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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Dos desafios de escrita – Day 13 – Letter to yourself

[Today, write a letter to your 10-year old self. Or, as an option: write to yourself, four years from today. What would you say?]*


Dear FutureMe,

Ao escrever-te esta carta estava, novamente, numa encruzilhada. Os últimos 8/9 meses tinham sido particularmente caóticos. Tinhas saído de uma relação longa, entrado noutra que acabou rapidamente, passado algum tempo sozinha, e, naquele momento, não sabias o que fazer.

Independentemente do que tenhas decidido na altura, quero que nunca te esqueças que não faz mal estar sozinha. Por mais que a sociedade nos diga o contrário, a verdade é que estar sozinha é igualmente bom. Ou melhor, em algumas coisas. Certamente pior noutras, também. 

Mas nunca te esqueças das coisas boas que viveste sozinha. Não te esqueças da satisfação de arranjares a tua casa e montares o teu sofá sozinha. Não te esqueças do que sentiste em Praga quando, pela primeira vez a viajar sozinha, achaste que tinhas força para dominar o mundo. Não te esqueças do sentimento de liberdade, da falta de compromissos, regras e horas. Não te esqueças do tempo que tiveste para ti e para te dedicares às tuas coisas. Não te esqueças de tudo o que aprendeste sobre ti e do quanto cresceste.

Quer estejas sozinha ou acompanhada agora, que essa decisão seja serena e muito consciente. Que nunca na tua vida voltes a estar com alguém porque é a coisa certa a fazer ou por não quereres estar sozinha. Que só dês a alguém a honra de estar ao teu lado, se essa for a pessoa certa para ti, a que te acrescenta e te faz crescer. Não a que te completa, porque tu não precisas de ser completa. Tu és completa. Há um ano atrás, hoje e daqui a um ano. Tu és quanto baste.

Nunca te esqueças que és tu que tens de te fazer feliz. Não esperes pelos outros para isso. Os outros podem ajudar mas não podem viver por ti. Os outros não podem ser felizes por ti.

Vive. Sozinha. Acompanhada. Como quiseres. Mas vive e sê feliz!



* Eu optei por escrever para mim mesma, daqui a um ano. Mais uma vez, usei o Future Me e deixo-vos, novamente, o desafio de lá irem também, escrever para vocês próprios.
** O desafio de escrita anda muito intermitente porque tenho tido muitos temas que não me inspiram minimamente... Espero conseguir retomá-lo em breve.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Dos desafios de escrita – Day 4 – Characters

Se eu pudesse escolher uma personagem de um livro que li para ganhar vida e falar comigo…

Pois que não sei!... Não sei mesmo…

Já li muitos livros, muito bons. Já me apaixonei por algumas personagens, já detestei outras. Já ri, já chorei, já me arrepiei, já me irritei, já vivi mil e uma coisas com os livros que li. E acho que esse é um dos principais encantos: permitir-nos viver outras vidas, conhecer outras realidades, visitar outros sítios.

Talvez, só talvez, e que me lembre assim de repente, escolhesse o Chris McCandless do Into the Wild. Bom, considerando que é um livro baseado em factos verídicos, não sei bem se conta, mas é o que me apetece agora.

E por que motivo o escolhia a ele? Porque tenho mil e uma perguntas que gostava de lhe fazer sobre o que fez, sobre as decisões que tomou, sobre o que sentiu, o que pensou. Acho que também gostava de lhe dar uns quantos berros, porque não consigo perceber aquilo que ele fez. Talvez a conversa ajudasse a esclarecer algumas das minhas questões e pudesse compreender e aceitar melhor as suas opções. Quem sabe?



E desse lado? Se pudessem escolher uma personagem de um livro para ter uma conversinha?

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Dos desafios de escrita – Day 2 – Never Done This Before

Difícil. Muito difícil.

Há muitas coisas que nunca fiz e que gostaria muito de fazer. Podia falar de inúmeras viagens, de experiências, de tantas acções… Podia fazer uma lista infinita de coisas que nunca fiz mas que um dia gostava de fazer.

