quinta-feira, 30 de junho de 2011

Do Casamento do Ano... - II

A grande dúvida do momento é: vestido curto ou comprido?


















 Tenho de ir sondar mais algumas convidadas e tenho de conferenciar com a outra madrinha. O casamento é em Outubro, e às 17h. Segundo o protocolo, devia ser vestido comprido. Mas não é um casamento cheio de protocolo!

Estes são alguns exemplos de vestidos que gosto, em alguns casos alterava a côr, noutros o comprimento. Gostava muito de ir de cor-de-rosa, mas tenho o azul como segunda hipótese. E, como podem imaginar, hei-de arranjar um vestido que tenha um laço! Só não sei o que fazer em relação ao comprimento... O meu 1,58m deixa-me de pé atrás quanto ao vestido comprido...

Aceitam-se sugestões de lojas com vestidos bonitinhos e não muito caros, que isto de ser madrinha já dá despesas qb! E é o casamento do ano mas não sei se sou capaz de cometer a loucura da vida e comprar um super vestido!...



(E sim, faltam três meses... O último casamento a que fui, também comecei aqui a falar com meses de antecedência e comprei o vestido uma semana antes. Não posso deixar que isso aconteça com este casamento...)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Das coisas que aprendemos... - Parte II

A propósito disto, só tenho a dizer que acho que estou a começar a hiperventilar...

Das novas tecnologias...

Trabalhos de grupo via e-mail e Facebook.


Há coisas fantásticas, não há?

Do que eu acho...

É por isto, e por isto, que eu não tenho nada a dizer sobre os acontecimentos de que tanto se fala nos últimos dias.


E é também por isso que eu não gosto de andar de carro nem de conduzir. Porque tenho medo. Porque sim, porque os carros são armas mais letais e mortíferas do que muitas armas nucleares. Pena é que a sua posse e uso sejam tão mais simples!...

terça-feira, 28 de junho de 2011

Do difícil que eu sou...

Eu vivo bem no caos. No meu caos, quero eu dizer.

Gosto de trabalhar no caos. É um caos organizado, na verdade.

Sou de fases, como já deve ter dado para perceber.

Por vezes, demoro muito até me conseguir concentrar, mas quando me concentro, recuso-me a perder tempo com arrumações e afins.

É por isso que, neste momento, num espaço de um metro à minha volta, tenho catálogos de exposições, livros de empreendedorismo, fotocópias, apontamentos das aulas, o meu velhinho estojo, uma taça de cereais, um copo vazio, um iogurte líquido, várias garrafas de água, guardanapos, o meu bloco de notas, a máquina fotográfica, entre muitas outras coisas.

É o meu caos, neste metro quadrado entre o sofá e a mesa de apoio.

O que vale é que agora que já enviei mais um trabalho, dá-me uma fúria e arrumo tudo. 

Também sei que daqui a umas horas, quando voltar do trabalho e me agarrar ao próximo, vai ficar tudo na mesma outra vez. 

Mas cada caos é um caos, e eu não gosto de misturas. 

Das coisas que aprendemos...

Entre as coisas mais importantes que aprendemos na vida está o respirar fundo e contar até dez perante algo que nos perturba.



É isso e esperar que os outros aprendam a fazer o mesmo, quando somos nós a perturbá-los.

Da minha falta de paciência... - II

Além da questão do preto e branco, junta-se a isto o facto de me porem a escrever sobre arte contemporânea.

Não dá. Não dá mesmo. Eu nasci para a arte antiga. Apenas e só.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dos arquitectos...

É por isto que eu adoro arquitectos: uma pessoa mostra-lhes um projecto e qual é a primeira coisa que eles criticam? A localização da sanita. Pois, claro.

Da minha falta de paciência...

Estou na recta final deste ano lectivo. Faltam entregar 4 trabalhos, sendo que 3 são de grupo. O único individual já devia ter sido entregue. 

