sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Do sítio onde estou... - II

Esta foto é um dois-em-um: vista maravilhosa na casa que alugámos e sabrinas novas oferecidas pelo maridinho no Natal.



E mais uma foto daqui desta ilha no Oceano plantada (foto parola, parolinha, tola, tolinha):



Bom Ano 2011!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Do sítio onde estou...

Eu não sou cá de fazer invejas, mas...



Estou num sítio para lá de bonito... Que alguns, possivelmente, conseguirão identificar através desta foto*.




*esta foto vai mesmo sem edição nem protecção nenhuma mas eu estou tão formiguita e tão pequenita ali no meio daquela água toda, que duvido que alguém consiga ver mais que uma mancha no lugar da minha cara...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Dos Saldos...

Diz que sim. Que já começaram.

Aqui onde estou, ainda não dei por nada.

Mas deixai-me aterrar em Lisboa, fazer três exames e entregar (mais) cinco trabalhos, e eu vou correr tudo quanto é loja para me vingar do facto de este Inverno só ter comprado duas pecinhas de roupa. Sim, só duas. Dois vestidinhos.

Eu tinha dito que estava em crise económica e que este ano me ia aguentar até aos saldos. E consegui.

Agora vai ser ver-me a gastar cada tostãozinho que vinha nos seis envelopes (e respectivos postais) que, entre outras coisas, o maridinho me ofereceu. Sim, o marido ofereceu-me dinheiro. Ofereceu-me outras coisas, mas também me ofereceu dinheiro. "Ah e tal, que coisa mais horrenda e impessoal!". Talvez, talvez. Eu vejo as coisas numa óptica mais de: "assim compras o que quiseres e ficas mais feliz e escusas de me dizer (como já fizeste) que não gostas e que é preciso trocar". Impessoal e horrendo, dizem os outros. Pragmático, digo eu.

Só tenho pena que a mala que eu andei a namorar na Mango desde Setembro já só exista algures nos Açores... Shame on me que já devia saber que nestas coisas em que sou muito esquisita, não posso hesitar. Mas não hão-de faltar outras coisinhas a chamar por mim e pelo meu roupeiro... 


E não, o Pai Natal não me trouxe uma máquina fotográfica... Eu, nos entretantos, ganhei juízo e percebi que ainda tenho de comer muita sopinha antes de me pôr a gastar muitas e largas centenas de euros num bicho em que não sei mexer. No entanto, depois do tour turístico de hoje, e de constatar que a minha maquinetazinha está a dar as últimas, vou organizar uma comissão para me oferecer uma bridge no meu aniversário, que, sem ser muito cara, já me permita umas fotos melhorzitas... Vamos ver se consigo!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Dos outros...

Eu sei que pode parecer mentira, mas eu leio os blogues que sigo. Todos. Todinhos sem excepção.

Leio-os todos. Quase diariamente.

Mas é raro, muito raro, comentar. Não é por nada. E é por muito.

Na maior parte das vezes, é porque acho que não tenho nada de importante para dizer. Na maior parte das vezes, é porque o que leio é tão bem escrito, que eu não tenho nada a acrescentar. E prefiro ficar calada.

Mas eu leio. A sério que sim.

E até há pessoas com quem troco mails, com quem falo por outras vias. Eu posso não comentar, mas leio.

E há tanta gente que eu gosto tanto de ler. Tanto, tanto. Mas não comento. E não é por nada. E é por muito.


É só para que saibam.

De mim...

Só para que se saiba, não voltei ao Psiquiatra.

Aquela coisa do "ah e tal que forte e corajosa"? Esqueçam. Não voltei lá.

Não me apeteceu. Não fui capaz. Podia dizer que não gostei do médico. Era mais fácil. E até podia ter sido. E até pode ter sido. Mas, para ser franca, não foi só isso. Não voltei lá porque não fui capaz. A verdade é essa.

A medicação? Faço conforme me apetece. Uns dias mais, outros menos. A medicação descompensou-me imenso nos primeiros tempos (sim, é normal, eu sei...). E eu resolvi adaptá-la conforme bem me apeteceu. E tenho estado assim. Sei que os ansiolíticos me fazem bem. E tomo-os quando acho que preciso. O estômago agradece, que só tive uma ou duas crises nos últimos tempos. Também sei que os comprimidos para dormir deixaram de fazer efeito. E sei que os anti-depressivos, às vezes, me fazem bem. Estamos assim. Uns dias mais, outros menos.

