segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Da PS3...

Hoje descobri, finalmente, a razão pela qual quis oferecer uma PS3 ao marido: poder estar toda a santa tarde a ver séries no LCD, em vez de as ver no portátil.

E soube tão bem para primeiro dia de não fazer nenhum em muito tempo!...

Das compras dos saldos... - Parte I (não sabendo se haverá parte II)

Devo dizer que as minhas compras foram muito fraquitas. Eu sei que já cheguei tarde aos saldos mas... Esperava encontrar mais qualquer coisita, confesso! Fiquei-me por alguns básicos, alguns acessórios, e pouco mais...

Duas camisolas básicas em rosa e azul e uma blusita em preto, cujos detalhes não dão para ver bem, mas incluem um laço no decote e nas mangas. By: Mango.

Um vestido preto, meio sparkling, giro, mesmo giro. E justo, mesmo justo. E barato, mesmo barato. E com um laço amoroso debaixo do peito (eu e os laços!). E assim a modos que curto-ai-que-eu-não-sei-como-vou-usar-isto. By: Zara.



Duas pulseiras + uma écharpe + três cintos finos. Tudo by: Primark.


Uma blusa cor-de-rosa, gira, mesmo gira. E amorosa! E com lacinhos, pois claro! Já deu para perceber que gosto de laços, não? By: Primark.


E foi assim. Não sei se ainda compro mais alguma coisa. Acho que me vou guardar para a nova colecção e para aquilo que preciso de comprar para as férias. Vamos ver.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Das coisas que eu tenho aprendido...


Onde termina a vida do porco, começa a vida do chouriço.


Do meu lindo prédio...

Não há assim uma lei qualquer que impeça as pessoas de fazer barulho (obras e coisas assim ligeiras...) ao Domingo de manhã?!... É que, sei lá, há quem trabalhe ao Sábado até tarde e gostasse de descansar. Já que fazem obras durante toda a semana, podiam dar o Domingo de descanso à malta, não?...

Era simpaticozinho.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Do fim dos exames e outras considerações...

E hoje foi o último exame. Não quero falar sobre isso. Não sei se correu bem, se correu mal. Está feito. Amanhã dou uma vista de olhos ao enunciado e logo faço prognósticos quanto à nota. Mas que o ponto crítico foi crítico, lá isso foi! (piadinha básica...)

Segunda-feira a minha vida volta ao normal: tenho de arrumar a casa; acabar de desfazer a mala da Madeira (shame on me!); responder aos mails todos em atraso; ligar para Coimbra; ligar para os senhores da Zon; ligar para os senhores da máquina de lavar que achou que era uma boa altura para avariar; ver o que se passa com a impressora que também achou que era uma boa altura para deixar de imprimir; ... Só coisas giras, portanto.

No campo das boas notícias, os bilhetitos para Atenas já estão comprados... E eu já só penso em Santorini!...

E no campo das considerações várias, devo registar que hoje estive 43 minutos ao telefone com o meu irmão mais velho. 43. Eu acho que nunca tinha estado mais de 3 minutos ao telefone com ele!... Mas hoje superámos tudo e todos. E foi bom. Foi bom ouvi-lo falar e partilhar a sua vida comigo. Foi bom trocarmos ideias e opiniões sobre os mais diversos assuntos das nossas vidas. Foi bom. E é bom ter um irmão como o meu.  

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Das coisas de que eu gosto...

Nada melhor do que uma caixa de ovos moles, vinda directamente de Aveiro, para me dar alento no meu estudo! Amanhã é dia de último exame por aqui. E o meu cérebro está feito num oito com TQMs, ABCs, CIPAs, FIFOs, e outras coisas assim giras, mesmo giras, que para quem percebe disto são óbvias, mas que para mim ainda são assim a modos que Chinês Nível 12.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Das Prendas de Natal...

Eu sei que o Natal foi há mais de um mês, mas eu ando com um certo jet lag em relação ao resto do Mundo. Aqui fica uma das minhas prendas mais favoritas:



Além da caixa, que é gira por si só, lá dentro vinha o serviço de chá mais lindo e fofo do Mundo! Com gatos, claro:



Dona Lady, com medo de ser trocada por tantos gatos, fez questão de ficar na fotografia!

Não dá (ainda mais) vontade de beber chá?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Das minhas notas...

Eu, Agridoce Maria, fiquei com 16 como nota final de Contabilidade. 17 do exame e 15 do trabalho de grupo.