Mas não consigo escrevê-lo. Não consigo. O meu cérebro bloqueou as minhas capacidades de escrita. Não gosto do trabalho, do que me é pedido, do que foi leccionado. Não gosto. Nem é o não gostar, é o não concordar. E eu tenho muita dificuldade em escrever sobre coisas com as quais não concordo. Neste caso, é uma questão de branco ou preto no mundo das artes. A professora entende que é preto, eu entendo que é branco. Mas não sou só eu. Até podia ser birra minha. Mas não. Todas as pessoas da área com que falei, entendem também que é branco.

E eu, que já ando cansada e com mil coisas na cabeça, ainda tenho de andar à procura de inspiração para escrever sobre o preto, que, na verdade, é branco.

Há coisas fantásticas, não há?





Aviso à navegação: este blogue vai entrar em modo queixinhas nos próximos tempos. Depois não digam que eu não avisei.

Das coisas que me fazem chorar....

Às vezes, detesto aquilo em que me tornei...

Das coisas que me fazem rir...

Há coisas de que já não me lembrava... Mas sabem tão bem...

domingo, 26 de junho de 2011

Da minha Amy...


Dona Amy em modo: eu sou muito mais gira do que qualquer coisa que a televisão possa dar...

sábado, 25 de junho de 2011

Da minha Lady...


Dona Lady em modo: não me chateiem que eu quero dormir...

Das minhas novidades...

Já todos ouvimos falar na expressão "desmaiar de dor", certo? Ontem, pela primeira vez, eu estive lá perto.

Tive uma pontada assim a modos que fortezita no meu ovário de estimação, ao ponto de ter uma quebra de tensão e ver a minha vida a andar para trás sem me conseguir mexer.



Estamos sempre a aprender coisas novas, é o que vale. E nunca mais me queixo de dores, depois desta, é o que vale.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Da minha maratona....

Daqui a menos de duas horas começa uma maratona de trabalho que só acaba dia 10 de Julho. Vão ser 17 dias de trabalho consecutivos. Uns dias com mais trabalho, outros dias com menos. Mas todos com trabalho.


O que me vale é pensar nos euros, confesso...

Dos irmãos... - II

Giro, giro, é ir ter com o meu irmão e dar de caras com um rapazito que não via há anos, e que foi, nos longínquos tempos da adolescência, a grande paixão da minha melhor amiga daqueles tempos... Os disparates que nós fizemos à conta daquele moço e de seu amigo (a minha paixão, claro, que naqueles tempos apaixonávamo-nos aos pares). O auge da nossa vida era, quando saíam as notas, irmos a correr ver as notas que os meninos tinham tido. E sabermos o horário deles. E vermos o livro de ponto para saber se tinham faltas. E quando arranjámos o número de telefone de casa da minha paixão (naquele tempo não havia telemóveis)? De realçar que os meninos eram mais velhos que nós, e que isto não passou de um devaneio platónico. Mas rimos muito graças a eles. E até lhes atribuímos nomes de código e tudo. O do meu era "quadradinhos" (não peçam para explicar). Bons tempos, bons tempos. Tempos em que a nossa maior preocupação era saber se os íamos encontrar no bar no intervalo!...

E, hoje, tudo isto veio à memória quando me cruzei com ele. Parece que é cliente no estaminé do meu irmão.

O mundo é um ovo, é o que vos digo. 

E eu não pude deixar de sorrir ao lembrar-me de tudo isto...

Dos irmãos...

Sabemos que o nosso irmão gosta de nós e se preocupa connosco quando, depois de uma noite inteira a voar, nos liga a horas impróprias, só porque sabe que precisamos de falar com ele. E, mesmo quando refilamos porque estavamos a dormir, ele não refila de volta... 

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Do dinheiro...

Eu sou um bocadinho gastadora compulsiva, que sou. Tenho a quem sair. Mas também sou um bocadinho poupadora compulsiva, que sou. Também tenho a quem sair.

O certo é que 90% do dinheiro (mais cêntimo, menos cêntimo) que recebi ontem da bolsa, já está num depósito a prazo, para ser liquidado daqui a três meses, quando tenho a viagem a Paris, a Londres e ainda o casamento do ano pelo meio.



