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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Dos meus pedidos ao mundo em geral...

Então e dicas super hiper mega fabulosas para Londres?

É a minha quarta vez lá, mas é a primeira dele, pelo que nos vamos dividir entre alguns clássicos e alguns dos meus favoritos. Mas...

O que é que não podemos mesmo perder, já que ele não deve aceitar a minha sugestão de passar quatro dias entre a National Gallery, a Tate Britain, a Wallace Colection e o Victoria & Albert?

Sítios onde comer onde não paguemos dez libras por uma sandes de queijo com uma azeitona?

Tesouros escondidos onde não estão mil turistas a degladiar-se pela melhor fotografia?

Qualquer outra informação que considerem relevante, como onde encontrar os esquilos mais fofinhos e peludos?

Grata.


sábado, 6 de janeiro de 2018

Das viagens...

Estamos no início do ano e já tenho duas viagens marcadas. A bem da verdade, no dia 2 de Janeiro, já tinha duas viagens marcadas. Duas capitais europeias. Dois regressos a sítios que já conheço. Uma para me estrear na distância mí(s)tica, outra para partilhar a minha cidade preferida com alguém que não a conhece.

A certeza de que serão ambas muito especiais. A certeza de que serão ambas inesquecíveis.

A vontade de que o tempo voe e que elas cheguem depressa.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Das férias que já lá vão...

Resumo muito resumido das férias, porque, se não for assim, em 2020 ainda não falei delas:


Comecei por Amesterdão. Chegámos à hora de almoço, fomos pousar a tralha ao hotel, comprámos umas sandes no supermercado e seguimos para o centro. Começámos pela Heineken Experience (recomendo!), seguiu-se um passeio de barco pelos canais, depois jantar e seguiu-se o passeio da praxe pelo Red Light District.





A entrada inclui a oferta de três cervejas!


Só podia, não é?



Hamburguer vegetariano no The Butcher. Comer barato naquela terra não é fácil!


Muitas montras de babar...


E o famoso Red Light, com o registo possível:


Em Amesterdão ainda houve tempo para o Museu Van Gogh, o Rijksmuseum, a casa do Rembrandt, o Museu de Amesterdão, muitos passeios a pé, paragem para almoçar no Albert Cuyp Market, passagem pelo Mercado das Flores, entre muitas outras coisas que já não me lembro. 


O que mais gostei? O Van Gogh, naturalmente.


Seguiu-se Bruges. Acho que nunca tinha estado na Bélgica e as diferenças são muitas em relação à Holanda. Achei Bruges muito turística, mas gostei. 



O primeiro contacto com Bruges foi à noite, e no dia seguinte fizemos uma Free Walking Tour (recomendo mesmo muito!), que deu para conhecer os principais pontos da cidade.


Em Bruges perdi a conta às montras de chocolates, macarrons, bolachas, e todo o tipo de doces.






Eu, concentradíssima, a olhar não sei bem para o quê...


Sabem aquela história de eles terem centenas de cervejas? Têm mesmo! Esta loja tinha quatro corredores inteiros, do chão ao tecto, com todo o tipo de cerveja.


Nesta loja havia todo o tipo de porcelanas com formatos de animais e decorações encantadoramente pirosas.




Dizem que é um dos sítios mais fotografados de Bruges. Pelo sim, pelo não, não quis dar cabo das estatísticas...

E, depois de Bruges, seguiu-se Ghent. É uma cidade mais pequena, onde a Universidade tem um peso importante, tornando-a menos turística e com uma vida muito diferente.







Depois de Ghent, seguiu-se Leiden, onde quase não tirei fotografias pois foi uma estadia muito curta, e, depois, o regresso a Amesterdão e a Lisboa.

Gostei muito da viagem, deu para passear, para ver muita coisa nova, para comer e beber, mas também deu para correr e descansar a cabeça (já que o corpo, além de doente, veio derreado...).

Quando é que são as próximas, mesmo?...


domingo, 8 de outubro de 2017

Das férias...


As férias correram bem e souberam ainda melhor!

Andei por Amesterdão, Bruges, Genth e Leiden, numa semana que passou a voar. Espero ter tempo em breve para vir deixar algumas fotos e comentários sobre os sítios por onde passei mas, no geral, recomendo muito!


Ainda não me pesei mas devo ter engordado... Ou talvez nem tanto, considerando o quanto caminhei e o facto de ter ficado doente (com uma constipação muito simpática), o que me tirou (algum) apetite.

E este calor por cá? Uma pessoa sai do avião com três camadas de roupa e um casaco, toda fungosa, e encontra um calor insuportável!...

A vontade de ir trabalhar amanhã não é nenhuma e ia mesmo era para a praia...

Boa semana a todos, e volto em breve com coisas que realmente importam!

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Das notas soltas...

Custou sair do antigo emprego.

As férias correram bem, com direito a um intervalo de dois dias para vir a Lisboa ao jantar de despedida do antigo emprego (meu e de outra colega que saiu ao mesmo tempo). Dei mergulhos, comi muito, descansei, dormi, e até corri!

Já comecei no novo emprego segunda-feira. Ainda é cedo para falar. Talvez volte a esse tema um dia destes.