A primeira que me veio à cabeça foi: dar sangue. Sim, parece óbvia. Parece escolhida a dedo para ficar bem. Mas foi aquela de que me lembrei que, efectivamente, tem algum significado.

E é algo que tem voltado a estar presente na minha mente ultimamente. Dar sangue é dar vida. Dar sangue é dar um pouco de nós para ajudar o outro. E acho que deve haver poucas coisas mais gratificantes do que isso. E eu quero sentir-me útil. Eu quero sentir que posso fazer alguma coisa neste Mundo para ajudar alguém. Eu quero sentir que posso ter feito alguma diferença.

Infelizmente, nunca consegui dar sangue. E tentei três vezes. Nunca me deixaram. Ou porque não tinha peso suficiente, ou porque tinha a hemoglobina demasiado baixo. Agora, que tenho estado ligeiramente acima dos 50kg e que a hemoglobina está melhor do que nunca, gostava de voltar a tentar. Porque gostava mesmo de poder ajudar. E é uma daquelas coisas que nunca fiz e gostava mesmo de fazer.

Já tive discussões infinitas sobre este tema. Já me chateei a sério por causa disto. Porque não percebo. Porque não consigo compreender. Porque se alguém me diz que recusa a possibilidade de salvar uma vida porque tem medo de agulhas, tira-me do sério. E sou bruta. E digo coisas como: “quando estiveres no hospital com um cateter enfiado e a precisar de sangue e não houver, vais-te lembrar do teu medo de agulhas”. A sério. Não percebo.

Eu tenho a sorte de ter um Pai que toda a vida vi ir dar sangue. Aliás, duas das tentativas que fiz, fui com ele. Eu vi-o dar sangue muitas vezes, eu vi-o receber medalhas e condecorações por ter tantas doações, eu vi-o receber pins e bonés e canetas e tudo e tudo, e sempre estive rodeada da mensagem “dar sangue é dar vida”. Mais uma vez, eu sou uma privilegiada. Eu sei. Nem toda a gente cresce com esta formatação. Mas, a partir de certa idade, não há desculpa. Temos acesso à informação, sabemos de casos desesperantes, temos acesso a tudo. Só não ajuda quem não quer.


E eu lido muito mal com quem não ajuda porque não quer. Perdoai. Mas, por vezes, sou muito limitada na minha forma de ver as coisas. Por vezes, julgo e atiro pedras. Espero não fazer grandes feridas, para que não precisem de sangue. Pode não haver.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Das coisas em que eu penso...

Em Fevereiro faço 32 anos. E faço mesmo, já que em 2016 tenho direito a dia de anos.

Fruto dos acontecimentos dos últimos tempos, tenho andado a pensar pegar em mim e ir passar uns dias a qualquer lado nessa altura.

Se calhar, quando chegar a altura, já me passou. Mas, neste momento, é o que me apetece e só me resta decidir o destino.

domingo, 18 de outubro de 2015

Das pessoas que cruzam o nosso caminho...

De vez em quando, a vida coloca no nosso caminho pessoas que mexem connosco. Pessoas que nos abanam e que nos fazem pensar.

Não é frequente, mas, por vezes, acontece. Estas pessoas obrigam-nos a parar e a olhar para a nossa vida. E, não raras vezes, olhamos para a nossa vida e não conseguimos deixar de perguntar o que andamos aqui a fazer.

Recentemente, uma destas pessoas entrou na minha vida. E essa pessoa deixou-me com vontade de fazer mais e melhor. O texto dos boicotes foi sobre isso. Não sei se vou ser capaz. Não sei se tenho em mim as forças, a vontade, as capacidades, para mudar realmente a minha vida. Mas a sementinha ficou cá plantada.

Pode ser que cresça e dê flor...

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Das minhas decisões super inteligente...

Ando a ler o "The fault in our stars". Não é um livro fácil, mas estou a gostar muito, e não pela questão de ser um livro sobre pessoas com cancro, e sermos todos muito solidários e termos todos muita peninha.

Não. Acho que o livro está bem escrito, é real, tem diálogos muito bem construídos, com ideias mirabolantes que me deixam a pensar "quem é que se lembrava disto?".

