terça-feira, 22 de julho de 2014

Dos choques matinais...

Uma pessoa vem sossegadita no comboio, ainda não são nove da manhã, a ler o último livro de Game of Thrones. E eis senão quando, morre mais um. Mas não um qualquer. Não. Se é para morrer, que seja um dos meus preferidos.

Ora então, um bom dia Mundo cruel.

domingo, 20 de julho de 2014

Do meu fim-de-semana...

O meu fim-de-semana foi passado no campo. A apanhar ar, a respirar pureza, a descansar e a relaxar? Não. Obviamente que não. Foi passado enfiada em casa a pintar paredes. Não é fabuloso?

Como não cheguei cansada que chegue, ainda me agarrei ao computador e estive a trabalhar um bocadinho. A tentar inventar maneiras miraculosas de convencer as pessoas a abrirem a newsletter lá do estaminé. Não é ainda mais fabuloso?


Ah! Como a minha vida é fantástica!...

domingo, 13 de julho de 2014

Das descobertas boas do meu fim-de-semana...

Descobrir que estou a pesar menos do que pensava... Há lá coisa melhor?!


(e comi taaaaaaanta porcaria esta semana, Senhores! Vinde a mim bolas de berlim, gelados e afins!))

sábado, 12 de julho de 2014

Das coisas cómicas do meu dia...

Consulta de optometria. A dada altura, a optometrista pede-me que tire as lentes de contacto...

Ela: Agora sente-se aí e olhe ali para o C no quadro, por favor.
Eu: Ahahahahahah!

Ela percebe o disparate que acabou de dizer...

- Bom, olhe para os contornos, para a mancha do C, vá...

(sim, sou pitosga, muito pitosga...)

terça-feira, 8 de julho de 2014

Das coisas que eu retiro do Mundial...

O que eu gostava mesmo, mesmo, mesmo, era de ter uma latinha daquele spray maravilhoso para poder definir o meu espaço e impedir os outros de entrarem na minha bolha...

Isso sim, seria útil!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Do verdadeiro serviço público...

Se gostam de Saramago, se leram O Homem Duplicado, se gostaram do livro, não vão ver o filme com o mesmo nome.


Quem vos avisa, vossa amiga é...

terça-feira, 1 de julho de 2014

Do fim-de-semana...

Para quem acha que o meu fim-de-semana foi de lazer, com provas de vinho e jantares, desengane-se. O fim-de-semana foi na casa de campo, de rolo na mão, a pintar o muro interminável (ou das lamentações, para o caso).

Uma pessoa está a semana inteira a trabalhar, chega a Sexta-feira de restos, e consegue acabar o Domingo ainda mais cansada...

E diz que este fim-de-semana a dose é para repetir.

Assim sendo, o jantarinho foi a lagoa no meio do deserto, deveras merecido, no meio de tão árduo trabalho!