Mostrar mensagens com a etiqueta Disparates. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Disparates. Mostrar todas as mensagens

domingo, 5 de agosto de 2018

Do caminho que se faz caminhando... Ou correndo, neste caso...

Pouco depois de ter falado pela primeira vez com a médica que me operou, e de ter ficado a saber que, pelo menos, durante 12 meses posso esquecer tentar engravidar, mandei mensagem ao louco mais louco do que eu, a partilhar esta informação e a dizer-lhe que escolhesse uma Maratona para fazermos no próximo ano.

Curiosamente, ainda há 2 ou 3 semanas, houve 5 minutos durante os quais eu quase ia a Valência. Já estávamos a ver vôos e tudo, até que nos lembrámos que já temos bilhetes para um concerto espectacular nesse dia. A conversa acabou com um "Então se não fazemos Valência, não fazemos mais nada, que eu para o ano não quero fazer maratonas, quero fazer bebés."

Pelos vistos, parece que há espaço para uma Maratona para o ano e nesse mesmo dia, quando ele me foi visitar, começámos a analisar opções. 

Estão em cima da mesa: Paris, Viena, Atenas e Roma. Tendo em conta que já estive nas 4 cidades, a decisão não é fácil. Em Roma sempre posso lá ir fazer só 11km. Diz que é moda. 

E é, de facto, a hipótese mais apelativa para mim. Paris é Paris. É aquela onde estive mais recentemente e está cheia de franceses, o que não é muito positivo. Viena é uma cidade linda mas está vista e não sei se aquela gente é muito animada. Atenas é a que conheço pior, mas deve ser a mais quente. Em Roma, há sempre mais 246 monumentos para ver e 137 sabores de gelado para provar. Parece-me uma escolha fácil. 

Tenho de fazer pender a decisão para o meu lado... Será que o outro tinha razão e os romanos são mesmo loucos? Aposto que fazem uma festa tremenda e que pasta não deve faltar!... 

Sim, já sei que quando fiz a de Madrid disse que não fazia mais nenhuma. Mas, em primeiro lugar, alguém me podia ter avisado que isto era perigosamente viciante. E, em segundo lugar, por todas as circunstâncias em que decorreu Madrid, não consegui desfrutar verdadeiramente da prova e lembro-me sempre dela com um sabor agridoce, por todas as más memórias que marcaram esses dias. Assim, preciso de uma Maratona a sério, com toda a emoção que ela merece e que em Madrid fui incapaz de sentir. Talvez Roma me dê essa Maratona feliz. Talvez. 



(são sete e meia da manhã e estou acordada desde as cinco sem conseguir dormir. Talvez o meu raciocínio esteja meio toldado e daqui a umas horas eu venha a achar que para o ano estou mesmo bem é nas Maldivas, a comer marisco e a beber o que quer que seja que se bebe nas Maldivas. Talvez.) 

domingo, 29 de julho de 2018

Das pequenas coisas que alegram o meu dia...

Saber que a Maratona de Nova Iorque calha no no fim-de-semana em que eu vou lá estar!

Sim, fiquei a modos que histérica com isso. 

Sim, fiquei de lágrimas nos olhos só de pensar na emoção que vai ser. 

Sim, passou-nos pela cabeça participar. Se alguém não souber o que fazer a 2500 dólares, avise.

Andámos este fim-de-semana a começar a planear a grande viagem do ano e fiquei mesmo feliz com esta descoberta! 


(vai ser tão bom! Ainda não temos os bilhetes comprados, mas já ando a pensar nos cartazes que vou levar e tudo!...)

sábado, 28 de julho de 2018

Dos saldos...

Ora, vamos lá ver se aligeiramos o tom deste blogue e se eu me esqueço do nervosa que estou com a semana que aí vem e do estado de nervos em que fiquei, com a semana que passou.

Já que não há Verão este ano, para falarmos de praia e passeios, falemos dos saldos. Que estão igualmente miseráveis, mas uma pessoa sempre aproveita qualquer coisinha...