Quem diria que uma menina de Letras até se entende com a Contabilidade?!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Das eleições...

E lá ganhou o Sr. Cavaco. Outra coisa não se esperava, aliás.

Eu faço parte daquele grupo de pessoas que não conseguiu votar. Há coisa de duas ou três semanas tinha enviado um SMS para o número do RE para saber o meu número de eleitor e para confirmar que já estava a votar na freguesia para onde alterei a minha morada oficial há coisa de um ano (sublinhe-se "um ano"). Recebo o meu número muito bonito e a confirmação de que já votava aqui neste lindo sítio onde resido. Respiro fundo e durmo descansada. Pelo sim, pelo não, e pela minha OC, no dia D, antes de sair de casa, confirmo novamente os dados todos no site do RE.

Estávamos então no dia D, chego às mesas de voto, dou o meu número e aguardo ansiosamente pelo papelinho mágico (gosto sempre de votar, não me perguntem porquê...).

- Não consta da lista.
- Como?!
- Já não consta da lista. Mudou de residência?
- Mudei. Mudei para esta freguesia há mais de um ano.
- Então dirija-se ali ao gabinete de apoio ao eleitor.
- ...

Lá fui eu. Dez pessoas à minha frente. Passado um minuto tenho o marido ao meu lado. Também não constava. Vemos a quantidade de gente à nossa frente, o tempo a passar e desistimos porque não podíamos esperar mais. Nós somos daquelas pessoas esquisitas que trabalham ao Domingo.

E foi assim. Não votámos. Amanhã vou fazer uns telefonemas para apurar responsabilidades e saber com quem devo reclamar e falar para que isto não volte a acontecer nas próximas eleições.

Cabe na cabeça de alguém? Então mas no RE dão-me o número de eleitor e depois eu não consto das listas? Eu não percebo nada disto mas como é que de um lado me atribuem um número de eleitor, e do outro eu não apareço nas listas? Saltaram o meu número, foi?

Saí de lá a praguejar contra este nosso país... Eu não sou daquelas que acha que lá fora é que é tudo bom. Mas acho que isto não cabe na cabeça de ninguém. E acho, e tenho a certeza, que se isto fosse um país a sério, estes resultados não eram aceites e havia novas eleições.

Mas isto digo eu.

Do bom que é ter irmãs mais novas...

Conversa da minha irmã mais nova (do alto dos seus 13, quase 14, aninhos) ontem para mim:

"Ai! Estás tão magra, estás horrível, não gosto nada de te ver assim! Eu tenho colegas que pesam mais do que tu, não acho normal. Estás a desaparecer."

Pega no álbum do meu casamento...

"Vês? Aqui é que estavas bem. Aqui estavas no ponto. Agora não, agora estás demasiado magra".


E eu a dizer-lhe que tivesse juízo, e a rir-me por dentro. É sempre bom para o ego! E sim, ela é tolinha, e exagerada e tudo e tudo. Que eu nem sei quanto peso, mas sei ver-me ao espelho e não estou a desaparecer. Às vezes, era bom, mas não.

De mim e do blogue e do blogue e de mim...

Este blogue está a tornar-se irritante. Estou a entrar numa espiral derrotista, deprimente, pessimista, ...

A verdade é que se este blogue é um reflexo do que eu sou (e é, nunca o escondi), o que eu sou neste momento é isto: o caos em versão pessoa. Sol de manhã, tempestade à noite. Mundo cor-de-rosa hoje, fim do mundo amanhã.

Ando assim. Baralhada, confusa, muito, muito desequilibrada.

Mas este blogue não se vai tornar num blogue sobre os meus macaquinhos no sótão. Não vai. Porque eu não quero. Porque eu não deixo. E porque quem manda aqui ainda sou eu. E tenho dito.



Amanhã comentarei as eleições e outros assuntos de interesse maior. Ainda tenho fotos do Natal e das férias para colocar. E fotos da Amy. E compras que fiz há duas semanas e que ainda não saíram dos sacos.

Deixem-me despachar os exames e isto volta a ser um blogue normal. Ou não. Não sei. Que, como isto anda, amanhã posso bem acordar e apetecer-me apagar este post e continuar a escrever disparates sem fim.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Do hoje ou do ontem ou do amanhã...

Chego a casa. Cansada. Pouso as coisas. Entro na cozinha, ponho comida às pulguitas e preparo uma taça de Cerelac.

Sento-me em frente ao computador. Olho para os livros ao meu lado e penso no que ainda me falta estudar.

