terça-feira, 15 de março de 2016

Das coisas que eu continuo sem perceber...

A partir de um texto que partilhaste no teu Facebook, chego ao teu blogue, de que já não me lembrava.

Leio a meia dúzia de textos que tens por lá. Antigos, muito antigos. Não consigo evitar sorrir por ver naquelas palavras um pouco do que ainda és hoje, e muito do que eras quando te conheci.

Ao ler os teus textos e poemas, também não consigo evitar lembrar-me do dia em que me ligaste só para me dizer que querias escrever um livro e que querias que fosse eu a escrevê-lo contigo. Achavas que eu era a pessoa certa para pôr por escrito o que te ia na mente e que não conseguias verbalizar. 

Porra! Sou só eu que acho que dizer a alguém que queremos que escreva um livro connosco é qualquer coisa de muito sério? Falaste-me em vivermos juntos, em casar, em ter filhos. Até aí, tudo dentro da normalidade dos padrões da nossa sociedade pseudo-moderna do século XXI. Talvez não tão dentro da normalidade dos padrões de tempo da mesma sociedade pseudo-moderna, mas cada um sabe de si e do seu tempo.

Agora, pedires-me para escrever um livro contigo? Para depois desapareceres, assim?

Não, não vou entender nunca.

1 comentário:

  1. Foge. Da próxima vez que alguém te pedir algo do género.
    Também já me aconteceu... mas não nesse «sentido». E eu muito gentilmente, dei muitas e sucessivas negas. Porque escrever um livro? lol. Que falta de noção!
    Era pedir problemas...

    Acho que escapaste de um :D

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