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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Das coisas boas que se fazem neste país...

Depois (e ainda durante) a iniciativa ComingOut, o Museu Nacional de Arte Antiga volta a surpreender e a mexer com o mundo das artes e da museologia no nosso país.

Hoje lançaram o projecto "Vamos pôr o Sequeira no lugar certo". A ideia é que todos os que queiram possam contribuir para que o museu consiga comprar a obra "A Adoração dos Magos", de Domingos Sequeira, um dos maiores pintores portugueses do séc. XVIII/XIX.

Domingos Sequeira Adoração dos Magos Coleção particular

Por cada 6 cêntimos doados ao museu podemos comprar um pixel e ajudar a compôr esta imagem. Eu já comprei os meus e espero que rapidamente se chegue ao valor final: 600 mil euros.

Estão à espera de quê? Saibam mais aqui.

domingo, 21 de junho de 2015

domingo, 9 de novembro de 2014

Da minha tarde de Domingo...

Enfiada na cama feita de lavado, com a Cookie a meus pés, a ver um documentário sobre Arte alemã.

Sabem-me tão bem estes momentos de não fazer nada...


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Das coisas que fazem o meu coração parar...

De cada vez que recebo um e-mail de um qualquer site de empregos a avisar-me de um "novo emprego em História da Arte", o meu coração pára um bocadinho (em inglês o my heart skips a beat soa tão melhor...). Ainda. Sempre.

Continuo com a mesma vontade de trabalhar com arte. Mesmo que as coisas no estaminé estejam a correr bem, mesmo com a promoção e o aumento, mesmo com algum realização profissional que ali possa sentir. 

Eu queria mesmo era voltar à arte.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Do estar bem ou não estar onde eu não estou...

De cada vez que vejo um anúncio de uma bolsa de investigação na minha área apetece-me concorrer.

Apetece-me enviar o CV, uma carta bonita, dizer que era mesmo aquilo que gostava de fazer.

Mas depois lembro-me que a bolsa tem um prazo de seis, nove, doze meses no máximo. Que quando estive como bolseira passaram-se meses até receber o primeiro ordenado. Que existem contas para pagar. Que tenho um emprego estável e que até fui promovida e aumentada.

E acordo para a vida.

Mas eu queria. Queria muito. Queria voltar a estudar, a investigar, a pesquisar. Queria que a arte voltasse a preencher os meus dias, que enchesse os meus pensamentos noite e dia.

Mas do querer ao poder vai tanto!...


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Das coisas que me intrigam...








O Damien Hirst lançou recentemente o livro ABC para crianças, em que representa cada letra do alfabeto com um trabalho seu.








Se eu já não gosto do trabalho dele, a ideia de transformá-lo em livro para crianças é qualquer coisa que me transcende...







Mas, como em tudo no mundo da arte, enquanto houver quem pague, o mercado vai andando, e o dinheiro vai circulando... Se calhar, sou mesmo eu que estou errada ao achar que não ofereceria este livro a uma criança. Se calhar.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Das fotografias que dão alegria... - Day 107


(nerd alert)


Das muitas coisas que estudei durante o curso, a Paleografia foi uma delas.

E eu gostava. Gostava mesmo muito. Tanto gostava, que depois das duas cadeiras obrigatórias, ainda fiz mais duas opcionais. Só porque sim.

Há lá coisa mais fascinante que aprender a ler textos com quinhentos ou seiscentos anos?


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Das discussões profundas...

Eu sei que há pessoas que têm dificuldade em perceber isso mas...


Sim, eu passo horas infinitas no Facebook a discutir arte e obras de arte e teorias de arte... Apenas e só. Há quem discuta futebol. Eu discuto a idiotice da arte contemporânea face à genialidade da arte a sério.*








*e não, não digo isto numa de pseudo-intelectual que sou muito culta e só tenho conversas de alto nível. Tanto publico um quadro de Bonheur (ide espreitar!), como a seguir partilho os últimos vestidos da Blanco (que pedi, sem sucesso à vista, que enviassem lá para casa).

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Das palavras novas que eu aprendo a trabalhar... III

Escaninho


escaninho s. m.

1. Compartimento ou casinha de secretária ou de qualquer outro móvel.
2. Lugar de segredo (em qualquer móvel).
3. [Figurado]  Esconderijo; recanto.



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Das palavras novas que eu aprendo a trabalhar... II

Tremó


tremó s. m.
1. Mesa e espelho que se põem no pano de uma parede entre duas janelas.
2. O pano ou espaço de parede que está entre duas janelas.




Chamar-lhe móvel com mesa e espelho era mais fácil, não?

