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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Das coisas que me passam pela cabeça...

Quando dou um passo atrás e olho para a minha vida, a tendência a ficar desiludida é inevitável.

Não estou onde gostaria, a nível profissional.

Não tenho a relação ideal. Não tenho relação nenhuma, sequer.

Não tenho o filho que há um ano atrás tanto desejava ter.

Não tenho a casa que sempre achei que ia comprar.

Não tenho tantos amigos como gostaria.

Não tenho a família perfeita.

Não tenho quase nada do que desejei ou idealizei para quando chegasse a esta idade.

Tenho outras coisas. É um facto. Tantas e tão boas.

Mas há momentos, por breves e fugazes que sejam, em que me apetecia mesmo poder fazer reset e começar do zero.

Quem sou eu e o que fiz a 32 anos de vida?...

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Das coisas que me intrigam...




Podem seguir o link, ler a notícia e, até mesmo, a dita crónica que está muito bonita.

A minha questão é só uma: existem ex-amores? Ou um amor que é amor um dia, é amor para sempre?

domingo, 4 de setembro de 2016

Das férias em Moledo em palavras...

As férias em Moledo correram bem. Muito melhor do que estava à espera, confesso.

Há já alguns anos que não fazia férias assim: uma casa gigante e um grupo de amigos (que não eram os meus amigos), nalgum sítio perdido neste belo país à beira-mar plantado.

Os dias dividiam-se entre a praia, o rio e a piscina, e as noites entre os bares, as conversas e os jogos. 

Descobri uma nova paixão: o karaoke (passou-me uma carreira ao lado, quer-me parecer). Ri-me muito. Conheci pessoas novas. Dancei muito. Aprendi muito. Fiz coisas novas. Voltei a andar de barco. Vi muitas estrelas e ensinei constelações. Fiz muitas panquecas. Fotografei. Fui fotografada. Comi muito. Vivi. Fui feliz.

Mas estas férias deviam ter servido, também, para organizar ideias e tomar decisões. Mas não. Continuo na mesma. A chegar às mesmas conclusões. Com as mesmas dúvidas.



É tão bom isto de ser crescida e poder fazer o que me apetece... Mas é tão difícil saber o que me apetece!...

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Do que eu não aprendo...

Eu, apesar da idade, continuo tonta e sem saber nada da vida.

Achava eu que estes dias de férias (e consequente afastamento) serviriam para eu arrumar ideias, clarificar sentimentos, perceber o que quero dele e o que quero fazer com ele.

Errado. Completamente errado.

Dou comigo a perguntar-me se tenho saudades, porque tenho mesmo saudades, ou se porque me sabia bem a atenção constante.

Ao mesmo tempo, questiono-me se é justo o que estou a fazer. Claramente, não estamos na mesma página. Mas não estamos porque não dá para estar ou porque, mais uma vez, sou eu que me estou a boicotar? Sou mais injusta se continuar a tentar (correndo o risco de o iludir) ou se desistir à partida (correndo o risco de desperdiçar tudo)?

A confusão é cada vez maior e eu sei cada vez menos. Resta-me o consolo de saber que ainda tenho mais dez dias para continuar a meditar sobre o assunto.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Dos sítios onde eu me perco...


Perco-me no correr dos dias. No tempo que voa. Nos dias que passam e nas noites adormecidas.

Perco-me. Deixo-me ir. Corro. Não me deixo parar. 

Faço planos. Combino programas. Encho a agenda. Tudo menos o vazio.

Mantenho-me ocupada. Distraída. Entretida.

Combino almoços, jantares, saídas, passeios e idas ao teatro. Combino as férias.

Leio, escrevo, divago, canto, corro, faço bricolage e cozinho. Tudo menos estar quieta.

Não páro. Não respiro. Não contemplo. Nada. Nunca.

Não posso.

sábado, 6 de agosto de 2016

Das sugestões... - II

Depois deste post, resta-me concluir que toda a gente acha o mesmo que eu: a blogoesfera anda uma miséria...

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Das (quase) decisões... - II

Preocupa-me muito o investimento que vou fazer (a nível físico e emocional, e não apenas financeiro), porque vou fazê-lo tendo como principal objectivo depois mudar de emprego.

E se depois não encontro outro emprego e estou condenada (segundo a maldição do Barão) a ficar aqui para sempre?...

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Das minhas esquisitices...

Não sei se estou a ser picuinhas ou se estou a ser inteligente e sensata como nunca fui.

Já me disseram que ando a inventar desculpas, que ando a boicotar as coisas, que quero que corram mal.

Não sei. Não sei mesmo. Eu acho que estou a ser realista e a tentar evitar as catástrofes do passado.



Não percam o próximo episódio porque nós... Também não!

sábado, 23 de julho de 2016

Do ontem...

Acabar a semana a escrever em mais um dos sítios da moda, enquanto devoras um pastel de nata...

