quinta-feira, 5 de abril de 2012

The Things I Dislike... - XII

Não gosto desta coisa de ser adulta e crescida e já não receber ovos da Páscoa.

Não gosto. Pronto.




*E não, comprar não é a mesma coisa.

Do meu estado...

Estou mortinha por chegar a terras algarvias e passar três dias a comer e a beber (e agarrada ao computador...).

Mas a vontade de fazer a mala é menos do que nenhuma... Se houvesse vontade negativa, era a minha.

Abençoado Senhor Chefe que deu a tarde livre e me permite estar aqui em modo zombie, a procrastinar a tarefa de fazer a mala para me pôr a andar daqui para fora...



Pelo sim, pelo não, acho que ainda faço uma sesta entretanto. Só porque posso.*




*A maior parte das pessoas não percebe mas, para mim, ter três dias e meio sem trabalhar sabe verdadeiramente a férias. Contextualizando: eu tenho, habitualmente, uma folga por semana. Às vezes, nem isso. Três dias e meio é a loucura. Percebem melhor agora?

Do crescimento...

E, de repente, é real.

De repente, há um programa a correr mundo pela internet fora onde o meu nome aparece e que diz que daqui a duas semanas vou estar a falar num qualquer anfiteatro numa qualquer universidade.

É estupidamente importante para o meu curriculum. E é estupidamente assustador.

Vou passar o fim-de-semana agarrada ao computador. E aos Dom Rodrigos. E ao computador. E aos Dom Rodrigos.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Das coisas que nem eu entendo...

E, de repente, apetece-me dar dez passos para trás em vez de um só que seja para a frente.

Instinto ou insegurança? Stay tuned.

Das fotografias que dão alegria... - Day 61


Este foi um dos presentes que eu recebi no meu aniversário. Chegou pelo correio, dia 29 de manhã e alegrou o meu dia. Se eu já sabia que era uma sortuda, receber um mimo destes logo pela manhã foi a confirmação de que realmente tenho pessoas especiais à minha volta e pessoas que gostam de mim.

Foi enviado pela MSG e eu não podia ter gostado mais. 

Conheci a MSG neste mundo virtual. Rapidamente percebemos que temos imensa coisa em comum e só tenho pena que ela não esteja (fisicamente) mais perto porque tenho a certeza que íamos ter óptimos momentos juntas.
Como tivemos, aliás, quando em Junho passámos um fim-de-semana juntas em Lisboa e vimos Lamb no CCB (com o bilhete que ela me ofereceu só porque sim).

As pessoas desconfiam muito destas coisas das internets. Eu, felizmente, posso dizer que ao longo dos últimos quinze anos a internet trouxe mais pessoas boas do que más à minha vida. Mais do que isso, a internet trouxe à minha vida algumas das pessoas mais especiais que tenho e fui tendo à minha volta.

Porque, acredito eu, se aqui posso ser quem eu quiser, aqui também posso ser mais eu. E sou. E acredito que algumas pessoas também são.


Obrigada MSG e obrigada a todas as outras pessoas que partilham bocadinhos de si sem saber muito bem com quem. Porque eu acredito que sim, que vale a pena.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Dos disparates que eu faço...

Já bebi quatro cafés hoje. E continuo morta de sono.

Talvez devesse aprender que já não tenho idade para dormir quatro horas quando tenho trabalho no dia a seguir.

Só talvez.

Das pequenas notas que não interessam nada...

Há uma explicação muito lógica para metade deste blogue não fazer muito sentido:

- em primeiro lugar, é óbvio, porque é meu;

- em segundo lugar, porque, actualmente, mais de metade dos meus posts são agendados, pelo que nem sempre são o reflexo da minha pessoa no exacto momento em que aqui aparecem.


Assim se explica este pequeno caos, e as constantes mudanças de humor. Não que elas não aconteçam na vida da Agridoce real, só que aqui são um pouco mais evidentes. E assustadoras. Eu sei.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Das coisas que eu aprendo...

A ideia de que os homens é que dizem disparates hiperbolizados (?) durante e depois do sexo é um mito. Apenas e só um mito.</p>

Das coisas que ficavam bem onde estavam....

É curioso perceber que certas coisas só se tornam um problema se falarmos nelas.

Eu, como qualquer pessoa, tenho os meus fantasmas, os meus monstros no armário, aquelas coisas em que não quero pensar.

E, num caso em concreto, o meu armário dos monstros estava relativamente arrumado e eles não me chateavam. Não chateavam. De todo.

Até ao dia em que eu resolvi mexer neles. E agora eles passam os dias a saltar do armário.

O que não é fácil. Nada fácil. E não me dá jeito nenhum, convenhamos.

De repente, tenho medo que o passado se repita. De repente, aquilo em que eu acreditava, está tremido. De repente, voltam os medos e as inseguranças.

Sim, é verdade, os monstros no meu armário não deviam estar muito bem arrumados para isto estar a acontecer agora. Sim, devia arrumá-los. Mas a verdade é que, tirando o facto de eu ter andado a falar neles, não há razão nenhuma para que eles me estejam a assombrar de novo.

A verdade é que, se não lhes tivesse mexido, a vida seguia feliz e cor-de-rosa e eu não estava aqui a chorar baba e ranho como se o Mundo fosse acabar.



A verdade é que, às vezes, fazemos bem melhor em estar quietos...


domingo, 1 de abril de 2012

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...