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segunda-feira, 2 de julho de 2018

De Londres... - Day 1

Parece que já foi noutra vida que eu fui a Londres. Na verdade, foi há duas semanas e meia. Mas não podia deixar de deixar por aqui o relato desta viagem.

Londres é Londres. Não me canso de lá voltar. E venho sempre de lá com a sensação de que podia mudar-me para lá sem pestanejar. É, sem dúvida, a minha cidade. É onde me sinto bem. É onde há sempre mais e mais para ver. É onde já fui muito feliz. E espero voltar a ser muitas mais vezes.

Desta vez, o objectivo era dar a conhecer a cidade ao louco mais louco do que eu, que nunca lá tinha estado. Assim, fizemos um programa bastante condensado e animado.

Voámos para Gatwick e depois fomos de comboio para Londres, onde apanhámos o metro para o hotel. Há opções mais baratas, mas apanhando o comboio tem-se acesso a uma campanha que se chama "2 for 1". Com esta campanha podemos ter acesso a descontos e entradas numa grande variedade de atracções e monumentos em que para duas pessoas, pagamos apenas uma entrada. Vale mesmo a pena!


O nosso mini quarto! Optámos por um hotel na zona de Bayswater, perto do Hyde Park. Apesar do mini quarto, era super confortável, silencioso e calmo, e tinha um bom pequeno-almoço. Os hotéis em Londres custam todos uma pequena fortuna e como só o queríamos mesmo para dormir, privilegiámos a localização e não complicámos muito.


Mal saímos do metro, parámos num Tesco para aproveitar as meal deals (obrigada pela dica!): por 3 libras comprávamos uma sandes (ou coisa do género), uma bebida e um snack (que podia ser desde fruta embalada, a batatas fritas ou pipocas). E claro que eu aproveitei logo para matar saudades de uns dos meus chocolates preferidos e que não há cá: Aeros de menta!


De estômago cheio, começámos a nossa visita a Londres. Primeira paragem: Kensington Gardens. Muito verde, muita água, muitos esquilos, muitos cisnes, muitos patos.



Comecei logo a fazer amigos. Ou a tentar, pelo menos.


Kensington Palace, lá ao longe. Ainda pensei ir lá bater à porta perguntar pela Kate, mas não tínhamos muito tempo. Foi só por isso.




Atravessámos o parque e saímos do lado do Royal Albert Hall e do Albert Memorial, em memória do Príncipe Albert, como o nome indica, e mandado construir pela Rainha Victoria.



O destino seguinte era um dos mais aguardados... O Natural History Museum!



Eu tenho sempre sentimentos contraditórios em relação a estes animais empalhados... Fazem-me alguma confusão, confesso. Mas percebo que tenham um papel importantíssimo para a ciência, o estudo das espécies e a sua conservação...



A parte dos dinossauros é mesmo incrível. Sinto-me meio criança e meio tonta, mas gosto mesmo de andar no meio daqueles bichos e de tentar imaginar o que seria vê-los ao vivo e a cores!




Por razões que não interessam nada, o meu animal preferido é o hipopótamo, pelo que esta fotografia era inevitável.






Este segmento de uma sequóia gigante é também um dos pontos mais procurados do museu: consta que tem mais de 1300 e veio da Califórnia. Dá que pensar!...


Todo o edifício (a parte antiga, pelo menos) é cheio de detalhes arquitectónicos e vale a pena a visita!


O museu é enorme!... Tem muita, muita coisa para fazer. Nós optámos por seleccionar as partes da colecção que mais nos interessavam, e o resto fica para uma próxima visita!


Depois do almoço mais leve, e de um chá no melhor estilo britânico tomado no museu, decidimos comer mais qualquer coisa quando saímos de lá. E onde é que fomos? Ao Nando's, pois claro! Vamos ignorar esta parte...


Depois seguimos para outro dos imperdíveis: o Buckingham Palace! Aquilo não tem grande coisa para ver mas... Não podíamos deixar de lá ir!





Fomos depois em direcção ao Big Ben, mas resolvemos ir por dentro do St James's Park. E gostámos tanto! É tão bonito! É mesmo incrível ver algo assim mesmo no meio de todo o caos turístico (e não só) de uma cidade como Londres.





Olha o esquilo! Parecia tola de cada vez que via um... E pareci tola muitas vezes, de facto!


E chegámos ao Big Ben para... O ver em obras!... Tive mesmo pena por ele, que nunca o viu a sério, nem o viu verdadeiramente desta vez. Talvez tenhamos que lá voltar um dia, assim sendo!...




E para final do dia, tínhamos prevista a ida ao London Eye. Nunca tinha andado nesta roda gigante e é uma experiência engraçada.





Dependendo da hora do dia e do tempo, dá para tirar grandes fotografias e é uma forma diferente de ver a cidade e ficar com uma noção da sua dimensão. Se vale as 27 libras que custa? Acho que não. Mas este foi um dos sítios onde usámos o 2 for 1 e, assim sendo, já se torna mais razoável.


Aproveitámos uma feira/festival que decorria daquele lado do rio, junto ao London Eye, para comer qualquer coisa e beber umas cervejas. Achei piada a este copo, tal como achei piada a toda a preocupação deles com a ecologia, a reciclagem e o tratamento do lixo.


Já de rastos, apanhámos um autocarro para o hotel, para tentar recuperar forças para o dia seguinte.


terça-feira, 12 de junho de 2018

Do Porto...

