Pêssego e café foram os licores do dia... E tenho ali o de kiwi e o de alfarroba a fermentar... Sim, sou doida. Mas tenho de aproveitar as frutas que tenho agora! E não podia desperdiçar o saco de alfarrobas que trouxe dos Algarves... Era suposto já serem para o Natal, mas algo me diz que não duram até lá!...
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Dos clicks na nossa vida...
A propósito de uma mãe que estava a ser molhada na praia pelo filho e que lhe dizia Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti, pus-me a pensar sobre isto...
Esta é uma frase, mais ou menos, habitual nas nossas vidas. Lembro-me de andar na escola primária e de a dizer aos meus colegas quando me chateavam com alguma coisa. Também a dizia ao meu irmão. Aos meus primos. A quem quer que fosse que fizesse algo que eu não gostasse.
Mas era apenas uma frase. Apenas um conjunto de palavras. Sem grande sentido, sem grande significado, sem grande peso.
Os nossos pais (ou só o pai, no meu caso) educam-nos, ensinam-nos valores, princípios, normas de comportamento. Dizem-nos que devemos dizer Obrigada, Por favor, Desculpe. E nós vamos dizendo e fazendo o que eles nos ensinam.
Mas só anos mais tarde, muitos anos mais tarde, é que se faz luz na nossa cabeça. Só anos mais tarde é que nós percebemos a importância de um Obrigada. Só anos mais tarde deixamos de o dizer por obrigação, e passamos a dizê-lo porque o sentimos, porque percebemos a sua importância e o seu peso.
Tal como só anos mais tarde percebemos que não devemos fazer aos outros o que não gostamos que nos façam a nós. Demora, mas há um momento em que se dá um click e nós percebemos que a vida é feita de ciclos, de energias, de what goes around comes around. Percebemos que não podemos mesmo fazer aos outros o que não gostamos que nos façam a nós.
É, então, que nós crescemos. Que nos tornamos adultos. Que nos tornamos conscientes e responsáveis. É, então, que nós podemos optar por dizer Obrigada ou ficar calados. E é, então, que somos boas ou más pessoas. Por opção. De forma consciente. Porque sim ou porque não. Independentemente do esforço (maior ou menor) que os nossos pais fizeram para nos educar. É, então, que nós escolhemos o tipo de pessoas que queremos ser. E somos nós, e só nós, que o escolhemos.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Das minhas dúvidas televisivas...
Será que os Senhores da TVI ainda não viram o potencial que há na blogosfera para um reality-show de sucesso? Hum?
Já estou a imaginar... Quem é que acham que ganhava? E quem é que era logo expulso? Façam as vossas apostas!
Do que eu percebo de Futebol...
Eu, realmente, acho uma certa piada ao mundo do futebol.
Nos dois anos seguidos em que o Sporting ganhou a Supertaça frente ao Porto (e eu estive lá para ver!), os portistas só diziam que a Supertaça não interessava para nada, que era uma fantochada, yada yada yada...
Hoje, ganharam ao Guimarães e são os maiores do Mundo e são um máximo e tudo e tudo e tudo!
Alguém me explica?
domingo, 7 de agosto de 2011
Das muito mini-férias... - O Regresso
Comi muito...
Bebi muito...
Fotografei muito...
Mesmo muito...
Eu não disse que fotografei muito?...
Almocei sempre no mesmo sítio...
E regressei com um pôr-do-Sol lindíssimo...
sábado, 6 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Das muito mini-férias...
A esta hora, espera-se, já vou em direcção ao Sul. São só três dias. Mas vou estar com as minhas pessoas e vou recarregar baterias.
Vou organizar ideias. Pensamentos. Sentimentos.
Espero, não sei como nem onde, encontrar as forças que me têm faltado.
Espero vir mais calma, mais tranquila, mais descansada.
São só três dias e eu espero tanta coisa!... Ingénua, não? Ou tola, que é o mesmo...
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Do Casamento do Ano... - V
Uma tarde inteira. Uma tarde inteira em busca de vestidos e nada. Nada.
Vi muitos, experimentei muitos, mas ainda não encontrei O vestido. Eu sou esquisita, que sou, mas acho que já chega...
Já me estou a mentalizar para deixar passar um mês, esperar que acabem os saldos e que as novas colecções cheguem, e depois logo volto a tentar...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Das viagens...
A minha viagem barra visita de estudo a Paris foi cancelada. O que é uma grande treta, diga-se. Ia ser uma semana a aprender muitas coisas sobre arte, o mundo da artes, e os mercados de arte. Com especialistas, entendidos, com galeristas, com visitas a museus e tudo e tudo e tudo. Mas não. Foi cancelada.
A parte boa, é que não me estava a apetecer passar uma semana em Paris com esta agitação toda, para chegar a Lisboa 6ª à noite, e ter o casamento do ano no dia a seguir.
A segunda parte boa, é que isto me deixa o orçamento mais folgado.
Eu sei que há um dito popular qualquer sobre isto, mas o meu cérebro está em paragem e não me lembro qual...
A parte má, é que agora me apetece ir a Paris. Eu, que nem sequer gosto de Paris. A verdade é que me apetece ir a qualquer lado. Paris, Porto, Pombal... Qualquer coisa.
O que eu preciso mesmo é de sair daqui. Desligar. Afastar-me. Arrumar as ideias.
Mas... Há sempre um "mas"... Há a hipótese de no final deste mês poder fazer A viagem. Aquela que me vai arruinar o orçamento para o resto do ano. É só uma hipótese mas não quero arriscar que ela se torne real e eu a contar tostões... Assim sendo, Paris vai ter de esperar. Quanto ao resto, logo se vê.
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