quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 60

Desafio art.soul - Day 29: You, Again

Diz que sim, que hoje faço anos. E diz que hoje não trabalhei. E que almocei junto ao rio, muito bem acompanhada e com um Sol fabuloso.

E diz ainda que daqui a quatro anos volto a fazer anos. Até lá!...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Das indecisões muito, muito sérias...

Estou aqui indecisa entre ir enfiar-me num centro comercial a comprar o meu presente de aniversário... Ou enfiar-me na cozinha e começar a cozinhar para o meu jantar de aniversário...

Do mundo actual...

Tem piada trabalhar com pessoas que são trazidas ao trabalho pelos pais...

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Das viagens no tempo... E de tu me fazeres voltar a escrever...

A tua tão grande vontade de acreditar em nós fascina-me. Fascina-me e assusta-me, ao mesmo tempo.

E assusta-me porque tenho dificuldade em perceber onde começa a tua vontade de acreditar e onde acaba a tua necessidade em acreditar.

Somos humanos. Fomos educados a viver em sociedade. Fomos ensinados a viver em grupo. Não nos ensinaram o que era a solidão e sempre nos disseram que não devíamos estar sozinhos. Diziam-nos para fazermos comboios aos pares, para brincarmos em equipas, para fazermos trabalhos de grupo. Falaram-nos no Dia dos Namorados, nos pais e nas mães, e nos casamentos para sempre.

Ninguém nos disse que não faz mal estar sozinho. Ninguém nos disse que não temos de ter vergonha da solidão. Ninguém nos disse que estar só pode ser, apenas e só, uma opção que tomamos. Ninguém nos disse que até podíamos sobreviver sozinhos.

Ensinaram-nos a amar o outro. Não nos ensinaram a amar-nos a nós próprios.

A vida, essa sim, ensinou-nos que a solidão também faz parte do nosso caminho. A vida, com lágrimas e murros no estômago, ensinou-nos que há momentos em que a solidão é física. E há momentos em que a solidão é um estado de espírito. A vida, e os poetas, ensinaram-nos o que era estar só numa multidão. Aprendemos. Crescemos.

Mas continuamos a lutar, a resistir, a afugentar a solidão. Como uma doença, como um mal, como o elefante no meio da sala, que ninguém quer ver, que ninguém quer aceitar...

Continuamos a esforçar-nos por não estar sós como não nos esforçamos por mais nada na vida. E eu pergunto-me se fará sentido. Se valerá a pena. Se será assim tão difícil aceitar que, às vezes, mais vale mesmo sós que mal acompanhados.


Será?

Do cansaço...

Estar cansada é estar a ver a página dos Radiohead no Facebook, ver as novas datas de concertos pelo Mundo fora e ficar triste por pensar que eles nunca mais vêm a Portugal...



Estar cansada é, uns minutos depois, lembrar-me que eles vêm cá sim, dia 15 de Julho e eu até já tenho bilhete...

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Dos dez anos que separam o ontem e o hoje...

É curioso ter aprendido, com o tempo e muitas sessões de terapia à mistura, a analisar-me a mim e, também, aos outros.

É curioso rir-me sozinha com os disparates que faço, e que sei que faço, e que sei porque faço. É também curioso ver os disparates dos outros. Dissecá-los. Tentar compreendê-los.

Mais curioso ainda é ver que não faço rigorosamente nada com essa informação. A não ser, claro está, ainda mais disparates.



A poucos dias de fazer 28 anos, a minha vida tem tão pouco sentido como tinha quando me aproximava dos 18. Ou menos ainda, talvez. Porque nessa altura eu ainda era ingénua. Agora sou só estúpida.

Das músicas...

Eram dez da manhã quando cheguei ao trabalho e ouvi uma certa música. São quatro e meia da tarde e ainda não parei de cantarolá-la...

Das coisas que eu acho...

Ou sou eu que ando muito errada ou é o mundo à minha volta que está cheio de gente doida.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 55

Desafio art.soul - Day 24: Guilty Pleasure

Não é exactamente guilty, mas é um grande prazer: fotografar. E hoje perdi-me de amores por este semáforo, em pleno Rossio. Como não adorar esta cidade?...