E penso que não me apetece estudar. Não consigo. Sinto-me cansada, exausta, sem forças.

Um cansaço não físico, mas emocional. Que pesa, que dói. Sinto o copo a querer transbordar.

Sei que tenho de estudar, mas não sou capaz.

Desligo o computador, apago a luz e enfio-me na cama. Até amanhã*.



* Porque dizem que o amanhã custa sempre menos depois de uma noite de sono.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Das Quintas-Feiras...

Quinta-feira é dia de consulta.

A de hoje foi mais complicada. É normal. Esta semana está a ser mais complicada. Temos a vida de pernas para o ar e hoje o dia não começou da melhor forma.

Disse à psicóloga (ou terapeuta? o que é que é suposto eu chamar-lhe?...) que andava descrente, que hoje não me apetecia nada lá ir mas que tinha feito o esforço.

Disse-lhe que não me apetecia arriscar mexer nos macaquinhos que tenho no sótão... Que estavam lá muito bem, quietinhos. E ela disse que então devia pensar se fazia sentido continuar a ir ali. Se era aquilo que eu queria. Voltamos ao mesmo: eu sei que preciso, mas não me apetece.

Hoje foi o primeiro dia em que quase, quase, me fui abaixo. Se é bom? Se é mau? Não sei. Sei que, por uns momentos, me apeteceu desatar a chorar tudo o que não tenho chorado nos últimos dias e que tenho acumulado cá dentro. Mesmo assim, retraí-me. Mas sei que, mais tarde ou mais cedo, o copo vai transbordar. E se não for ali, é noutro sítio qualquer.

Eu sei que preciso daquilo. Como ela diz, tenho muita coisa a resolver. Eu sei. Eu sei isso tudo. Mas não me apetece fazer o esforço de resolver as coisas. É tão mais fácil deixar tudo como está...

Do que me apetece...

Apetece-me ir ver a peça nova do Virgílio Castelo...

Do número sete...

Deasfio lançado pela Dear Daisy e eu, que sou pouca dada a estas coisas, assim respondo:


- 7 coisas que tenho que fazer antes de morrer:

  • plantar uma árvore
  • ir ao MoMa
  • tocar num hipopótamo
  • acabar os quadros do meu irmão e, não querendo abusar, pintar uns cá para casa
  • ter o meu negócio e com sucesso
  • fazer um curso de culinária
  • ir a Creta


- 7 coisas que mais digo:

  • tem juízo
  • Lady
  • Amora
  • Amy
  • (não) estou em crer
  • senhores
  • apetece-me... (comida em 99% dos casos)

- 7 coisas que faço bem:

  • o meu trabalho
  • sopa de feijão
  • cheesecake
  • disparatar
  • andar de saltos altos (é importante, sim?! em caso de dúvida, ler o anterior...)
  • conduzir
  • mimar as minhas pulguentas

- 7 defeitos:
  • mau-feitio
  • mau-feitio
  • mau-feitio
  • mau-feitio
  • mau-feitio
  • mau-feitio
  • mau-feitio

- 7 qualidades - depois de tanto mau-feito não há qualidades que me salvem... Mas vamos tentar:
  • racional
  • pragmática
  • ponderada
  • responsável
  • ...
  • ...
  • tola, tolinha
Às vezes, sou boa pessoa. Sou educada e civilizada e essas coisas todas que nem considero qualidades porque acho que devia ser algo intrínseco em todos nós. Sou sonhadora e acredito num Mundo melhor (provavelmente, uma coisa estará ligada à outra...). E devia era estar a estudar e não a fazer isto, por isso podem riscar o "responsável".

- 7 pessoas que vão responder:

Quem quiser, que eu sou pela democracia e pela liberdade de cada um!


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Da nossa cidade...

Lisboa tem destas coisas.

É uma cidade tão grande e tão pequena ao mesmo tempo.

Há pessoas que estamos anos e anos sem ver. E outras que, sem querer, vemos demasiadas vezes.

E depois, depois há aquelas pessoas que não vemos há anos e que, de repente, estão no espelho retrovisor do carro à nossa frente. Durante dez, quinze, vinte minutos, que se perdem no trânsito, aquela pessoa está lá.

Não nos vê, porque é de noite. Mas nós vemos. Nós vemos os seus olhos e recordamos os momentos bons. Sorrimos e resistimos à tentação de sair do carro para lhe dizer um "olá".