Entretanto, experimentei outra abordagem. Psicoterapia. Tive a primeira consulta. A segunda, devido a uma história demasiado rocambolesca para ser reproduzida, não aconteceu. Vamos ver como corre a terceira, quando regressar a Lisboa. Perdi um bocadinho a fé. Mas se não for com esta psicóloga, será com outra. De qualquer forma, ela fez questão de me dizer que eu preciso do psiquiatra e da medicação. É sempre bom saber. Disse-lhe que ia pensar nisso. Talvez em Janeiro. Talvez. Se me apetecer.

Não sou forte. Não sou corajosa. Não dei o passo certo para me curar. Tenho consciência que não estou bem mas não faço grande coisa por isso. Faz parte, dizem. Porque é que falo nisto aqui? Porque acho que é importante falar nisto. Porque não é vergonha nenhuma. Porque não sou menos pessoa por isto. Porque sei, porque tenho a certeza, que não sou a única assim. E tenho pena que as pessoas continuem a esconder, que tenham vergonha, que não se tratem por causa do estigma que existe à volta dos problemas de carácter psicológico/psiquiátrico. Tenho pena. Custa-me. E acredito, ou gosto de acreditar, que se falar nisto, posso ajudar alguém. Mesmo que o meu exemplo não seja o melhor. Mesmo que eu não faça as coisas certas. Faz o que eu digo, não faças o que eu faço. Mas pode ser que alguém queira fazer as coisas certas.

Eu hei-de fazer. Um dia. Ate lá, fecho-me na minha bolha. Gosto da minha bolha. Gosto de estar sozinha. Gosto das minhas coisas, do meu espaço, do meu ritmo. E eu sei que é difícil para os outros lidarem com isto. Mas esta sou eu. Assim. Uns dias mais doce, outros dias mais acre. Take me as I am.

Do meu estado actual...

O Natal passou-se.

Eu gosto do Natal. Que gosto. Mas nem sempre gosto de gente e de confusões. É o meu problema com as pessoas. Mas passou-se.

Foi uma correria louca com os últimos preparativos. Adorei fazer e, sobretudo, oferecer, cabazes com tudo feito por mim (excepto o vinho, que ainda não sou assim tão prendada - sublinho o ainda porque nunca se sabe...). Algumas pessoas adoraram, outras nem por isso. Já era de esperar. Mas valeu a pena ver certos sorrisos e ouvir certos elogios. O Natal é isto: oferecer um pouco de nós. Mais do que oferecer qualquer coisa comprada a despachar numa qualquer loja, é oferecer um pouco de nós. E, este ano, eu fiz isso. E foi bom. Foi muito bom.

Neste momento, estou no paraíso. Estou numa qualquer ilha do Oceano Atlântico, numa casa com mais andares do que os que consigo contar, com uma vista fabulosa e o mar a perder de vista. Chegámos ontem e só partimos no próximo ano. A casa é suficientemente grande para, mesmo sendo muitos, podermos estar cada qual em seu canto. E eu preciso do meu canto. Da minha bolha. É o meu problema com as pessoas.

Continuo sem conseguir ver o blogue como devia ser. E nem estou no meu computador. Algo se passa e eu não sei o quê. Mas o pior é que tambem não quero saber.

Últimas actualizadas. Já volto.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Do Natal...

Eu ando irritada com o blogue. Não sei porquê, nem sei se sou só eu, mas não o consigo ver como devia ser. E isso faz-me não querer cá vir.

Teria mil e uma coisas para dizer mas só quero mesmo desejar a quem por aqui passa, um Feliz Natal, com tudo de bom e, acima de tudo, muita saúde. Sem saúde, não há nada. Claro que se der para recebermos umas prendinhas pelo meio, também ninguém se importa mas.... Saúde, Paz e Amor é o que vos desejo!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Das coisas que eu tenho andado a fazer... - Parte III

E, como se não bastasse, também me deu para os Azeites Aromatizados:


Aqui, acho que "imaginação" é a palavra de ordem. Eu usei Alecrim (que adoro), alho e uma mistura de grãos de pimentas variadas. O resultado final é bem mais giro ao vivo!

Vou tirando a minha inspiração daqui e dali, mas não posso deixar de referir que a minha grande referência é a Colher-de-Pau, com mil e uma ideias super criativas!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Das coisas que eu tenho andado a fazer... - Parte II

Além de bombons, deu-me para fazer o já referido licor de canela:
 
 
 
 
 
 
Ingredientes:
- 1 litro de água
- 10 paus de canela
- 650g de açúcar
- 1 litro de Vodka*
 
 
Como fazer:
  •  Em primeiro lugar, fazer o "chá de canela", que consiste em pôr a água a ferver com os 10 paus de canela, durante dez minutos e ir mexendo de vez em quando. 
  • Depois disto, junta-se o açúcar e são mais dez minutos a ferver. Aqui convém mesmo ir mexendo para dissolver bem o açúcar. Ao fim dos dez minutos, deve-se deixar arrefecer. 
  • Quando este "chá" estiver menos quente, vai-se juntando a vodka aos poucos, enquanto se vai mexendo bem. Depois é deixar arrefecer por completo.
  • Antes de engarrafar, convém coar. Eu usei filtros de café daqueles das máquinas de café antigas e um funil. E depois pus um pau de canela em cada garrafa, para "fazer bonito".