Das fotografias que dão alegria... - Day 54

Desafio art.soul - Day 23: Your Home

Há dias, em arrumações, deparei-me com o dilema de não saber o que fazer com os colares todos que tenho... Como ando em contenção de gastos, lembrei-me de juntar umas quantas coisas que já tinha: um cabide, uma fita de cetim que andava perdida na caixa da costura, muitos clipes. O resultado foi este: mais funcional, mais prático, e sem fios todos embaraçados uns nos outros. 

Porque diz que sim, que vou ter um emprego em que tenho de andar pipoca qb, e preciso de ter tudo quanto é roupa e acessórios arrumado de forma prática e funcional.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 53

Desafio art.soul - Day 22: Shoes

Comprados este Inverno. Lindos. A minha cara. Confortáveis q.b. Com aquele poder de me fazer sentir linda e maravilhosa. Amorosos. Fofos. 

Das fotografias que dão alegria... - Day 52

Desafio art.soul - Day 21. Reflection


Sem paciência, vontade, inspiração, whatever, para mais do que isto.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 51

Desafio art.soul - Day 20: Someone you love


Esta era fácil. Eu e Senhor Meu Pai, no Casamento do Ano. É batota, eu sei, mas convenhamos que não dava muito jeito ir a correr tirar uma foto com ele hoje.

Das fotografias que dão alegria... - Day 50

Desafio art.soul - Day 19: Sweet

A minha mais recente sobrinha. Um doce. E muito patareca, como se quer.

Das fotografias que dão alegria... - Day 49

Desafio art.soul - Day 18: Something you bought


Não fui eu que comprei, mas podia muito bem ter sido. E já andava há imenso tempo para fotografar estas bolachas. Pode lá haver melhor coisa que bolachas recheadas de alegria?

Das fotografias que dão alegria... - Day 48

Desafio art.soul - Day 17: Water


O Pôr-do-Sol no rio mais bonito de todos...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Das actualidades...

Não me apetece, nem um bocadinho, vir aqui actualizar o blogue.

Sim, tenho muitas fotografias em atraso. E muitas outras coisas em atraso.



But... Who cares?!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Dos testes...

A maioria das pessoas são estúpidas.

Perante isto, o que é que vocês escolhem? Sim ou não? Eu ri-me. Reli a frase. E voltei a rir-me.

Respondi que não, não são. Mas hesitei, confesso.



De resto, correram bem, sim. Gostava de saber se estou mais para génio ou mais para calhau, mas não me quiseram dizer. Sobrevivi. Já não é mau.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Das minhas inseguranças (que também as tenho!)...

Só quem me conhece muito, muito, muito bem percebe o pânico que é para mim saber que amanhã vou fazer testes psicotécnicos. 



Do mundo de trabalho...

Já em casa, depois da entrevista.

Fiz a primeira entrevista na Terça-Feira, correu bem. Ao final do dia, ligaram-me a dizer que era uma das três seleccionadas para a fase seguinte. A segunda entrevista foi hoje.

Correu bem, acho. É um emprego da treta, que não tem nada que ver com a minha área e, por isso, foi difícil convencer a pessoa que me entrevistou hoje de que era o emprego certo para mim. Mas é. É um emprego. Tem um contracto. Tem um ordenado. Tem um horário. Tem estabilidade e segurança. E é disso que eu preciso.

Por muito que eu goste da minha agenda dinâmica e em constante movimento, também não me importava de, uma vez na vida, ser como as pessoas normais e ter um emprego de Segunda a Sexta. 

Agora, resta esperar para ver.

Entretanto, durante a entrevista, a pessoa que me entrevistou disse-me que a irmã estava à procura de uma pessoa com as minhas características, para um trabalho na minha área. A minha vontade foi pedir-lhe que lhe entregasse o meu CV. Contive-me, mas com a secreta esperança de que ele se lembre disso... Ou não. Nem sei.





(Ligaram-me agora mesmo a dizer que passei à próxima fase... Amanhã, testes psicotécnicos.... Medo.)

Das fotografias que dão alegria... - Day 47


Desafio art.soul - Day 16: Morning


O luxo da semana: muffin e capuccino na Starbucks, enquanto espero pela entrevista de trabalho a que cheguei uma hora mais cedo...


