quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Do meu coche...

Dom coche foi passar a noite à oficina. Ligaram-me há pouco a dizer que dormiu bem e já almoçou. Pelo caminho, trocaram-lhe as velas de ignição.


Loira que (não) sou, fiquei em pânico a pensar no estrago. Depois de uma breve pesquisa pelo fantástico mundo da world wide web, descubro que afinal o estrago não é assim tão grande. 


Velas trocadas. Revisão feita. Falta a buzina para poder vir dormir a casa hoje.


E falta eu saber em quanto fica isto tudo para decidir o que fazer em relação ao vestido para o Casamento do Ano.

Do Mundo dos blogues...

Digam lá, sou só eu que, de quando em vez, panico um bocadinho por pensar que não faço a mais pequena ideia de quem está a ler isto?...


Lembrei-me de pôr o contador ali ao lado... Agora tinha a página aberta e vi o contador mexer. É um bocadinho assustador, não?...



Já estive mais longe de mandar isto às urtigas, já...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Do estado do tempo...

É impressão minha ou já chove?...

Das palavras novas que eu aprendo a trabalhar... I

Azeviche

Azeviche é uma gema orgânica, produzida por plantas ou animais, assim como as pérolas, o coral, o âmbar ou o marfim.
Azeviche: s.m. Carvão compacto usado como gema, também conhecido por Âmbar Negro (black amber). O azeviche teve um uso muito difundido no império romano, que transportavam o produto daInglaterra para Roma.  De dureza 2 a 2,5 e textura muito fina e compacta, o azeviche apresenta um aspecto negro aveludado com polimento e se presta para trabalhos de escultura. Pode conter fósseis e pirita, originada da reação do enxôfre vegetal com o ferro. No século XIX o azeviche foi muito usado na joalheria de luto. Hoje seu uso é restrito a certos círculos esotéricos. Tal como o âmbar, o azeviche quando atritado por um pano adquire eletricidade estática, podendo atrair pedaços de papel. Por ser uma material de origem orgânica (Não é mineral) o azeviche pode se ressecar e ficar tomado por rachaduras. Produtores: É produzido em muitas partes do mundo, onde ocorre jazidas de carvão. Em Whitby, North Yorkshire, Inglaterra, ocorre um azeviche que pode conter inclusão de amonitas, com os quais se pode preparar belas jóias.

Fonte: Wikipedia






Temos nova secção, para partilha de conhecimentos mui interessantes, e para diminuir o nível de futilidade deste blogue. Reclamações e sugestões, para o mail do costume.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Do meu hoje...

E se eu vos disser que acredito piamente que fui mordida pela mosca tsé-tsé?...


Não sei o que tenho hoje, mas sei que tenho muito, muito, muito sono... Já dormi a sesta e continuo com sono...

domingo, 28 de agosto de 2011

Do tempo que passa e deixa marcas...

Lembram-se deste menino da série Bervely Hills?  



Pois que faz hoje 42 anos e está assim*:


Quem diria que já lá vão mais de vinte anos desde que a série estreou?...






* Escolhi a foto mais "simpática" que consegui encontrar...

sábado, 27 de agosto de 2011

Da Irene... - II

Querida Irene,

Estou muito triste contigo. Decidiste não alterar a tua rota. É um bocadinho chato, sabes? Além de incomodares todas as pessoas na costa dos EUA, também incomodas as pessoas que gostavam de ir até lá passear. E eu sou uma dessas pessoas.

Sabes, Irene, a esta hora eu podia estar confortavelmente sentada num vôo em direcção a Nova York. Em vez disso, estou de pijama na minha cama. Sabes porquê? Porque o meu vôo foi cancelado, graças a ti. E isso a modos que me aborrece um bocadinho.

Eu percebo, tens de fazer o teu papel e cumprir a tua missão. Mas é chato. Podias ir fazer o teu papel no meio do deserto ou do oceano, não? Com um planeta tão grande tinhas mesmo de escolher o sítio para onde eu ia viajar? É mesmo chato.

Sabes, esta viagem além de muito importante foi fruto de uma série de factores que se alinharam na perfeição. Aliás, só ontem de manhã é que eu tive bilhete para ir. E só ontem às dez da noite é que eu tive a certeza que ia. Passei os últimos dias numa ansiedade tremenda sem saber se ia, se não ia. E ia. Estava tudo encaminhado para ir. Mas depois apareceste tu, Irene. E estragaste tudo. Desculpa dizer-te isto assim, mas estragaste tudo.

