sexta-feira, 24 de junho de 2011
Dos irmãos... - II
sexta-feira, 29 de abril de 2011
De Ti...
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Do passado que não era o meu...
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
De outros tempos...
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Da praia da Arrifana...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Dos sonhos...
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Das memórias de infância... - II
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Das inevitabilidades da vida... - II
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Do cheiro do leite creme...
terça-feira, 27 de abril de 2010
Das inevitabilidades da vida...
terça-feira, 2 de março de 2010
Coimbra é minha até morrer...
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
De ti e do Jorge Palma...
Eu preciso de alguém
Dou-me com toda a gente
E não me dou a ninguém
Frágil
Sinto-me frágil
E preciso, desesperadamente, de voltar a assistir a um concerto de Jorge Palma. Vou investigar quando é que ele regressa lá ao sítio do costume.
sábado, 19 de dezembro de 2009
It's just one of those days...
Continuo sem compreender. Continuo sem aceitar. Continuo a lembrar-me de ti sempre que passo naquele fatídico sítio. Continuo a não esquecer as palavras da R. quando, há 5 anos atrás, me disse que o L. lhe pediu para me contar, que eu devia querer saber. Fiquei estática. Sem reacção. Perguntei-lhe se estávamos a falar da mesma pessoa. Se era mesmo verdade. Se ela tinha a certeza. Ela confirmou. Ela não fazia ideia de quem tu eras e não percebia porque é que o L. queria que eu soubesse. Também não lhe expliquei. Não consegui. As lágrimas caíram, caíram, caíram. Durante horas, dias, continuaram a cair. E eu continuo a tentar perceber. Continuo a pensar em ti e a não aceitar. Continuo a recusar-me a ver o DVD daquele concerto. O concerto em que nos conhecemos e em cujo DVD apareces. O DVD que eu só consegui ver uma vez depois de receber a notícia. E chorei, chorei muito. Chorei por não perceber, por não compreender, por não aceitar, por achar injusto. Chorei e não voltei mais a ver o DVD. Não sou capaz.
Não sei lidar com o desaparecimento das pessoas, sejam elas mais ou menos próximas. Não sei. Talvez porque, felizmente, ainda não me deparei com essa situação muitas vezes. Que me lembre, tu foste a primeira pessoa que eu vi partir. Foste a primeira pessoa que estava cá, e depois já não estava. E eu fiquei com tanto para dizer. Acho que é inevitável esta sensação, sempre que perdemos alguém. Eu, que sou extremamente racional, não consigo compreender que vida é esta, e que lógica há, em existir e desaparecer. Compreendo a fisiologia do processo, mas não compreendo a lógica. Como é que uma pessoa está e deixa de estar? E continua a estar? Está ali, à nossa frente, mas não está mais cá? Não percebo. Não aceito. Não compreendo.
A ti, perdoa-me por não ter sido capaz de te ter ido visitar. Pedi ao L. o teu nome completo e perguntei-lhe onde é que tu estavas. E queria, queria muito ir visitar-te, mas não fui capaz. Também, pouco importa. Para mim, não é ali que tu estás. Tu estás nas minhas memórias. Estás no meu pensamento. Estás em mim. E vais estar sempre. Sempre.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Dos Choques...

Ontem passei pela minha antiga escola (que será sempre a minha escola, mesmo tendo eu passado por outras), e, como sempre que passo por lá (o que é raro), não pude resistir a olhar para ela. E olhei. Mas não havia escola. "Onde é que está a minha escola?", perguntei eu ao marido, deixando-me ficar de queixo caído. Fiquei em choque. No lugar onde havia a minha escola só existiam andaimes, uma parede em pé (onde está um painel do mestre Querubim Lapa), e meio edifício. O resto, tinha desaparecido.
Fiquei chocada, de coração apertado, de lágrimas nos olhos. Aquela escola não era uma escola qualquer. Não é fácil explicar isto, e muito menos deve ser fácil para quem lá não estudou, compreender. Mas aquela escola era uma escola diferente, especial. Foi naquela escola que passei alguns dos melhores momentos da minha vida, e também alguns dos piores. Foi ali que vivi grandes amizades, amores, alegrias, tristezas, conquistas e derrotas.
Foi ali que vi, pela primeira vez, aquele que foi o grande amor da minha adolescência. E foi ali que nos vimos, uma e outra vez. E foi ali que namorámos, que nos fomos conhecendo e dando a conhecer, que nos tornámos cúmplices, que rimos, que chorámos, que nos entregámos um ao outro. E também foi ali que decidimos que cada um devia seguir a sua vida. E foi também ali que, na noite do Baile de Finalistas, eu percebi o sentido da expressão desgosto de amor. Não que fosse o primeiro, mas daquela vez foi a doer. Tanto, tanto. Ainda assim, aquela escola é para mim sinónimo de alegria. De momentos bons. De sorrisos e gargalhadas. De festas. De casas-de-banho mistas (que foram, para mim, uma grande novidade). De corridas pelos corredores. De sessões de espiritismo numa qualquer casa-de-banho das catacumbas. De consumo de substâncias menos lícitas, que nos deixavam tolinhos, mas felizes. Bolas, fui tão feliz ali! E agora o meu "ali", são umas paredes destruídas. Deve ser isto que as pessoas mais velhas sentem ao envelhecer, e ao ver os sítios por onde passaram a serem destruídos. Custa, dói, mas ninguém me rouba os momentos que lá vivi. Ninguém.
E, masoquista que sou, fui pôr-me a ler o post que escrevi na noite do Baile, há sete anos atrás. E agora, para não ir cortar os pulsos, vou ali encher-me de chocolates, pensar no Natal e tentar ignorar o rebuliço de emoções que para aqui vai.
Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...
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Por todo o lado e a toda a hora, somos bombardeados com artigos e notícias que nos dizem que discutir faz bem, que discutir é saudável, que...
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Podia pôr aqui uma fotografia do meu dia, do regresso ao trabalho, ao trânsito, ao caos. Mas esta é tão melhor!... (eu hei-de ter te...
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Ou das fotografias que se tiram às três da manhã na cozinha enquanto esperamos que o termómetro apite apenas para constatarmos que te...