Ainda assim, é um livro com momentos tristes. E quando vinha no comboio esta manhã, a ler aquele que é para mim o momento mais triste de todos (até agora), o esforço para não deixar cair uma lágrima foi grande.

Isto tudo para dizer que cheguei ao escritório com vontade de cortar os pulsos porque a vida é uma grandessíssima merda. Que é. É injusta. É aleatória. É uma merda.

E hoje, que o meu pai comemora mais um aniversário, não queria nada que a vida fosse assim. Incerta. 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Do final do ano...


Passei a passagem de ano na casa de campo. No meio das árvores, do verde, dos pássaros a cantar, do céu estrelado e do sossego. No primeiro dia do ano, tirei estas fotos ao pôr do Sol (em modo vamos lá fazer experiências com o modo manual). Gostava tanto, tanto, tanto, de fotografar mais em 2015!...






domingo, 21 de dezembro de 2014

Do trabalho...

Chega o final do ano e o drama é sempre o mesmo: cumprimento de objectivos; avaliações; prémios e aumentos.

Passei as últimas semanas em modo acelerado, para garantir que, no que me toca e no que é exequível, os objectivos são cumpridos. Apenas um deles está ainda no limbo e é o que mais me importa (por depender 99% de mim). Gostava de o ter garantido nos próximos dias mas começo a achar que só dia 31 vou respirar de alívio.

Ou não. Que depois começam as avaliações e é a treta do costume: critérios pouco lógicos e pouco claros.

Eu acho óptimo que se definam objectivos e que se façam avaliações (abençoado sector privado!), só tenho pena é que as avaliações sejam feitas por humanos. E os humanos, já se sabe, não são todos iguais. Logo, não são todos objectivos. Logo, não aplicam todos os critérios da mesma maneira. E é uma treta.


Fica mais um pedido para 2015: ver o meu trabalho reconhecido e ter o aumento que eu gostava de receber (e que mereço, já agora!).

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Das coisas em que eu penso...

Um dos meus grandes problemas, há muito detectado mas não resolvido, é a minha tendência para a acumulação.

Não falo de acumulação de lixo, de sapatos, de roupa (bom, talvez também faça isso um bocadinho).

Falo de acumulação de sentimentos, de coisas por dizer, de coisas por fazer, de emoções.

Lembram-se do anúncio da TMN que dizia "Deita cá para fora"? Ide relembrar.

Bom, eu devia "deitar cá para fora".

Mas não. Acumulo. E acumulo. E acumulo mais um bocadinho.

E, de quando em vez, expludo. E não é bonito.

Uma das coisas que tenho vindo a trabalhar é esta luta contra a acumulação.

O aprender a falar mais, a expressar mais, a não guardar tudo para mim. Mas não é fácil.

Não me lembro ao certo quando foi a última vez que "deitei cá para fora". Não sou capaz. Com ninguém.

E é uma treta. Porque continuo a acumular. E a acumular. E a acumular.

Mas... Há sempre um "mas"... Tenho feito melhoras. Poucas. Mas são melhoras. E tenho esperança que isto um dia vá ao sítio.

(fica o primeiro desejo para 2015: reduzir a acumulação - de tudo.)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Do Natal...

Eu, bem se sabe, sou maluquinha pelo Natal.

A árvore está montada há quase duas semanas. As decorações estão espalhadas pela casa (outras ainda vêm a caminho). Os presentes estão praticamente todos comprados.

Eu sei que para muita gente, Dezembro é stress e confusão e correrias e compras. Para mim, são as luzes na rua (e em casa, claro está), é o convívio, é o espírito animado, é a família. É só coisas boas, portanto.

Sabe-me bem esta tranquilidade, este saber que tenho tudo orientado.

Neste caso, sabe-me ainda melhor porque as próximas duas semanas no trabalho vão ser de loucos e eu tenho de estar a 100%.

Talvez por isso ainda não tenha começado a despejar a lista de pedidos ao Pai Natal... Isso ou os 30 fizeram de mim pessoa crescida que já não quer nada e aceita o que a vida lhe dá... Profundo, hein?


