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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Dos blogues que eu visito...

Todas as semanas, ao Domingo já tarde ou à Segunda de manhã, há quatro blogues que visito sempre:


Adoro ver as suas fotos, e anseio por elas quando tardam. São quatro pulguentitos lindos, muito bem fotografados, e de quem eu me lembro muitas vezes.

Ultimamente, de cada vez que os vejo, não consigo segurar as lágrimas que querem saltar ao ver estes manos e ao lembrar-me das minhas três pulguentitas. E ainda da minha quarta pulguentita que é igual a eles. É inevitável.


Gosto de gatos. Sou uma pessoa de gatos. E gosto de pessoas que gostem de gatos. É uma equação simples e que bate sempre certa.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Da Farrusca... - III


Entreguei agora mesmo a Farrusca* à nova família. 
Se custa? Custa. Custa muito. Mas se a sensação de dever cumprido é superior a tudo isso? É. E muito.
A Farrusca vai ser feliz. Muito feliz. Vai ter uma casa, comida, mimos. A Farrusca podia ser mais uma das centenas de gatos que andam nas nossas ruas. Mas não vai ser.

Já que não posso salvar os gatos todos do Mundo, vou salvando um de vez em quando...





* Ainda antes de conhecerem a Farrusca ou de me conhecerem a mim, os donos da Farrusca já tinham escolhido um nome para ela. Esse nome, coincidência ou não, é o meu :)

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Da Farrusca... - II

A Farrusca continua à procura de uma família!

Já foi ao veterinário e confirmou-se que é uma menina de 3, quase 4, meses, muito doce e brincalhona! Só lhe falta mesmo uma casinha para ser feliz!


Alguém quer uma companhia de quatro patas? Ela é mesmo um doce, dou a minha palavra!

domingo, 17 de julho de 2011

Da minha Amy... II

A minha Amy é tia... E eu gostava de ficar contente, mas não consigo... Gostava muito de resgatar as/os sobrinhas/os dela, mas tenho medo de não lhes resistir... 


Por outro lado, também sei que não vou resistir a ver duas bolinhas de pêlo pretas perdidas na rua...

sábado, 14 de maio de 2011

Das minhas gatas...

Eu adoro as minhas gatas.


Mas acho que as adorava ainda mais um bocadinho se elas parassem de destruir tudo o que tenho plantado...

terça-feira, 29 de março de 2011

Do que custa...

O que custou não foi entregar a Amarela à sua nova família.

O que custa é dar comigo a preparar-me para sair de casa e a pensar se a Amarela estará escondida no meio dos lençóis da nossa cama.

O que custa é olhar para a poltrona onde ela dormiu tantas horas e estar à espera de a ver.
O que custa é continuar a falar dela no presente. É falar das quatro, sem me lembrar que são apenas três.

É isto que custa.

O marido sofreu horrores quando eu saí de casa com ela, quando se despediu e a pôs na transportadora.

Eu, como sempre, mantive a calma e o sangue frio e fiz o que tinha a fazer. 

Agora é que eu sofro, agora é que me custa. É no dia-a-dia. É no olhar para o lado e ela não estar lá que está a dor. É isto que custa.

Mas passa. Tudo passa.

E passa porque tenho falado com a nova família dela todos os dias. E sei que ela está bem e está a ser muito acarinhada e tem tudo o que precisa e merece. E sei que ela vai ser muito feliz.

E isto passa. Tem que passar.

domingo, 27 de março de 2011

Do vazio que fica...

A Amarelita foi hoje adoptada.

Mesmo sabendo que foi o melhor, mesmo sabendo que ia ser assim, mesmo sabendo que era impossível ficarmos com mais uma gata, mesmo sabendo isto tudo, custa. Custa deixar ir uma pulguentita que esteve connosco um mês. Custa deixar ir uma pulguentita que chegou aqui sem se mexer e com um aspecto terrível e que hoje saiu daqui fresca e fofa, cheia de energia e vontade de brincar. Custa lembrar os momentos de angústia, de sofrimento, de não saber o que ia ser. E custa lembrar os primeiros momentos de contacto, as turras, as trincas que ela me dava, o aninhar-se junto ao meu pescoço e o ronronar. Custa tudo isto.