Os outros 10%? Daqui a uns dias perguntem aos senhores da Mango, da Zara, da Blanco e afins...

Da vida...

E bastam vinte minutos para se mudar completamente uma vida. Ou duas, neste caso. Ou ainda mais, se virmos bem a coisa.

Da idade...

Sabemos que não caminhamos para novas quando andamos a ver anúncios de emprego e nos deparamos com um que diz claramente que a idade máxima aceite são 25 anos...

Das coisas que me alegram o dia...

Não há nada como acordar de manhã, entrar no site do nosso banco, e ver que ao fim de quase três meses, finalmente, já recebemos da Bolsa.

Vida de bolseiro não é fácil, não...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Das coisas do "caraças"...

Entrar no carro, ligar o rádio e estar a tocar a "I Will Survive"...


... é do "caraças"...

Das visitas de estudo...

Hoje foi dia de visita de estudo.

O local foi o atelier da Joana Vasconcelos.

Não sendo eu (nem um bocadinho) fã do trabalho da Joana Vasconcelos, vim de lá a admirá-la e a respeitá-la. Ela é o melhor exemplo nacional do artista actual: o artista que é artista, mas que é muito mais.

Já ninguém tem paciência para artistas que vivem no mundo da Lua, que trabalham quando lhes apetece, que entregam projectos e obras quando se lembram. O artista actual é artista mas também é gestor, é comunicador, é promotor. O artista actual tem de ter um olhar mais pragmático, e menos idílico, sobre o seu trabalho.

E não, achar que a arte pode dar dinheiro e pode ser sustentável, não é pecado. A arte é um produto criativo como tantos outros: é imaginada, é planeada, é criada e, se tudo correr bem, é vendida. E depois pensa-se na próxima obra e recomeça o ciclo. Sempre. Produzir e vender é poder produzir mais. Pena que muito boa gente ache que não.

E pena também que a Joana Vasconcelos tenha de ir lá para fora para poder vender. 


Um dia, vamos ter um mercado de arte a sério. Um dia.

domingo, 19 de junho de 2011

Das compritas no intervalo dos trabalhos...


Este já é meu... Ainda vou tentar trocá-lo (por causa do tamanho), mas já ninguém mo tira!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Do desenrascanço...

O que fazer quando chegamos do trabalho e vemos que nos esquecemos do gelado de morango do congelador?

Nada mais simples: pegar num copo, numa palhinha, e saborear um inesperado batido de morango*!




* - o meu gelado de morango é 95% fruta e leite, daí isto ser possível.

Da minha (des)inspiração... - III

Ensaio escrito. 

Vestido nem vê-lo.

Trabalho à minha espera.

Consegui resistir aos três chocolates que estiveram toda a tarde ao meu lado, mas não resisti a meia dúzia de gomas. Podia ter sido bem pior.

Da minha (des)inspiração... - II

Quatro horas depois e eu escrevi uma página. Uma.


Dado que daqui a quatro horas tenho de estar a trabalhar, já começo a ver o vestido a afastar-se de mim... 

Da minha (des)inspiração...

Tenho de escrever 10 páginas sobre tendências dos mercados da arte. Ainda não escrevi uma linha. Uma palavra, sequer.

A minha única motivação é que a Mango começou hoje com promoções de 50% e eu gostava mesmo de ir ao Colombo em busca de um vestido para lá de giro.



Conhecendo-me como conheço, há-de chegar a hora de ir trabalhar e nem texto nem vestido.

Do trabalho...

Se há coisa que eu adoro no meu trabalho, são os croissants de chocolate quentinhos.

Mas não, não comi nenhum hoje.


Segunda prova: superada.




(Quando chegar o fim-de-semana e me vir confrontada com um travesseiro de Sintra, não sei se poderei dizer o mesmo...)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Da primeira ida à praia do ano...