Está a custar-me adaptar-me ao novo horário, à nova logística, à nova rotina. O ginásio ficou esquecido. Estou a tentar não esquecer a corrida.

Espero conseguir acalmar em breve. E voltar a dar vida a isto.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Do verdadeiro significado de Leap of Faith...

Leap of Faith é ter comprado ontem bilhetes para uma viagem a realizar em Outubro, depois do que aconteceu nas duas últimas viagens que marquei com alguém.

O pior que pode acontecer? Ir sozinha, que foi o que me aconteceu com Praga e foi das melhores experiências que tive na vida.

O melhor que pode acontecer? Ter umas férias espectaculares, que incluem Amesterdão, Bruges, Gante e Leiden.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Das férias... - IV

Os últimos dias das férias foram passados a sul: Aljezur, Almograve, Zambujeira...


A Arrifana vai ser sempre a Arrifana... E estar na praia até às oito da noite é o melhor sinónimo de férias que conheço!


Mas também houve tempo para ir conhecer a praia do Monte Clérigo, e acabar o dia a matar as saudades de percebes, com um pôr do Sol maravilhoso.

 
 

Antes do regresso ainda houve tempo para passar pelo Cabo Sardão para, mais uma vez, ficar espantada com as paisangens incríveis que temos. A zona da Costa Vicentina não deixa de me surpreender!

Seguiram-se a Marginal à Noite e o Trail da Ericeira, já relatados anteriormente.

 

E já agora, deixo a foto da famigerada descida no Trail da Ericeira. A foto não é da minha autoria nem eu estou ali no meio (acho eu), e acredito que só lá estando é que se percebia a dimensão da dita descida, mas fica a ideia geral...  


E foi assim que acabei as minhas férias... A tentar fazer gelo, com o Snow a querer roubar-me o saco onde o tinha!

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Das férias... - III

Depois de Amarante, seguiram-se os Passadiços do Paiva. Estava um dia exageradamente quente e isso tornou o percurso mais custoso, mas nada que a paragem no Areinho para um mergulho e o almoço, não ajudasse a resolver.


Os Passadiços têm paisagens incríveis, a Natureza mostra-se em toda a força, e recomendo inteiramente que lá vão! Se quiserem fazer o percurso de ida e volta, sejam mais inteligentes do que eu e comecem mais cedo (ou escolham um dia de menos calor...). São 16km, com uma subida dura para cada lado, mas fazem-se bem, desde que com o mínimo de preparação e muita água!


Depois dos Passadiços, o destino foi um pequeno turismo rural em Castelo de Paiva, muito simpático, muito calmo, com uma piscina óptima e que foi a escolha perfeita para recuperar forças.


O problema de Castelo de Paiva? A comida e a bebida! Cada restaurante era melhor do que o anterior... A dificuldade era mesmo escolher e o meu estômago bem se ressentiu!

  

Estes vinho, da região, eram óptimos, e ainda trouxe umas garrafas (para mais tarde recordar...).


O Restaurante Dona Amélia, perdido no meio do lado nenhum e com uma vista incrível, foi, sem dúvida, um dos melhores das férias. Mais uma vez, não façam como eu: façam reserva, porque só assim garantem que têm comida quando lá chegarem. Não há carta, há apenas 3 ou 4 pratos típicos (alguns só mesmo por encomenda), há bom queijo, bons vinhos, e sobremesas óptimas. Também não há multibanco, mas podem pagar por transferência bancária (true story!).


Balanço destes dias a Norte? A certeza de que não há país como o nosso, comida como a nossa, gentes como as nossas.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Das férias... - II

As férias começaram no dia 9, sexta-feira. Sair de Lisboa a meio da manhã, em direcção ao Porto e ao Lado B, para uma francesinha vegetariana.


Seguiu-se uma passagem pelo hotel e o destino seguinte foi o Primavera. Eu não sou pessoa de festivais (facilmente se percebe), mas lá me convenceram que este era diferente e que valia a pena. E valeu.




Whitney foi muito, muito bom. Bon Iver também, e ainda deu para ouvir mais algumas coisas interessantes.


Claro que a noite não acabou sem uma tripa, com recheio de ovos moles, pois claro.
Conclusão da noite? Já não tenho idade para isto! Cheguei às duas da manhã completamente de rastos...

O dia seguinte ainda deu para uns passeios pelo Porto, eleita, sem dúvida, a minha cidade do ano.

 

O pequeno-almoço tardio foi no meu sítio preferido: Apartamento Café. Aquelas panquecas são divinais!

Seguiu-se um longo passeio a pé, para conhecer o Museu Nacional Soares dos Reis.

       


Ainda houve tempo para um Porto com esta fantástica vista e seguiu-se o próximo destino: Amarante.

E Amarante foi uma descoberta tão boa! Gostei tanto, tanto. É uma pequena vila muito bonita, com imenso património, e com boa comida e excelente vinho.


   
  

Eu e os patinhos, os patinhos e eu... E esta beira-rio, cheia de gente com as suas mantas e os seus piqueniques? Muita vida tem aquela terra!
 

 


Se não conhecem, vão conhecer! Vale mesmo a pena!

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...