhor. Batoteira, eu sei. Dias melhores virão.

Das escolhas... Ou dos grandes filmes/livros...


Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

The Things I Like... - XI


Gosto de receber flores só porque sim.


Das fotografias que dão alegria... - Day 32


Desafio art.soul - Dia 1: You

Dos desafios a que não resisto...



A Dear Daisy aderiu e eu, como sou uma copiona, não consegui resistir.

Uma das minhas grandes dificuldades no meu projecto Das fotos que dão alegria... prende-se, sobretudo, com o não saber o que fotografar em cada dia. Assim, junto dois projectos num só, e já sei o que fotografar ao longo deste mês.

Acho que vai ser engraçado ver, todos os dias, as mesmas coisas fotografadas por pessoas diferentes, em locais diferentes, em vidas diferentes. 

Mais alguém interessado? É só ir ao art.soul.