Hoje soube bem. Muito bem. Foram só quatro horinhas e a seguir há trabalho e mais um trabalho para entregar amanhã.

Mas soube bem. A areia. O mar. Até o vento.

E consegui resistir. A senhora bem gritava "Olha a bola de berlim! Olha a bolinha!". Mas Dona Agridoce agarrou-se às ameixas e à garrafa de água e nada de bolinha de berlim para mim.

Primeira prova: superada.

Das noites que não passam...

Estou há mais de duas horas a tentar adormecer.

Tem sido assim, ultimamente. E não há comprimido que me valha.

Das últimas novidades muito importantes...

A partir de hoje, 16 de Junho de 2011, Agridoce Maria entra em dieta. Acabou-se. Não gosto de me ver nas fotos em bikini da Grécia e quero usar um vestido ma-ra-vi-lho-so no casamento do ano. Está decidido. Boquinha fechada, rabiosque a saltar do sofá, e gordura a desaparecer.










E tenho dito.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Da missão para hoje... - II

Já só tenho 250. Menos mal, menos mal.

Mas por hoje chega.

Da missão para hoje...

... organizar os exactamente 500 e-mails que tenho na minha caixa pessoal.








Se eu não voltar, já sabem: não sobrevivi.

Do Casamento do Ano... - I

Dona Agridoce já recebeu o convite para o Casamento mais importante do ano. Qual William e Kate, qual Buckingham Palace!... O meu irmão vai casar-se e este é que é o casamento mais importante do ano.

E o mais bonito, e o mais divertido, e o mais tudo.

Fui convidada para madrinha e eles disseram que iam planear tudo em quatro meses, à minha responsabilidade. Porque eu lhes disse que sim, que era possível organizar-se um casamento em quatro meses. E é. E vai ser. E é bom que seja, senão sobra para mim!

O vestido da noiva já está encaminhado e o sítio escolhido e marcado. O resto são pormenores!

Agora falta o vestido da madrinha e irmã do noivo! Já andei a ver mil e uma coisas, mas estou muito, muito baralhada. Tenho de ir sondar o resto da família e amigos para saber qual o dress code...

Sugestões aceitam-se!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Do fim-de-semana que passou...

Este fim-de-semana foi enorme. Mesmo.

Tive a companhia da Maple Syrup Girl e do seu respectivo, e não parámos um bocadinho. Andei mais nestes dias do que num ano inteiro!

Na Sexta-Feira fomos ao Castelo de São Jorge, à Sé, e ainda fomos assistir a um espectáculo de teatro à noite. Quero dizer, não sei se pode chamar àquilo teatro... Foi assim qualquer coisa... 

No Sábado andámos por Sintra. Castelo dos Mouros de manhã, almoço num restaurante nada típico, e Monserrate, Cabo da Roca e Boca do Inferno à tarde.

É estranho como às vezes é preciso virem pessoas de fora para nós conhecermos melhor a nossa cidade!

Sábado ainda houve concerto dos Lamb (fica para depois), com direito a Starbucks e Pastéis de Belém.

No Domingo, de rastos, claro, optámos por um programa mais calmo.

Foram três dias muito bem passados, com uma companhia óptima, com muito passeio, muita conversa e muito riso! Devia pôr aqui algumas fotos mas confesso que ando um bocadinho preguiçosa... Fica para depois também! 

De Lisboa...

Viver em Lisboa é...



... ir a descer a Rua da Glória e cruzar-me com um casal de turistas, vê-lo pegar na máquina, apontar para mim e disparar... Como é que uma pessoa pode não sorrir perante isto?


E não, não é por me achar muita gira e muita boa. É mesmo porque ser turista é isto: é passear pelas ruas das cidades, pegar na máquina e fotografar só porque sim.

Das palavras que não são minhas...

A Mãe Preocupada escreveu o que eu ainda não sou capaz de escrever.


Continuo sem perceber, sem aceitar, sem compreender ou sem saber explicar. Continuo a acreditar que, um dia, alguém vai descobrir que afinal não é bem assim.