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Das coisas que fazem o meu coração parar...

De cada vez que recebo um e-mail de um qualquer site de empregos a avisar-me de um "novo emprego em História da Arte", o meu coração pára um bocadinho (em inglês o my heart skips a beat soa tão melhor...). Ainda. Sempre.

Continuo com a mesma vontade de trabalhar com arte. Mesmo que as coisas no estaminé estejam a correr bem, mesmo com a promoção e o aumento, mesmo com algum realização profissional que ali possa sentir. 

Eu queria mesmo era voltar à arte.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Das fotografias que dão alegria... - Day 8


Mais uma fotografia que não é de hoje, obviamente. Tem sido alguma a batota, mas tenho tentado pôr aqui qualquer coisa. Escrever qualquer coisa.

O que eu não dava para me enfiar agora num avião e ir passar uns dias a qualquer lado!... Mas não, com o dinheiro de uma mini-viagem paguei ontem o seguro de saúde para o ano inteiro. Bem mais importante, mas tão mais desinteressante!...

Se alguém quiser oferecer um bilhete, Londres, Barcelona, Paris, Amesterdão e Berlim estão no topo das prioridades. Eu agradeço e a minha sanidade mental também.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Das resoluções para 2013...

Já aqui disse que não tinha paciência para resoluções, e metas, e desejos, e objectivos, e tudo e tudo e tudo.

Hoje, no entanto, fui forçada a dar o braço a torcer. Há uma resolução que eu não me importo nada de ver partilhada e, sobretudo, cumprida:



(podeis, e deveis, roubar e partilhar)

domingo, 25 de novembro de 2012

Das viagens que eu faço em sonhos...

Uma grande amiga acabou de me dizer que vai a Paris daqui a quinze dias.

E eu vibro com ela, como se fosse eu a viajar...

Não gosto de Paris. Que não gosto. 

Mas, mas, mas... Paris é Rodin, é Museu D'Orsay, é arte em todo o lado...



Só por isso, não me importava de lá voltar, não...

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Das minhas necessidades mais profundas...


Quero desesperadamente um vestido da Blanco. Quero mesmo. Não sei para quê por que não vejo quando o poderia usar. Mas é lindo. É cor de rosa. E tem renda. E é lindo. E eu quero.



Resta-me o consolo de saber que a pouca sanidade que ainda me sobra e a minha conta bancária não vão permitir tal disparate.


Adenda (só porque a Luarte pediu):


terça-feira, 20 de março de 2012

Do que eu leio por aí...

“Estás apaixonado por mim. Só que ainda é um pouco cedo para te dares conta disso. Quem sabe se quando o souberes seja tarde de mais. Não é uma certeza. É uma aposta.”

O engano, em O mundo é tudo o que acontece, de Pedro Paixão


E, de repente, deu-me uma vontade imensa de voltar a ler Pedro paixão...

sábado, 31 de dezembro de 2011

De 2012...

O ano que aí vem tem tudo para ser um ano tão bom ou melhor do que os que já lá vão... Ora vejamos:

- O amor não paga impostos;
- Um sorriso ilumina muito mais do que uma lâmpada, e não paga electricidade;
- Ser amigo é o melhor emprego do Mundo, e não precisamos descontar para a Segurança Social;
- Um abraço não tem preço e é algo em que não devemos poupar;
- A simpatia, a cordialidade e a boa-educação não são sujeitas a retenção na fonte;
- A felicidade, por mais que cresça, não sobe nos escalões do IRS;
- As palavras, essas, ainda são nossas e são livres.


2012 tem tudo para ser um grande ano. 2012 tem tudo para ser o que quisermos fazer dele. Eu quero fazer do meu 2012 um ano feliz. Um ano mais doce do que acre. E vocês?

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Das coisas em que eu penso...

Um dia, hei-de encontrar alguém que goste tanto de me fotografar a mim como eu gosto de fotografar os outros. 






*Ou isso, ou compro um tripé de jeito e começo a fotografar-me compulsivamente... Pois.

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...