Depois de mais um dia de formação, ouvires o formador e a tua chefe a dizerem-te que, dentro da equipa, és tu quem tem o perfil certo para assumir a liderança do departamento no dia em que ela sair.

Ao mesmo tempo, continuares em modo caos, sem saber se é a altura certa para investires na tua formação e, caso concluas que é, o que deves fazer ao certo.

Por outro lado, a semana acabou também com um jantar com a BFF e uma ida ao teatro para veres mais uma peça do teu encenador preferido, que te deixou sem ar.



Podes não saber o que fazer com a tua vida, mas és uma sortuda do caraças!...

quarta-feira, 20 de julho de 2016

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Das palavras que eu já escrevi...

Podia escrever aqui muita coisa hoje. Ia fazê-lo, até. Mas depois lembrei-me que já escrevi no passado aquilo que gostaria de escrever hoje.

Está aqui, neste texto escrito quando tentava apostar numa nova relação, depois do caos em que a anterior me tinha deixado. Essa relação terminou pouco tempo depois, e o caos multiplicou-se.

Hoje, ainda mais destruída, com o futuro ainda mais hipotecado, com ainda mais receios, ainda mais bloqueada, tenho ainda menos vontade de voltar a dar a alguém o direito de me magoar.


terça-feira, 5 de julho de 2016

Dos motivos pelos quais fazemos o que fazemos...

Será que importam?...

Será que faz sentido este meu questionar sobre os motivos certos ou errados? O que é o certo? O que é o errado?

Por que razão é que tenho medo de estar a fazer isto pelos motivos errados? Quais serão os motivos certos? E quem sou eu para dizer que estes são os errados?

Interessam os motivos? Ou o que interessa verdadeiramente é onde chegamos? É a própria viagem que fazemos?

Nisto de viver, o que é que interessa mesmo?

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Do meu estado actual...

Tenho o cérebro feito em água.

Sabem quando estão tão perdidos que só querem ficar num canto em posição fetal a fingir que não existe mundo lá fora? É assim que eu estou.

Detesto ter de tomar decisões. Detesto este pânico que me consome. Detesto não saber o que fazer.

Dá para avançar 48 horas no tempo?

Obrigada.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Dos sugadores de energia positiva...

Sabem aquelas pessoas que só sabem falar dos seus problemas?

Aquelas pessoas para quem tudo na vida é um drama?

Aquelas pessoas que estão tão ocupadas a falar de si mesmas e dos seus problemas, que se esquecem que os outros também têm vidas e, talvez, também problemas?

Aquelas pessoas que se queixam e queixam?

Aquelas pessoas que conseguem sugar toda e qualquer energia positiva que tenhamos em nós, por tanto se queixarem?



Às vezes, quando me deparo com uma destas pessoas, ponho-me a pensar e tenho medo de ser também uma delas.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Da minha bipolaridade...

Esqueçamos, por momentos, o último post.

Esqueçamos, por momentos, que eu sou forte e sou a maior e não se passa nada e está tudo bem, obrigada.

Eu devia ter adivinhado que voltar a esta casa seria voltar a uma série de memórias. Algumas boas. Algumas óptimas. Algumas não tão boas. Algumas péssimas.

Sentada nesta varanda, agarrada ao computador, a ouvir as minhas músicas e depois de horas na conversa via Facebook, é inevitável que me surjam mil e uma questões. E dúvidas. E imagens. E ideias. E filmes. E tudo o que a minha mente criativa adora produzir.

E não é bom. Não é nada bom. Se adianta alguma coisa agora? Não. Se me passa pela cabeça querer saber? Sim, muito. Se tenho vontade de pegar no telemóvel e questionar? Sim, muito. Se o vou fazer? Não. Porque (repetir bem alto e muitas vezes): não ia adiantar nada.

Vou desligar o computador e vou dormir. Amanhã espera-me mais um dia fabuloso de praia. Mais um dia cheio de possibilidades (baixou em mim o Gustavo Santos, perdoai). Mais um dia do futuro. O futuro. Que é o que interessa agora.


terça-feira, 7 de junho de 2016

Das minhas férias...

Não tenho escrito. Nada. Zero. Vim de férias a achar que sim. Que escreveria muito. Mas, até ver, nada.

Hoje foi o primeiro dia em que tive acesso minimamente decente à net (fui ao café da frente tomar qualquer coisa de manhã e pedi a password da net - shame on me!). Ainda não liguei a televisão. Mas já despachei dois filmes. E um livro.

Tenho a cabeça (e o coração?) feita num oito. Como é que eu percebo se o meu desejo de estar com alguém é mesmo desejo de estar com essa pessoa, ou é simplesmente uma forma de fugir à solidão? Hoje, na praia (tenho pensado imenso), caiu-me a ficha. Faz na próxima semana 4 meses que estou sozinha. Não é muito. Não é nada. Eu sei. Mas isso, como tudo na vida, é relativo. Não me lembro ao certo quando foi a última vez em que estive tanto tempo sozinha, mas vamos assumir que foi em 2003. Noutra vida, portanto.

