segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Da família...

Ontem alguém dizia: Mãe é mãe. E eu limitei-me a dizer que não, não é. Não me apeteceu explicar. Mas não, mãe não é mãe. Ou mãe é mãe mas mãe não é Mãe.

Já aqui falei muito nisso. Quem quiser, que dê uma voltinha por posts antigos e percebe.

O facto de uma pessoa ser responsável pelo nascimento de outra, não lhe dá direitos especiais. Dá, isso sim, deveres. E quando esses deveres são esquecidos, os direitos também são esquecidos. E isto aplica-se às mães, aos pais, às tias, aos tios, aos irmãos, às irmãs, às avós, aos avôs, and so on...

E fiquemos por aqui.

domingo, 30 de outubro de 2011

Dos updatis rapidus...


  1. Não há nada como acordar sem a mínima vontade de fazer o que quer que seja e pedinchar almoço aos pais.
  2. Em função do ponto anterior, não sei bem como vou trabalhar logo à tarde, mas hei-de descobrir.
  3. É possível sair do trabalho à meia-noite, ir beber um copo e estar horas a discutir Miró. Talvez insano, mas possível.
  4. Eu sei que a maior parte das pessoas adoraram mais uma hora para dormir. Para mim, foi mais uma de insónias. Esta semana está gira: não durmo mais do que duas horas sem acordar. E ando a dormir umas boas 4 ou 5  horas por noite. Há quem se aguente com isto. Não é o meu caso. Sim, sim, médico e medicação e tal. Um dia, talvez.
  5. Londres e Londres e Londres. A mala, e a roupa, e as botas (galochas ou não galochas?), e os restaurantes, e as lojas (as lojas senhores, as lojas!), e quantos dias vou prolongar a viagem porque não resisto, ... 
  6. A seguir a Londres, já só penso no Natal. E nos presentes. E nas decorações. E tudo e tudo e tudo. Na verdade, Londres e o Natal são uma e a mesma coisa. E eu não penso em mais nada.
  7. Na verdade, penso em muito mais coisas. Bom, muito mais não. Mas penso. E se penso!
  8. Isto era para ser rápido e eu não me calo.
  9. Note to self: juízo Agridoce Maria, juízo.

sábado, 29 de outubro de 2011

De mais uma das minhas dúvidas...

Quantas vezes acham razoável ligar a uma pessoa que não vos atende o telefone, até perceberem que ela não quer falar convosco?

Três? Cinco?

E que tal dezanove?




Conheci a dita pessoa num contexto profissional, trocámos contactos por questões profissionais, mas depois de atender o telefone uma vez, percebi que era a última. E porque é que não atendo e peço para não me ligar mais? Porque acreditei, piamente, que a dita pessoa ia desistir ao fim de meia dúzia de tentativas. Agora quero ver até onde isto vai... A mente humana é coisa que me intriga, deveras.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Dos meus pensamentos...

Lamento. Mas a partir deste momento Dona Agridoce já só vê o calendário à frente e os dias a passar.

Daqui a um mês a esta hora já eu ando a passarinhar na segunda cidade mais bonita do Mundo.






Sim, sim, falta imenso. Mas vou-me fartar de falar nisto nos próximos tempos. Estão avisados.

Do génio que eu não sou...

Ora pois, diz que em Abril, aqui a Dona Agridoce, vai fazer uma apresentação num colóquio. Assim uma coisa super chique.

Ora pois. O problema é que querem que eu entregue o tema e o título da apresentação já.

Ora pois. Eu não sei o que vou fazer amanhã, quanto mais o título de uma apresentação que vai acontecer daqui a seis meses!...

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Dos momentos da vida... - II

Só duas ou três adendas ao post anterior.

Eu estou bem. Relativamente bem. Acho que agora a insanidade deste blogue nos últimos tempos faz um pouco mais de sentido. Mas, neste momento, estou bem.

Eu saí de casa há quatro meses. O luto, já passou. A fase pior, já passou. Nessa altura, apesar de alguns posts mais confusos, não quis assumir aqui o que se estava a passar. Não queria palmadinhas nas costas nem compaixão. Queria que a o poeira assentasse, e que eu, qual Fénix, pudesse renascer das cinzas. E renasci.