E eu estou triste contigo. Muito triste.


Agridoce

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Da Irene...

Querida Irene,

Eu sei que não nos conhecemos e que deves estar a estranhar estar a escrever-te. É estranho, sim, mas precisava de falar contigo.

Nunca nos conhecemos e a verdade é que, não me leves a mal, eu gostava de nunca te vir a conhecer. Não é por nada, até gosto do teu nome, mas acho que não nos íamos dar bem. 

Ainda assim, escrevo-te porque gostava de te pedir um grande favor. Nesta altura deves estar a pensar porque raio havias de me fazer um favor, mas não desistas e continua a ler, por favor.

Eu gostava muito de te convidar a desviares a tua rota assim mais para o meio do Oceano Atlântico. Não é preciso muito, só o suficiente para não chateares muito quem está na costa. Achas que consegues? Era mesmo muito simpático da tua parte.

Daqui a doze horas volto a procurar-te para saber se acedeste ao meu pedido. Tenho a certeza que o teu bom senso e amabilidade te farão tomar a melhor decisão.

Eternamente agradecida,


Agridoce

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Do meu peso perdido...

Desde Domingo, segundo a minha amiga Wii, perdi 1,5kg. Não é muito, mas não é mau.


Agora é não voltar a ganhar peso e conseguir perder mais algum...

Das taras e manias... - V

Os talheres devem estar arrumados por esta ordem, e por esta ordem apenas: colheres de sopa, garfos e facas. Tudo o resto, não faz sentido para mim.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Do meu futuro...

Eu sei o que quero fazer. Eu sei o que gostava de fazer. Se sou capaz? Não sei.

Gostava muito de avançar com o projecto de abrir uma loja. Seja o meu projecto, seja o projecto que desenvolvi com duas colegas no mestrado. Gostava de fazer qualquer coisa. Porque acredito nos projectos. Acredito em mim, em nós. Acredito que podíamos fazer algo diferente, algo com muita qualidade. Mas isso, infelizmente, não é garantia de sucesso.

E quando falamos em dezenas de milhares de euros, dezenas de milhares de euros que não são nossos, a coisa complica-se.

Quero muito, muito, muito, dar este passo em frente. Mas o medo do fracasso está assim a modos que a bloquear-me um bocadinho.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Do que eu ando a ler...

Entre outras coisas, é esta a minha leitura actual:


domingo, 21 de agosto de 2011

Do Casamento do Ano... - VI

Apaixonei-me por este vestido na última edição da Expedição em Busca do Vestido Perdido...


Experimentei-o noutra côr, assim qualquer coisa como um roxo escuro.
O problema? O preço. Está assim a modos que um bocadinho fora do meu orçamento. E o modelo que é, não é fácil de reproduzir... 

Das viagens no tempo...

Estou há quase duas horas a ler textos que escrevi há oito ou nove anos atrás*... 

Era tão ingénua! Tão ingénua!... Tão crente, tão sonhadora, tão cor-de-rosa, tão tudo... Vivia as coisas com uma intensidade enorme, como se cada alegria fosse a maior do mundo, e cada tristeza fosse o fim do mundo... E acreditava mesmo nisso!...


Onde é que essa Agridoce foi parar?... Não sei. Não sei mesmo. Também não sei se quereria continuar assim. Tornei-me céptica. Mas uma céptica racional, ponderada, consciente. Já não acho que o mundo vai acabar por causa dos meus dramas. Mas também já não acredito em príncipes encantados. Não se pode ter tudo, certo?




* Um dia, quando tiver paciência, hei-de repescar alguns deles para aqui... Nesses tempos, eu ainda sabia escrever. Acho que é por isso que não volto ao LJ: acho que não estou à altura do que lá escrevi em tempos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Das incógnitas...

E o que dá cabo de mim não ter ainda a certeza de onde vou estar daqui a uma semana a esta hora?...





Longe, muito longe, é só o que eu peço...

Das minhas resoluções...

Há três meses atrás, mais hora, menos hora, estava eu na minha última consulta de terapia. Bom, a última, última, não deverá ser. Mas a última por agora. Até eu me lembrar outra vez que preciso daquilo.

Mas, dizia eu, estava na minha última consulta.

