quinta-feira, 28 de maio de 2015

Da vida de adulto...

Ser adulto é... Ter de aguentar um trabalho de que não se gosta porque é a coisa certa a fazer.

Sim, nem tudo é mau. Não, o sentimento não é o mesmo todos os dias.

Há dias toleráveis. Há dias em que não penso nisso.

Mas há dias em que estou mesmo farta daquela treta toda e só me apetecia bater com a porta.

Nesses dias, como hoje, é respirar fundo, contar até 137, e focar-me nas razões muito lógicas que me fazem continuar lá.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Das coisas que se descobrem na blogoesfera...

Em passeando por aí, descobri neste post o nome da praia maravilhosa em que estive na Grécia há uns anos, e que nunca tinha chegado a saber... Chama-se Papafragas e é esta:



Odeiem-me...

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Das expectativas...

Como gerir expectativas?

Como não criar expectativas?

Perante a possibilidade de alguma coisa positiva é inevitável que as expectativas surjam. Surgem as ideias, os planos, os sonhos, os projectos, ...

Eu sou muito dada a divagações. Que sou. Consigo ser estupidamente racional mas, sendo Peixes, também me consigo perder facilmente em devaneios.

E as expectativas são uma coisa terrível.

Surge a possibilidade. Aos poucos, ainda descrentes, vamos começando a acreditar. Damos um passo à frente, um passo atrás. Outro passo à frente, outro passo atrás. Vamos começando a acreditar. Vamos imaginando coisas. Vamos fazendo planos. Vamos acreditando mais um bocadinho. Às tantas, começamos mesmo a acreditar.

E depois... Puff... Caímos de rabo no chão. E, já se sabe, quanto mais se sobe, maior é a queda.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Dos dias que pesam...

Ontem, a meio de uma reunião, por momentos deixei de ouvir o que me diziam e comecei a divagar. Dei comigo a pensar no que me preocupava e ocupava a mente. De repente, voltei a mim e só consegui pensar que, efectivamente, não fazemos a mais pequena ideia do que se passa na vida dos outros. Eu estava ali, naquela reunião, em que o meu desempenho foi o mesmo que em qualquer outra reunião, o meu discurso foi o mesmo, fiz o que tinha a fazer, mas os meus pensamentos estavam longe, muito longe, e a minha vontade era desaparecer e ir enfiar-me na cama, em posição fetal, a chorar baba e ranho.

Hoje, mais do mesmo. Há dias que custam. Há dias que pesam. Há dias que só queremos que acabem. Se bem que sem sabermos bem porque queremos que acabem, porque amanhã vai estar tudo na mesma. Mas há um qualquer conforto em pensar que se o dia acabar, qualquer coisa vai mudar.

E sim, amanhã vai mudar qualquer coisa. Não sei bem o quê. Mas amanhã vou olhar para as coisas de outra forma. O amanhã vai pesar menos. Eu sei que sim.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Das coisas que me inquietam...

Digam-me lá, anda mesmo tudo maluco ou isto sempre foi assim e nós não tínhamos era tanta noção porque não existiam Facebooks e afins?

Que raio de Mundo é este em que vivemos? A sério? Não se aguenta tanto disparate, tanta violência, tanta desgraça. 

Pifou tudo de vez?


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Das pinturas famosas...


Em vez de perderem horas infinitas a escrever sobre pinturas e a fazer analogias com este mundo dos blogues, que tal aproveitarem este fim-de-semana para visitar os 70 museus que têm visitas gratuitas e muitas e variadas actividades?

Mais info aqui

Fazia-nos tão bem: mais tempo em museus e menos na blogoesfera.

Fica a reflexão para o fim-de-semana. Ou não.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Dos dramas do meu trabalho...

Eu trouxe amêndoas recheadas com flôr de sal da Alemanha, alguém trouxe M&Ms dos Estados Unidos, ainda ali andam umas coisas parecidas com sugus da Polónia, e hoje chegaram chocolates da Suiça... 

Percebem o difícil que é tentar fazer dieta nesta casa?

terça-feira, 5 de maio de 2015

Das coisas que dividem o Mundo...


Há quem escreva meteo.pt e há quem escreva ipma.pt.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Das desilusões...

Na passada quinta-feira jantei no restaurante do Hotel da Estrela, a Cantina da Estrela.

Gostei do espaço, da comida, do serviço.

Para sobremesa, o dito Melhor Pão de Ló do Universo.

fotografia tirada do Facebook

E eu, gulosa e doceira assumida, não achei que fosse mesmo o melhor. É bom, é muito bom, mas é um bocadinho pesado e enjoativo de mais. Provem e depois contem-me se fui só eu!