E sim, estar sozinha é bom. Faz-nos bem. Crescemos. Aprendemos. Alguma vez eu (ou alguém à minha volta) diria que eu era pessoa para me fazer à estrada para 10 dias de férias sozinha? Nunca. Jamais (ler com sotaque francês, sff). E tem sido bom. Eu gosto de estar sozinha. Gosto de estar no meu canto, ter o meu ritmo, fazer as minhas coisas. Não me chateia nada.

Pelo contrário, só me assusta. Faz-me pensar se voltarei a ter paciência para abdicar disto. Sim, sim, já sei, um dia vai aparecer alguém com quem eu vou ter vontade de partilhar tudo e não vou mais querer estar sozinha. Talvez sim. Talvez não. Neste momento, não me imagino nisso. Já aqui o disse: não me apetece ter trabalho, não me apetece fazer cedências. Quero alguém que me aceite como sou, que não me dê trabalho. Mas esse alguém não existe.

Entretanto, o que existe são outras pessoas. Com as quais eu não sei o que fazer!... Daí o caos referido inicialmente... Enquanto não conseguir perceber o que vai nesta cabeça, devia estar quieta no meu canto. Mas não me deixam quieta!... E eu passo os meus dias nestes dramas: tens medo de estar sozinha? queres alguém só porque sim? vale a pena o esforço? vais continuar fechada na bolha? vais tentar e dar uma hipótese? e idem, idem, aspas, aspas...

(estava tão melhor calada!...)


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Dos dramas existenciais...

Quem vai à praia sozinho, como é que põe o protector?

E não, eu não consigo pô-lo sozinha. Há ali uma parte das costas à qual não consigo chegar, por mais que me estique. 

Faltam três dias e três semanas para ir fazer 10 dias de praia e estes dramas tiram-me o sono.

Soluções criativas aceitam-se.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Das decisões difíceis logo pelo almoço...

Já há algum tempo que ando a pensar inscrever-me no ginásio. Preciso de fazer treino muscular, para complementar a corrida, e para perder aqui umas gordurinhas que teimam em não desaparecer.

Mas... Depois... Lembro-me da seca que é o ginásio... Lembro-me de todas as tentativas falhadas que fui fazendo ao longo da vida de ir ao ginásio e que nunca duraram muito tempo... E... Fico na dúvida!

Ainda hoje vi um artigo sobre a moda dos treinos ao ar livre. E onde costumo correr, à hora a que normalmente acabo, vejo sempre um desses grupos a começar o seu treino.

Os preços são bastante inferiores (mas, claro, estamos a falar de 1 ou 2 aulas por semana) e a ideia agrada-me: treino ao ar livre, com exercícios diferentes, em grupo.

Por outro lado, o ginásio tem imensa flexibilidade de horários, tem máquinas, tem aulas, posso sempre dar uma corridinha na passadeira (só aplicável para os dias em que tenho de fazer treinos curtos), tem aquelas coisas pirosas como saunas e afins, tem piscina, ...

Dramas do primeiro Mundo!...



(pelo sim, pelo não, acabei de agendar uma visita ao ginásio lá do meu subúrbio para o fim do dia...)

sábado, 19 de março de 2016

Do meu estado actual...

Em pânico com a meia.

Já vi e revi o percurso. Aliás, nos últimos dias, quando ia e vinha no comboio, não fiz outra coisa senão olhar para o percurso e pensar como é que ia fazê-lo a correr... Mas, por outro lado, ontem vi a meta que já está montada e fiquei de sorriso parvo na cara.

Hoje também já vi e revi o plano dos postos de abastecimento e li vários artigos sobre alimentação e hidratação antes, durante e depois de uma meia-maratona. O que comer? O que beber? Quando? Como?... É toda uma ciência que me transcende!... Ando aqui numa análise profundíssima para tentar perceber as minhas reais necessidades para não beber demais nem de menos durante a prova... É fácil entusiasmarmo-nos com tanto abastecimento e tanta coisa à nossa disposição, mas a última coisa que quero é fazer os últimos kms aflita para ir à casa-de-banho... Bem, se calhar, até corria mais depressa. Mas prefiro não experimentar!...

Também não sei o que vestir. O drama. O horror. Calções? Corsários? Meias azuis ou rosa? Que camisola levar, sabendo que o objectivo é deixá-la abandonada na partida? E se chove? Ai, se chove!... Nunca corri com chuva. Na Lezíria caíram umas pingas, mas nada do outro mundo. Se chove a sério, não sei como vai ser... Levo alguma coisa para me proteger da chuva? Ou só me vai atrapalhar?

No meio deste caos mental há uma coisa que está certa e definida: a playlist. Ainda assim, se quiserem acrescentar sugestões, estão à vontade!

Amanhã a esta hora espero estar a rir-me de todo este drama e disparate!...

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...