Também custa saber que daqui a pouco me vou enfiar na cama e ela não vai aparecer lá, a pedinchar que a deixe entrar para debaixo dos lençóis para se aninhar junto a mim.

Custa muito tudo isto. 

Mas tento acreditar que a nossa missão chegou ao fim e agora é hora de ela ser feliz e ter a sua família. Nós ajudámos quando foi preciso e agora devemos deixá-la ir. Só isso.

Mas custa...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Das últimas...

Depois de doze horas na faculdade, as Finanças começam a fazer sentido na minha cabeça. Ainda há esperança!

E... Em princípio... A Amarela já tem casa! Eu só acredito quando vir mas tudo indica que sim, que ela amanhã vai para uma nova casa e uma nova família onde, espero eu, vai crescer muito feliz.

Vamos ver, vamos ver...

sábado, 19 de março de 2011

De mim...

A terapia lá anda. A medicação lá anda. Eu lá ando.

Preciso de voltar ao Psiquiatra. Ando a comer compulsivamente. Coisas calóricas e que me fazem terrivelmente mal. Mas eu não consigo parar de comer. E não consigo sair da cama. Passo horas e horas e horas, para lá do normal, enfiada na cama. E sei que não posso fazer nem uma coisa nem outra. Culpo a medicação. A Psicóloga diz-me para pensar se não estarei a usar a medicação como bode expiatório. Sim, estou. Mas não me apetece pensar que é mais do que isso. Vamos ver.

A Amarelita ainda anda por cá... Damos uns passos para a frente, uns para atrás, passamos horas a olhar para a caixa de entrada dos mails, à espera. Só à espera. Mas temos várias hipóteses, e alguma se há-de concretizar numa família para ela.

O meu Mestrado lá anda... Estamos a entrar na fase mais difícil mas que, para mim, é a melhor. É a razão pela qual estou ali. Vamos ver como me aguento.

A Bolsa está quase a começar. Já sei o que tenho de fazer. E mal posso esperar!

Há coisas boas, coisas menos boas. Há dias bons, dias menos bons. Há a Acre, há a Doce.

Andamos assim.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Da Amarelita que continua por cá...

Vá lá, de certeza que ninguém quer a Amarelita? Em tanto leitor, não há um único que a queira?

Ela é tão fofa e tão meiga e tão calma e tão tudo e tudo e tudo! Vá lá! Ela até já aprendeu a escrever aqui no Blogger. E põe-se nas posições mais cómicas do Mundo. E morde as minhas coxas (indirecta para mim que estou gorda?!). E tem um pêlo macio e sedoso. E dorme junto aos meus pés, não vá eu ter frio. E tudo e tudo e tudo.


Sim? Sim? Sim?

segunda-feira, 14 de março de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011

Da Amarelita...

A Amarela foi hoje ao Veterinário e confirma-se: fez uma recuperação inexplicável das fracturas que tinha, e está fina e pronta para adopção! Deixo algumas fotos, para se inspirarem e deliciarem. Se souberem de alguém... É só mandar e-mail!



quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Das Quintas-Feiras... - III

Já se sabe, não é?...

Hoje foi mais uma Quinta-Feira.

A terapia começa a fazer algum (pouco) sentido na minha cabeça. Já começo a perceber o que lá ando a fazer e porquê. Esta semana, pela primeira vez, senti uma necessidade enorme de lá ir. Esta semana, pela primeira vez, quis que o tempo passasse para chegar depressa a hora da consulta. Esta semana, pela primeira vez, não pus em causa o ir ou não ir: era óbvio que tinha de ir.

Isto é bom, sim. Mas é também sintomático do que se passa no Mundo à minha volta.

Se eu podia falar aqui dos meus problemas e da desgraça que é a minha vida? Podia, mas não era a mesma coisa. Se eu podia  falar do que o Psiquiatra me disse na consulta de Segunda-Feira e nas drogas que vou ter de tomar para o resto da vida? Podia, mas não era a mesma coisa.

Do que eu posso falar aqui é do quão curta a vida é. E, mesmo sem saber o que cá andamos a fazer, devemos aproveitar o melhor que pudermos. Devemos viver. Mesmo sem saber para quê.

Disso é que eu posso falar aqui.

Disso e do telefonema que recebi agora mesmo sobre uma eventual família que quer ficar com a pequena Tabby Amarela.