O Porto vai ser sempre a nossa cidade. A cidade onde não nos cansamos de voltar. Onde há sempre mais e mais coisas por descobrir.

Desta vez, o planeamento foi zero. Mas nem por isso correu pior ou gostámos menos.



Sexta-feira chegámos tarde e acabámos por jantar no BOP, uma excelente descoberta, onde me deliciei com um Mac n' Cheese. É um espaço muito giro e que, pelos vistos, também tem pequenos-almoços que me pareceram interessantes. Tem também uma boa oferta de cervejas artesanais! 

No dia seguinte, depois de aproveitarmos o pequeno-almoço do alojamento, seguimos para um passeio a pé. Descemos a Rua de Santa Catarina, passámos nos Aliados e continuámos a descer até à Ribeira, perdidos entre becos e ruelas.



Se um dia me quiserem oferecer um presente e não souberem o quê, estes senhores têm excelentes opções. Ia perdendo a cabeça!... São dezenas e dezenas de fotografias, impressas em diversos formatos, com edição limitada e com preços para todos os tipos de bolsos.



Ainda não foi desta que fui à Lello... Estava uma fila gigante e não me apetecia gastar cinco euros. Talvez um dia...






Como eu já estava farta de andar a pé (como sempre), exigi uma paragem num sítio que já se tornou obrigatório: a Azeitoneira do Porto. Se querem um sítio onde beber um Porto (ou outra coisa qualquer), petiscar uns queijos ou umas azeitonas, com uma vista maravilhosa em plena Ribeira, é aqui. Preços perfeitamente aceitáveis e atendimento sempre impecável. Vim de lá apaixonada por mais um vinho do Porto (um branco da Rozès, neste caso).


Seguiu-se a longa caminhada sempre a subir até ao restaurante do almoço: Taberna de Santo António. Valeu a caminhada e valeu a espera!... Comida tradicional portuguesa, para entrada os melhores rissóis que já comi (o de polvo era maravilhoso!), atendimento muito bom (apesar de o restaurante estar cheio e sempre com gente à porta à espera...), e muito barato. Saí de lá a rebolar e, como chovia imenso, recusei-me a ir a pé para o hotel... Lá fomos de Uber e seguiu-se uma pequena sesta.


Depois da sesta, e de termos desistido de ir para o Primavera às quatro, como era o plano inicial, porque chovia imenso, fomos a outra paragem obrigatória: Apartamento Café. As panquecas são maravilhosas, e os crepes não lhes ficam atrás!


Depois de uma paragem estratégica para comprar o meu lindo impermeável e um chapéu de chuva gigante, lá chegámos ao Primavera. Não parava de chover, mas estava imensa gente e o ambiente estava muito animado!


Fomos vendo algumas outras coisas, mas o foco mesmo era o concerto de Nick Cave & The Bad Seeds. Conseguimos ir para lá cedo, e ficar relativamente à frente. E foi tão bom! Mas choveu tanto! Mas foi tão bom! Mas choveu tanto! Mas foi tão bom!... Foi incrível viver aquele que foi um concerto único, no meio daquele mar de gente, que não desanimou nem um bocadinho, mesmo quando chovia torrencialmente (e se choveu!...). Ele é muito bom em palco, interagiu imenso, e gostei mesmo muito. Acabei o concerto com os olhos todos borrados do rimmel. Em parte, por causa da chuva, e em parte porque não aguentei no Into My Arms...

Acabámos por ver mais dois concertos (The War on Drugs e Mogwai), e acabámos por desistir. Estava demasiado frio e estávamos demasiado desconfortáveis. Foi mesmo pena que este ano não tenha dado para aproveitar grande coisa!...


No Domingo, a muito custo, lá consegui fazer vingar a minha excelente ideia de que ir ao Sea Life Porto era espectacular, porque continuava a chover sem parar!... Eu tenho sempre mixed feelings em relação a estes espaços. Por um lado, acho que os animais estão bem é na natureza, no mundinho deles, com o mínimo de intervenção humana possível. Por outro, sei que estes espaços têm um papel importantíssimo na educação e sensibilização para a importância de preservarmos o planeta e as espécies que por cá andam...


Aproveitei para fazer alguns amigos novos, como esta pequena grande tartaruga que lá andava.


E depois perdi-me nas raias. Eu podia passar horas ali a olhar para elas. Acho-as animais fascinantes.



Tirei dezenas e dezenas de fotografias mas, feliz ou infelizmente, o meu telemóvel não tirou grandes fotografias, pelo que só partilho algumas.



Ainda estive um certo tempo ali sentada no chão a olhar para elas, indiferente às criancinhas histéricas à minha volta, a deliciar-me, simplesmente. Até que... Percebi que alguém já estava meio farto de ali estar!... Não percebo como!...



Seguiu-se um almoço espectacular em Matosinhos. Fomos ao Rei da Sardinha Assada. Aquilo é tasca. Mesmo tasca. Mas comi aquelas que foram, provavelmente, as melhores lulas grelhadas da minha vida!... E as sardinhas também não estavam más, não fosse essa a especialidade da casa. Mas as lulas!... E o pudim no final!... 

Devo ter engordado sei lá quantos quilos!... Aquela gente do norte trata-se mesmo bem!... E eu sou sempre feliz no Porto!... Tão feliz!



Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...