Bom dia Mundo!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 46

Desafio art.soul - Day 15: Happiness

Porque apesar de este blogue ser do Mundo, há coisas que são só minhas...
Porque eu acredito no poder das pequenas coisas...
Porque cozinhar me deixa feliz...
Porque um bolo de chocolate faz muita gente feliz...

É esta a minha fotografia para o tema Happiness.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 45


Desafio art.soul - Day 14: You're reading


Já o tinha posto aqui, pelo que não é exactamente novidade. Estou quase, quase a acabá-lo e, na verdade, queria prolongá-lo para sempre.

Das fotografias que dão alegria... - Day 44


Desafio art.soul - Day 13: In your bag

Não vos quis assustar, pelo que fiz uma pequena selecção. Mas temos:

- chaves de casa - com um porta-chaves que me foi oferecido em pleno aeroporto de Bruxelas (é o que dá escalas prolongadas);
- chaves do meu carrinho lindo do meu coração;
- canetas várias e uma borracha (normalmente, também há lápis e/ou lapiseiras);
- agenda, claro;
- carteira, com um laço (ainda perguntam?);
- creme de mãos, dois vernizes (na verdade, eram quatro...), gloss, batom, e falta o do cieiro;
- pen;
- toalhita refrescante (que pode sempre dar jeito);
- e, por último, a garrafa de água que nunca pode faltar na minha mala.


Além disto, anda lá sempre a máquina fotográfica. Entre outras coisas. Mas só mais algumas.

Das fotografias que dão alegria... - Day 43


Desafio art.soul - Day 12: Close-up


Os meus pés de princesa, e os meus sapatos de princesa. Com laços, claro está.

Das fotografias que dão alegria... - Day 42


Desafio art.soul - Day 11: Where you sleep

E onde é que eu durmo? Durmo na minha caminha linda, com os lençóis que a minha avó bordou. Aqui há uns anos a minha avó de coração resolveu bordar um conjunto de lençóis para cada um dos netos. E estes são os meus. E eu gosto muito deles. Gosto, sim.

Das questões que se colocam...

Ainda há vida no Planeta Agridoce? Há, pois!

Dias muito agitados. Muito, muito. Hoje, trabalho e entrevista de trabalho a seguir. Sim, eu já tenho dois trabalhos. Mas nunca fez mal a ninguém continuar à procura de algo melhor.

Adiante. Trabalho e trabalho. O costume.

Mas hoje é o dia mais pindérico do ano (seguido logo de perto pelo dos meus anos - que, abençoado, é só de quatro em quatro anos para bem da sanidade mental de quem me rodeia). Dizia eu, hoje é um dia pindérico. Por todo o lado vemos flores e corações e peluches e tudo e tudo e tudo.

Eu dispenso o tudo e tudo e tudo e fico só com as flores, sim? E com um jantarinho, já agora. Sempre fui muito esquisita quanto a jantar fora neste dia porque não tenho grande paciência para estas coisas. Acedi, fazendo como única exigência que não me levassem a nenhum sítio pindérico, cheio de corações e coisas afins. Jantar sim. Vomitar não.

Rapariga esperta como sou, já descobri onde vou jantar. Era suposto ser surpresa, sim. Mas já descobri. Tal como, antes mesmo de os abrir, já sabia o que eram os dois presentes que recebi, só de os apalpar. Sou tão esperta. Quando quiserem descobrir o que são presentes, falem comigo. Já tenho o Doutoramento em Como Identificar Presentes Sem os Abrir (quem duvidar, fale com os meus pais).

E é isso. Nas três horas que tenho até sair para jantar, vou actualizar isto e pôr aqui fotografias em catadupa. Fujam. Quem vos avisa, é a Agridoce.








(Eu hoje estou tão tolinha, Senhores... Tão tolinha! Deve ter que ver com o pouco que dormi, em conjugação com a descompressão pós-entrevista de trabalho, e ainda com a quantidade de corações que já vi hoje. Mas isto passa.)

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Dos jantares de Domingo..


Quando não apetece ter trabalho...
Quando apetece comer fast food...


Não temos necessariamente que gastar quinze ou vinte euros com os senhores da Telepizza.
Uma pizza caseira, feita na Dona Bimby em menos de nada, e com uns bons dois ou três euros em ingredientes...

Das viagens pelo passado...

Mais uma vez, andei a ler textos antigos que escrevi há muitos anos... Textos de 2003, 2004...

