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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Da procrastinação... - II

Tenho a minha vida toda em suspenso. Tenho uma das maiores decisões de sempre para tomar. E o que é que ando a fazer? A ver cores de tintas no site da Cin.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Do que me custa...

E o que me custa entrar nas lojas, ter vontade de trazer toneladas de coisas para casa e não poder? Os senhores das lojas não sabiam fazer coisas mais feias, não? Sei lá, para me facilitar um bocadinho a vidinha...

É que eu estou em contenção de gastos. E até defini um orçamento mensal para gastar em futilidades. Mas agora fica o dilema: o que escolher já que não posso trazer tudo?...

domingo, 5 de setembro de 2010

Do tempo que passa e nada muda...

Cheguei do Algarve há dois dias. Gostei de lá estar, apesar de tudo. Foi diferente, muito diferente. Mas deu para espairecer e sair um bocadinho daqui.

O que custou mesmo foi voltar. Estou pior. Bem pior. Mais confusa. Mais baralhada. Mais indecisa. Há momentos em que tenho a certeza absoluta do que quero. Há outros em que não tenho certeza nenhuma de nada.

Ando assim. Neste limbo. Sem saber o que fazer. O que sei é que preciso urgentemente de arranjar um emprego. Um emprego a sério com um ordenado a sério. Ou um emprego mais ou menos que dê para conciliar com o emprego nº2 e me permita ter os euros de que preciso no fim do mês. Neste momento, tudo se resume aos euros. Neste momento, dava bem jeito o Euromilhões de que falava há dias.

Mas, enquanto isto, amanhã regresso ao trabalho. Pediram-me para voltar ao emprego antigo para fazer as férias de uma colega. E eu vou, claro. Sempre são mais uns euros no fim do mês.

E sempre me distraio. E pode ser que, mais tarde ou mais cedo, se faça luz nesta cabecinha. Ou não. Mas o simples passar do tempo já obriga as ideias a assentarem. Espero eu.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Das férias... (será desta?)

Daqui a pouco estarei a caminho do Algarve. Espero que desta vez seja a sério, já que da última não cheguei a lá estar 24 horas...

Companhia completamente diferente, propósitos completamente diferentes. Objectivo principal para mim: espairecer. Pôr as ideias no lugar. Assentar ideias. Pensar, repensar e voltar a pensar. Preparar-me porque começa a chegar a altura de tomar uma decisão. Uma decisão definitiva. Seja ela qual for. 

Vamos ver como corre.

domingo, 15 de agosto de 2010

Do meu carrito...

Eu adoro o meu carrito. Adoro mesmo. Já fizemos muitos milhares de quilómetros juntos e nunca me deixou mal.

Mas ando a pensar trocá-lo. Já aqui falei nisso, quando ele fez 18 anitos. E agora, ando a pensar nisso outra vez. É que ele agora não quer pegar. Só ao fim de umas quantas tentativas é que pega. E eu tenho medo que um dia não pegue de vez.

Por outro lado, esta não é, de todo, a melhor altura para trocar de carro. Mas eu vi um que era mesmo o que eu queria... E nem sequer é caro... E agora ando com isto na cabeça...

Trocar ou não trocar? Eis questão.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Do meu Mestrado... - V

E então estamos assim: houve 7 (sete) inscrições para o Mestrado. Obviamente, não vai haver Mestrado com tão pouca gente. Solução apresentada pelos senhores do ISCTE? Fazer um Mestrado "parecido", com algumas cadeiras em comum e outras que nada têm a ver.

E então eu estou assim: indecisa, muito indecisa. Tenho até segunda-feira para decidir o que quero fazer. Nos entretantos, vou vasculhar tudo quanto existe de Mestrados e Pós-Graduações neste país, e vou também ponderar a hipótese de Londres, Madrid ou Barcelona.

Não me apetece muito contentar-me com o Mestrado "parecido" só porque sim. Não quer dizer que não o faça, mas quero explorar as outras hipóteses todas primeiro.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Das indecisões... - I

Estou aqui indecisa entre:

- ir às compras;
- ficar em casa a preencher a declaração do IRS.

É uma escolha difícil, é...

sábado, 13 de março de 2010

Dos Aniversários!

O meu carrito faz hoje 18 anos. Dezoito! Já pode ir votar e ir à tropa!

Já está comigo há quase cinco anos. Tirando um interregno de dois anos em que depois de um problema de saúde eu achava que nunca mais seria capaz de conduzir, e andou o meu pai com ele, já contamos muitos quilómetros juntos. Muitos mesmo. Que isto de viver quase em Tomar e estudar em Coimbra tem muito que se lhe diga. E viver na Figueira, estudar em Coimbra e estagiar em Montemor, ainda tem mais. E as vindas para Lisboa todos os fins-de-semana, e as idas a Sintra, e tudo o mais. Foram muitas viagens, muitas estradas percorridas, muitas dores de rabiosque.