         
          
        Agora vou decorar as garrafas e inventar umas etiquetas! Pode ser que ainda ponha aqui a versão final!
         
         
         
        *Vodka - eu usei Vodka porque é mais barato e gosto do sabor. Mas pode fazer-se com aguardente (sobretudo, quem tenha acesso a aguardente mais em conta) e é uma questão de adaptar a quantidade de álcool e de açúcar.
        Já fiz uma dúzia de garrafas e acho que não me chegam... Tenho estado a usar garrafas da Frize que depois vou decorar e colocar em pequenos cabazes de Natal. Quanto ao licor, é delicioso e super fácil. Fica então a receita, que foi tirada do fórum Bimby, mas que eu deixo na versão "manual", de tão fácil que é.

        sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

        Das coisas que eu tenho andado a fazer... - Parte I

        Eu tenho andado meio desaparecida, diz que sim. Por muitos e variados motivos. Um deles, é que ando a tratar das prendinhas de Natal e dos milhentos trabalhos do Mestrado. As prendinhas já estão a 95%, os trabalhos, nem a 5%... Mas não falemos sobre isso.

        E o que é que eu ando a fazer? Entre outras coisas, bombons! Sim, eu, Agridoce Maria, ando a fazer bombons. E tenho provas e tudo:


        E o pior é que ficaram bons, mesmo bons! Tive a ajuda de uma amiga neste primeiro carregamento, e já lhe disse que se fizerem sucesso, vamos montar negócio e começar a vender.

        Ora então, temos Bonecos de Neve com chocolate branco e recheio de côco, Corações (pirosos, pirosinhos) com recheio de morango, e Flores de chocolate negro e branco com recheio de côco.
        As receitas vieram daqui e daqui, com as minhas devidas alterações e inspirações. Mas é que ficaram mesmo bons!...

        quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

        Das coisas que valem a pena... E fazem valer a pena...

        Sabemos que valeu a pena tirar a Amy da rua quando, pela primeira vez, ela e a Lady dormem enroscadas na cama delas.

        Valeram a pena o esforço, a dedicação, a paciência, as centenas de euros no veterinário. Valeu a pena e enche-me a alma.

        Vejo-as assim, lado a lado, e acredito que fizemos a coisa certa.

        Mesmo que a relação com a Amora esteja impossível. Mesmo que o futuro seja incerto. Valeu a pena.

        E vale a pena viver. Nem que seja por isto.

        Da Gala da Sic...

        A única coisa que me apraz dizer é que o Filipe Pinto (é assim que ele se chama?) é assustador em palco. Mesmo.

        quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

        Do gira que eu hoje estou!...

        (e modesta também...)


        Almoço de aniversário do maridinho, no Comida de Santo (à noite trabalha-se), e eu com o vestido-mais-lindo-do-Mundo que já andava há meses a namorar na Blanco. Os brincos são Swarovski e a gata é rafeiro de rua da Figueira da Foz, também conhecida como Dona Lady.

        Sempre que me visto de vestido, sinto-me mais bonita. Sempre. Até pode ser só na minha cabeça, mas que tem um óptimo efeito no meu ego, tem. E isso é bom.

        domingo, 12 de dezembro de 2010

        Dos dias que correm...

        Há dias, em que tenho a certeza que o que quero para a minha vida é mesmo isto.

        Há dias, em que me pergunto se serei capaz.

        Há dias, em que não sei se terei capacidades para isso.

        Há dias, em que tenho medo de não ter sucesso.

        Há dias, em que tenho dúvidas.

        Há dias, em que tenho certezas.

        Há dias.

        sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

        Das conversas no leito matrimonial...

        Ontem, já bem tarde, já deitados. Ele, agarrado ao computador a acabar umas coisas do trabalho. Eu, pego num livro cuja capa dizia António Carneiro e tinha várias obras do dito.

        Ele: Mas vais estudar?
        Eu: Não, vou ler... Um livro sobre o António Carneiro.



        Qual dos dois mais tolinho, perguntaram as gatas...

        quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

        Das minhas princesas, baronesas, duquesas, rainhas do castelo...

        E para não dizerem que a Amy não existe, aqui fica a prova:


        Podem aproveitar para ficar com uma perspectiva da parte de baixo da mesa de jantar, muito interessante. Aqui, ainda estávamos na fase de passar 90% do tempo escondidas, e as cadeiras eram sempre uma boa opção. Neste momento, estamos numa de roubar a cama da Amora e bufar-lhe para ela se ir embora. Cheira-me que esta menina vai ser fresca...