Sim, ainda tenho momentos difíceis. Tenho, pois. Foram seis anos a partilhar uma vida. Ainda dói. Mas, no geral, eu estou bem. Estou optimista. Estou pronta para viver como nunca estive. Quero viver. Quero agarrar-me ao meu projecto e transformar o sonho em realidade. Quero estar com as minhas pessoas. Quero ser verdadeiramente feliz.

Porque é possível. Não me tornei céptica. Não deixei de acreditar. Na maior parte dos dias, consigo acreditar que a vida é uma coisa boa com tanto para nos dar.

E, sim, estou bem. Mesmo quando choro baba e ranho. Estou bem.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Dos momentos da vida...

Contrariamente ao que eu pensava, o que marca uma separação não é o dia em que dizemos "adeus" ou assinamos uns papéis.

O que marca uma separação é o momento em que percebemos que o nosso coração se separou. Uma separação dá-se quando o coração o diz. Apenas e só. Pode ser antes do assinar dos papéis, pode ser (muito) depois. 

Por vezes, é quando menos se espera.

Por vezes, é o mais doloroso. E o mais libertador, também. 

É o momento em que se baixam os braços e se percebe que não há mais nada a fazer. É o momento em que se erguem os braços e se percebe que não há mais nada a fazer.

É o momento em que se chora porque se errou. É o momento em que se sorri porque se reconheceu o erro.

É o momento em que a tristeza nos domina porque chegou ao fim uma era. É o momento em que a felicidade nos domina porque muitas novas eras vão começar.

É o momento de andar para trás, de andar para a frente. De andar, simplesmente.

É o momento de pensar e repensar.

É o momento do fim e o momento do princípio.

Mas é só isso: um momento.

24 de Outubro de 2011




Estas palavras foram escritas há uns dias atrás. Os papéis foram assinados esta tarde. A separação, essa, já se deu há muito.

Do que escrevo e não escrevo...

Já escrevi. Já apaguei. Já voltei a escrever. Já voltei a apagar.

Isto de termos um blogue tem muito que se lhe diga. Sobretudo, quando começamos a ter alguns seguidores. E, ainda mais, quando alguns desses seguidores fazem parte do nosso mundo real ou, noutros casos, foram pessoas que se tornaram mais do que seguidores.

Por um lado, sinto-me limitada no que escrevo. Por outro, sinto-me no dever de escrever certas coisas. Hoje, pesa o dever. Mas também pesa a dúvida. Digo? Não digo? Escrevo? Não escrevo? Faz sentido? Alguém tem alguma coisa a ver com isso? Ou as pessoas merecem saber? 

Eu partilho aqui momentos bons, menos bons, questões pessoais, questões profissionais, dúvidas existenciais, sapatos e vestidos, and so on... Também devo partilhar um acontecimento tão importante como este, não?... Estou em crer que sim. O tempo mostrar-me-à se fiz bem.






(a emissão será retomada dentro de momentos...)

Das minhas experiências no mundo da maquilhagem...

Eu e o corrector já somos grandes amigos. Se somos!...

Esta semana então, em que em vez de me andar a deitar à uma, como era suposto, ando a deitar-me às quatro, cinco, seis, ... Vou ficar uma especialista em aplicação de corrector!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Das coisas que todos os homens deviam saber...


Um verdadeiro cavalheiro abre sempre a porta do carro a uma senhora.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Das chuvas que tardaram mas não falharam...

Ontem, pela primeira vez, eu e Dom Coche enfrentámos chuvas a sério. Chuvas torrenciais. E vento, muito vento. Fiz o trajecto de Sintra até à outra ponta de Lisboa com o volante numa mão e o coração na outra.

Acidentes, carros avariados, muitos lençóis de água, muito lixo, muitas folhas e ramos de árvores.

Mas Dom Coche portou-se bem e superou a prova de resistência à chuva. Nada mau, nada mau.