E disse à psicóloga aquilo que já andava a pensar há algum tempo: que deixara de fazer sentido para mim lá ir. Que não me sentia a evoluir. Que não estava a ver grandes resultados. Que ir lá se tornara uma obrigação e não uma opção. 

E deixei de lá ir. Hoje, três meses passados, sei que talvez (só talvez) não tenha sido a escolha mais inteligente. Mas não me arrependo. As consultas semanais (mais o psiquiatra, mais a medicação) estavam a causar um rombo razoável no meu orçamento. Às tantas, o esforço financeiro para lá ir, não compensava o retorno que eu estava a obter. Ao fim de seis meses, já esperava mais qualquer coisa. Mas não. E fartei-me. E desisti. Como já é hábito, aliás.

Sei que não o fiz na melhor altura da minha vida (isso fica para outro dia). Mas sei que, dentro do possível, fiz o melhor que soube. E sei que o facto de lá ter andado me deu algumas ferramentas para (re)organizar a minha vida. Cresci, aprendi, arrumei (alguns) macaquinhos no sótão. 



Tenho a certeza que, hoje, sou uma pessoa melhor. Mas também tenho a certeza que não fazia sentido continuar a lá ir. E tenho ainda a certeza que, mais tarde ou mais cedo, estou lá outra vez... Confuso? Pois. Welcome to my world.

Das coisas que me passam pela cabeça...

De vez em quando, apetece-me partilhar este blogue com o (meu) Mundo...




O que vale é que, logo a seguir, desisto da ideia.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Da minha mais recente aquisição...


Talheres de Peixe em Casquinha Inglesa de Sheffield

E é disto que eu gosto. E é para isto que eu vivo. 
E é disto que eu quero fazer vida.
Sei que para muita gente são pavorosos. Mas para mim são lindos, amorosos e só me apetece ficar a olhar para eles.



Pena que estes sejam para vender e não para mim...




Ainda estão muito sujos e muito cheios de pó, mas não resisti a partilhá-los enquanto tento vencer a preguiça de ir comprar os produtos próprios para os limpar...

Do novo acordo ortográfico... Será?



Das minhas dúvidas... - Já lhes perdi a conta...

Alguém me explica por que é que o processo de divórcio é mais caro do que o de casamento?



Será para incentivar o casamento e desincentivar o divórcio? Será por causa das estatísticas?



E será que alguém se preocupa com isso? 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Do meu estado actual... - III

Está um calor que não se aguenta e eu enfiada em casa, todos os dias, agarrada ao trabalho da bolsa.



É bem feita, Agridoce Maria. É muito bem feita.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Da boa música...

Se gostam de boa música...


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Das coisas que me intrigam... - I

Porque é que alguém havia de pesquisar "eu sou agridoce e tu pelos"? Alguém se acusa? Está a escapar-me alguma coisa?


E quem é que anda à procura de "eu sou agridoce e tu facebook"? Hum? É que não foi nem uma nem duas vezes... 




Vá lá, cheguem-se à frente!


domingo, 14 de agosto de 2011

Das decisões...

Às vezes, não é preciso muito para termos a certeza que tomámos a decisão certa.*





* Mesmo que custe, mesmo que doa, mesmo que choremos convulsivamente, mesmo que o Mundo pareça que vai acabar. Tomámos a decisão certa.

Do Paintball...

Não quis inventar uma desculpa e fui mesmo jogar... O resultado? Foi este:




sábado, 13 de agosto de 2011

Das coisas que vou fazer um dia... - I


Um curso de culinária. 

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Da Farrusca... - III


Entreguei agora mesmo a Farrusca* à nova família. 
Se custa? Custa. Custa muito. Mas se a sensação de dever cumprido é superior a tudo isso? É. E muito.
A Farrusca vai ser feliz. Muito feliz. Vai ter uma casa, comida, mimos. A Farrusca podia ser mais uma das centenas de gatos que andam nas nossas ruas. Mas não vai ser.

Já que não posso salvar os gatos todos do Mundo, vou salvando um de vez em quando...





* Ainda antes de conhecerem a Farrusca ou de me conhecerem a mim, os donos da Farrusca já tinham escolhido um nome para ela. Esse nome, coincidência ou não, é o meu :)

Das desculpas...

Estou aqui a ver se me lembro de alguma muito boa desculpa para amanhã não passar a manhã a jogar paintball...


Das diferenças no comércio...

