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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Das linhas...

Já sei. Já ninguém pode ouvir falar em linhas que separam coisas. Nunca precisámos de linhas para separar coisa nenhuma, não seria agora. Mas é só esta, vá lá... Deixem passar!...




É que... 




Há uma linha que separa o dia em que sonhamos com a nossa tese do dia em que criamos um documento word a que chamamos Tese. Hoje foi esse dia.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Dos momentos altos da nossa vida...

Hoje recebi um e-mail de um professor meu em que, entre outras coisas, me convidava a escrever um artigo com ele.

Eu li, reli, e voltei a ler. Fiquei sem ar e de lágrima no canto do olho. Com vontade de dar pulinhos e gritinhos.

Não é nada de mais. Não é para nenhum jornal de tiragem nacional. Não é para nenhuma revista de todas as bancas. É uma publicação anual, do meio. Lida por pessoas do meio. Apenas e só. O que não simplifica exactamente a coisa.

Mas, dizia eu, não sendo nada de mais. É muito.

Numa altura em que me passa pela cabeça baixar os braços e borrifar-me no meu projecto, isto é importante. Muito importante.




segunda-feira, 16 de abril de 2012

Dos momentos em que eu vejo a luz...

Há momentos em que eu sei que tomei as opções certas no que toca a escolher a minha área de formação. Há momentos em que eu sei que sou boa no que faço.Há momentos em que eu sei que é mesmo isto. Há momentos em que eu sei que só vou saber viver rodeada de arte. Há momentos em que eu sei que, nas horas vagas, vou querer continuar ligada ao mundo académico, e a aprender e, quiçá, ensinar. Há momentos em que eu não tenho dúvidas nenhumas.

Oxalá durante o colóquio, tenha um desses momentos.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Do crescimento...

E, de repente, é real.

De repente, há um programa a correr mundo pela internet fora onde o meu nome aparece e que diz que daqui a duas semanas vou estar a falar num qualquer anfiteatro numa qualquer universidade.

É estupidamente importante para o meu curriculum. E é estupidamente assustador.

Vou passar o fim-de-semana agarrada ao computador. E aos Dom Rodrigos. E ao computador. E aos Dom Rodrigos.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Do génio que eu não sou...

Ora pois, diz que em Abril, aqui a Dona Agridoce, vai fazer uma apresentação num colóquio. Assim uma coisa super chique.

Ora pois. O problema é que querem que eu entregue o tema e o título da apresentação já.

Ora pois. Eu não sei o que vou fazer amanhã, quanto mais o título de uma apresentação que vai acontecer daqui a seis meses!...

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Do meu estado actual... - III

Está um calor que não se aguenta e eu enfiada em casa, todos os dias, agarrada ao trabalho da bolsa.



É bem feita, Agridoce Maria. É muito bem feita.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Das minhas constatações...


Quando se está o dia todo a trabalhar em Excel aprende-se que gravar o ficheiro de cinco em cinco minutos não é uma obsessão. É uma necessidade.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Do meu trabalho...

Quando eu falo em Javali do Porto, não estou a falar do bicho. Até porque duvido que o exista no Porto.

E quando eu falo em Águia de Lisboa, também não estou a falar na Vitória.

Estou a falar em contrastes de pratas. 

Da mesma maneira que quando digo que a Leitão &  Irmão é o 512 e o Noronha da Costa o 90, não estou maluquinha de todo. Há quem decore as páginas amarelas, eu decoro listas de artistas, com nomes e números.


Eu sei que para muita gente, isto é uma grandessíssima seca (para mim também é, às vezes), mas eu gosto do que faço. Gosto de falar em pratas, e quadros, e porcelanas, e vidros. Gosto. 


Gosto mesmo. Mesmo sem emprego à vista na área para quando a bolsa terminar. Mesmo com todas as dificuldades actuais. Mesmo sem ter a certeza se vou (vamos) conseguir financiamento para fazer o projecto avançar. Mesmo sem saber nada de nada. Eu gosto mesmo disto.






 E não sei se me imagino a fazer outra coisa

terça-feira, 19 de julho de 2011

Das notas... - II

Muito bom. Mais uma nota, e ainda mais incrível.


A sério, eu acho que não vou ver mais o mail hoje.

Das notas...

Eu era para ter vindo aqui de manhã refilar com o facto de as minhas notas nunca mais saírem e de ainda só ter recebido uma. Pois. Apesar de não ter escrito, alguém me deve ter ouvido.


Já recebi outra e não gostei. Não gostei mesmo. Esperava mais. Esforcei-me, acho que fiz um bom trabalho, e estava à espera de mais. Simples, assim.



