quinta-feira, 23 de julho de 2015

Das coisas que me intrigam... - III

Aquelas pessoas que andam por aí a espalhar comentários a torto e a direito com o único propósito de atraírem visitas aos seus blogues...


Isto da blogoesfera revela coisas muito curiosas sobre o ser humano...

terça-feira, 21 de julho de 2015

Das dietas...

Não é fácil, isto de querer emagrecer.

Ao fim de quase um mês, perdi cerca de um quilo. Nada de jeito, portanto. Se vir as coisas pelo lado positivo, dado que só queria perder dois quilos, consegui 50% do objectivo mas... Não é suficiente.

A verdade é que pelo meio houve aniversários, jantaradas, um baptizado, mais jantaradas e almoçaradas...

Tenho feito um grande esforço durante a semana, para poder compensar a desgraça dos fins-de-semana. Acabaram-se os gelados (e outras sobremesas) à hora de almoço. Acabou-se o chocolatinho depois de jantar. Acabaram-se os doces em geral durante a semana. Reduziram-se os hidratos de carbono ao essencial (pequeno-almoço e, por vezes, ao lanche). Porto-me (quase) lindamente.

Os fins-de-semana é que são a desgraça!... É a comida, é a bebida, são os doces, é o pão com queijo... Tenho de ser mais forte e não sei como.

Ideias milagrosas?

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Do difícil que é crescer...

Crescer é difícil.

Crescer custa.

Crescer é uma treta.

Porque crescer implica, entre muitas outras coisas, ter de tomar decisões.

Era tão mais fácil quando, há 15 ou 20 anos atrás, as únicas decisões que eu tomava diziam respeito ao sabor do gelado que queria comer ou ao programa que queria ver na televisão (até isso era mais fácil, com apenas quatro canais).

Hoje em dia, ninguém decide por mim. Bom, a verdade é que eu também não gostaria que decidissem por mim. Crescer também significa autonomia e liberdade, o que é bom.

Mas há decisões que eu preferia não ter de tomar. Daquelas que não nos deixam dormir noite após noite. Daquelas que tomamos e que sabemos, temos a certeza, que nos vão atormentar até ao fim dos dias, por não termos a certeza de ter feito a coisa certa. 

Este é o momento em que qualquer psicólogo/a nos diz qualquer coisa como: tomou a decisão que lhe parecia a mais correcta naquele momento, com base na informação que tinha naquela altura. Fez o que achava que era o melhor, e isso é o mais Importante.

Mas não. Não chega. Não conforta. Não traz o sono de volta nem dissipa a dúvida.

Resta-me esperar que o tempo, esse santo milagreiro, faço o seu trabalho do costume.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Das coisas que me intrigam... - II

Acho muito curioso ver num anúncio de emprego as seguintes competências desejadas:

- Auto motivado;
- Prático;
- Racional.


Gosto sobretudo do racional.