Da Amy...


Dona Amy em modo "abraçar a máquina".

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Da minha falta de vontade para escrever aqui...

Tenho andado sem vontade para escrever aqui. 


Queria pôr mais fotos da Grécia, mas falta a paciência.


Queria pôr fotos das gatas, mas falta a paciência.


Queria falar sobre as novidades, mas falta a paciência.


Queria falar sobre este fim-de-semana, mas falta a paciência.






Um dia, quem sabe, ela voltará.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Da minha cama que chama por mim...

Apresentação feita. Done. Não quero falar sobre isso. Diz quem viu, que correu bem. Digo eu, que a fiz, que devia ter sido bem melhor. Paciência.

Agora vou enfiar-me na cama com um qualquer chá, a ver How I Met Your Mother compulsivamente, vou tomar um comprimido, dormir, e esperar amanhã acordar com menos 10 kilos de stress e tensão em cima.

Estou triste. Com a neura. Desiludida e desanimada.

Mas amanhã será um novo dia.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Dos meus reparos...

Hoje em dia uma pessoa acorda de manhã, ainda não tomou banho, não se vestiu, não comeu, não saiu de casa, e já enviou cinco e-mails para cinco pessoas diferentes.

A trabalheira que isto seria há um século atrás?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Do hoje... - II

Fiz a sesta e não pintei as unhas.


É o que eu tenho a dizer.







Tenho mais, muito mais, a dizer. Mas não posso. Estou sob juramento. A seu tempo, a seu tempo.

domingo, 5 de junho de 2011

Do hoje...

Já fui trabalhar de manhã, já fui votar, já arrumei a cozinha e aspirei a casa, já refiz o powerpoint para a apresentação mais importante de sempre, e agora estou na dúvida entre dormir a sesta e pintar as unhas.

A minha única dúvida é que se pintar as unhas primeiro, corro o risco de as estragar com a sesta.


O drama. O horror.


O país em eleições e a minha dúvida é esta.

Das eleições...

Dona Agridoce já votou. Alguém foi simpático e, desta vez, colocou o meu nome nas listas de voto.

Sem problemas, sem complicações, sem confusões, sem ninguém à frente.

Agora resta-me ficar o resto do dia à espera de ouvir resultados.

sábado, 4 de junho de 2011

Do meu estado actual... - II

Mais uma hora e eu cá continuo.

Do meu estado actual...

Depois de doze horas agarrada ao computador (entre a faculdade e o sofá) às voltas com o projecto final, fui enfiar-me na cama, completamente de rastos e de olhos mal abertos.


Uma hora depois, continuava acordada. 


Decidi tomar a bomba SOS para dormir.


Mais uma hora se passou e aqui estou.

Das férias na Grécia - Day 2...

E como o prometido é devido...


O segundo dia de férias na Grécia foi marcado pela continuação da maratona Atenas-Santorini. O cenário foi quase sempre o mesmo:


Mar e mais mar e mais mar, e umas ilhas, e outras ilhas, e mais mar, e mais mar, e de vez em quando um vizinho barco, e mais mar, e mais mar, e umas ilhas, e mais mar, e umas gaivotas, e mais mar... E a boa da Agridoce a rogar pragas a quem fez finca-pé para ir a Santorini (quem terá sido?!...).


A dada altura lá se fez uma pausa para uns mergulhos. E claro que os homens do barco tiveram de se ir atirar da cobertura do dito...

E incontáveis horas depois, eis que a ilha de Santorini estava à vista:


Estava eu feliz e contente a pensar que íamos atracar numa marina a sério, e pôr o pé em terra como devia ser... Mas não. Não há lá espaço para isso.


Ficámos meio presos entre o pontão e uma bóia e fizemos a travessia de dinghy. Ainda assim, foi bom pisar terra firme ao fim de tantas horas. Subimos de teleférico e fomos tirar as fotos da praxe.


 

A comida da Grécia não me seduziu particularmente, por haver poucas alternativas para além da carne, mas este foi um dos dias em que melhor comi: risotto de cogumelos.


