terça-feira, 11 de agosto de 2015

Do maravilhoso mundo laboral...

Lá no estaminé onde trabalho temos uma coisa fantástica que é a eleição do colaborador do trimestre e do colaborador do ano. Não, não trabalho no Mc Donald's. E não, na verdade não é uma eleição porque ninguém elege ninguém. Isso é nas democracias. Ali há alguém que decide, consultando, eventualmente, duas ou três pessoas. Não é exactamente uma eleição.

Mas, dizia eu, temos então esta maravilhosa iniciativa, cujo vencedor é anunciado na reunião geral de trabalhadores que é feita trimestralmente e onde se analisam os objectivos para o ano, se faz um ponto de situação dos mesmos, se partilham novos projectos e ideias.

Calhou que na última vez a colaboradora do trimestre foi... a Agridoce, pois claro! Festa! Confettis! Foguetes! Ou então não...

Para que serve este prémio? Para nada. Serviu para dar umas gargalhadas quando uma colega, que concluiu agora o seu estágio e está há pouco tempo na casa, me disse ingenuamente "pelo menos, ganhas mais algum". Pois. Ou então não. Não ganho nada. Minto. Ganho um almoço com o big boss. Fantástico, não?

Sim, eu acho que os prémios são maravilhosos e fantásticos e importantíssimos para manter a motivação. Mas prémios a sério. Não este pseudo-reconhecimento de um bom trabalho prestado. Digam o que disserem, a malta gosta mesmo é de receber mais uns euros!

Ironia da coisa? Já tinham existido outros momentos em que eu acharia que merecia o dito reconhecimento. Desta vez, e tal como tinha dito à minha chefe na reunião de avaliação semestral, tinha plenamente consciência que não andava no meu melhor rendimento, que andava desmotivada, e que tinha de me esforçar mais e melhorar no segundo semestre, para garantir o cumprimento dos objectivos. Há lá coisa melhor que receber um prémio que temos clara consciência que não merecemos?

domingo, 9 de agosto de 2015

Das coisas que me preocupam a um Domingo à noite...

A cinco dias das férias, dedico-me a encher o kindle de livros para me entreter. 

Só levo um livro em papel: vou-me estrear num Tordo. Tenho ali outro que talvez vá comigo, mas que não entra exactamente na categoria de "livros para me entreter".

Sugestões? Livros para partilhar?

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Das fotografias que dão alegria...

Qualquer dia transformo-me num daqueles blogues em que os pequenos-almoços são sempre maravilhosos e dignos de capa de revista.

Ou então não.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Das coisas que me intrigam... - V

Que país é este em que, pelo terceiro dia consecutivo, no telejornal de um dos principais canais nacionais, o jornalista explica o que é uma selfie? É este o nosso jornalismo?

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Das coisas que me intrigam... - IV

Não consigo perceber o que leva alguém que, claramente, não domina o inglês, a insistir em escrever posts na dita língua.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Das coisas que me intrigam... - III

Aquelas pessoas que andam por aí a espalhar comentários a torto e a direito com o único propósito de atraírem visitas aos seus blogues...


Isto da blogoesfera revela coisas muito curiosas sobre o ser humano...

terça-feira, 21 de julho de 2015

Das dietas...

Não é fácil, isto de querer emagrecer.

Ao fim de quase um mês, perdi cerca de um quilo. Nada de jeito, portanto. Se vir as coisas pelo lado positivo, dado que só queria perder dois quilos, consegui 50% do objectivo mas... Não é suficiente.

A verdade é que pelo meio houve aniversários, jantaradas, um baptizado, mais jantaradas e almoçaradas...

Tenho feito um grande esforço durante a semana, para poder compensar a desgraça dos fins-de-semana. Acabaram-se os gelados (e outras sobremesas) à hora de almoço. Acabou-se o chocolatinho depois de jantar. Acabaram-se os doces em geral durante a semana. Reduziram-se os hidratos de carbono ao essencial (pequeno-almoço e, por vezes, ao lanche). Porto-me (quase) lindamente.

Os fins-de-semana é que são a desgraça!... É a comida, é a bebida, são os doces, é o pão com queijo... Tenho de ser mais forte e não sei como.

Ideias milagrosas?

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Do difícil que é crescer...

Crescer é difícil.

Crescer custa.

Crescer é uma treta.

Porque crescer implica, entre muitas outras coisas, ter de tomar decisões.

Era tão mais fácil quando, há 15 ou 20 anos atrás, as únicas decisões que eu tomava diziam respeito ao sabor do gelado que queria comer ou ao programa que queria ver na televisão (até isso era mais fácil, com apenas quatro canais).

Hoje em dia, ninguém decide por mim. Bom, a verdade é que eu também não gostaria que decidissem por mim. Crescer também significa autonomia e liberdade, o que é bom.

Mas há decisões que eu preferia não ter de tomar. Daquelas que não nos deixam dormir noite após noite. Daquelas que tomamos e que sabemos, temos a certeza, que nos vão atormentar até ao fim dos dias, por não termos a certeza de ter feito a coisa certa. 

Este é o momento em que qualquer psicólogo/a nos diz qualquer coisa como: tomou a decisão que lhe parecia a mais correcta naquele momento, com base na informação que tinha naquela altura. Fez o que achava que era o melhor, e isso é o mais Importante.

Mas não. Não chega. Não conforta. Não traz o sono de volta nem dissipa a dúvida.

Resta-me esperar que o tempo, esse santo milagreiro, faço o seu trabalho do costume.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Das coisas que me intrigam... - II

Acho muito curioso ver num anúncio de emprego as seguintes competências desejadas:

- Auto motivado;
- Prático;
- Racional.


Gosto sobretudo do racional.

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...