E rio, e choro. E penso que só eu para escrever tanto disparate... Gosto de reconhecer o meu humor negro, o meu sarcasmo, mas também a minha inocência e ingenuidade. Gosto de ler disparates como:


AVISO:

A gerência agradecia que não se mexesse em nada. Especialmente nos fantasmas do passado.




Disparates tão actuais, tão verdadeiros ainda hoje...


Gosto de ler sobre o meu passado, sobre os meus amores e desamores. Gosto de me lembrar dos momentos, das pessoas, das inspirações que levaram aos textos que escrevi.

Já tinha pensado nisto noutras alturas mas acho que é desta que recupero alguns textos para aqui. Para vocês também se poderem rir um bocadinho (ou não, que foi uma fase muito dark and twisted).

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Das conclusões a que chegamos...

As pessoas têm prazer em dissecar as desgraças das vidas dos outros.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Da noite de ontem...



A noite de ontem foi de bailado. Romeu e Julieta, pela CNB, no Teatro Camões.

E soube-me tão bem. Tão, tão, tão bem...

Desde que comecei a trabalhar no mundo das artes e da cultura, no segundo ano do curso, que as vezes em que me sentei numa sala de espectáculos para assistir a um, foram muito raras. Para ver bailado, foi esta a segunda vez. A primeira, foi com um bailado da Introdans, uma companhia holandesa excepcional, que trouxe a Portugal um bailado em que a música era exclusivamente de Radiohead. Tinha de ir ver, não é?... E, confesso, adorei e nunca me esquecerei. Se tiverem a sorte de os apanhar por cá, não percam. Já vi mais coisas deles e são mesmo muito bons.

Mas dizia eu... Foi esta a segunda vez que, nos últimos anos, me sentei numa sala de espectáculos para assistir a um bailado. E, à falta do Lago dos Cisnes (o meu bailado favorito), fui ver o Romeu e Julieta. E gostei. Gostei muito. Já tinha saudades de ver a nossa Companhia. Ultimamente, cruzei-me com muitos espectáculos de companhias russas e, perdoem-me, mas já tinha mesmo saudades da CNB. 

Os cenários, os figurinos, a música, e, claro, os bailarinos. Foi bom voltar a (re)ver alguns bailarinos em palco. Foi bom ver bailarinos novos. Em termos técnicos, uma ou outra falha. Nada de muito grave, mas coisas facilmente perceptíveis. Ainda assim, valeu a pena. Valeu muito a pena. 

É por isto que eu gosto do bailado clássico: porque nos transporta mesmo para aquela história, para aquele amor, para aquela tragédia. Gostei deste Romeu, desta Julieta.

E gostei, repito, de voltar a sentar-me naquela sala (de que gosto tanto) para assistir a mais um bailado da nossa CNB. A repetir em breve. Talvez já de seguida com A Bela Adormecida. Talvez.




Das fotografias que dão alegria... - Day 41


Desafio art.soul - Day 10: Childhood


Gostava de pôr aqui uma coisa muito mais bonita e fofinha e amorosa e tudo e tudo. Mas é o possível. 

E o que é isto? O jogo Lemmings. Para quem não conhece, é um jogo lançado em 1991, e que eu passei horas a jogar num Commodore Amiga. E sim, faz-me lembrar a minha infância. Adorava o jogo e agora que o fui descobrir outra vez, estou outra vez viciada a jogar. Não experimentem. Mesmo.

Dos dias em que sorrimos mais...

Hoje comecei o meu dia com uma menina pequenina a dizer-me: Tu és tão bonita. Tens as unhas pintadas de cor-de-rosa.


Dá para não ficar de sorriso na cara o resto do dia? Porque, às vezes, basta isso: umas palavras simpáticas, completamente inesperadas (ainda que totalmente condicionadas pelo verniz cor-de-rosa, eu sei...). Deixem-me ficar contente com estas pequenas coisas!

Da jardinagem... - II

Pequena nota: o meu problema não é com a jardinagem, de todo. Até gosto muito de jardinar.

O meu problema é mesmo com lesmas e caracóis. Podiam ser aranhas, por exemplo. Mas lesmas e caracóis não dá mesmo para mim...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Da jardinagem...