Eu sou assumidamente forreta. E pobre (inserir-tom-sarcástico-que-quem-não-me-conhece-pode-interpretar-erradamente-e-levar-a-mal-mas-paciência). Sou a rainha das promoções e vivo feliz com isso. Cada um é para o que é. Também cometo uma loucura de quando em vez mas, regra geral, compro roupa e acessórios apenas em saldos e/ou promoções (que isto agora a linha que separa uma coisa da outra é muito ténue). Não é por nada. É mesmo porque fui educada a ser poupadinha. E porque, de facto, durante muito tempo, tinha de fazer o dinheiro esticar quando o mês não encolhia, e habituei-me a isto. E depois deixei de saber fazer de outra forma.

Assim sendo, quando chegam os saldos, lá ando eu a espreitar as lojas (e os sites, sobretudo), para renovar o roupeiro.

E hoje, ao abrir mais uma encomenda da Mango (ah! a maravilha das compras online!), dei comigo a pensar que, pelo menos, 50% da minha roupa é da Mango. Acho que já merecia um prémio por isso!... Hoje chegaram cá a casa estas pecinhas:


E na encomenda anterior (também da Mango...), já tinham vindo:





E também já tinha comprado um robe e duas camisas de dormir (para levar para o hospital), um blazer, umas calças, umas sandálias e três blusas/tshirts. Agora que enumerei tudo aqui, parece imenso... Mas vou acreditar que mereço, já que no resto do ano não compro quase nada. E se pensar que a maior das peças foram estupidamente baratas, são ainda mais merecidas. Faz sentido, não faz?

E sim, eu sou meio básica nas minhas compras. Aliás, nestas encomendas há três grandes loucuras: umas calças cor-de-rosa com flores, um vestido de flores e um casaco cor-de-rosa. Resolvi aderir à tendência deste ano e perdi a cabeça!... Eu sou muito de coisas lisas e simples, sempre dentro das minhas cores: preto, cinza, branco, encarnado e azul. Por vezes, lá aparece qualquer coisa a contrastar. Mas sou assumida e reconhecidamente básica.

E sim, também já há aqui coisas a pensar no Inverno. Sou muito formiguinha neste aspecto, e aproveito o Verão para preparar o Inverno. O casaco preto é de lã e é super quente, e já andava há imenso tempo à procura de um do género, porque o preto que tenho é muito formal (ideal para trabalhar, não tanto para fins-de-semana e viagens).

A única coisa que não comprei nestes saldos foi roupa de desporto. Entrei assumidamente em modo greve ao desporto: tenho treinado uma ou duas vezes por semana, se tanto.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Do ginásio...

O ginásio está bom, obrigada. Vou lá quando calha. Não mais do que duas ou três vezes por mês, para não entrarmos na monotonia e rotina que dão cabo de todas as relações.

Ontem, num desses raros momentos em que o honrei com a minha presença, estava a meio de uma aula de CX (uma coisa muito interessante focada em abdominais...), quando me ocorreu que talvez não faça muito sentido eu estar a esforçar-me por trabalhar os meus abdominais, quando daqui a uma semana os mesmos serão esquartejados.

Por muito que eu queira, o mundo conspira para que a minha relação com o ginásio não prospere... 


sexta-feira, 6 de julho de 2018

Do meu estado actual...

No metro. Sim, a esta hora. Tirei a tarde de hoje. Agora é ir a correr metro fora, pegar no carro, ir a voar até ao dentista, depois seguir para as unhas, depois ir para casa tratar dos últimos preparativos, e depois é entrar em modo excursão em direcção a uma qualquer aldeia perdida à beira do Douro. 

Pelo meio, só tenho de ir comprar os melhores croissants de todos para o farnel da viagem, ir comprar laca e ir descobrir uns ganchos de jeito para o penteado que acredito que vou conseguir fazer. 

Pareço tonta com este casamento. Eu sei. Mas não só estou muito feliz pelos noivos, mas estou muito feliz porque vai ser a reunião do quarteto fantástico que tinha no meu antigo trabalho. Vai ser tão, tão bom!... 

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Das minhas unhas...