Uma pessoa entra na Montblanc e tem medo. Mesmo. Além da porta fechada, que pesa uma tonelada, numa loja com 20 metros quadrados estavam três funcionários e um segurança. Quatro pessoas que olham para nós, sorriem e dizem boa tarde. Estava apenas um outro cliente na loja e uma das funcionárias veio logo ter comigo. Todos eles simpáticos, com boa aparência, irrepreensíveis. Mas assim a modos que um bocadinho assustadores.

E uma pessoa entra na Pixmania e também tem medo. Por razões diferentes. Para quatro balcões, estava uma pessoa a atender. Estive quinze minutos à espera para ser atendida num espaço onde o ar condicionado se existia, devia estar desligado. Os senhores dão-se ao luxo de cobrar uma taxa por cada venda e depois é isto. Foi a segunda  vez que lá fui e algo me diz que foi a última.



E tudo isto porquê? Porque sou madrinha no casamento do ano e tenho de andar a levantar prendas surpresa para o noivo, e prendas surpresa para os noivos, e tudo e tudo e tudo... Enfiar-me no centro de Lisboa às três da tarde, não foi o momento mais inteligente do meu dia, não.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Das tentações a que eu (não) resisto...

Da próxima vez que acharem que eu sou forte por ter resistido ao croissant...



Pensem outra vez! 
É que desde que aprendi a fazer bombons em casa... 



Mas só comi dois. Juro.


Das tentações a que eu resisto...

Há vinte minutos atrás estava em frente ao sítio onde vendem os melhores croissants de Lisboa e arredores a decidir-me entre o de chocolate e o de doce de ovos.

Mas o que é que eu fiz? Vim para casa e agarrei-me a uma meloa!...

Da minha (não) viagem a Paris...

Os senhores de Paris ouviram dizer que eu já lá não ia e resolveram inaugurar uma sala nova no meu museu preferido com obras de alguns dos melhores artistas de sempre. 



Há coisas fantásticas, não há?

Do meu blogue...

Depois de ler uns quantos disparates que por aqui escrevi, eis que concluo que o meu blogue tinha muito mais piada se fosse lido por mim para os outros ouvirem, em vez de ser escrito para os outros lerem.

E digo isto porque há muita coisa que só faz sentido se for lida com o tom certo, a entoação certa... Metade do que escrevo é disparate, a outra metade é escrita em tom irónico, sarcástico, jocoso. E eu acho que muito do meu (fantástico) humor se perde nesta imensidão que é a world wide web... E, convenhamos, é uma pena!*



*Mas depois lembro-me de alguém dizer que eu tinha uma voz esganiçada (ou seria histérica?) e desisto. É melhor estar caladinha e continuar a escrever disparates. Mais piada, menos piada, sempre poupo uns tímpanos.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Das minhas constatações...


Quando se está o dia todo a trabalhar em Excel aprende-se que gravar o ficheiro de cinco em cinco minutos não é uma obsessão. É uma necessidade.

Do que eu tenho andado a fazer...







Pêssego e café foram os licores do dia... E tenho ali o de kiwi e o de alfarroba a fermentar... Sim, sou doida. Mas tenho de aproveitar as frutas que tenho agora! E não podia desperdiçar o saco de alfarrobas que trouxe dos Algarves... Era suposto já serem para o Natal, mas algo me diz que não duram até lá!...

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Dos clicks na nossa vida...

A propósito de uma mãe que estava a ser molhada na praia pelo filho e que lhe dizia Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti, pus-me a pensar sobre isto...

Esta é uma frase, mais ou menos, habitual nas nossas vidas. Lembro-me de andar na escola primária e de a dizer aos meus colegas quando me chateavam com alguma coisa. Também a dizia ao meu irmão. Aos meus primos. A quem quer que fosse que fizesse algo que eu não gostasse.

Mas era apenas uma frase. Apenas um conjunto de palavras. Sem grande sentido, sem grande significado, sem grande peso.

Os nossos pais (ou só o  pai, no meu caso) educam-nos, ensinam-nos valores, princípios, normas de comportamento. Dizem-nos que devemos dizer Obrigada, Por favor, Desculpe. E nós vamos dizendo e fazendo o que eles nos ensinam.

Mas só anos mais tarde, muitos anos mais tarde, é que se faz luz na nossa cabeça. Só anos mais tarde é que nós percebemos a importância de um Obrigada. Só anos mais tarde deixamos de o dizer por obrigação, e passamos a dizê-lo porque o sentimos, porque percebemos a sua importância e o seu peso.

