quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Das considerações sobre os dotes alheios...

Perdoai as generalizações, Senhores. Perdoai.

Mas, sinceramente, os homens são burros. São burros, pronto. São fortes e capazes e com muitos e variados dotes. Mas a inteligência não é um deles.

E a maior burrice de um homem, Senhores atentai bem, é subestimar a inteligência de uma mulher. E fazem-no tantas vezes, Senhores! Pobres deles, que o fazem tantas vezes!...


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Das fotografias que dão alegria... - Day 7


Em dia de fazer a cama de lavado (já disse que adoro dormir em camas feitas de lavado?), fica uma fotografia de um detalhe do cobertor que tenho posto na cama.

Não é o mais bonito. Mas é, seguramente, o mais antigo que conheço. Lembro-me deste cobertor há mais de vinte anos. Há inclusivamente fotos minhas em que aparece este cobertor, com mais de vinte anos.

Este era o cobertor que eu e o meu irmão usávamos quando vivíamos na casa de Queluz para, entre o móvel da sala, o sofá e a mesa de apoio, criar a nossa tenda, os nossos esconderijos, ou simplesmente uma muito pseudo-cama de rede, onde convencíamos o meu pai a deixar-nos dormir.

Não é o mais bonito. Mas é, seguramente, o mais especial.

Das campanhas que nos deixam a sorrir...

A Santini lançou uma campanha para acabar com o abandono dos gelados no Inverno.

Ide ver o vídeo, ide!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Das fotografias que dão alegria... - Day 6



Esta foto também não é de hoje, obviamente. E não sei se já a teria posto aqui.

Preciso de férias. Urgentemente. Só estou à espera de saber como fica a minha vida lá no estaminé para pegar em mim e na Mary Cookie e rumar ao Sul. Onde esta foto foi tirada. A Lagos. Onde ainda não fui capaz de voltar. Mas onde sei que tenho e devo voltar.

Da minha carreira perdida na representação...


Curiosa esta sensação de entranhas revolvidas.

Este arrepio frio, esta vertigem, este não sentir o chão.

Há um aperto no peito. Um nó na garganta. Uma sensação de queda.

É difícil descrever o que sinto. É uma sensação que senti apenas raras vezes. Felizmente. Porque é das piores sensações que já senti.

Curiosa também a imagem que têm de mim. Eu sou a má da fita. A cabra. A fria. A racional.

Devia ter ido para o teatro. Talvez ganhasse algum dinheiro a fingir o que não sinto.



Das constatações matinais...

O facto de eu não demonstrar as minhas emoções, não significa que não as tenha.

Esclarecidos?

domingo, 5 de janeiro de 2014

Das fotografias que dão alegria... - Day 5



Não é de hoje. É de há exactamente uma semana atrás. Mas é uma foto. De uma obra a que achei piada.

Foi tirada no CAM, quando fui ver a exposição do Amadeo de Souza-Cardoso. A quem não viu, fica a recomendação: ide ver, até 17 de Janeiro. Aos Domingos não se paga. Não há desculpa possível!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Das fotografias que dão alegria... - Day 1

Para este ano quero... Continuar a dar muito uso ao meu pequeno Kindle (que foi provavelmente a melhor coisa que me ofereceram em 2013) e voltar a fotografar. Muito. Mesmo que seja com o telemóvel. Mesmo que seja com uma qualidade duvidosa. Quero que a fotografia volte a fazer parte dos meus dias. Todos os dias.


Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...