Andei a jardinar. Agora, estou aqui cheia de comichões e impressões porque, já no final da jardinagem, vi uma lesma a sair de um dos vasos.


Não dá para mim. Não dá mesmo. Acho que vou tomar um banho...





(plantei túlipas negras - vindas directamente da Holanda, claro - e mal posso esperar por vê-las nascer...)

Das fotografias que dão alegria... - Day 40




Desafio art.soul - Day 9: Daily Routine

Rotina é palavra que não entra no meu dia-a-dia nem na minha agenda. Não que eu não gostasse. Bom, na verdade, já não sei se gostaria.

A verdade é que me habituei a horários estranhos e incertos. Neste momento, num dos sítios onde trabalho tenho um horário sempre igual, cinco dias por semana. Mas estão constantemente a pedir-me extras e trocas, que me baralham o horário todo. Juntem a isso um outro trabalho onde não há mesmo horários certos e definidos, e têm a minha agenda.

Estou habituada a isto. Não é o fim do mundo.

Mas sim, às vezes gostava de ter a minha rotina diária: acordar à mesma hora, ir trabalhar, chegar ao fim do dia, fazer o jantar e vegetar no sofá (ou não). E ter os fins-de-semana livres. Isso sim, era bom. Mas não. Não tenho nada disto. E não é o fim do mundo.

Habituei-me a este caos. Habituei-me a não combinar nada sem olhar para a agenda. Habituei-me a nunca saber muito bem como vai ser a minha agenda a médio prazo. É mesmo assim. Nada a fazer.


Assim sendo, retratar a minha rotina era difícil. Mas no meu caos há sempre duas constantes: a minha agenda (imprescindível!) e o meu chá (em doses industriais). Ao fundo, aquilo em que estou a trabalhar agora e que tem preenchido o meu tempo quando estou em casa: catálogos de leilões de arte.

Das pessoas estranhas...

Sabem aquelas pessoas estranhas que tentam abrir os carros das outras?

Eu sou uma dessas pessoas.

Há dias estava a sair do supermercado super carregada e meti a mão ao bolso para carregar no botão para destrancar o carro. Carreguei. Tentei abrir o carro, nada. Carreguei outra vez. Nada. Carreguei mais uma vez e já estava achar aquilo muito estranho porque eu ouvia o barulho do carro a destrancar, mas não conseguia abri-lo. Já quase a rogar pragas ao carro, olho para a matrícula... Pois, não era o meu carro.

Muito encavacada, viro-me para trás e lá estava o meu carrito à minha espera, de portas destrancadas.



Quem manda as pessoas estacionarem carros iguais ao meu à porta dos supermercados? 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 39


Desafio art.soul - Day 8: Your Sky


O meu céu. A esta hora. Fotografado com uma máquina sem tripé, com umas mãos que tremem demais. Fotografia (in)devidamente editada.

The Things I Like... - XII


Fondue de chocolate.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 38


Desafio art.soul - Dia 7: Favourite

Os meus dois escritores favoritos: José Saramago e Pedro Paixão.


Cada um com a sua escrita. Cada um com o seu tempo. 
Cada um ligado a uma fase da minha vida.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Das fotografias que dão alegria... - Day 37


Desafio art.soul - Dia 6: Makes you smile.


Receber flores faz-me sempre sorrir. Sobretudo, quando são totalmente inesperadas.
E faz-me sorrir, também, olhar para as flores que recebo e que decoram a minha mesa-de-cabeceira. 

Da terapia...

Não, não voltei à terapia. Esqueçam lá isso. 

Mas... Se voltasse...

Sei bem o que ela me diria. Ela, ou qualquer outra pessoa. 

Que eu sou uma pessoa de ciclos. Que eu cometo os mesmos erros repetidamente. Que eu me auto-destruo. Que eu sou daquelas pessoas que se metem em situações que sabem que as vão magoar.

E, o pior, é que eu tenho consciência disto. Eu tenho plena consciência de onde estou agora. Que tenho. Mas, curiosamente, também não faço nada para sair daqui. Sei que me faz mal, sei que a longo prazo vai acabar mal, mas deixo-me estar.

Deve ser um bocadinho como o que se passa com os viciados em qualquer tipo de droga. Sabem que lhes faz mal, mas sabe-lhes bem. Sabes-lhe muito bem. E, além disso, acreditam piamente que controlam a situação e que, a qualquer momento, podem parar.