Disso é que vale a pena falar aqui!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Do quão leve eu estou...

Hoje perdi dez quilos. No mínimo.

Ou, pelo menos, foi assim que me senti quando saí da Clínica Veterinária.

A nossa pequenita Tabby Amarela (assim baptizada pela Veterinária, à falta de nome melhor...), e que não é nossa mas faz de conta, vai ficar bem. Sem cirurgias, sem centenas de euros, sem grandes complicações.

Tem três facturas e está carregada de Coriza, mas nada que muito mimo, muito descanso e uns quantos medicamentos não resolvam. Daqui a duas semanitas estará pronta para adopção!

É um doce, só ronrona, e portou-se lindamente, mesmo com as maldades que lhe fizemos. Mas as perspectivas são óptimas, a recuperação vai ser total ou quase total (pode ficar a coxear ligeiramente da patita direita traseira), e eu quase, quase, quase, me desfiz em lágrimas quando a Veterinária me deu as boas notícias.

E, já agora, a nossa Veterinária é a melhor do Mundo. Só para que fique registado.



E eu sou mesmo uma pessoa de gatos. Eu gosto de gatos. E eu gostava de salvar todos os gatos do Mundo. Já que não posso, vou salvando um de quando em vez. E é tão bom. Mesmo que as pessoas à minha volta achem que sou maluquinha. A verdade é que sou uma maluquinha feliz!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Das mais recentes novidades...

Eu devia mesmo era ir dormir que o dia amanhã vai ser daqueles bons, mas não consigo.

Estou sem cérebro. As Finanças continuam a dar cabo de mim.

E estou inquieta.

Porquê? Perguntam vocês. (Vá, perguntem!)

Porque não tenho juízo.

Porquê? Perguntam vocês. (Vá, perguntem!)

Porque temos mais uma gata cá em casa. Pronto. Internem-me.






Eu não sei dizer que não. Esta miniatura de gata foi atropelada, recolhida e pediram-me que ficasse com ela. E eu não sei dizer que não. E preocupa-me o futuro. O dela e o nosso. O dela, porque muito provavelmente vai ter de ser operada. O nosso porque não podemos de forma alguma ficar com mais uma gata e arcar com estas despesas. Mesmo.

Mas eu não sei dizer que não.

Por isso, já sabem, dependendo do desenrolar da situação, ainda acabo aqui a fazer um peditório para a cirurgia desta bichana. É que se arranjar quem queira gatinhos bebés é fácil, arranjar quem queira gatinhos a precisar de cirurgias para lá de caras é a modos que impossível. Mas se, por ventura, houver por aí voluntários, é só levantar o dedo, sim? Estejam à vontade.


Enfim. Vamos ver. Torçam, torçam muito. Ela é um doce e merece ser salva. Mesmo.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Do meu estado actual...

São onze da noite e eu estou enfiada na cama, com o portátil no colo, indecisa entre continuar a investigação de um dos milhentos trabalhos que tenho para fazer (escultura e pintura portuguesas dos séc. XV e XVI - alguém é servido?) ou ir vegetar a ver uma qualquer série...

A pulguita que resgatámos (é uma menina, confirma-se) continua connosco, isolada das outras duas feras, num misto de emoções: ora morre de tanto ronronar, ora se esconde de medo... Mas hoje já aguentou quase dois minutos ao meu colo!

Continuamos numa angústia enorme porque ainda não conseguimos resgatar os manos dela. Mas acreditamos muito que vai ser amanhã. Wish us luck!



(Sim, agora deu-nos para isto: salvar gatinhos da rua. Podia ter-nos dado para pior. Se podia!)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Das sensações mais gratificantes que pode haver...

Apanhar um gatinho na rua e depois de 24 horas de muito esforço e muita paciência, conseguir fazer-lhe a primeira festinha e receber uma turra em troca...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Da guardadeira de chinelos...


A Lady adora enfiar-se em tudo quanto sejam cestos e caixas. Basta pousar o cesto da roupa em qualquer sítio, e ela salta lá para dentro. E a Lady também adora chinelos. Adora atacá-los e roê-los. Agora, imaginem o que ela pensou quando viu um cesto cheio de chinelos, na varanda, ao Sol. Deve ter achado que tinha chegado ao Paraíso!

Os devaneios Agridoces mais lidos nos últimos tempos...