Agora vou afogar a minha neura no trabalho da bolsa... Cheia de vontade e entusiasmo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Das coisas de que eu me lembro...

Nos últimos tempos deu-me para reconsiderar seriamente o tema da minha tese de mestrado. Já estava tudo mais do que decidido e agora lembrei-me que afinal, se calhar, quero uma coisa completamente diferente.







Como é que os outros me hão-de aguentar, se eu própria não me aturo?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

terça-feira, 28 de junho de 2011

Da minha falta de paciência... - II

Além da questão do preto e branco, junta-se a isto o facto de me porem a escrever sobre arte contemporânea.

Não dá. Não dá mesmo. Eu nasci para a arte antiga. Apenas e só.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Da minha falta de paciência...

Estou na recta final deste ano lectivo. Faltam entregar 4 trabalhos, sendo que 3 são de grupo. O único individual já devia ter sido entregue. 

Mas não consigo escrevê-lo. Não consigo. O meu cérebro bloqueou as minhas capacidades de escrita. Não gosto do trabalho, do que me é pedido, do que foi leccionado. Não gosto. Nem é o não gostar, é o não concordar. E eu tenho muita dificuldade em escrever sobre coisas com as quais não concordo. Neste caso, é uma questão de branco ou preto no mundo das artes. A professora entende que é preto, eu entendo que é branco. Mas não sou só eu. Até podia ser birra minha. Mas não. Todas as pessoas da área com que falei, entendem também que é branco.

E eu, que já ando cansada e com mil coisas na cabeça, ainda tenho de andar à procura de inspiração para escrever sobre o preto, que, na verdade, é branco.

Há coisas fantásticas, não há?





Aviso à navegação: este blogue vai entrar em modo queixinhas nos próximos tempos. Depois não digam que eu não avisei.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Das coisas que me alegram o dia...

Não há nada como acordar de manhã, entrar no site do nosso banco, e ver que ao fim de quase três meses, finalmente, já recebemos da Bolsa.

Vida de bolseiro não é fácil, não...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Das visitas de estudo...

Hoje foi dia de visita de estudo.

O local foi o atelier da Joana Vasconcelos.

Não sendo eu (nem um bocadinho) fã do trabalho da Joana Vasconcelos, vim de lá a admirá-la e a respeitá-la. Ela é o melhor exemplo nacional do artista actual: o artista que é artista, mas que é muito mais.

Já ninguém tem paciência para artistas que vivem no mundo da Lua, que trabalham quando lhes apetece, que entregam projectos e obras quando se lembram. O artista actual é artista mas também é gestor, é comunicador, é promotor. O artista actual tem de ter um olhar mais pragmático, e menos idílico, sobre o seu trabalho.

E não, achar que a arte pode dar dinheiro e pode ser sustentável, não é pecado. A arte é um produto criativo como tantos outros: é imaginada, é planeada, é criada e, se tudo correr bem, é vendida. E depois pensa-se na próxima obra e recomeça o ciclo. Sempre. Produzir e vender é poder produzir mais. Pena que muito boa gente ache que não.

E pena também que a Joana Vasconcelos tenha de ir lá para fora para poder vender. 


Um dia, vamos ter um mercado de arte a sério. Um dia.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Da minha (des)inspiração... - III

Ensaio escrito. 

Vestido nem vê-lo.

Trabalho à minha espera.

Consegui resistir aos três chocolates que estiveram toda a tarde ao meu lado, mas não resisti a meia dúzia de gomas. Podia ter sido bem pior.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Da minha cama que chama por mim...

Apresentação feita. Done. Não quero falar sobre isso. Diz quem viu, que correu bem. Digo eu, que a fiz, que devia ter sido bem melhor. Paciência.

Agora vou enfiar-me na cama com um qualquer chá, a ver How I Met Your Mother compulsivamente, vou tomar um comprimido, dormir, e esperar amanhã acordar com menos 10 kilos de stress e tensão em cima.

Estou triste. Com a neura. Desiludida e desanimada.

Mas amanhã será um novo dia.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Do final do ano lectivo... - II

Eu garanto que assim que acabar o Sumário Executivo do Plano de Negócios e assim que encontrar as 80 peças que me faltam para a "lista de compras", venho cá pôr mais fotos da Grécia.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Do final do ano lectivo...

Eu ADORO o que faço. Mas estar há horas à procura de peças e valores de peças e leilões e resultados de leilões e tudo e tudo e tudo, dá comigo em doida.


E tudo porque para a semana é a apresentação final do nosso projecto. Com investidores a sério.

E nós precisamos das contas todas contadinhas. E eu sou de Letras, sim?

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...