Tal como só anos mais tarde percebemos que não devemos fazer aos outros o que não gostamos que nos façam a nós. Demora, mas há um momento em que se dá um click e nós percebemos que a vida é feita de ciclos, de energias, de what goes around comes around. Percebemos que não podemos mesmo fazer aos outros o que não gostamos que nos façam a nós.

É, então, que nós crescemos. Que nos tornamos adultos. Que nos tornamos conscientes e responsáveis. É, então, que nós podemos optar por dizer Obrigada ou ficar calados. E é, então, que somos boas ou más pessoas. Por opção. De forma consciente. Porque sim ou porque não. Independentemente do esforço (maior ou menor) que os nossos pais fizeram para nos educar. É, então, que nós escolhemos o tipo de pessoas que queremos ser. E somos nós, e só nós, que o escolhemos.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Das minhas dúvidas televisivas...

Será que os Senhores da TVI ainda não viram o potencial que há na blogosfera para um reality-show de sucesso? Hum?


Já estou a imaginar... Quem é que acham que ganhava? E quem é que era logo expulso? Façam as vossas apostas!

Do que eu percebo de Futebol...

Eu, realmente, acho uma certa piada ao mundo do futebol.

Nos dois anos seguidos em que o Sporting ganhou a Supertaça frente ao Porto (e eu estive lá para ver!), os portistas só diziam que a Supertaça não interessava para nada, que era uma fantochada, yada yada yada...

Hoje, ganharam ao Guimarães e são os maiores do Mundo e são um máximo e tudo e tudo e tudo!


Alguém me explica?

domingo, 7 de agosto de 2011

Das muito mini-férias... - O Regresso

Comi muito...


Bebi muito...


Fotografei muito...


Mesmo muito...


Eu não disse que fotografei muito?...


Almocei sempre no mesmo sítio...


E regressei com um pôr-do-Sol lindíssimo...

sábado, 6 de agosto de 2011

Do meu almoço...


Meio litro de sumo de melão, e uma fatia de tarte de alfarroba (vinda directamente dos Algarves).

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Das muito mini-férias...

A esta hora, espera-se, já vou em direcção ao Sul. São só três dias. Mas vou estar com as minhas pessoas e vou recarregar baterias.

Vou organizar ideias. Pensamentos. Sentimentos.

Espero, não sei como nem onde, encontrar as forças que me têm faltado. 

Espero vir mais calma, mais tranquila, mais descansada.



São só três dias e eu espero tanta coisa!... Ingénua, não? Ou tola, que é o mesmo...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Do Casamento do Ano... - V

Uma tarde inteira. Uma tarde inteira em busca de vestidos e nada. Nada.

Vi muitos, experimentei muitos, mas ainda não encontrei O vestido. Eu sou esquisita, que sou, mas acho que já chega... 


Já me estou a mentalizar para deixar passar um mês, esperar que acabem os saldos e que as novas colecções cheguem, e depois logo volto a tentar...

Do dia de hoje...

Está um lindo dia para ir ver vestidos. Está, está.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Das viagens...

A minha viagem barra visita de estudo a Paris foi cancelada. O que é uma grande treta, diga-se. Ia ser uma semana a aprender muitas coisas sobre arte, o mundo da artes, e os mercados de arte. Com especialistas, entendidos, com galeristas, com visitas a museus e tudo e tudo e tudo. Mas não. Foi cancelada.

A parte boa, é que não me estava a apetecer passar uma semana em Paris com esta agitação toda, para chegar a Lisboa 6ª à noite, e ter o casamento do ano no dia a seguir. 

A segunda parte boa, é que isto me deixa o orçamento mais folgado.

Eu sei que há um dito popular qualquer sobre isto, mas o meu cérebro está em paragem e não me lembro qual...  


A parte má, é que agora me apetece ir a Paris. Eu, que nem sequer gosto de Paris. A verdade é que me apetece ir a qualquer lado. Paris, Porto, Pombal... Qualquer coisa. 

O que eu preciso mesmo é de sair daqui. Desligar. Afastar-me. Arrumar as ideias.


Mas... Há sempre um "mas"... Há a hipótese de no final deste mês poder fazer A viagem. Aquela que me vai arruinar o orçamento para o resto do ano. É só uma hipótese mas não quero arriscar que ela se torne real e eu a contar tostões... Assim sendo, Paris vai ter de esperar. Quanto ao resto, logo se vê.