Agora, resta ir desencantar as botas e arrumar as sandálias e as havaianas...

Do meu sono...

Eu gostava, gostava mesmo, de conseguir adormecer como as pessoas normais. Mas parece que não mereço isso.

Continuo farta das insónias. Continuo a torcer o nariz aos comprimidos. Continuo a insistir. 

Noite sim, noite sim, temos guerra para adormecer. Normalmente, aguento durante uma hora mas, depois, acabo por desistir e volto a acender a luz. Entretenho-me com qualquer coisa durante um bocado e volto a tentar. Mais meia-hora, quarenta e cinco minutos, e lá me apago.

É cansativo e desesperante. 

Eu sei. Se eu tivesse horários como as pessoas normais, seria mais fácil. O corpo habituava-se a desligar e ligar (quase) sempre à mesma hora. Mas não. Que eu tanto chego do trabalho à uma da manhã, como saio para trabalhar às oito... É como calha. E, depois, há aquela inércia que toma conta de mim e que me obriga a ficar na cama nos dias em que não trabalho de manhã. Não fico a dormir. Mas fico na cama. Apenas e só.

Esta semana vou tentar fazer um esforço para acertar isto. Vou tentar apagar a luz sempre à mesma hora (lá para a uma, com sorte), tomar o belo do comprimido, e obrigar-me a levantar o rabo da cama sempre à mesma hora (ainda a definir, dependendo de como a coisa corra ao adormecer...). 


Não é uma guerra fácil, mas vou tentar. A ver vamos.

domingo, 23 de outubro de 2011

Daquilo a que é bom voltar...

Tenho rido. Rido muito. Rir porque sim. Rir de disparates. Rir porque me tenho rodeado de quem me faça rir. Rir. Apenas e só. Rir.

Das coisas que eu queria dizer e não digo...

E é nestes momentos, em que eu tenho tanto para dizer e não posso, que penso que este blogue já fez mais sentido...

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Do estado do mercado de trabalho...

É profundamente deprimente constatar a que condições as pessoas estão dispostas a sujeitar-se para poder ter um emprego. Nem é um emprego, é um estágio. E é assustador.

Isto está mau. Isto está mesmo, mesmo mau. Perdemos a nossa dignidade, o nosso amor-próprio, perdemos o bom senso e o discernimento. Qualquer coisa é melhor do que nada. E vale tudo.

O problema é que há sempre quem esteja disposto a tirar proveito do desespero dos outros... E isso choca-me profundamente.

A vontade de ter o meu negócio é cada vez maior. Sei que este ano vai ser duro mas também sei que as poupanças que acumulei nos últimos dez anos hão-de servir para alguma coisa. Este vai ser um ano de contenção. Mas daqui a um ano terei a tese feita e hei-de avançar com o meu projecto.

E se algum dia me virem a ser assim, se me virem a explorar, a abusar, a tirar proveito dos outros desumanamente, estão autorizados a chacinar-me em praça pública. E tenho dito.

Dos ciclos da vida...

E, de repente, tenho 17 anos outra vez e estou a combinar mais uma saída nocturna para o Garage...



Muda o sítio, os zeros na conta bancária e o passe da Carris que foi substituído pela chave do carro...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dos meus passeios por aí...

E hoje fui, novamente, passear até ao blogue da HVCA.

Cheguei à conclusão que não há uma única fotografia de mim sozinha em que se veja o meu visual em condições... É o que dá andar a fotografar os outros e esquecer-me de pedir que me fotografem a mim...

Do meu prédio...

No meu prédio há pessoas simpáticas. Há pessoas bem educadas. Há pessoas que dizem "bom dia", "por favor", "desculpe", "passe", "obrigada". No meu prédio há pessoas que sorriem. Que sorriem mesmo. Não são todas, é certo, mas a grande maioria é assim. 

E é bom estar rodeada de gente simpática. De gente que eu não conheço mas que me sorri. Gente que eu não conheço mas que segura a porta para mim. Gente que me ajuda a descobrir de quem é o carro mal estacionado a trancar o meu. Gente que dá só porque sim.