Pensamos em todas as vezes em que nos podíamos ter cruzado ao longo dos anos, porque até moramos perto, e pensamos no estranho que é estarmos a ver alguém que não nos vê. Ao fim de tantos anos, o nosso reencontro não é um reencontro: é uma espécie de voyeurismo não intencional.


Lisboa tem destas coisas.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Da vida...

E, assim de repente, tiram-nos o chão debaixo dos pés e cai-nos o céu em cima.

Assim, de um momento para o outro.

Há uma sensação de injustiça, de revolta, de bater com o pé e querer fugir.

Se somos também culpados? Sim, talvez sejamos. Somos culpados por confiar. É a nossa culpa.

Agora? Agora é fazer a análise dos danos. É consultar quem perceba do assunto e, no meio de tudo, tentar encontrar algo a que nos agarrarmos. Ou não. Que nem isso sabemos.

É assim. De um momento para o outro.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Das ...

Posso dizer muitas asneiras e coisas feias e tudo e tudo?!...


É que é a única coisa que me apetece neste momento.


Isso e fugir para a Tanzânia.

Do Acordo...

Os senhores do Museu do Oriente mandaram-me um mail a divulgar um curso de formação no novo acordo ortográfico. Alguém interessado?


Eu não.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Das Presidenciais...

E eu que não sei em quem votar?...

Confesso, tenho andado meio a leste de notícias, debates e afins. Tenho de me dedicar a isso esta semana. Mas estou mesmo sem saber.

Já se sabe que a grande luta se limita aos dois grandes. Vota-se no Alegre, que é ligado ao PS e que não vai fazer grande coisa para equilibrar o papel do Governo mas que é uma "novidade" e até pode querer mostrar serviço? Ou vota-se no Cavaco, que já lá esteve e não fez grande coisa, mas que não é do PS e por estar num segundo mandato, pode realmente querer impôr-se contra o Governo?...


Vamos ver, vamos ver. Posso sempre votar em branco. Querem todos votar em branco comigo ao melhor estilo Ensaio Sobre a Lucidez? Era bonito.

Das aprendizagens da Amy...

A Amyzita já aprendeu que o melhor sítio para se estar é na caminha dela(s) colada ao aquecedor. Esperta, muito esperta.

Só ainda não aprendeu que aquela coisa preta que a persegue é o rabo dela e passa horas a rebolar na dita cama atrás dele. Mas há-de lá chegar. Um dia.



[As coisas que eu invento para, chegada do trabalho, não me ir agarrar ao trabalho de Coleccionismo... Ou ao de Marketing... Tanto faz... Que qualquer um deles é para entregar 2ª feira...]

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Dos meus apetites imensos...

E a vontade que eu tenho de largar a manta, o sofá e a Amora ao meu colo, para ir fazer quase 40km para ir trabalhar?...

Para uns, é Sexta-Feira, para mim, é sinónimo de muito trabalho...




Pensa na cenoura Agridoce, pensa na cenoura. Pensa na cenoura e nos euros de que precisas para lá chegar.

Dos meus sonhos sem sentido... - II

Se eu dissesse com quem sonhei hoje, mandavam-me internar.


Aposto.

Daquilo que me move...

Eu, às vezes (só às vezes), acho que sou um bocadinho como os burros: metem-me a cenoura à frente do nariz e eu vou andando.

Neste momento, a minha cenoura à frente do nariz resume-se em quatro linhas:

- Ilhas Gregas
- Catamarã
- Companhia das boas
- Uma semana algures em Maio



[O marido já entrou em contagem decrescente e todos os dias me pergunta: "Sabes quantos dias faltam para irmos para a Grécia?"... Sei, pois!]

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Do hoje...

Hoje.

Mais uma consulta.

O balanço não é grande coisa. Não sei bem. Também não estou muito motivada, interessada, crente, ou o que quer que seja que era suposto estar...

Voltámos a falar no regresso ao Psiquiatra. Sim, eu preciso. Eu sei. Mas não me apetece. Não me apetece. É tão simples quanto isso. Apetece-me ir a Madrid, ir ao Porto, comprar uma máquina fotográfica. Mas não me apetece ir ao Psiquiatra. É fácil e simples, não?

Lá lhe disse que no fim do mês, depois do caos dos trabalhos e exames e tudo e tudo, voltava a pensar nisso. Neste momento, não me apetece. Pronto.

E tenho dito.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Dos meus sonhos sem sentido...

Hoje sonhei contigo. Volta e meia, acontece. Apesar de já se terem passado anos e anos desde a última vez que estivemos juntos.

