segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Se eu poderia viver sem a Zon?

Podia... Mas não era a mesma coisas!

Estes anúncios são para lá de irritantes! E irritante é também o serviço da Zon. Há dias deixei a gravar um programa e quando fui vê-lo, faltavam os últimos dez minutos. Ok, dá-se um desconto, a programação pode ter atrasado e eles não têm culpa. Como os programas repetem dezenas de vezes, fiz uma segunda tentativa. Sento-me no sofá para ver o meu programazito (o último episódio do Top Chef, btw), carrego no "play" e tenho uma simpática mensagem a dizer que devo ligar e desligar a box, se quiser ver aquele canal. Ora portanto, se eu deixei a box a gravar, era porque não estava lá para ligá-la e desligá-la. Aqui enlouqueci. Mesmo. Anda uma pessoa a pagar mais todos os meses, para isto. Mas, vá lá, à terceira tentativa de gravação foi de vez e pude ver o Harold ganhar!

Isto de poder gravar programas é giro que se farta, mas se funcionasse bem era ainda mais giro!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Os meus Louboutin...

Cenário: os dois enroscados no sofá a ver um filme. Diálogo:


Eu: Um dia vais comprar-me uns daqueles, não vais?

Ele: O quê? Os sapatos?

Eu: Sim...

Ele: O que é que são?

Eu: Louboutin...

Ele pega no telemóvel, com um ar muito comprometido: Como é que isso se escreve?

Eu desato-me a rir: Amor, estes sapatos são de outro nível. Só entram nos meus sonhos mesmo.

Ele: Mas quanto é que custam? Mil euros?

Eu: Por aí... Há uns mais baratitos, a quinhentos e assim.

Ele: Então mas até mil euros pode ser!...


E eu dou-lhe abraços e beijinhos e digo-lhe que ele é tolinho. Ele acha que já que eu não o deixo comprar-me um carro novo, pode gastar o dinheiro nuns Louboutin. E até podia. Mas eu não deixo! Onde é que já se viu ter uns sapatos que valem mais que o meu carro? Só se tivessem um mecanismo de tele-transporte! Quanto eu tiver um carro à altura, logo o deixo comprar-me os Louboutin. Ou não. Forreta como sou...



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Das Compras de Natal...

Já tenho uma boa parte das prendas compradas, e as que não estão compradas estão decididas e encaminhadas (à excepção de duas)! Nada como começar cedo a pensar nestas coisas.

Truques para as compras de Natal? Os do costume:
- começar por fazer uma lista das pessoas a quem vamos oferecer um presente e definir um orçamento;
- nessa mesma lista, ir tomando nota das ideias que temos ou das dicas que as próprias pessoas vão dando;
- começar as compras o mais cedo possível, para ver tudo com calma, encontrar a prenda certa, e não comprar a primeira coisa que nos aparece à frente, só para despachar!

Eu vou optar, sobretudo, por coisas úteis: coisas para a casa (incensos ou velas, para quem gosta - ou verdadeiras utilidades, não gosto de oferecer "bibelots"), coisas para o corpo (cremes, perfumes, géis de banho, etc), roupa (para as meninas adolescentes mais vaidosas), coisas para a boca (chás, chocolates, etc), entre outras.

Estou morta de curiosidade para saber o que o marido me vai dar. Ele não pára de fazer pirraça e de dizer que eu vou adorar e chorar e morrer e tudo e tudo! E eu, curiosa como sou, fico a roer-me! Mas eu respondo-lhe à letra, porque sei que ele também vai adorar a prenda dele, as prendas, quero eu dizer, já que ele faz anos dez dias antes do Natal. E uma delas inclui uma noite fora de casa... E mais não digo!

E já só falta um mês!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Dia Não...

Hoje estou em dia não. Estou. E não há muito a fazer. Queria falar sobre isso, mas é difícil falar sem falar.

Há uma lei normal da ordem da vida. Há, ou devia haver. E quando essa ordem se altera, é complicado. É muito complicado.

Todos nós crescemos a achar que os nossos pais estão lá para nos ajudar, para lhes pedirmos ajuda quando precisamos, para nos apoiarem quando temos problemas para resolver. E achamos que vai ser sempre assim.

E quando não é? E quando o que se passa é o inverso? E quando são os filhos a resolver os problemas dos pais? E quando são os filhos a suportar os disparates dos pais? O que é que os filhos fazem? Os filhos ajudam, claro. Ser pai e ser filho é isso mesmo. Não é uma relação só com um sentido. Mas, da mesma forma que quando os pais ajudam os filhos há contrapartidas, quando o inverso sucede, também devia haver contrapartidas. Mas não. E vamos dizendo que sim. Uma e outra vez. E mais outra. E outra. Mas chega a uma altura em que começa a saturar.

Estamos numa fase da nossa vida em que nos matamos a trabalhar, não temos quase vida (nem a dois, nem social), e andamos ocupados e preocupados a comprar o que nos falta para a casa (que é tanto). Não precisamos de problemas que não são nossos. Não precisamos. Desculpem o egoísmo, mas se não querem as contrapartidas, se não querem a nossa ajuda, a nossa opinião, então não nos peçam para resolver problemas que não são nossos. E tenho dito.


E, para terminar, só tenho a acrescentar que cada vez valorizo mais o meu pai. Obrigada, pai, por me teres ensinado a ser como sou: ponderada, responsável, exigente e muito, muito racional.

sábado, 21 de novembro de 2009

Vamos lá ver uma coisa...