É bom.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Do estado do Estado...

O que eu gosto de receber mails e mensagens e notificações no Facebook com soluções milagrosas para o nosso país... Toda a gente tem qualquer coisa a dizer, toda a gente acha qualquer coisa... Todos faríamos melhor que os que lá estão, não é?



É quase tão giro como ver os treinadores de bancada nos jogos de futebol...

Do passado e do presente...

Andei para aqui a remexer no passado... Cheguei mesmo a agendar alguns posts com textos que escrevi há muitos anos atrás, quando o meu T0 ainda era no livejournal.

Mas desisti. Acho que, para já, quero o passado no passado.

Curioso é que o que fazia tanto sentido há sete ou oito anos atrás, volta a fazer todo o sentido agora...



A vida é mesmo feita de ciclos.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Das coisas que saem da minha cozinha... - I


Era uma vez um Sr. Caranguejo que gostava de passear na praia.
Certo dia, encontrou uma Sra. Carangueja.
Apaixonaram-se, casaram e pouco tempo depois...
Nasceram muitos Caranguejozinhos!

Do Casamento do Ano... - XVIII

E, por último, fotos da festa em si!


O facto de o casamento ter sido num barco trouxe algumas limitações, mas também muitas coisas únicas e muito engraçadas. Um dos momentos altos foi o da entrega do bouquet. Por estarmos num barco, não era fácil atirá-lo. Assim, a noiva lembrou-se de amarrar dezenas de fitas de cetim de várias cores ao bouquet, e, depois, com ele na mão e de costas para as solteiras, foi cortando cada uma das fitas que as solteiras seguravam, até sobrar apenas uma! Acabou por ser um momento muito divertido, mais prolongado que o normal, e em que estávamos todos na expectativa de cada vez que ela cortava alguma fita!
Para além disto, foi uma festa muito animada, a comida era óptima, e acabámos a noite numa discoteca junto ao local onde o barco atracou, onde continuámos a festa!

Mais uma vez, sou suspeita, mas acho que foi um casamento inesquecível. Pelos noivos em si, pelo espaço, pela festa, por tudo!...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Do nosso meio artístico - outras considerações...

O problema do nosso, já referido, pequeno meio artístico é, repito, que facilmente vemos caras repetidas nos sítios que frequentamos.

O segundo problema é que os actores do nosso pequeno meio artístico também frequentam esses mesmos sítios.

E porque é que isto é um problema? Porque há actores que entendem por bem andar como vieram ao mundo em palco. E pulam, e saltam, e dançam, e correm, com tudo ali a abanar.

E porque é que isto é um problema? Porque num espaço de uma semana eu cruzei-me, em situações distintas, com três actores que vi nesses preparos. Eu dispensava, a sério que sim. É que uma pessoa olha para eles e pensa "Eu conheço esta cara". E depois pensa melhor e pensa "Não, eu conheço esta cara, este corpo, este rabo, este tudo... Não o conhecia era vestido."

Era dispensável... A sério. Ainda para mais, três numa semana. Ando a ser seguida e não sei.




* Sim MSG, são esses mesmo.

domingo, 16 de outubro de 2011

Do meu eu actual...

Escrevo meia dúzia de linhas e apago. Estamos assim.

Já chorei qualquer coisita. Achei que era uma boa altura, numa noite em que só ia dormir 6 horas, perder duas a chorar e duas com insónias (também se chamam insónias quando acordamos e não dormimos mais? -  fica a dúvida).

E há bocado abri um mail e voltei a choramingar. Estamos assim. Na corda-bamba.

Não faz mal. Na verdade, não faz mal. Que isto é assim. Que sim, que é normal. Só não me perguntem como é que eu estou. A menos que estejam de galochas e impermeável, não me perguntem como é que eu estou.

Mas isto passa, senhores. Passa pois. E nos últimos dias tenho tido algumas conversas iluminadas que me ajudam a perceber o caminho a seguir. E ajudam-me a perceber que há decisões que tenho mesmo que tomar. Mesmo que custem para lá de muito.