E, por tudo isto e mais alguma coisa, custa-me pensar em desfazer-me dele. Mesmo já tendo ele 18 aninhos. É que eu já o conheço. Eu já o conheço tão bem e, mesmo assim, ele ainda me surpreende. Como ontem de manhã, quando consegui que ele se fosse abaixo porque tive preguiça de meter a primeira para subir para cima do passeio a estacionar. E eu que achava que o meu carro nunca ia abaixo. Mas vai. Era de manhã e ele tinha frio e não gostou que eu fosse preguiçosa. E eu também sei que ele está cansadinho, e que não gosta de dormir na rua porque tem frio, e mostra o seu desagrado não pegando de manhã. Se o deixar na garagem, ele retribui e pega sempre. Mas custa-lhe um bocadinho começar a andar, sobretudo se eu quero começar o dia a acelerar, e o oxigénio dele ainda não está a chegar bem aos pulmões. Mas lá nos vamos entendo. Eu aqueço-o e devolve-me com o melhor sistema de aquecimento que eu conheço num carro. Daqueles que temos de desligar porque morremos de calor ao fim de pouco tempo. E sabe tão bem quando está frio.

E eu também gosto dele porque gasta pouco, muito pouco, mesmo com a minha condução. E gosto dele porque me deixa fazer a minha condução preguiçosa (mesmo que um dia me peça para trocar a embraiagem - mea culpa). E gosto dele porque é comercial e quando vou às compras é só atirar tudo lá para trás. Ir ao Ikea ou ir fazer as compras do mês nunca é um problema. Gosto dele porque tem um motor fácil, muito fácil. E mais potente do que devia, o que faz com que ele ande mais do que devia. Mas eu não me chateio nada com isso. Até gosto mais dele por isso. Porque ninguém dá nada por ele, mas é como um cão rafeiro, que depois corre mais e responde melhor que os cães com pedigree.

Gosto dele porque gosto. E não me consigo imaginar a trocá-lo por outro. Mas a verdade é que ando a traí-lo. Tenho andado a ver outros, a pensar numa eventual compra. É que começa a chegar a altura de ter um carro um bocadinho mais seguro, com direcção assistida, onde não entre água quando ele fica muito tempo à chuva.

Mas eu gosto tanto dele!...




Edit: este post foi agendado. Nos desenvolvimentos mais recentes encontra-se a compra de um carro para o marido ontem. O que significa, querido carro, que não te vou trocar tão cedo!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Das coisas que eu não acho normais... - I

Conversa com o meu pai no chat do gmail (sim, no chat do gmail), assim vindo do nada:

Pai: E um mestrado na UAberta?
Filha: porquê na UA? tem algum interessante?
Pai: é à distância, ñ tem problemas de horário, se calhar vou para lá
Filha: sim, nessa medida é bom, mas não tem grande valor em termos de mercado de trabalho, por ter pouca credibilidade. vais fazer qual?
Pai: história
Filha: mas isso é licenciatura, não é?
Pai: sim
Filha: fazes bem e fazes o minor em quê?
Pai: tenho 2 anos para pensar, mas deve ser cultura ou religião
Filha: e sabes o preço da licenciatura? até eu fazia em história, e ficava com as duas, e fazia o Mestrado que quero ao mesmo tempo
(...)

Havia de ter a sua piada, eu e o meu pai a estudarmos juntos. Acho que ele dava comigo em doida!... Estou mesmo a ver: "Ahah! Eu tive 18 e tu só tiveste 17...". Mas vou pensar nisso. Não é muito caro, não dava muito trabalho, e ficava com mais uma licenciatura. Só tenho é de me certificar que posso fazer o meu mestrado ao mesmo tempo (o tal dos seis mil euros. seis mil!). E vou sondar duas ou três pessoas do meio, para perceber se vale a pena fazer uma licenciatura da UA, ou se o reconhecimento é mesmo nulo. Either way, posso sempre seguir o exemplo do meu pai e fazer mais uma licenciatura só porque sim, e só mesmo para aprender mais qualquer coisa. Vou investigar e vou pensar seriamente sobre isto!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Trocar de carro ou não trocar: eis a questão!

Ontem era meia-noite e andava eu a ver e a experimentar o meu hipotético futuro carro (sublinho hipotético).

Não sei mesmo o que fazer. O marido insiste para que eu troque de carro e dê a (merecida) reforma ao meu boguinhas. Mas não sei se sou capaz. Porquê? Em primeiro lugar, porque, ao fim destes anos todos, já criei uma certa relação afectiva com este carro (não são só os homens!). Em segundo lugar, porque me custa dar tanto dinheiro por um bem perecível. Quem me conhece sabe que eu sou bastante, não diria forreta, mas poupada. E, como tal, faz-me imensa confusão gastar muito dinheiro num carro. Não percebo. Tal como não percebo as pancadas das pessoas de quererem ter sempre grandes carros, mesmo que para isso precisem de pedir um empréstimo. Não compreendo. Desculpem, mas não consigo. Eu gosto do meu carrinho velhinho, que já é quase maior de idade, e enquanto ele for andando, custa-me trocá-lo por outro.

Claro que o hipotético futuro carro é o carro que ando a namorar há já uns anos. Claro que é um carro muito mais recente, com pequenos luxos como direcção assistida (sim, isso é um luxo que o meu carrito não tem), e mariquices como vidros eléctricos, ar-condicionado, etc. Mas... Valerá a pena? I mean, haverá necessidade? O marido diz que sim. Eu, honestamente, não sei. No fim, ponho a Lady a decidir. E aposto que ela decide pelo velho carrito onde já fez milhares de km's!

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...