sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Da Agrizombie...

Ando sem vontade para nada. Rien de rien. Hoje depois do banho deu-me uma fúria e andei em passo (muito acelerado) a arrumar pela casa toda tudo o que não me apeteceu arrumar nos últimos dias. Deu-me forte, mas passou-me depressa.

Dom estômago também não ajuda. Ontem passei a noite sem dormir com uma simpática paragem de digestão. Passei o resto do dia com dores e o trabalho foi um martírio. Hoje, também não dormi grande coisa mas acordei sem dores. Comi leite e cereais e estou, desde então, a fazer um grande esforço para não os deitar fora. Já tinha saudades das minhas crises de estômago!... (ou não...)


Oferece-se estômago. Aceita-se vontade e energia.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

The Things I Dislike... - X

Irrita-me profundamente que pessoas sem um pingo de moral para falar me andem a dar na cabeça, a apontar o dedo e/ou a pedir justificações.

Não há paciência. Não há mesmo. E eu, parva que só visto, digo que sim senhora, peço desculpa nem sei bem pelo quê e rogo pragas, muitas pragas.

Sim, eu falho. Falho muito. Falho pouco. Depende dos dias. Tanto quanto sei, todos falhamos. Agora temos é de pensar muito bem antes de andar para aí a apontar o dedo aos outros.

Isto tira-me do sério. Tira-me do sério porque se há coisa de que me orgulho é de ser profissional no meu trabalho. É de ser boa no que faço. Não sou perfeita, mas sou boa. E raramente falho. Mas à mínima falha apontam-me o dedo. Chateia-me. Já que passam a vida a dar um desconto aos outros, que tal darem-me um bocadinho de desconto agora? Só um bocadinho. E só agora. 


Não era mau de todo.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Do Casamento do Ano... - VIII

Acho, sublinho o acho, que tenho o problema do vestido resolvido. Vou reutilizar um que comprei o ano passado e que só usei uma vez e ainda para mais numa ocasião em que ninguém da família estava presente.


Sim, é o casamento do meu irmão. Sim, eu sou a madrinha. Sim, adorava levar um vestido novo. Sim, fico assim a modos que um bocadinho triste e pouco convencida com esta opção.

Mas sim, os tempos estão difíceis. Mas sim, o único vestido de que gostei realmente custa mais do que alguma vez pensaria dar por um vestido. Mas sim, este vestido que tenho também é muito giro e fica-me bem. 

E sim, vou personalizá-lo. E sim, vai ficar único. E sim, vai ficar lindo. 

E sim, tento convencer-me que o vestido não interessa nada e quero é que corra tudo bem e eles sejam felizes.



E ficamos assim.

Das experiências...

Uma vez que não há comprimido que me ponha a dormir hoje, estou a desvendar os mistérios do blogger para telemóvel. E não está fácil.

domingo, 4 de setembro de 2011

Das músicas que não me saem da cabeça...

Há momentos em que a vida parece demasiado pesada.

Há momentos em que acreditamos, piamente, que não somos capazes de suportar mais.

Há momentos em que o tudo parece o nada e o nada parece o tudo.

Há momentos confusos, difusos, sombrios, distorcidos. Momentos em que nós não somos nós e a nossa vida não é a nossa. Ou assim gostávamos que fosse. Ou não. Às tantas, nem sabemos.

Há momentos em que pensamos sobre as nossas escolhas. Sobre os caminhos que seguimos. Sobre os caminhos que não seguimos. Sobre as pessoas que temos ao nosso lado. Sobre as pessoas que deixámos para trás.

Há momentos em que nos apetece optar pelas escolhas mais fáceis. Aparentemente, mais fáceis. Só porque sim. Só porque nos apetece baixar os braços e não lutar mais. Porque estamos cansados. Porque achamos que não aguentamos mais. Ou só porque não nos apetece, simplesmente.

Há momentos em que não sabemos o que fazer. E há momentos em que sabemos exactamente o que fazer e não temos coragem.

Há momentos em que queríamos poder fazer reset. Há momentos em que apenas o delete podia resolver o problema.

Há momentos em que nada faz sentido. 

Há momentos.

Do que eu gostava de dizer...

Eu gostava de ser capaz de chegar aqui e escrever qualquer coisa super inspirada e profunda. Assim qualquer coisa cheia de sentimentos e significados. Daquelas que os poetas escrevem em noites de Lua cheia (estou a esforçar-me!...).

Mas não sou. Não vale a pena. Instead limito-me a uma palavra: empty. É como me sinto. É como sinto a minha vida. E não, misturar palavras em inglês com palavras em português não é para dar um ar mais um cool (e insisto...). É mesmo porque hoje nem o falar faz sentido.

Mas há coisas que voltam a fazer sentido. Há palavras que voltam a fazer sentido. E isso não é bom, não.

sábado, 3 de setembro de 2011

Do meu Coche... - III

Dom Coche lá regressou a casa, ontem ao fim do dia. Estava a habituar-se bem, estava. Finalmente, encontrou alguém que o aspirou e lhe deu banho.

Entre revisão, inspecção, buzina e velas de ignição, deixou-me arruinada. Assim sendo, não há cá vestidos XPTO e super hiper mega caros para ninguém. É que o facto de eu não receber do emprego nº2 desde Junho, não ajuda, não...

Mas pronto, não tenho vestido, mas tenho um carrinho lindo e lavado, que já buzina e está pronto para as curvas. Para o ano há mais!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Do Casamento do Ano... - VII

Enquanto eu continuo na saga do vestido (está quase, está quase...), a minha irmã mais nova diz-me, via Facebook, que vai levar não um, mas dois vestidos. Um que eu lhe emprestei e outro que a nossa irmã do meio lhe emprestou.

Realmente, quem tem irmãs mais velhas tem tudo...

Do meu coche... - II

Dom coche é um vadio, é o que é. Apanhou-se fora de casa e não quer outra coisa. Afinal dorme lá mais uma noite, amanhã vai à inspecção, e só depois é que volta para casa, fresco e fofo.


Olá coche... Adeus vestido...

Do regresso à realidade...

Dona Agridoce regressou ao fantástico mundo da procura de emprego... Hoje, dois anúncios respondidos. Vamos ver.

Enquanto não sei no que vai dar o projecto, vou disparando o meu curriculum por aí. Mal não faz, e pode ser que corra bem.

A bolsa está-se a acabar e o meu emprego nº2 é o melhor do Mundo, mas nem sempre dá para me sustentar.

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...