Se a comida não era espectacular, já a vista durante o jantar era absolutamente priceless:


E, claro, como estávamos na terra dos burros,  havia burros de todas as formas e feitios por toda a parte.


Por último, para terminar o dia em grande e porque queríamos "a experiência completa", resolvemos descer as centenas de degraus a pé, fazendo ziguezague por entre os vestígios de um dia inteiro de burros a subir e a descer aquelas escadas. Ficou por confirmar se esta numeração estava correcta. A verdade é que só a vimos nos primeiros 20 ou 30 degraus e a dada altura, no meio de tanto riso por andar a saltitar praticamente às escuras, desistimos de os contar...



(to be continued...)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Do final do ano lectivo... - II

Eu garanto que assim que acabar o Sumário Executivo do Plano de Negócios e assim que encontrar as 80 peças que me faltam para a "lista de compras", venho cá pôr mais fotos da Grécia.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Do final do ano lectivo...

Eu ADORO o que faço. Mas estar há horas à procura de peças e valores de peças e leilões e resultados de leilões e tudo e tudo e tudo, dá comigo em doida.


E tudo porque para a semana é a apresentação final do nosso projecto. Com investidores a sério.

E nós precisamos das contas todas contadinhas. E eu sou de Letras, sim?

Das grávidas...

O Mundo é das grávidas, é o que vos digo.


Recentemente, alguém me contou, em jeito de confidência, que quer muito ter um filho e já está a orientar tudo no sentido de começar a tentar em breve. E eu sei que vou ser tão babada com a criança que nascer!...

E ainda ontem, soube de mais uma grávida, uma colega de trabalho. Hoje, outra notícia igual, que me deixou muito feliz por ser de quem é.


Espero que isto não seja contagioso... Kidding!


Não está nos meus planos ter filhos. Mas gosto dos dos outros. E, nas férias, descobrimos que para pôr a minha mãe A. a chorar, basta dizer-lhe que eu estou grávida. É verdade. Ela não aguenta e chora mesmo. E nós rimos perdidamente.

Eu sei que não vou ter filhos em breve. Mas sei que ela vai ter (mais) netos. E vai chorar perdidamente. E vai adorar!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Das férias na Grécia - Day 1...

Mais um ano, mais umas férias a velejar. Desta vez, o destino foi a Grécia. As Cíclades, mais precisamente. Dos dez que íamos, só um conhecia já todo o percurso. Para todos os outros, tudo era uma novidade constante.

Depois de quase 13 horas, lá chegámos ao nosso barco:

Este ano, optámos por um catamarã, um Lagoon 420. É assim a modos que uma banheira flutuante. Nos primeiros cinco minutos dizíamos todos o mesmo: "isto é enorme, é espectacular, nunca pensei, é muito maior do que eu eu imaginei". É verdade. Era lindo. E era nosso por uma semana.

Ainda vimos o pôr do Sol em Atenas:


E depois de quase seis horas de atraso devido a problemas técnicos com o barco, e já depois de termos encomendado frangos no churrasco que nos foram entregar ao barco, lá seguimos viagem. 


O destino era Santorini. Pelo meio, ainda houve direito a um pedido de casamento:


 O meu irmão pediu a minha cunhada em casamento. Se ele se tivesse demorado mais um bocado, era ela que lhe ia pedir a ele, pois já tinha mandado imprimir uma bandeira com o pedido e tudo. Coincidência? Não, amor mesmo. Eu já sabia de tudo e só me ria a tentar descobrir quem seria mais rápido....

Pedido de casamento feito. Toca de seguir viagem. Diz quem viu, que o nascer do Sol foi lindo:



Da minha parte, tenho a dizer que 13 horas de viagem, seguidas de 16 horas de navegação em alto mar: JAMAIS! Já estava tolinha, a ensandecer, sem saber para que lado me virar e a desesperar por terra firme e descanso a sério. Mas... valeu a pena. Santorini valeu a pena.

(to be continued....)