Acordei a sorrir. Foi um sonho bom. Como sempre, aliás.

Às vezes, pergunto-me porque será que sonho contigo. Não é algo que eu consiga controlar, obviamente, e, por isso, não posso ser condenada por o fazer. Mas fico sempre com a estranha sensação de que não é certo.

No entanto, quando penso sobre isso, acho que sonho contigo porque sim. Porque é bom. Porque me faz sorrir.

E, às vezes, eu preciso de coisas que me façam sorrir.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Do meu trabalhito... - II

Com tanto dia no ano, tinham mesmo de começar obras cá no prédio hoje? Mesmo?!

Do meu trabalhito...

Ponto de situação:

- capa feita
- introdução com 4 parágrafos
- 23 horas e vinte e qualquer coisa minutos para hora de entrega
- uma ida ao IKEA, outra ao supermercado e um jantar cá em casa para 10 pessoas pelo meio


Prognósticos? Só depois do jogo.


Plano para as próximas horas:
- analisar os catálogos que faltam (são só 35)
- dormir muito para amanhã estar fresca e fofa e trabalhar os dados como se não houvesse amanhã (hein?)




Note to self: ao fim de 26 anos, do ensino secundário e de 4 anos na faculdade, era de esperar que eu já tivesse aprendido alguma coisa. Mas não. E a pausa de dois anos entre a licenciatura e o mestrado só pioraram as coisas. Um dia. Um dia eu hei-de ser responsável e organizada e fazer tudo a tempo e horas como as pessoas normais.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Dos pedidos... - II

Eu hoje saio da cama. Já saí até há um certo tempo.

Mas o que eu queria mesmo, mesmo, mesmo, era que o trabalho que tenho de entregar amanhã aparecesse magicamente feito para eu poder ir trabalhar descansadinha e depois ir a uma festa de aniversário descansadinha.

Pode ser? Pode? Pode? Pode?





P.S.- Se alguém se quiser voluntariar, é sobre arte sacra e leilões e coisas afins. Muito interessante. Mesmo.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Dos pedidos...



Posso não sair da cama hoje? Posso? Posso? Posso?



sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Do quanto eu me irrito...

... a mim própria.

Irrita-me a minha instabilidade. Este limbo. Este andar na corda bamba.

Irritam-me as minhas alterações de humor.

Irritam-me as lágrimas que querem saltar só porque foi um dia mais difícil e mais longo.

Irrita-me a minha fraqueza.

Irrita-me que a minha forma de lidar com o stress seja fazer tudo e depois ir-me abaixo. Ficar um farrapo. Inerte.

Irrita-me constatar que preciso mesmo da medicação. A medicação que me irrita e que eu não tomo.

Irrita-me não ter ido ontem à consulta de psicoterapia. A (des)culpa foi do estômago.

Irrita-me esta incoerência gritante entre a clareza de saber o que se passa comigo e o não fazer nada por isso.

Irrita-me tudo isto.

Mas olho para o Mundo à minha volta e vejo que tudo isto não é nada.

E volto a irritar-me comigo mesma por me irritar por coisas sem importância.

Da minha memória...

E eu que me lembrei agora (a estas lindas horas) que preciso de uma calculadora para o exame de amanhã de Contabilidade?...


Já ninguém usa calculadoras!...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Da minha Lady...

Dona Lady já foi ao veterinário. O balanço não foi mau: saí de lá só com um arranhão e não houve mais vítimas a lamentar. Menos mal. Ou não. O facto de ela estar doente é que fez com que ela estivesse mais calma e com que eu a conseguisse segurar.

Confirma-se que está doente. Com o quê? Não se sabe. Levou uma injecção de antibiótico e agora é esperar para ver. Tem três dias para se pôr fina, se não volta recambiada para lá.

E é bom que se ponha fina que me ia dando uma coisinha má ao sair de lá. E não foi por pagar a conta. É que eu sou daquelas que tem um sangue frio enorme quando é preciso, mas depois de passarem as tempestades, dá-me a travadinha. Foi o caso de hoje, em que me aguentei a segurá-la mas depois, já na hora de vir embora, não me aguentei em pé com uma quebra de tensão.

Eu já estou bem e recomendo-me. Ela, nem por isso. Mas eu espero que amanhã já se notem melhoras! Vamos ver, vamos ver.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Da minha preguiça...