        E para que as manas Lady e Amora não fiquem com inveja, aqui fica mais um momento amoroso Kodak, para mais tarde recordar:



        Alguém diria que elas chegariam a isto quando as juntámos? Ainda guerreiam, muito por causa da cama (parecem marido e mulher a lutar pelos lençóis) mas lá se entendem, e passam os dias a dormir agarradinhas, coladas ao aquecedor. Menos agora, claro, que está lá Senhora Dona Amy e a Amora teve de se contentar com o sofá junto à janela.
        

        Do estado do blogue...

        Este blogue anda morto, muito morto. Mas eu prometo (tentar) tratar dele amanhã.

        Tenho mil coisas para dizer, mil coisas para escrever, mil imagens para partilhar.

        E zero paciência para fazer isto tudo.

        Há dias (e semanas [e meses]) assim...

        sábado, 4 de dezembro de 2010

        Das minhas ideias...

        Eu, idiota que sou (entendam como quiserem), tenho uma ideia.

        É só uma ideia. Nem sequer sei bem como pô-la em prática mas sei que desse lado há gente bem mais genial e criativa do que eu.

        A minha brilhante ideia é.... (Toquem os tambores!) Fazer uma troca de chás!

        É muito idiota ou há alguém tão doidinho como eu que alinhe?

        Eu sei que é difícil, moradas e tal, e o acondicionamento e a ASAE e tal, e tudo e tal... Mas só assim 2 ou 3 saquetas de chás que gostávamos de partilhar com o mundo em jeito de prenda de Natal dos Chaólicos Anónimos.

        Os detalhes depois logo se vê. Para já, quero saber se alguém alinharia nisto. Anyone?

        Da Amy... - III

        Dona Amy está bem e recomenda-se! Acho é que me trocaram a gata que esta agora só quer colo e não pára de ronronar...

        Não é que eu me importe!

        sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

        Da Amy... - II

        Daqui a pouco mais de uma hora o marido vai pegar na Amy para a levar à clínica para ser esterilizada.

        E eu tenho de ir para as aulas. E isso irrita-me. Irrita-me não ir levá-la. Irrita-me não ir buscá-la. Irrita-me não estar em casa para a receber quando ela chegar a casa, toda desnorteada. Irrita-me.

        Alguém me explica como é que eu posso ter aulas de Controlo de Gestão ao pensar que, nesse instante, a minha Amy-Baby está na mesa de operações?... Eu confio para lá de plenamente na nossa veterinária (se alguém precisar, eu recomendo, mesmo!), mas é uma cirurgia, é uma anestesia, e é uma Amy. Pronto.

        Parte-se-me o coração.

        Pior, é que ontem fizemos O progresso: Dona Amy ontem descobriu que por cima da parte de baixo da cama (onde ela passa a vida), há uma parte de cima. A primeira vez, fui eu que a arrastei para lá e ela esteve lá esponjada a receber festas na barriga, qual cão, a ronronar feliz e contente. Mas, a meio da noite, acordamos com sua excelência deitada encostada às pernas do marido. Assim, só porque lhe apeteceu. Mesmo com Dona Amora a dormir dentro dos lençóis. Sim, nós somos daquelas pessoas que dormem com gatos. Somos desses, somos. E somos muito felizes. E a minha alma iluminou-se quando a vi ali, encolhidinha, enroscadinha. Durou uns bons três minutos. Mas foi O progresso.

        E é por isto. É por isto que eu já devia estar a caminho do ISCTE e estou aqui, sem conseguir almoçar, sem conseguir sair de casa. É por isto. Porque eu gosto muito de ti Amy, sabias? E as manas também, elas é que ainda não sabem.

        quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

        Da palavra do dia...





        (não me internem já... há uma lógica, não me perguntem é qual...
        mas tentem dizer esta palavra dez vezes seguidas e depois percebem...)

        quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

        De mim...

        Não tenho escrito, não tenho lido. Ando assim, num marasmo sem fim.

        Vamos fingir que a desculpa são os oito trabalhos que tenho de fazer para o mestrado, sim?





        P.S.- Estou a apaixonar-me pela Amy, o que não era suposto. Mas ao mesmo tempo ela é tão, tão difícil. Nos últimos dois dias conseguimos que ela estivesse umas horas no sofá ao nosso colo. Mas ela passa 90% do tempo escondida, na sua bolha. E custa. Custa porque queríamos tanto, tanto, que ela se habituasse a nós, à casa, às manas, a socializar. Ela é um doce. Mas é um doce que só sai debaixo da cama por arrasto...