Será um chapéu de Sol?
sábado, 5 de novembro de 2011
Do chá de limão... - Parte II
Eu acreditei, piamente, que dois dias depois estaria bem. Mas parece que não. Parece que hoje ainda acordei pior. A febre e a dor de ouvidos já me largaram, mas agora instalou-se a tosse. Não é mau, perder dois sintomas e ganhar um. O problema é que dores de garganta e tosse não combinam.
E nada disto combina com os meus planos para hoje.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Dos senhores que (não) trabalham neste país...
Escusado será dizer que ainda não me ligaram de volta.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Dos senhores que trabalham neste país...
Por volta das 14h liguei para a linha de apoio da Multicare. Disse que queria fazer um seguro de saúde e queria mais algumas informações. Disseram-me que iam passar aos colegas que tratam disso. Lá passaram. Pois que esses colegas não me podiam atender na altura. Pediram-me os dados e o contacto e disseram que me ligavam.
Pois. Até agora, nada.
Esta gente nem para receber dinheiro e ganhar novos clientes se mexe. Começamos bem.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Do chá de limão...
Ainda agora começou o frio e a chuva e eu já estou doente... Fantástico!
Assim sendo, dá-se dor de garganta a quem prometer estimá-la...
Assim sendo, dá-se dor de garganta a quem prometer estimá-la...
Das pequenas notas...
Menos. Muito menos. Muito, muito menos.
Não liguem. É só mesmo uma notinha para mim, para me lembrar disto amanhã quando chegar aqui e o meu cérebro já estiver recuperado.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Das coisas em que eu penso...
Um dia, hei-de encontrar alguém que goste tanto de me fotografar a mim como eu gosto de fotografar os outros.
*Ou isso, ou compro um tripé de jeito e começo a fotografar-me compulsivamente... Pois.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Da família...
Ontem alguém dizia: Mãe é mãe. E eu limitei-me a dizer que não, não é. Não me apeteceu explicar. Mas não, mãe não é mãe. Ou mãe é mãe mas mãe não é Mãe.
Já aqui falei muito nisso. Quem quiser, que dê uma voltinha por posts antigos e percebe.
O facto de uma pessoa ser responsável pelo nascimento de outra, não lhe dá direitos especiais. Dá, isso sim, deveres. E quando esses deveres são esquecidos, os direitos também são esquecidos. E isto aplica-se às mães, aos pais, às tias, aos tios, aos irmãos, às irmãs, às avós, aos avôs, and so on...
E fiquemos por aqui.
domingo, 30 de outubro de 2011
Dos updatis rapidus...
- Não há nada como acordar sem a mínima vontade de fazer o que quer que seja e pedinchar almoço aos pais.
- Em função do ponto anterior, não sei bem como vou trabalhar logo à tarde, mas hei-de descobrir.
- É possível sair do trabalho à meia-noite, ir beber um copo e estar horas a discutir Miró. Talvez insano, mas possível.
- Eu sei que a maior parte das pessoas adoraram mais uma hora para dormir. Para mim, foi mais uma de insónias. Esta semana está gira: não durmo mais do que duas horas sem acordar. E ando a dormir umas boas 4 ou 5 horas por noite. Há quem se aguente com isto. Não é o meu caso. Sim, sim, médico e medicação e tal. Um dia, talvez.
- Londres e Londres e Londres. A mala, e a roupa, e as botas (galochas ou não galochas?), e os restaurantes, e as lojas (as lojas senhores, as lojas!), e quantos dias vou prolongar a viagem porque não resisto, ...
- A seguir a Londres, já só penso no Natal. E nos presentes. E nas decorações. E tudo e tudo e tudo. Na verdade, Londres e o Natal são uma e a mesma coisa. E eu não penso em mais nada.
- Na verdade, penso em muito mais coisas. Bom, muito mais não. Mas penso. E se penso!
- Isto era para ser rápido e eu não me calo.
- Note to self: juízo Agridoce Maria, juízo.
sábado, 29 de outubro de 2011
De mais uma das minhas dúvidas...
Quantas vezes acham razoável ligar a uma pessoa que não vos atende o telefone, até perceberem que ela não quer falar convosco?
Três? Cinco?
E que tal dezanove?
Conheci a dita pessoa num contexto profissional, trocámos contactos por questões profissionais, mas depois de atender o telefone uma vez, percebi que era a última. E porque é que não atendo e peço para não me ligar mais? Porque acreditei, piamente, que a dita pessoa ia desistir ao fim de meia dúzia de tentativas. Agora quero ver até onde isto vai... A mente humana é coisa que me intriga, deveras.
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