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Das palavras novas que eu aprendo a trabalhar... I

Azeviche

Azeviche é uma gema orgânica, produzida por plantas ou animais, assim como as pérolas, o coral, o âmbar ou o marfim.
Azeviche: s.m. Carvão compacto usado como gema, também conhecido por Âmbar Negro (black amber). O azeviche teve um uso muito difundido no império romano, que transportavam o produto daInglaterra para Roma.  De dureza 2 a 2,5 e textura muito fina e compacta, o azeviche apresenta um aspecto negro aveludado com polimento e se presta para trabalhos de escultura. Pode conter fósseis e pirita, originada da reação do enxôfre vegetal com o ferro. No século XIX o azeviche foi muito usado na joalheria de luto. Hoje seu uso é restrito a certos círculos esotéricos. Tal como o âmbar, o azeviche quando atritado por um pano adquire eletricidade estática, podendo atrair pedaços de papel. Por ser uma material de origem orgânica (Não é mineral) o azeviche pode se ressecar e ficar tomado por rachaduras. Produtores: É produzido em muitas partes do mundo, onde ocorre jazidas de carvão. Em Whitby, North Yorkshire, Inglaterra, ocorre um azeviche que pode conter inclusão de amonitas, com os quais se pode preparar belas jóias.

Fonte: Wikipedia






Temos nova secção, para partilha de conhecimentos mui interessantes, e para diminuir o nível de futilidade deste blogue. Reclamações e sugestões, para o mail do costume.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Da minha falta de paciência... - II

Além da questão do preto e branco, junta-se a isto o facto de me porem a escrever sobre arte contemporânea.

Não dá. Não dá mesmo. Eu nasci para a arte antiga. Apenas e só.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Da tarde de hoje...

A tarde de hoje foi passada no MNAA, em companhia de Senhor Meu Pai. 


Sempre que volto ao MNAA é inevitável lembrar-me do estágio que lá fiz. Da exposição que ajudei a preparar. Dos dias lá passados. Das pessoas. Do que aprendi.

Sempre que volto ao MNAA, volta a mim o bichinho da museologia. Volta a vontade de trabalhar num museu como o MNAA. Volta a vontade de fazer mais e melhor, quando vejo que isso não é feito e podia (devia) ser. 

Sempre que volto ao MNAA, volto a pensar nestas coisas todas. E continuo a achar que, um dia, quando não tiver mais nada para fazer, vou fazer o Mestrado em Museologia. Um dia.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Das minhas aulas...

Hoje, mais uma vez, percebi que gosto mesmo daquilo que estudei e que só serei feliz a trabalhar nesta área. 

E é bom. É bom saber do que gostamos, o que queremos. Sou uma privilegiada. Eu gosto de Arte e não trocava isso por nada.

Quis a vida que, um dia, eu achasse que não tinha capacidades para tirar Arquitectura e optei pela História da Arte. Hoje, mais uma vez, soube que foi a melhor coisinha que me podia ter acontecido.

E é bom. E o Mestrado só veio dar ainda mais sentido a tudo isto. E é bom. É muito bom.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Das novidades... - IV


Esta notícia, ainda não confirmada, deixa-me assim a modos que sem reacção. Honestamente, e se me pedirem a minha opinião (se não pedirem, eu dou na mesma) não sei bem o que pensar se isto, efectivamente, se confirmar.

O Prof. Pimentel foi meu professor em algumas cadeiras ao longo do curso, e era o director do Instituto de História da Arte da FLUC enquanto por lá andei. Tinha qualidades e defeitos, como todos os professores/directores/investigadores. Apesar de algumas coisas menos boas quanto ao seu papel enquanto professor, acho que tem tudo para fazer um bom trabalho como director. No IHA, pelo menos, conseguiu fazê-lo. Ele tem carisma, tem vontade, tem iniciativa, gosta de aparecer, de falar, de dar a conhecer. E é disto tudo que o MNAA precisa, para se afirmar como o maior museu de Portugal. Mas não vai ser fácil, claro. Tal como todos os outros museus portugueses, o MNAA tem problemas graves a nível estrutural e financeiro. Vamos ver se o Prof. Pimentel consegue arranjar soluções reais, e fazer do MNAA, um museu melhor.

E como ele sempre nos disse que um historiador tem de ter lata, eu acho que vou ter lata para, caso ele tome posse, mandar-lhe uma cartinha a dizer que se precisar de alguém para trabalhar, tem aqui uma excelente ex-aluna à disposição. Uma ex-aluna que já estagiou no MNAA e tudo. E que teve um belo 18 na última cadeira que teve com ele. É só vantagens! (puxem-me para a terra porque trabalhar no MNAA era O sonho!)

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...