Cantar o "Hallelujah" não é para qualquer um. Não é.

Hallelujah, para mim, é sinónimo de Jeff Buckley. Sim, a música original é do Leonard Cohen, mas, para mim, pensar no Hallelujah, é pensar no Jeff Buckley.

E não é qualquer um que está à altura dele. E não é qualquer um que pode cantar o Hallelujah. Não é.

E o Pedro Abrunhosa é um qualquer. E não pode cantar o Hallelujah. Não pode. Não pode. Não pode.

E muito menos pode começar um concerto a cantar o Hallelujah.

E muito menos ainda pode (tentar) cantar o Hallelujah, não sabendo a sua letra.

E isto é tudo o que há para dizer sobre o concerto dele de ontem à noite. E tenho dito.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Querido Pai Natal... (Update)

Parece que há esperança... Se calhar (só se calhar, ainda está por confirmar), no dia 24 só trabalho até às quatro! Será que o Pai Natal me ouviu?...

Era tão bom! Era mesmo, mesmo bom! Assim ainda tinha tempo de preparar a maison toda e preparar-me a mim! Não me estava a imaginar a sair às oito da noite, com 16 pessoas à minha espera para jantar, em nossa casa...Mas o melhor é não falar muito nisto, para não agoirar! Shiuuuuu....



E hoje já comprei mais quatro prendas de Natal e três de aniversário (a mania que esta gente tem de fazer anos perto do Natal!... E não, eu não sou de dar prendas dois-em-um, acho isso pavoroso!). E já comprei mais uma série de coisas para a Ceia de Natal! Ainda não tenho é mesa nem cadeiras, nem copos, nem talheres... Oh God!

Das prendas que comprei, fica a sugestão: garrafas Sigg. São garrafas reutilizáveis e laváveis, amigas do ambiente, práticas e com designs muito fashion. A Sigg apela a um mundo mais verde, mais consciente, com menos desperdícios, mas sem perder o estilo. Além disso, a Sigg faz parte do projecto 1% For The Planet, doando 1% dos seus lucros a este grupo, que procura construir um mundo melhor. A mim, convenceram-me! Espero que também convençam quem a vai receber!

Ó, faz favor!... Quem é que abriu a janela?

Tenho frio, muito frio. Passei o dia com arrepios e espero não estar a ficar doente...


Encontrei esta imagem na net e achei-a deliciosa! Só tapava era os deditos dos pés. Mas não me importava nada de agora estar assim: quentinha, confortável, em casa, e a beber um chá.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Meet Lady...


Eu acordo de manhã (com dores no pescoço, não sei bem porquê...), e deparo-me com isto:


Esta é a Lady. A nossa pulguenta já aqui tantas vezes referida. Só gosta de dormir no meio das nossas pernas ou em cima da minha cabeça. E como não é fácil dormir com uma gata em cima da cabeça, eu vou-me afastando e desviando. Quando dou por mim, a minha almofada já não é minha, e eu estou a dormir à beira da cama, fora da almofada.

Mas gostamos dela na mesma. Gostamos muito dela porque quando não está a ser demoníaca, é a coisa mais doce do Mundo!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Adriana



E quem é a Adriana, perguntam vocês? Pois, eu confesso que também não fazia a mais pequena ideia até ao Sábado passado.

A Adriana é uma jovem de 25 anos, portuguesa mas residente nos EUA, que acabou agora de lançar o seu primeiro álbum. Segundo o site oficial, a sua voz "vai-nos envolvendo docemente, com vagar, nos meandros de uma pop leve, levezinha que navega livremente entre o jazz, a bossa nova e uma música portuguesa sem idade".

Sábado passado assisti a um concerto dela e gostei. É uma música leve, que entra bem no ouvido, que é "confortável" de ouvir. Eu tenho sempre uma certa dificuldade em caracterizar aquilo que vejo/oiço, apesar de ver muita coisa. Mas gostei. E isso, vindo de mim, é muito (olha a modéstia!). Fiquei com curiosidade de ouvir mais, de conhecer mais. A Adriana é alguém que percebe de música. Percebe muito de música. Ela canta, ela compõe, ela toca flauta, guitarra e piano. E não há assim tantas artistas com estas capacidades todas juntas! A juntar a isso, conseguiu criar músicas agradáveis, em português (o que vai sendo raro), e consegue ter presença em palco e fazer um bom concerto.

Não é o tipo de música que eu adore ou que vá a correr comprar o disco, mas acho que a rapariga tem futuro, e é daquela música que sabe bem ouvir quando estamos no stress do pára-arranca da cidade. Ou quando estamos numa esplanada ou num bar à conversa. Ou em qualquer outra altura que nos apeteça ouvir boa música.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Da Ecologia...


E desde ontem que a nossa casa se tornou mais ecológica e diminiu um bocadinho a sua pegada ecológica. Começámos a usar os nossos guardanapos de pano! Tinha-os comprado na Loja do Gato Preto e pedi à minha avó para bordar nuns um "C" e noutros um "I", e ontem pusemo-los a uso.

Já andava há bastante tempo para fazer isto. Não tanto pela questão financeira (os guardanapos de papel são baratos, como se sabe), mas mesmo pela questão ecológica. A produção de guardanapos de papel consome imenso papel e energia, e não custa nada pô-los de lado e usar só em certas ocasiões (como quando temos muita gente em casa). Os guardanapos de pano não só são mais amigos do ambiente como são mais bonitos e ajudam a embelezar a mesa, e acabam por sair mais baratos a longo prazo. São só vantagens e não custa nada!

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...