quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Das corridas... - II

Sim, continuo nas corridas. Ainda não me fartei. Mas sabe-se lá quanto mais tempo isto vai durar!...

Tenho um plano de treinos todo catita, feito no  My Asics, e que diz que hei-de conseguir fazer a meia-maratona daqui a um mês e dez dias. Eu tenho cada vez mais dificuldade em acreditar nisso e pergunto-me muitas vezes onde teria a cabeça quando me meti nisto. Mas lá vou andando. Ou correndo. (piada tão básica...)

Ontem dizia o meu plano que eu devia ter feito 14km. Não fiz. Não consegui. Fiz 13 e desisti. Nunca tinha corrido mais do que 10 e, por isso, já muito me custou. No fim, ficou aquele sentimento agridoce: furiosa porque não fiz os 14 que era suposto, satisfeita porque nunca tinha corrido tanto na vida.

Até em relação às corridas eu não consigo decidir-me!... Haja paciência para a minha pessoa!


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Das coisas que me irritam...

Irritam-me as coisas que me dizes.

Não sei ao certo se me irritam por serem irritantes, se por serem verdade.

Percebo o que me dizes, percebo os teus argumentos. Concordo com alguns, discordo de outros.

Percebo que queiras o melhor para mim. Mas saberás tu o que é o melhor para mim? Saberás melhor do que eu? O que eu acredito que é o melhor, é o mesmo que tu acreditas que é o melhor?

Quando me dizes as coisas que dizes, quando entras pelo meu peito e com as tuas mãos remexes o meu eu mais profundo, quando trazes ao de cima aquilo que me dá tanto trabalho a esconder, quando tocas em todas as feridas, quando ainda atiras álcool, quando não me deixas ficar sem resposta e me prendes para que não possa fugir, estarás a fazer o que é melhor para mim?

Não será o melhor para mim ficar no meu canto, no meu sossego, na minha bolha e no meu mundo? Não será o melhor para mim manter este equilíbrio forçado, esta máscara dia e noite, este armário cada vez mais carregado, este peito a transbordar?

Não será?

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Das conclusões a que eu chego...

Não estou preparada para isto.

E é uma grandessíssima merda.

Das palavras dos outros...


E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...


(Florbela Espanca, «Charneca em Flor», in «Poesia Completa»)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Das mini-férias...


Daqui a exactamente três semanas irei passar uns dias a Praga.

Problema? Ainda não pensei em nada, ainda não vi nada, ainda não planeei nada.

Se quiserem dar sugestões, estão à vontade.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Do mau feitio...

A propósito deste texto.

Eu tenho mau feitio. Eu reconheço-o e a maior parte das pessoas à minha volta também o identificam.

Mas não é o mau feitio que é referido neste texto. Na verdade, não me identifico com nada do que ali é dito porque, efectivamente, aquelas situações não são de mau feitio.

Mas eu tenho mau feitio. Se também tenho mau amor? Tenho, pois!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Do tempo que voa...

Janeiro passou a voar. Como? Como é que já estamos em Fevereiro?

Não sei bem o que dizer de Janeiro. Só mesmo que passou depressa. Muito depressa.

Foi um mês de coisas novas. Mas também foi um mês de lidar com fantasmas antigos.

Foi um mês de descobertas, de aprendizagens, de dar e receber. Foi um mês de sorrisos, de gargalhadas, de olhares, mas também foi um mês de lágrimas.

Janeiro foi um mês com algumas decisões. Uma delas, faz hoje um mês. Outras, serão concretizadas ao longo do ano. Outras, estão ainda em suspenso por não dependerem só de mim.

Janeiro foi um bom mês. Acho. Mas passou demasiado depressa.

Fevereiro é o mês do meu aniversário. E sim, este ano faço mesmo anos. E Fevereiro vai ser também o mês em que vou voltar a viajar. Se Fevereiro quiser passar depressa até dia 26, não me oponho.

Do meu fim-de-semana...

No fim-de-semana rumei a Sul. Não deixa de ser curioso que depois de tantos anos e tantas idas ao Algarve, ainda existam sítios que eu não conheço.

Desta vez, estive perto de Faro. Conheci a Ilha de Faro. Passei por Olhão. Almocei em Loulé.


À ida para baixo o jantar foi em Palmela. Nada como aproveitar o trânsito parado à saída de Lisboa para passear no Zomato e descobrir um restaurante para experimentar. A pizza estava óptima e a sangria de espumante deliciosa.


No Sábado, o jantar foi na Ilha de Faro no Wax. Um espaço muito engraçado, ao qual tenho pena de não ter tirado mais fotografias. Mas o ambiente era óptimo e a comida era boa. Deve ser um sítio espectacular no Verão!


Domingo de manhã houve caminhada de 10 km junto à Ria Formosa e no cimo desta montanha de sal nas salinas demos com uma bandeira portuguesa plantada.
  


Estava um dia de Sol maravilhoso e o mar estava com um azul paradisíaco. Somos uns privilegiados por termos dias destes em Janeiro, em que passeamos à beira-mar de manga curta, resistindo à tentação de dar um mergulho.


Já estreei os ténis-mai-lindos na água do mar. Estão devidamente baptizados e abençoados para irem fazer a meia.

E custou muito regressar a Lisboa. À rotina. Ao trânsito. Ao caos. Ficou a vontade de fugir daqui mais vezes.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Das minhas noites...

Continuo sem conseguir dormir. A noite passada foi particularmente má. Não me lembro quando foi a última vez que dormi mais do que três ou quatro horas seguidas. Ando cansada. Sem cérebro. Hoje acordei com uma neura e um nível de rabugice a ultrapassar todas as escalas. Sei que isto me consome. Que dá cabo de mim. Que não posso continuar assim muito mais tempo. Só não sei bem o que fazer. Há dias falava com um recém-amigo que é médico que me dizia que provavelmente isto está associado a algum estado ansioso. Que posso tomar comprimidos para dormir mas que se não resolver o que está a provocar isto, não vai adiantar nada. Pois. Obrigada. Que há excesso de ansiedade na minha vida já eu sei. Não sei é bem o que fazer com ela.

Mas um dia hei-de descobrir.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Das coisas que aparecem no momento certo...

6.nyspirit

Tirado daqui. E fez um sentido tremendo para mim depois da conversa que tive ontem antes de adormecer. Será o meu mantra para os próximos tempos. Tem de ser. Não posso continuar a fechar portas na minha vida com receio do que virá se as abrir.

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...