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domingo, 4 de setembro de 2016

Das férias em Moledo em palavras...

As férias em Moledo correram bem. Muito melhor do que estava à espera, confesso.

Há já alguns anos que não fazia férias assim: uma casa gigante e um grupo de amigos (que não eram os meus amigos), nalgum sítio perdido neste belo país à beira-mar plantado.

Os dias dividiam-se entre a praia, o rio e a piscina, e as noites entre os bares, as conversas e os jogos. 

Descobri uma nova paixão: o karaoke (passou-me uma carreira ao lado, quer-me parecer). Ri-me muito. Conheci pessoas novas. Dancei muito. Aprendi muito. Fiz coisas novas. Voltei a andar de barco. Vi muitas estrelas e ensinei constelações. Fiz muitas panquecas. Fotografei. Fui fotografada. Comi muito. Vivi. Fui feliz.

Mas estas férias deviam ter servido, também, para organizar ideias e tomar decisões. Mas não. Continuo na mesma. A chegar às mesmas conclusões. Com as mesmas dúvidas.



É tão bom isto de ser crescida e poder fazer o que me apetece... Mas é tão difícil saber o que me apetece!...

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Da ironia da vida...

E, de repente, dá-se o clique.

Só hoje percebi que estou exactamente no mesmo sítio onde tu estavas há seis meses e meio atrás.

Curioso? Irónico? Ou, simplesmente, essa coisa a que chamam karma?

Hoje, talvez, te perceba um pouco melhor. Foram precisos seis meses e estar na mesma situação, para te perceber um pouco melhor.

Hoje, talvez, perceba que a tua situação não era fácil. 

Hoje, talvez, me sinta um pouco menos injustiçada.

Hoje, talvez, perceba que, ao mesmo tempo que vivo um paradigma entre a falta de fé e a crença, vivo um paradigma entre a cobardia e a ingenuidade.

Hoje, com toda a certeza, percebi que os meus erros foram os teus.

Hoje, com toda a certeza, percebi que tenho de fazer a coisa certa.

Hoje, sem certezas nenhumas do que é isso da coisa certa, tomei uma decisão: fazer diferente de ti.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Das conversas que eu tenho... - II

A propósito não interessa de quê, conversa entre mim e uma das BFFs...

- Mas foi simpático da parte dele ter feito isso.
- Simpático?! Simpático?! Foi amoroso, foi querido, foi fofinho! Simpático não é coisa que se diga!
- Mas essas palavras não entram no meu dicionário... 
- ...
- Não posso dizer que foi simpático? 
- Bolas! Deve ser mesmo difícil namorar contigo!...

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Do que eu não aprendo...

Eu, apesar da idade, continuo tonta e sem saber nada da vida.

Achava eu que estes dias de férias (e consequente afastamento) serviriam para eu arrumar ideias, clarificar sentimentos, perceber o que quero dele e o que quero fazer com ele.

Errado. Completamente errado.

Dou comigo a perguntar-me se tenho saudades, porque tenho mesmo saudades, ou se porque me sabia bem a atenção constante.

Ao mesmo tempo, questiono-me se é justo o que estou a fazer. Claramente, não estamos na mesma página. Mas não estamos porque não dá para estar ou porque, mais uma vez, sou eu que me estou a boicotar? Sou mais injusta se continuar a tentar (correndo o risco de o iludir) ou se desistir à partida (correndo o risco de desperdiçar tudo)?

A confusão é cada vez maior e eu sei cada vez menos. Resta-me o consolo de saber que ainda tenho mais dez dias para continuar a meditar sobre o assunto.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Das coisas que tu me deixaste... - II

Ainda penso em ti. E ainda sonho contigo. Ainda esta semana sonhei contigo.

Sei que nunca te vou esquecer. Não penses que isto tem algo de extraordinário. Não tem. Lembro-me de todas as pessoas que tiveram algum impacto na minha vida. E tu tiveste muito mais do que algum impacto. Tu tiveste um imenso impacto.

Sou hoje melhor por tua causa. Pelo que me fizeste ser, pelo que me obrigaste a ser. Pelos risos e elogios, mas também pelo murro no estômago.