Eu sou igual. Eu estou numa posição igual. Tenho noção do que se passa. Tanta, que escrevo aqui sobre isso. Mas não faço nada.




Chamar-me estúpida é pouco. Mas o irónico aqui é que isso não adianta mesmo nada. Porque eu hei-de continuar nesta auto-destruição enquanto me apetecer.

Das fotografias que dão alegria... - Day 36


Desafio art.soul - Dia 5: Something you wore


Este era fácil. Look escolhido para almoço de aniversário da irmã mais nova com a limitação de ter de ir trabalhar a seguir (daí as sabrinas em vez dos saltos). A fotografia está com demasiada luz mas uma vez que não fui eu a tirá-la, não podia abusar da paciência de quem a tirou...

Das fotografias que dão alegria... - Day 35



Desafio art.soul - Dia 4: Inside your fridge


Dentro do meu frigorífico há sempre vinho branco. 
Não se estraga e nunca se sabe quando poderá fazer falta.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Das coisas que não conseguimos pôr em palavras... - Parte II


Ontem, há falta de palavras, cozinhei. 


Porque eu acredito mesmo que um bolo de chocolate acabado de sair do forno e um bom abraço, valem mais do que todas as palavras que possamos dizer nas situações difíceis... 

Das fotografias que dão alegria... - Day 34



Desafio art.soul - Dia 3: Something you adore - A minha Lady, claro.

Hoje fui vê-las. Dez minutos, não mais do que isso. Claro que fiz o trajecto até casa a conduzir com as lágrimas a escorrerem sem parar.

Custa cada vez mais. E custa, sobretudo, saber que mais tarde ou mais cedo vou ter de tomar a decisão de ou as trazer comigo, ou afastar-me de vez. Para já, vou adiando e fingindo que não é nada comigo. Mas custa. E venho de lá com o coração pequenino. Mas sei que elas estão bem. Tenho a certeza que sim.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Das coisas que não conseguimos pôr em palavras...

Já escrevi e apaguei três ou quatro coisas diferentes. Escrevi o título sem saber o adequado que seria.

É mais uma daquelas situações em que eu queria aqui falar e sinto que não posso. Nem sequer é directamente comigo, mas não posso. Se calhar, é por isso que não posso.

Mas estou triste. Vejo os meus tristes e não gosto disso. Mil vezes a minha tristeza do que a tristeza dos que me rodeiam.

Das fotografias que dão alegria... - Day 33



Desafio art.soul - Dia 2: Breakfast


Eu sei. Breakfast e Padrão dos Descobrimentos parecem uma combinação impossível. Mas, na verdade, graças à greve dos transportes, o meu pequeno-almoço hoje foi tomado no carro e não tinha nada de interessante para ser fotografado. A paisagem envolvente pareceu-me muito melhor. Batoteira, eu sei. Dias melhores virão.

Das escolhas... Ou dos grandes filmes/livros...


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

The Things I Like... - XI


Gosto de receber flores só porque sim.


Das fotografias que dão alegria... - Day 32


Desafio art.soul - Dia 1: You

Dos desafios a que não resisto...



A Dear Daisy aderiu e eu, como sou uma copiona, não consegui resistir.

Uma das minhas grandes dificuldades no meu projecto Das fotos que dão alegria... prende-se, sobretudo, com o não saber o que fotografar em cada dia. Assim, junto dois projectos num só, e já sei o que fotografar ao longo deste mês.

Acho que vai ser engraçado ver, todos os dias, as mesmas coisas fotografadas por pessoas diferentes, em locais diferentes, em vidas diferentes. 

Mais alguém interessado? É só ir ao art.soul.

Das fotografias que dão alegria... - Day 31


Até no céu, há caminhos que se cruzam...

Das fotografias que dão alegria... - Day 30


E ao 30º dia, temos uma nova falha.

Anteontem não fotografei. Mas... E porque este projecto é meu e eu faço o que me apetecer (really?), achei que os dias em que não fotografo seriam bons dias para ir buscar fotos antigas, ou fotos recentes não publicadas.
E, assim, aqui temos Dona Sati, a persa com quase 11 anos dos meus pais, a dormir o seu sono de beleza no dia de Natal.