A decisão número um, para já, é desligar isto e ir agarrar-me a qualquer um dos livros que estou a ler.

A decisão número dois é aprender a viver com o telemóvel desligado. Diz que sim, que é possível.

A decisão número três passa por amanhã (sem falta Agridoce Maria!) tratar de uns certos documentos que ali tenho e ir entregá-los no sítio devido.



E agora vou pôr a decisão número um em prática...

Do estado do tempo...

Hoje acordei e era Inverno... 

sábado, 15 de outubro de 2011

Do Casamento do Ano... - XVII

E agora passamos às fotos da paisagem... E porquê da paisagem? Porque o casamento foi num barco. E o barco fez um percurso pelo Rio Tejo que nos permitiu apreciar a paisagem da nossa cidade. Daí eu dizer que Lisboa é mesmo a cidade mais bonita do Mundo!


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Do meu mais recente vício...

Maquilhagem.

Pois. Parece que sim.

Eu nem percebo nada do assunto mas agora deu-me para isto. E não há nada como praticar muito para ir aprendendo.

Portanto, agora toca de me maquilhar (quase) todos os dias. 


Só porque sim.

Das músicas que passam na rádio...

Eu queria escrever alguma coisa sobre o facto de ter acabado de ouvir Silence 4 na M80, mas não sou capaz.


É muita informação para eu processar a esta hora, acabada de chegar do trabalho...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

The Things I Dislike... - XI

Gente incompetente... Mesmo. E ando tão fartinha!...

Por quê senhores? Por que razão esta gente tem um emprego e um ordenado ao fim do mês se depois não sabe fazer o seu trabalho?... 

Dizem para fazer assim. Eu digo não façam assim, deixem assado porque no fim vão querer assado. Faz-se assim. E não é que à última da hora querem mesmo assado?... Isto tem piada uma vez. Duas, vá. Agora todos os meses, várias vezes por mês... Não se aguenta!


Mas claro, Dona Agridoce está na base da cadeia alimentar por isso só tem que se aguentar... Se eu fosse Presidente, senhores! Ai, se eu fosse Presidente...

Do Casamento do Ano... - XVI

Ora então começamos com fotos da noiva e do vestido (que é sempre um dos reis da festa!)...


Eu sou (muito) suspeita mas acho que ela ia linda... Ia ela mesma e isso via-se! O vestido era muito simples mas feito de detalhes: um folho plissado que espreitava por debaixo da saia, uma faixa azul (ideia da noiva!), o entrançado nas costas... E claro, os sapatos azuis!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Da minha (in)sanidade...

Se eu não soubesse já que sou bipolar, hoje era o dia em que descobria...

Depois de dois dias de não fazer nenhum e de gozar a praia em pleno mês de Outubro, só me apetece chorar. Chorar, chorar, chorar. Chorar como se não houvesse amanhã.

E quem é que me entende? E quem é que me atura? Nem eu, senhores! Nem eu tenho paciência para mim, quanto mais fazer os outros aturarem-me!...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Do Casamento do Ano... - XV

A primeira de muitas...

Eu e as bolas de sabão...

Do que me apetece mesmo agora...

... é ir para a praia com o meu bikini novo vindo directamente do Brasil e que eu achei que só ia estrear para o ano...




... Fui!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Das coisas que eu aprendi nos últimos dias...

1 - Lisboa é mesmo a capital mais bonita do Mundo.

2 - Conduzir carros automáticos é uma seca.

3 - O meu inglês está mais enferrujado do que pensava mas desenrasca-se. Por outro lado, já sei contar até dez em búlgaro.

4 - É possível aguentar uns sapatos de salto alto até às seis da manhã, sem nos descalçarmos e sem recorrermos a uns chinelos ou qualquer outra coisa sem salto e sem graça.

5 - A família é o melhor que temos.

6 - A família também é o pior que temos.

7 - True love waits.

8 - É possível gostar de mim e sentir-me gira e maravilhosa!

9 - Os Dom Rodrigo são mesmo uma delícia e eu perdi a conta a quantos comi nas últimas 48 horas.