Contrariamente ao que algumas aves do mau agoiro vaticinaram, a minha unha negra do dedo grande do pé (meu grande recuerdo da Maratona de Madrid) não caiu. Ainda, pelo menos. E continua negra. Não que isso seja relevante porque a pintei por cima, de forma a que as pessoas que comigo se cruzam não tenham de disfarçar um ar horrorizado perante tal visão. O problema é que ela me dói. Dói mesmo. Dói quando uso sapatos fechados, como sabrinas e ténis. Podia agora aqui aproveitar para usar isso como desculpa para o facto de ter deixado de correr mas não o vou fazer e deixo isso para mais tarde. Dizia eu... A unha dói-me. Ou o dedo que é coberto pela unha, se quisermos ser mais específicos. E com este tempo maravilhoso, eu ainda não aderi inteiramente aos sapatos abertos. E é chato, como diria o outro. 

Pessoas que percebem do assunto, digam lá: era melhor se tivesse caído? Quanto mais tempo de sofrimento ainda me resta?

terça-feira, 19 de junho de 2018

Das formas estranhas que o Universo tem de se equilibrar...

Voltei de férias com mais 2 ou 3 quilos e com a certeza de precisar de fazer dieta, queira eu caber no vestido mais giro no casamento que tenho daqui a 3 semanas.

Pois que ontem fui arrancar um dente do siso e estou a dieta forçada.

Obrigada, Universo.

domingo, 10 de junho de 2018

Do NOS Primavera Sound...


Meses e meses a escolher o melhor outfit para levar a um evento desta magnitude e acabo nesta figura, com um look by... Loja do Chinês! 


(foram os cinco euros mais bem gastos dos últimos tempos e sem isto não teria aguentado o dilúvio que foi...) 

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Dos meus pedidos ao São Pedro...

Caro São Pedro, 

Eu sei que nesta altura deves receber imensos pedidos de imensa gente. Mas, confesso, tenho alguma esperança que tantos pedidos te façam reconsiderar o que tens estado a fazer.

Estamos em Junho. Na próxima semana há um feriado. E eu, como tem sido habitual nos últimos anos, tenho férias marcadas. Como talvez te recordes, ou não, porque certamente tens mais em que pensar, eu costumo ir para Lagos nesta altura. E, regra geral, está um tempo espectacular e eu consigo fazer uma semana de praia óptima que me permite acabar com esta cor de lula e entrar no Verão com um tom de pele mais simpático e condizente com as cores da estação. 

Este ano isso não vai acontecer. E não vai acontecer por dois motivos, sendo que um deles tu não controlas, é certo. Este ano eu não vou de férias para Lagos. E ainda bem. Porque com este tempo miserável, se eu fosse para Lagos, ia morrer de tédio. Fizeste-me essa gracinha quando lá estive em Abril e eu não me queixei porque tinha um treino de 25km para fazer. Mas agora já não tenho treinos para fazer. Nenhuns.

O que eu tenho para fazer é ir ao Porto este fim-de-semana. E não só vou ao Porto, como vou ao Primavera. O Primavera é um festival de música no Parque da Cidade. Ao ar livre, portanto. Eu não sei se tu costumas ir a festivais de música. Eu não, mas agora  aparecem-me com bilhetes em casa e obrigam-me a ir a estas coisas e eu lá faço o sacrifício. Mas, dizia eu, talvez não saibas mas festivais de música e mau tempo não combinam. É chato, como diria alguém.

Além disso, eu gostava muito de, já que não vou para Lagos, ir à praia segunda e terça feira aqui em Lisboa. E, não querendo parecer esquisitinha, mais uma vez, praia e mau tempo não combinam. Ou bronzeado e mau tempo não combinam, vá.

Convenhamos que este tempo não é normal para esta altura. Estamos em pleno mês de Junho e, esta manhã, foi num acto de rebeldia pura que eu me recusei a vestir collants. Ainda estive com elas na mão, acreditas? Mas depois achei que vestir collants em Junho era um ultraje. E vim de vestido e perna ao léu. Se tiver frio porque estão 16°, paciência. Mas Junho não combina com collants (ou meias de vidro ou lá como se chamam).

Para não abusar da tua boa vontade, nem sequer te peço bom tempo para Londres. Até porque ambos sabemos que isso é impossível, não é verdade?

Mas pensa nisto. Com carinho. Eu e milhões de pessoas agradecemos. 

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Das confissões...

Se calhar, tens um problema quando a Senhora da Hussel não só já te conhece, como insiste para que comas um chocolate novo que ela lá tem para tu provares...

