quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Dos meus disparates alimentares...

Estava com super-hiper-mega desejos de comer um croissant com queijo. Passei no supermercado, comprei croissants e comprei queijo.



Agora estou aqui que nem posso, cheia como tudo, a tentar não deitar tudo fora... 

Das modernices...

Amanhã tenho de ir buscar uma pessoa ao aeroporto. Como é que eu a identifico? Vou ao Facebook, pois claro.


Há coisas fantásticas, não há?

Dos seguidores...

Ando a perder seguidores... Deve querer dizer alguma coisa!...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Do que eu não entendo...

A noite passada pouco dormi. Mas, pelos vistos, isso não faz com que tenha sono agora ou consiga adormecer.

O stress das últimas horas e a antevisão das próximas também não ajudam,  não.

Estou farta das pessoas. E dos problemas das pessoas. E dos dramas das pessoas. E das intrigas das pessoas.

Estou farta. Queria estar quieta no meu canto com os meus próprios dramas. Mas não.

Do meu estado de hoje...

Não há maquilhagem suficiente no Mundo para disfarçar as minhas quatro horas de sono...


domingo, 2 de outubro de 2011

Das hipóteses...

Imaginem esta hipótese muito hipotética...

Imaginem que eu precisava de passar um mês em Londres. O que me aconselham em termos de alojamento? Residências de estudantes? Hostels? Apartamentos para férias?

É só uma hipótese e nem sequer é para este ano mas preciso fazer contas à vida e saber se seria viável... Bem posso passar os próximos meses a pão e água!...

sábado, 1 de outubro de 2011

Das pessoas...

Regra geral, escrevo para refilar das pessoas. Mas hoje escrevo para dizer que ainda tenho esperança nas pessoas. 

Esta manhã tive a oportunidade de ajudar numa recolha da Associação EntreGatos (de onde veio a Amorazita) e, contra todas as minhas expectativas, acho que correu bem. As pessoas ajudam. Umas mais, outras menos, mas ajudam.

Talvez por ser novata nestas coisas, cada entrega sensibilizava-me muito. Parola que sou, só me apetecia agarrar-me às pessoas e abraçá-las (não o fiz, não se assustem). Mas nunca pensei sentir-me assim: tão comovida, tão tocada, tão feliz por receber um saco de areia ou de comida. Para quem oferece são dois ou três euros, para os gatos que recebem é uma esperança de vida.

E isto fez-me acreditar um bocadinho mais no Mundo e na nossa espécie. Talvez, só talvez, não sejamos assim tão maus. Porque ainda há quem páre para ajudar. Ainda há quem dê um pouco de si e do seu dinheiro para melhorar a vida dos animais. 

Ainda há esperança!...

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...