10 - As pessoas não são, nunca, o que pensamos delas. Em muitos casos, são muito melhores. Em alguns casos, são muito piores. Com o tempo, talvez consigamos aprender a distingui-las.

11 - Ainda sei dançar!

12 - Se a minha máquina fotográfica sobreviveu à noite de Sábado, sobrevive a tudo.

13 - I still got it.

14 - É impossível fartar-me do Oceanário.

15 - A família é mesmo o melhor que temos.

sábado, 8 de outubro de 2011

Do Casamento do Ano... - XIV


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Da gente gira...

A Catarina Furtado está cada dia mais gira... A parva!

Das minhas noites...

O que eu gostava de conseguir dormir... E de não ter pesadelos... E de não acordar ao fim de três horas de sono com os olhos em lágrimas...

E sim, estou queixinhas. Mas estou cansada. E acho que vou render-me aos comprimidos para dormir.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Dos meus disparates alimentares...

Estava com super-hiper-mega desejos de comer um croissant com queijo. Passei no supermercado, comprei croissants e comprei queijo.



Agora estou aqui que nem posso, cheia como tudo, a tentar não deitar tudo fora... 

Das modernices...

Amanhã tenho de ir buscar uma pessoa ao aeroporto. Como é que eu a identifico? Vou ao Facebook, pois claro.


Há coisas fantásticas, não há?

Dos seguidores...

Ando a perder seguidores... Deve querer dizer alguma coisa!...

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Das palavras novas que eu aprendo a trabalhar... III

Escaninho


escaninho s. m.

1. Compartimento ou casinha de secretária ou de qualquer outro móvel.
2. Lugar de segredo (em qualquer móvel).
3. [Figurado]  Esconderijo; recanto.



Do Casamento do Ano... - XIII



terça-feira, 4 de outubro de 2011

Das coisas que se resolvem...

Uns quantos Gins do Mar no Peter e tudo se resolve...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Do que eu não entendo...

A noite passada pouco dormi. Mas, pelos vistos, isso não faz com que tenha sono agora ou consiga adormecer.

O stress das últimas horas e a antevisão das próximas também não ajudam,  não.

Estou farta das pessoas. E dos problemas das pessoas. E dos dramas das pessoas. E das intrigas das pessoas.

Estou farta. Queria estar quieta no meu canto com os meus próprios dramas. Mas não.

Do meu estado de hoje...

Não há maquilhagem suficiente no Mundo para disfarçar as minhas quatro horas de sono...


domingo, 2 de outubro de 2011

Das hipóteses...

Imaginem esta hipótese muito hipotética...

Imaginem que eu precisava de passar um mês em Londres. O que me aconselham em termos de alojamento? Residências de estudantes? Hostels? Apartamentos para férias?

É só uma hipótese e nem sequer é para este ano mas preciso fazer contas à vida e saber se seria viável... Bem posso passar os próximos meses a pão e água!...

sábado, 1 de outubro de 2011

Das pessoas...

Regra geral, escrevo para refilar das pessoas. Mas hoje escrevo para dizer que ainda tenho esperança nas pessoas. 

Esta manhã tive a oportunidade de ajudar numa recolha da Associação EntreGatos (de onde veio a Amorazita) e, contra todas as minhas expectativas, acho que correu bem. As pessoas ajudam. Umas mais, outras menos, mas ajudam.

Talvez por ser novata nestas coisas, cada entrega sensibilizava-me muito. Parola que sou, só me apetecia agarrar-me às pessoas e abraçá-las (não o fiz, não se assustem). Mas nunca pensei sentir-me assim: tão comovida, tão tocada, tão feliz por receber um saco de areia ou de comida. Para quem oferece são dois ou três euros, para os gatos que recebem é uma esperança de vida.

E isto fez-me acreditar um bocadinho mais no Mundo e na nossa espécie. Talvez, só talvez, não sejamos assim tão maus. Porque ainda há quem páre para ajudar. Ainda há quem dê um pouco de si e do seu dinheiro para melhorar a vida dos animais. 

Ainda há esperança!...