Eu levantei-me eram nove e meia da manhã (para mim, isso é cedo, sim? Trabalhei até tarde e ainda estou a recuperar do jet lag da Madeira e da poncha...) com o intuito de me agarrar ao trabalho que tenho de entregar 2ª feira.

E o que é que eu fiz até agora? Respondi a comentários e andei (finalmente!) a actualizar-me sobre o que se passa na blogosfera.

Bonito Agridoce Maria, muito bonito.

Da Amy... - IV

A Amy olha para mim e começa a ronronar.

Ela está deitada na sua camita (que era da Amora, mas isso não interessa nada) ao lado do sofá, eu olho para ela, ela olha para mim, e ela começa a ronronar como se o Mundo estivesse para acabar.

Não vem para o colo, não salta para cima de mim. Nada. Só olha para mim e ronrona.

E eu olho para ela e babo-me. Como é que esta pulguita, que passou seis meses num barracão abandonado e quando veio cá para casa passava 90% do tempo escondida debaixo da cama e do sofá, agora está assim? Eu babo-me. É inevitável.


Sou mesmo uma pessoa de gatos.



P.S. - A Lady (que está a dormir ao meu colo neste momento) está apenas muito ligeiramente melhor. Vamos ligar à Veterinária e a menos que ela nos diga o contrário, vamos lá hoje à tarde com ela. Só quem sabe o que é levar a Lady ao veterinário sabe o que nos custa, mas tem de ser... Vamos ver.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Das coisas que se ouvem por aí...

Vinha eu no Metro para casa (não, não tinha saudades do Metro) quando dou por duas mulheres a conversar animadamente sobre os preparativos do casamento de uma delas. E porque é que a conversa me chamou a atenção (para além de eu ser cusca, claro)? Porque o casamento vai ser surpresa. E não vai ser surpresa para os pais e amigos e afins. Não. O casamento vai ser surpresa para o noivo.

É só a mim que isto faz alguma confusão? Por mais descrente que eu esteja no casamento, que estou, ainda acho que é uma coisa a dois, para ser feita a dois, decidida a dois, planeada a dois.

Só tive uma experiência com um casamento surpresa, em que a maioria dos convidados não sabia ao que ia, e, da minha parte, não gostei da surpresa.

Mas, como há gostos para tudo, espero que este noivo goste da surpresa. Espero mesmo. Apesar de saber que, se fosse comigo, eu não gostaria. Mas gostos não se discutem.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Do regresso ao mundo real... - II

Defesa: done.

Miss Lady: em observação. Caseira, claro, que com ela só em último caso é que saímos de casa. Já falámos com a Veterinária dela e vamos aguardar para ver. Pode ser só mesmo stress provocado pela nossa ausência (cruzem os dedos!) ou pode ser mais qualquer coisa. Vamos ver.

Tinha saudades de Lisboa. Das nossas ruas e avenidas. Tinha saudades do meu carro, de conduzir, de acelerar. Tinha saudades do sofá e da minha papa Cerelac.

É tão bom estar fora, mas é tão melhor regressar ao nosso cantinho... Tenho mil e uma fotos para mostrar, vou tentar tratar disso amanhã! Hoje ainda me falta uma ida ao hospital e um jantar de aniversário.

Eu ainda agora cheguei de férias e não páro de me queixar. Diz que é não é defeito, é feitio.

Do regresso ao mundo real...

Aterrámos. Correu tudo bem. Custou deixar aquela casa e aquela ilha.

Mas já começava a custar estar longe das pulguitas. Neste momento, tenho duas a dormir em cima das minhas pernas. Estão a matar saudades.

A Lady parece doente. Estamos preocupados. Sobretudo, porque levar a Lady ao veterinário é sempre um processo complicado, muito complicado. Vamos ver. As próximas horas vão ser de coração apertado, mas tenho esperança que seja apenas o reflexo da nossa ausência prolongada. Vamos ver, vamos ver.

Agora, vou enfiar-me na faculdade a fazer a defesa do trabalho.

O resto? O resto não é nada ao ver a minha primogénita assim...

domingo, 2 de janeiro de 2011

Das minhas vontades...

Conseguem imaginar a vontadinha que eu tenho de me enfiar num avião para regressar a Lisboa amanhã, depois de uma semana no Paraíso, sabendo que me espera uma correria entre um qualquer hospital (nada comigo) e outro sítio para tratar de papelada, e ainda uma passagem pela faculdade para defesa de um trabalho pelo meio?...





É essa toda.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Das minhas constatações do novo ano...

Eu podia viver só de bolo do caco e poncha. Oh, se podia!...