Mas também sou menos eu. Sou mais bloqueio, sou mais medo, sou mais insegurança. Deste-me tanta confiança e deixaste-me tão insegura. Contigo, aprendi imenso sobre o meu valor. Contigo, aprendi a não me querer dar aos outros. Deixaste-me melhor. Muito melhor. Mas deixaste-me fechada para o Mundo. 

Não sei se o resultado dessa equação será muito positivo.

O que é que achas?

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Das minhas esquisitices...

Não sei se estou a ser picuinhas ou se estou a ser inteligente e sensata como nunca fui.

Já me disseram que ando a inventar desculpas, que ando a boicotar as coisas, que quero que corram mal.

Não sei. Não sei mesmo. Eu acho que estou a ser realista e a tentar evitar as catástrofes do passado.



Não percam o próximo episódio porque nós... Também não!

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Da capacidade infinita que algumas pessoas têm de nos surpreender...

Do princípio ao fim, tu conseguiste surpreender-me. Muito. Imenso. Vezes sem conta. Com coisas boas. Com coisas menos boas. E, mesmo depois do fim, continuaste a fazê-lo. 

A última coisa com que me conseguiste surpreender foi teres-me "desamigado" no Facebook. Confesso que foi o momento cómico do meu dia. Nunca pensei. Mesmo. Muito menos, ao fim deste tempo todo. Mas, naturalmente, é só mais uma das tuas coisas que eu não vou tentar perceber.

Não deixa de ser curioso que os meus três últimos exs me tenham "desamigado"/bloqueado no Facebook. Nos três casos, foram eles que fizeram asneira. Nos três casos, poderia ser eu a ter todos os motivos para os bloquear. Mas não. Nos três casos, foram eles que o fizeram.

Também nunca vou perceber. Sobretudo, porque perante esta amostra, eu não fico muito bem na fotografia: claramente, há algo de muito errado com a minha pessoa...

terça-feira, 26 de julho de 2016

Dos homens que adoram as mulheres (tudo o que deviam saber)... - III

Não é por se atirarem de cabeça, por nos encherem de elogios, por fazerem planos de vida ao fim de meia dúzia de encontros, que vamos gostar mais de vocês.

Nestes casos, podem acontecer duas coisas:

Ou alguém vai sofrer.

Ou, e o que é ainda mais provável, só vamos querer fugir.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Das palavras que eu já escrevi...

Podia escrever aqui muita coisa hoje. Ia fazê-lo, até. Mas depois lembrei-me que já escrevi no passado aquilo que gostaria de escrever hoje.

Está aqui, neste texto escrito quando tentava apostar numa nova relação, depois do caos em que a anterior me tinha deixado. Essa relação terminou pouco tempo depois, e o caos multiplicou-se.

Hoje, ainda mais destruída, com o futuro ainda mais hipotecado, com ainda mais receios, ainda mais bloqueada, tenho ainda menos vontade de voltar a dar a alguém o direito de me magoar.


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Da teoria da substituição...

Será que funcionamos mesmo por substituição?
Só deitamos fora o nosso par de sapatos preferido quando temos uns novos tão ou mais giros?
Só começamos a ver uma série quando a nossa série de sempre acabou?
Só aceitamos ler um autor diferente quando já lemos tudo o que havia para ler do nosso autor favorito?
Só acalmamos a dor deixada pela partida do nosso gato, quando nos derretemos com outro?
E com a vida? Com as pessoas? Também é assim?
Só esquecemos alguém que amamos quando nos voltamos a apaixonar?
E será que nos voltamos mesmo a apaixonar ou estamos simplesmente a substituir um amor por outro?
Será possível, isso de substituir um amor por outro?
Será que sempre que temos um vazio na nossa vida, temos de preenchê-lo a todo o custo?
E que custo será esse? Até onde vamos para termos sempre as nossas vidas cheias e sem vazios?
Será que resulta?
Será que funcionamos mesmo por substituição?


Há dias em que acredito que sim.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Dos homens que adoram as mulheres (tudo o que deviam saber)... - I

Primeiro encontro. Podia levar... Flores? Chocolates? Ovos moles, quiçá? Não levar nada? Não. Nada disso. Um livro.


É isto. E é tão simples!...

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...