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Das grandes questões que se colocam...

Acordei às seis e meia da manhã com dores de garganta. Ao pequeno-almoço tomei o comprimido do estômago e um para as dores de garganta. Foi só um paracetamol de 500mg, não se entusiasmem.

Passei a manhã com dores de garganta e dores de estômago.

Estou aqui indecisa entre tomar algo mais forte para a garganta e acabar com essas dores, sabendo que vou aumentar as do estômago, e não fazer nada e esperar que tudo isto passe.

Aceitam-se apostas.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Da Maratona de Madrid... - IV

Não, ainda não vos trago o restante relato. Talvez no fim-de-semana ou amanhã à noite, que hoje tenho de ir à inauguração do novo sítio mais giro da cidade (more about that later).

Venho apenas registar que a unha do dedo grande do meu pé esquerdo, que me começou a doer depois da Maratona, tem uma mancha negra que todos os dias se alastra mais um bocadinho e que eu acho que isto não vai ficar por aqui.

Se ser maratonista é isto, já não quero.

sábado, 5 de maio de 2018

Da solução para todos os males da minha vida...



O post anterior recebeu este comentário.

É isto. Só isto. Anda aqui uma pessoa aborrecida com a vida, a questionar-se sobre o sentido de cá andarmos, com grandes dramas e questões existenciais, e a única coisa que precisava de fazer era falar com o Dr. James. Como é que eu não me lembrei disto antes?!

sábado, 14 de abril de 2018

Do meu estado actual...

No cabeleireiro.

Andava desde o início do ano a dizer que precisava de cortar o cabelo.

Esta semana, decidi que não dava para adiar mais. Corria o risco de ir para a maratona irritar-me com o dito, porque está demasiado comprido e o rabo de cavalo já abana demasiado e bate-me no pescoço. Parece um pormenor. Parece tonto vir a correr cortar o cabelo por causa da maratona. Mas acho que foi o incentivo que faltava para me obrigar a parar e cuidar de mim.

Aproveitei e arranjei as unhas. Não posso ter as unhas por arranjar quando quiser segurar na medalha para as fotos, certo?

Sim. É possível aliar a maratona à futilidade. E ser feliz com isso!

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Das minhas noites...

Esta manhã acordei sobressaltada. Estava a ter (mais) um pesadelo com uma das duas consultas que tenho esta semana. Acordei sem saber que horas eram e em que dia era a dita consulta. O telemóvel estava morto. Pelos vistos, não carregou durante a noite. Fiquei ainda mais aflita e, às escuras e às apalpadelas, corri para a casa-de-banho para ver as horas. Cheguei à casa-de-banho e fiquei a olhar para o relógio sem me lembrar se o relógio já tinha a hora nova ou ainda a antiga. Voltei para a cama e, sem querer, acabei por acordar o aniversariante do dia, que me disse que eram sete horas. E eu respirei de alívio.

Foi o segundo pesadelo da noite. O primeiro foi relacionado com o trabalho.

Curiosamente, ou não, ainda não me deu para ter pesadelos com o dia M.

No fim de contas, a consulta é só amanhã. E eu tento não pensar demasiado nisso que hoje é dia de festa e vamos jantar a um sítio ma-ra-vi-lho-so.

terça-feira, 27 de março de 2018

Das pequenas alegrias do meu dia...

Hoje comecei o dia a limpar vomitado do Snow.

Tudo porque ele insiste em comer as plantas que eu insisto em ter na sala.

Quem será mais teimoso?...

quarta-feira, 14 de março de 2018

Das minhas decisões super inteligentes (outra vez?!)...

Enquanto lavava os dentes pensava que não devia ir trabalhar. Que devia ficar en casa. Que a febre de ontem pode voltar. Que os enjoos continuam. Também me lembrei que podia sempre ir buscar o portátil e ficar em casa a trabalhar. Pensei tudo isto. Acabei de lavar os dentes e fui preparar a mochila para o ginásio. Posso estar doente, posso não me sentir bem, mas hei-de ir ao ginásio nem que seja fazer 5km na passadeira. Não tarda falta um mês para o dia M e não vai ser um bicharoco qualquer que resolveu atacar-me que vai impedir-me de treinar. Não vai, não.

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...